Terça-feira, 11.05.10

 

 



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Segunda-feira, 03.05.10

himenoplastia - ou reconstrução do hímen - não é só uma cirurgia plástica para salvar a vida de mulheres submetidas a culturas machistas, é uma cirurgia plástica para esconder a falta de honestidade das mulheres e aperfeiçoar a estupidez masculina.

Quando penso que já nada me choca nas diferenças constantes entre homens e mulheres, eis que me surge sempre mais um tema. E o tema é ainda mais relevante quando são as próprias mulheres que se sujeitam voluntariamente a essa discriminação alegando as razões mais absurdas do planeta. Talvez seja eu que tenha os meus conceitos trocados. Talvez.

 

O tema foi-me inicialmente apresentado como uma cirurgia que salvava vidas. A abordagem foi qualquer coisa como "realmente ao que se têm de sujeitar as mulheres muçulmanas por terem nascido numa sociedade tão retrógrada! Há mulheres que são mortas ou rejeitadas da própria família por já não serem virgens e que são obrigadas a submeterem-se a cirurgias para recuperar a dignidade". Por uns momentos apeteceu-me voltar a escrever sobre estas sociedades machistas que tratam as mulheres de forma indigna, mas confesso que essa vontade me passou logo a seguir. Quando descobri que na nossa própria cultura "ocidental e evoluída" acontecem coisas bem piores.

A himenoplastia - ou reconstrução do hímen - não é só uma cirurgia plástica para salvar a vida de mulheres submetidas a culturas machistas, é uma cirurgia plástica para esconder a falta de honestidade das mulheres e aperfeiçoar a estupidez masculina.

O ritual do sangramento da virgem

O hímen não é nada mais do que uma pequena membrana que se encontra no interior da vagina das mulheres e que, supostamente, qualquer mulher que não tenha tido relações sexuais com penetração deverá ter intacta. Digo supostamente porque há uma dezena de outras razões para uma mulher não ter hímen, como a prática desportiva desde criança ou mesmo ter simplesmente nascido sem a membrana. Acontece que, culturalmente, foi associado que quando a "desfloração" ocorre, esta deverá ser acompanhada pelo derramamento de sangue (oriundo obviamente do rompimento da membrana) e que deixa o macho satisfeito por ter sido o primeiro a possuir aquela fêmea. Acontece também que, segundo os médicos, mesmo mulheres que são virgens e que mantém o hímen intacto podem não sangrar (se a membrana for muito fina) ou sangrar tão pouco que o acto passará despercebido. Ora temos a confusão armada! É que macho que é macho tem de ter uma virgem para desflorar na noite de núpcias. E então como é que vai mostrar o lençol manchado de sangue aos amigos?

Virgindade, conceito do século passado? Talvez não!

Estou certa que, tal como eu, muitas pessoas devem pensar que hoje em dia, esta questão da virgindade já não é sequer tema. As mulheres iniciam a vida sexual cedo, tal como os homens, e está tudo mais preocupado com as doenças sexualmente transmissíveis ou com a gravidez em adolescentes do que com o facto da pobre noiva ser virgem ou não. Até as Noivas de Santo António já não precisam de ser virgens (sim, parece que as coitadas eram sujeitas a um exame médico)! Mas afinal, parece que isto não é bem assim.

Segundo alguns artigos que li, inclusive um recentemente publicado pela BBC, as mulheres que procuram este tipo de cirurgia não são só as muçulmanas que temem pela vida, depois de um pequeno "momento apaixonado". Muitas mulheres sujeitam-se a esta cirurgia pois não são capazes de admitir que, "sim senhora já tiveram parceiros sexuais e fazem com o seu corpo o que bem entenderem e quem não gostar pode seguir o seu caminho". São uma espécie de "boazinhas encapotadas", uma espécie de "bulímicas sexuais" que não têm coragem de admitir que comeram o bolo de chocolate e que agora o tentam vomitar à força toda para se manterem magras.

Surgem comentários (e desculpas) como "eu tive 10 vezes relações sexuais com o meu antigo namorado, mas sei que foi um erro e gostava muito de voltar a ser virgem" ou "tive relações sexuais com o meu namorado mas agora descobri que gosto de outro e não tenho coragem de lhe dizer que já não sou virgem" ou pior ainda "eu e o meu namorado decidimos ser virgens até ao casamento, mas eu estive de férias na República Dominicana e já não voltei virgem". Tudo isto é só desonesto e completamente idiota.

Infelizmente parece que ainda existem muitas mulheres que não sabem fazer uso da liberdade que têm e se agrilhoam a si próprias. A virgindade não está no corpo! Está na cabeça, no coração - e até na consciência - de cada uma.

Via A vida de Saltos Altos



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Sexta-feira, 30.04.10

Mulheres árabes

 

As jovens árabes estão a pagar cerca de 2 mil euros por uma cirurgia que restaura a virgindade, um procedimento que, em alguns casos, pode salvar as suas vidas. Para bolsas mais limitadas uma empresa chinesa vende um hímen de plástico por 25 euros

 

A clínica que faz a cirurgia de restauração do hímen fica em Paris e é liderada pelo médico Marc Abecassis.

De acordo com o médico, são realizadas de duas a três operações por semana, que duram em média 30 minutos e requerem apenas anestesia local.

Citado pela BBC, Abecassis afirma que a média de idade de das suas pacientes é de 25 anos e provêem de todas as classes sociais. Apesar de a cirurgia estar já a realizar-se em muitas clínicas em todo o mundo, Abecassis é um dos poucos médicos árabes que fala abertamente sobre o procedimento.

O clínico afirma que algumas das mulheres que o procuram precisam do certificado de virgindade para conseguir casar-se.

Para estas mulheres existe também uma opção sem cirurgia. Um portal de uma empresa chinesa vende hímen artificial por 23 euros. O hímen chinês é feito de elástico, contém sangue artificial e é colocado dentro da vagina para a mulher simular virgindade.

Em algumas partes da Ásia e no mundo árabe as mulheres que mantiveram relações sexuais correm o risco de ficar isoladas nas suas comunidades ou mesmo de serem mortas. A pressão social é tão grande que algumas mulheres chegaram a cometer suicídio.

 

Via Sol



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Terça-feira, 15.12.09

Acontece cada 2000 anos.....

 

Uma senhora levou a filha de 17 anos ao médico, queixando-se que a miúda andava com vómitos... tonturas... que tinha perdido o apetite... 

O médico, observada a rapariga, concluiu: - Minha senhora! A sua filha esta grávida de 3 meses! 

- A minha filha???? Ela nunca esteve sozinha com um homem! Não é verdade, Carla Susana?!?!? 

- Eu nem sequer beijei ainda um homem, mãe...! 

O médico armou-se de uns binóculos que tirou da gaveta, aproximou-se da janela e ficou, calado, a perscrutar o infinito... 

Passados minutos, a mãe da Carla Susana, admirada e farta de esperar, perguntou ao médico o que se passava. 

- Da última vez que isto sucedeu, nasceu uma estrela no oriente e chegaram três reis magos. Desta vez não vou perder o espectáculo!
 

 

Recebido por mail



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Terça-feira, 06.10.09

o himem em pacotinhos... made in China

 

Os deputados egípcios conservadores estão em cólera contra a importação de produtos chineses. No centro do debate que agita o parlamento egípcio está um pequeno kit - made in China - que permite às mulheres "reaver" a sua virgindade, graças a um falso hímen. 

O produto vende-se em grandes quantidade em certos países muçulmanos, onde as relações sexuais antes do casamento são consideradas crime. 
Enquanto que os mais conservadores, dizem que este kit encoraja as relações sexuais ilícitas, as feministas falam em “hipocrisia masculina”, porque os homens não estão submetidos a nenhuma restrição. 

 

Via ionline

 

E achava eu que já tinha visto tudo o que havia para ver......



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Quinta-feira, 24.09.09

 Tinha 17 anos quando se casou no final dos anos 50. Chama-se Antónia, vive nas Terras de Basto. Pediram-lhe para recordar a noite de núpcias. E ela contou: “Na noite do casamento, quando me deitei ele disse-me: ‘Então porque não te vens deitar? Não te faço mal… Sabes como é… se me casei foi para ter relações contigo’… E eu: ‘Não, que eu não quero!’ E ele: ‘Não é assim, tu não queres… tem de ser.’ Depois aconteceu.” Antónia sobreviveu. “Não morri, graças a Deus.”


Berta, filha de Antónia, tem 42 anos, casou-se nos anos 80. Era virgem e sentia vergonha do sexo. “Ele disse-me: ‘Não faz mal, depois eu explico-te. Tu não tenhas medo. Porque vai correr tudo bem. Tens de te pôr apta, porque tu sabes como é, eu não te faço mal.’”

Carla, neta de Antónia, filha de Berta, tem 25 anos. Teve a primeira relação sexual aos 18, antes de casar-se. “Qualquer pessoa tem direito a sentir prazer e a ter a sua própria sexualidade, acho que uma pessoa que tem namorado não tem de estar virgem.” Agora que é casada gostava de experimentar o swing (troca de casais). “Era uma coisa de que eu gostava.”

As três mulheres da mesma família fazem parte das 60 pessoas entrevistadas por investigadores do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa num projecto inédito em Portugal, explica a socióloga Sofia Aboim. O estudo tem o financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia e da Comissão para a Igualdade e Cidadania. E é apresentado hoje num seminário, em Lisboa.

Abarca três gerações de 20 famílias. “Tentámos perceber o que é que mudou em Portugal através das narrativas de vida de homens e mulheres, avós, pais e netos.” E comparando com estudos semelhantes feitos nos EUA ou em Inglaterra, diz, a distância geracional “é enorme”. Na área da sexualidade, a investigadora fala mesmo de uma “mudança radical”.

Regresse-se à noite de núpcias: “O discurso da avó e da mãe sobre a sexualidade é o discurso da vergonha. Mesmo quando esconde uma verdade que não era relatada [Belmira, por exemplo, acabou por contar que, na verdade, estava grávida quando se casou], revela algo que é real: que existia uma opressão muito grande da sexualidade feminina.”

E entre os homens? De novo uma família entrevistada: Tiago nasceu em 1922, teve a sua primeira relação sexual com uma prostituta. O filho, Raúl, nasceu em 1949. Aos 17 anos foi com os amigos a uma casa de prostituição e começou a sua vida sexual da mesma forma que o pai. Já o seu filho, Victor, nasceu em 1983. Começou a namorar aos 15 anos e foi com a namorada que perdeu a virgindade.

Ao contrário do pai e do avô, Victor defende que homens e mulheres devem dormir com quem acharem por bem, “desde que não façam mal a ninguém”. Depois, contradiz-se: “não é possível olhar com amor” para as raparigas que dormem com vários rapazes. O que mostram relatos como este? Que o recurso à prostituição era institucionalizado e hoje quase não existe. Mas também que, havendo um discurso de paridade sexual, “é sistemática a diferenciação que os rapazes fazem entre as raparigas fáceis e as não fáceis”, diz Aboim. “É um discurso que só emerge se aprofundamos as entrevistas, que é herdado dos avós, mas muito mais matizado.”

Em suma, ao contrário do que se passou a outros níveis, “no campo da sexualidade, a mudança foi mais ambígua”, remata. “Há imensa sensibilização para a igualdade de género, mas depois há questões mais profundas que não têm a ver com o conseguirmos levar mais os homens para a cozinha. Há, de facto, concepções de diferenciação e de poder: uma rapariga simplesmente não pode ter o mesmo comportamento que um rapaz.”

 

Via Publico



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Sexta-feira, 14.08.09

Ser virguem é cool

 

Está na moda ser virgem. Ou, pelo menos, fazer publicidade à coisa. A guerra dos sexos transferiu-se agora para o campo da pureza do corpo. Tudo começou em 2008, quando Margarida Menezes decidiu criar o Clube das Virgens. Um grupo exclusivo para mulheres. Durante um ano, Margarida foi uma virgem solitária. Agora, há 40 mulheres portuguesas no seu imaculado clube.


Sucede que os homens, também eles virgens e ciosos da igualdade de oportunidades, decidiriam responder com o seu próprio clube masculino. Os rapazes tentaram entrar no clube de Margarida Menezes, mas foram excluídos. Em resposta, criaram o clubedosvirgens.blogspot.com, há apenas quatro dias. Os propósitos são diferentes dos das mulheres: "O objectivo principal do clube é todos os membros perderem a virgindade o mais rapidamente possível, passando ao estatuto de sócio reformado". 

As virgens não desarmam. Acham que "é mais uma estratégia de engate". Nestas coisas, as virgens femininas são sérias. "Não pretendemos defender a virgindade, mas sim mostrar que ser virgem é tão natural como não ser", lê-se no blogue das virgens.

Margarida Menezes apareceu no programa de TV "5 para a meia noite" na sexta-feira e, logo depois, ganhou cinco novas sócias no seu clube. O mediatismo parece ser o melhor marketing. A fundadora vai agora lançar um livro sobre a experiência e acha que cumpriu o objectivo: 40 mulheres - dos 16 aos 32 anos - assumem não ter vergonha de ainda serem virgens. Mas só Margarida continua a dar a cara.

A I. pede para ser tratada por Anónima. "Ser virgem aos 27 hoje em dia não é propriamente um orgulho e são poucas as pessoas que sabem que sou." Aderiu ao Clube das Virgens em Maio, depois de escrever no seu blogue - naflorestasecreta.blogspot.com - "o diário real e íntimo de uma rapariga de 27 anos". Coisas íntimas que ela assume: "Não teria coragem para escrever com o meu nome."

"Começo pela masturbação e quando já me sinto mais à vontade introduzo o dildo. Aiii, hoje mesmo masturbei-me com o meu brinquedo e molhei o chão", postava a 26 de Julho. "No fundo sou uma romântica. Ando cheia de vontade de experimentar algo que é bom. Não quero que seja só por fazer, mas com a pessoa certa. O que tive foram só amassos e beijos. Parece que ando a ficar para trás", postava a 8 de Agosto. 

- Porque é que é virgem aos 27 anos?

- Porque ainda não tive oportunidade. Quer dizer, este ano já tive, mas como não era nada sério não fui capaz. 

- E já teve namorados? 

- Nunca tive. Sou virgem mais por desígnio da natureza do que por vontade.

- E beijos?

- O primeiro aconteceu há uns meses. Tinha 26 anos. É uma história triste. Para ser sincera, até sinto vergonha. Foi um linguado. Que não deve ter sido nada de jeito. Estava embriagada. Lembro-me vagamente da cara dele, não sei é o nome.

- Porque se juntou ao Clube?

- Vi que a Margarida era sonhadora e romântica como eu. Queria conhecer outras virgens. Ouves falar de coisas que não vives e sentes-te desenquadrada. A minha melhor amiga era, mas arranjou namorado e já não é.

Virgens a prazo No clube, as razões da virgindade variam. Só uma quer ser virgem até ao casamento. Todas as outras são virgens a prazo. Prazo de validade: data em que chegar a "pessoa especial". 

Margarida Menezes é mais pudica do que a Anónima. "Somos todas muito diferentes. Mas podemos falar de tudo que ninguém goza com ninguém." A sua história não é muito diferente. Aos 26 anos nunca teve namorado, só "duas amostras de relacionamento". Deu o primeiro beijo aos 22, entre medo, nojo e risinhos. "Estava nervosa, não estava habituada à língua, e só me ria. Pensar no beijo fazia-me impressão. A boca era para comer, estar ali a dar beijos parecia uma coisa peganhenta." É uma mulher magra, morena, bonita e sensual, mas não gosta de se ver ao espelho nua. Nunca tocou no seu corpo. É virgem e diz que assim será até aparecer "o príncipe encantado. Quando deixar de ser virgem, o clube prepara-lhe a festa de despedida. 

O próximo encontro das virgens vai ser numa sex shop. Porque "nenhuma conhece". Margarida acha que não vai comprar nada. "Há alguma coisa engraçada? Vibradores? Não imagino uma mulher virgem a usar um!"

 

Via ionline



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Quinta-feira, 23.07.09

Vende a virgindade

 

Evelyn B. faz limpezas domésticas, a mãe está doente e o resto da família está desempregada. Sem alternativa aparente, esta equatoriana de 28 anos decidiu colocar a virgindade à venda na internet, com a base de licitação nos 15 mil euros.

 

O objectivo é voltar para o Equador. «Não acho que leiloar a minha virgindade resolva todos os meus problemas, mas preciso de pagar a um bom especialista para curar a minha mãe e voltar para o Equador e cuidar dela», lê-se no anúncio.

 

A imprensa espanhola, de hoje, destaca esta situação, que reflecte alguns dos dramas por que passa a comunidade imigrante no país. A família é composta pela jovem, dois irmãos, os pais, tios e três sobrinhos, está há sete anos em Espanha e tem duas dívidas de créditos imobiliários.

 

Com formação religiosa, Evelyn manifesta a dificuldade em tomar tal decisão: «Os meus pais explicaram-me, a mim e aos meus irmãos, que uma mulher tem que ser pura, chegar virgem ao casamento, ser apenas de um homem e entregar-se à pessoa que ama».

 

A mãe já pediu a Evelyn para retirar o anúncio, mas a jovem não recua. Com o dinheiro pretende voltar à terra natal e, se sobrar dinheiro, estudar medicina em Quito, adianta a BBC.

 

Tal poderá muito bem acontecer. Segundo a imprensa espanhola, o anúncio despertou a curiosidade de um interessado, que terá oferecido 2,3 milhões de euros, mas as condições não agradaram à equatoriana, que elencou uma série de regras a serem observadas: uma única noite, sem beijos, sem carícias, com um atestado médico do maior licitador e com preservativo.

 

Via Sol

 

 



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Sexta-feira, 27.03.09

Rapaz de 13 anos afinal não é o pai!

 

Rapaz de 13 anos afinal não é o pai!

 

"O mundo ficou chocado com a história de Alfie Patten que, aos 13 anos, foi anunciado como pai de uma bebé. No entanto, de acordo com o jornal "Daily Mail", o jovem não é o progenitor da criança.

Os resultados de ADN, pedidos pela família do rapaz, revelam que Alfie não é o pai da bebé. Na altura do nascimento da menina, foram vários os adolescentes que apareceram a reclamar a paternidade.

No entanto, Chantelle, de 14 anos, namorada de Alfie e mãe da criança, sempre garantiu que apenas tinha tido relações sexuais com o namorado. "

 

Via Expresso

 

Alguém imagina o que teria sido se há dois mil anos já existissem as análises ao ADN?... viveriamos numa soiciedade completamente diferente.... de certeza absoluta!

 

 



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