Quarta-feira, 26.01.11

Almoço bom e barato

 

Faça as contas. Quanto dinheiro gasta com os almoços à base de bitoque, massas com molho três queijos, hambúrgueres e, nos dias de extravagância, sushi? Se conseguir a proeza de pagar 7 euros por dia - esforço digno de um atleta de triatlo - são 140 euros por mês. Mas há mais um factor nesta equação alimentar: poder escolher o que come. A dietista Eduarda Alves, directora da Clínica dos Alimentos, defende que é uma escolha mais económica e mais saudável. "Podemos seleccionar o que comemos, fazemos combinados mais saudáveis, em vez de batatas fritas, levamos uma salada ou arroz. E sabemos como foram preparados os alimentos", diz ao i. Nós acrescentamos: até pode recordar os bons velhos tempos da infância quando levava um termo do Snoopy. 

Se passar no Parque das Nações, em Lisboa, na hora do almoço num dia de sol, vai reparar que há cada vez mais pessoas a almoçar na rua. De fazer inveja às senhoras nova-iorquinas que bebem café a escaldar enquanto comem e correm. Sinal dos tempos? "Vejo cada vez mais pessoas no Parque das Nações a comerem como eu. Almoço com duas colegas e trago comida de casa há um ano e meio", explica Susana Pinto, assessora de comunicação, de 28 anos. As vantagens são óbvias: "O facto de ter de pensar no que se vai comer dá outro nível de consciência. Quando comemos por impulso, cheios de fome, caímos nas escolhas menos saudáveis. Além disso, aqui não consigo comer por menos de nove euros." Susana já testou quase todos os restaurantes das redondezas e nada se compara à ementa caseira. Apesar de não ter microondas no trabalho, o termo resolve tudo. "Trago sopa, outras vezes saladas ricas, com ananás, camarão, rúcula, tomate." Susana Pinto reconhece que por vezes é chato andar com saco, talheres e comida, mas compensa. E há sempre um dia da semana para ir ao restaurante. 

Mafalda Afonso, de 27 anos, também faz parte do clube e diz que esta é a melhor forma de "nos safarmos da fast food". "É engraçado ver todo o tipo de marmita e há pessoas que as levam camufladas em sacos de lojas de roupa", diz a delegada comercial. O hábito ficou-lhe dos tempos de estudante e ainda hoje leva a comida que a mãe faz ao fim-de-semana. Quando não é possível, opta por saladas, massas ou peixe cozido com vegetais.

Ao contrário de Mafalda, que já fazia da marmita um hábito, Carla Carromeu, de 28 anos, começou a levar almoço apenas quando sobrava qualquer coisa do jantar. O cardápio parece ser unânime: saladas e sopas. Transportá-las é muito fácil, garante Carla, que trabalha no departamento de marketing de um banco. "Trago a comida em tupperwares e em sacos. Mas nas malas das mulheres cabe quase tudo." À laia de conselho, fica o recado: "Usem caixas quadradas ou rectangulares, são mais práticas." 

Marta Cristiano dá outro conselho: "Habituar-se a cozinhar a mais para ter restos para levar na marmita." A designer está habituada a almoçar em tupperwares e diz que todas as comidas servem. "Desde bacalhau à Brás ou com natas, empadão de carne, caril de frango, arroz de pato, todo o tipo de sopas, frango guisado com massa, ovo mexido com arroz..." Há seis anos que deixou de ser cliente de restaurantes à hora do almoço. "Comecei quando fui trabalhar para a Rua Garrett, a ganhar o ordenado mínimo nacional (na altura 374 euros) e ainda tinha de pagar transportes. Não era comportável comer em restaurantes." Mas Marta, 29 anos, abre-nos o apetite. "Saber a qualidade do que estou a comer é importante. Muitas vezes uso legumes do quintal dos meus pais e frango criado nos galinheiros da minha avó." Convencido? Ah! E não tema ser mal visto pelo seu chefe. Conhecemos relatos que provam que não será discriminado. Aqui fica um exemplo: chefe convida colaboradora jovem para almoçar fora. A profissional recusa o convite, pega na lancheira da Hello Kitty e dirige-se para a copa. Não foi despedida. Garantimos.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 01.10.10



publicado por olhar para o mundo às 09:33 | link do post | comentar

Sexta-feira, 27.08.10

Este programa para retardar a ejaculação utiliza técnicas testadas para o ajudar a adquirir maior controlo ejaculatório e aumentar a sua capacidade de resistência sexual, este programa para retardar a ejaculação é seguro e eficaz.

Seja paciente e deverá começar a ver resultados dentro de várias semanas com este programa pararetardar a ejaculação.

1. Masturbe-se com a mão seca até aguentar 15 minutos sem ejacular.

2. Masturbe-se com a mão lubrificada até aguentar 15 minutos sem ejacular. Poderá verificar que estes dois primeiros passos já o ajudam a aguentar mais tempo a erecção quando faz amor. Caso contrário, pode prosseguir, fazendo os seguintes exercidos com a sua parceira.

3. Deixe-a masturbá-lo, com a mão seca, até aguentar 15 minutos sem ejacular.

4. Deixe-a masturbá-lo, com a mão lubrificada, até aguentar 15 minutos sem ejacular.

5. Deite-se de costas, com a sua parceira sentada sobre si e o seu pénis dentro da vagina dela. Devem ambos reduzir os movimentos ao mínimo. Continue a praticar até conseguir aguentar 15 minutos sem ejacular.

6. Repita o exercício anterior, mas com a sua parceira a mexer-se suavemente. Treine até conseguir aguentar 15 minutos.

7. Repita o exercício 5, mexendo-se suavemente. Treine até conseguir aguentar 15 minutos.

8. Repita o exercício 5, com ambos a mexerem-se à vontade, até conseguir aguentar 15 minutos.

Para ter sucesso com este programa para retardar a ejaculação precisa apenas seguir os passos, não desistir, e ser paciente e persistente.

 

Via Tudo sobre sexo



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 17.07.10

Como nao engordar nas ferias.jpg

Dicas para manter a forma enquanto descansa e se diverte

Passamos o ano a culpar o stress e a falta de tempo pela alimentação pouco saudável.

Mas nas férias acabamos por engordar, quando planeámos justamente o oposto!

A desorganização dos hábitos alimentares e a inércia associada ao descanso são responsáveis pela acumulação de quilos indesejados no final do Verão. Como manter a forma sem estragar as férias?

Vício de boca

Se dedicou os três últimos meses a pôr-se em forma, qual é a lógica de deitar tudo a perder em três semanas de férias? O objectivo pode não ser emagrecer nas férias (afinal, não é altura para sacrifícios). Mas manter a silhueta que conquistou é o mínimo. E é fácil de conseguir.

Teresa Branco, fisiologista na gestão do peso da Clínica Metabólica, explica porque sentimos vontade de comer: «A fome deriva da necessidade do corpo em obter energia, resultando da diminuição da glicose no sangue».

«A resposta imediata do cérebro à redução da glicose é a manifestação da vontade de ingerir alimentos. Quanto maior a fome, maior o desejo por alimentos de fácil absorção, que proporcionam a rápida reposição dos níveis de açúcar no sangue», sublinha. É crucial manter os níveis de glicose estáveis, para não sentir fome descontrolada que leva ao consumo exagerado e aleatório.

Comer de três em três horas é a chave. Há também que saber distinguir entre a fome fisiológica e a vontade de comer (que pode ser fome emocional: comer para compensar sentimentos de ansiedade, tristeza ou frustração) ou simples vício de boca. Este último traduz-se, frequentemente, no costume de petiscar.

Em férias parece que há tentações onde quer que vá: cervejas na esplanada; bolas de berlim e gelados na praia; bolachas ao lanche; sobremesas em casa dos amigos; aperitivos antes do jantar; cocktails nas saídas à noite; cachorros quentes e tostas mistas de madrugada...

Petiscar ao longo do dia é, muitas vezes, um comportamente quase inconsciente. Seja forte e esteja atenta aos sinais que o seu cérebro envia ao estômago. Não ceda a gulodices ou ao vício de boca.

 

Via Sapo Saúde



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Domingo, 18.04.10

Date Nights

 

Os pássaros fazem-no, as abelhas fazem-no, os protagonistas de "Uma Noite Atribulada", Tina Fey e Steve Carell, fazem-no. Mas para a maior parte dos casais com filhos o namoro à antiga - com jantares a dois e conversas sobre tudo (menos fraldas e sopas de cenoura) - parece ser um luxo raro. É por isso que Maria e João Pais, de 37 e 38 anos, sabem que são a inveja dos vizinhos. "Quando passam por nós estão sempre com os filhos e ficam impressionados por nos verem sempre sozinhos", contam entre gargalhadas.

Antes de casarem, há 12 anos, a editora numa empresa de produção artística e o engenheiro de máquinas marítimas tiveram sete anos de namoro sem horas marcadas. Mas os dois filhos, um de sete e outro de dois anos, obrigaram-nos a reorganizar o tempo. "Quando o Guilherme nasceu, sabíamos que era importante continuar a poder desligar a ficha para manter o casamento saudável", explica Maria. Tem a sorte de contar com a ajuda incondicional da mãe. "O Guilherme começou a ir para casa da avó com um mês. O Gonçalo já foi logo na segunda semana de vida", ri. Dependendo da vontade, optam pela sexta ou pelo sábado e não deixam a coisa por meias medidas. "Vão para casa da minha mãe em regime de pensão completa!" , brinca, enquanto explica que "não há nada melhor que acordar no dia a seguir e não ter de ouvir 'mãe, pai, fazem--me o pequeno-almoço?'".

Cada casal tem as suas rotinas e é importante criar momentos de excepção à rotina "mais exaltantes que o dia-a-dia" para manter a chama, explica o terapeuta de casais José Gameiro. Quando as pessoas lhe chegam a tempo de salvar a relação, as saídas a dois são um instrumento incontornável. "Não aconselho actividades nem locais. E nem tem de ser uma saída. Pode ser em casa, na mesa da cozinha, no corredor", brinca. "Mas obviamente que gostaria de ter uns vouchers para oferecer uma noite no Ritz a alguns casais."

Ficar em casa acaba por ser a opção de muitos casais. "Às vezes é bom gozar o silêncio, gozar o sofá, sem barulho", explica Maria Pais. Sara Oliveira e Vítor Silva, casados há dez anos, concordam. "Costumamos ir passear de mota, jantar fora ou ir ao cinema, mas às vezes ficamos simplesmente a desfrutar do sofá e do comando", adianta a marketeer. Ao contrário de Maria e de João, Sara e Vítor têm apenas as sextas-feiras para o namoro longe dos dois filhos. "É uma mera questão logística. É nesse dia que os avós podem ficar com eles", explica Sara. Mas a previsibilidade dos encontros acaba aí. "A única rotina que temos é decidir o que vamos aproveitar para fazer." 

É essa a chave do sucesso das date nights, adianta o terapeuta de casais Pedro Frazão. "Este tempo a dois é fundamental, mas é importante que surja espontaneamente", defende. "A prescrição de date nights não é benéfica, porque se criam expectativas que depois podem sair defraudadas. O ideal é que a ideia parta do casal." E, sobretudo, acrescenta Maria Pais, que se deixem as preocupações com os filhos. "Há pessoas que têm mais capacidade para isto que outras, mas temos de relaxar. Se não for coisa grave, se só estão febris, manda-se uma embalagem de Brufen na mala da roupa."

 

Via ionline



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Quinta-feira, 21.01.10

Amor e uma autocaravana

 

Carlos e Isilda Lopes têm uma vista diferente todos os dias. Às vezes preferem acordar e espreguiçar-se em frente ao Mediterrâneo. Outras gostam de estar perto da civilização e estacionam a autocaravana perto do mais concorrido centro comercial de Lisboa, o Colombo. Já Teófilo Ramos pode deixar o despertador tocar até dez minutos antes das aulas começarem. A sua carrinha está estacionada quase em frente à escola e, ao contrário dos colegas, não tem de gastar dinheiro todos os meses com o aluguer de uma casa.

Inês Sousa orgulhava-se de ter a melhor vista de Lisboa: estacionada em frente ao Tejo, ia para o trabalho de bicicleta até engravidar e comprar uma casa mais espaçosa no Porto.

Há quem prefira a liberdade da vida sobre rodas às paredes de um apartamento. Laurinda é um bom exemplo disso. Apesar de ter casa numa das zonas mais cobiçadas de Lisboa, a Avenida de Roma, não troca a sua autocaravana por nada. Na companhia do seu periquito Quicas, tem a mesma rotina que tinha em casa: cozinha, toma banho, lava a loiça e até fala com os amigos na internet.

A única preocupação constante de todos os que optam por este estilo de vida é encher semanalmente o depósito da água e despejar a casa-de-banho numa estação apropriada. "Infelizmente há poucos sítios em Portugal onde isso se possa fazer", diz Isilda Lopes que já percorreu a Europa na sua autocaravana. "França é o melhor país para viajar assim. Há condições excepcionais e áreas próprias de paragem."

Em Lisboa são poucos os sítios onde as carrinhas e autocaravanas são bem-vindas e cada vez mais são afixados sinais de proibição de estacionamento. "Costumava ficar ao pé da Torre de Belém e do Padrão dos Descobrimentos, mas depois proibiram", conta Maria, de 49 anos, que há dois anos vive numa autocaravana. A sua empresa vai abrir uma filial em Madrid e Maria terá de vender a autocaravana. "É uma cidade mais perigosa e por isso prefiro vendê-la aqui", diz. "Estou a pedir 30 mil euros por ela."

Uma autocaravana por estrear custa em média 60 mil euros, mas há quem opte por uma carrinha comercial a menos de metade do preço e a transforme numa casa. É o caso de João Lourenço, que só não tem uma casa-de-banho.

 

veja o resto da noticia no Ionline



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Quinta-feira, 10.09.09

a verdade mais forte é que continuamos a encher o planeta de garrafas de plastico

 

milhões de garrafas que poluiem os rios e as terras e fazem mal á saude

2 milhões de garrafas de plastico são deitadas fora cada 5 minutos

60 mil sacos de plastico são descartados cada 5 segundos

 

 

alem de que faz mal á carteira - 1 garrafa custa  €1.50 que é muito mais que um garrafão

a agua ao ser armazenada em garrafas de plastico acaba por ser contaminada por elementos toxicos como o BPA que podem produzir cancro

 

em 2004 a produção de garrafas de plastico nos EUA foi de 28,000,000,000

(1 só ano)

como comparação 26.000.000.000 de litros de petroleo são o equivalente a 17.000.000 barris que daria para abastecer 100.000 carros por ano

 

o tempo do transporte, carregamento, entrega, compra, até à utilização produz toxinas cancerigenas

garrafas de plastico poluiem o ambiente na produção, embalagem, tranporte e eliminação

 

 

sei que é pratico mas ... vamos tomar consciência e pensar antes, durante e depois da necessidade de consumir agua engarrafada e das garrafinhas consumidas e largadas em qualquer lugar

o mesmo se passa com os sacos de plastico que continuam a ser, levianamente, utilizados e abandonados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ajudem o Planeta que é a nossa casa e divulguem a mensagem

 

 

Provoco a quem responde a desafios, dando a possibilidade de mostrar quem realmente são e o que fazem aqui

 

copiem o post ou escrevam um novo abanando a consciência dos que, ainda, consomem e eliminam plastico sem pensar no que estão a fazer

Quem se atreve???

 

Via Infiel 

 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:28 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 18.05.09

Via AnovisAnophelis

 

Uma imagem fantástica!



publicado por olhar para o mundo às 16:22 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 17.03.09


... de certeza que a sua não é mais dificil que a dele. Se ele pode, porque é que nós não havemos de poder?


publicado por olhar para o mundo às 23:48 | link do post | comentar

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