Sexta-feira, 08.04.11

Rejuvenescimento Genital Feminino

 

Assim como vários profissionais médicos e pacientes se preocupam com a estética do rosto, do nariz, das mamas, do abdome, já há algum tempo vários especialistas em todo o mundo vêm se preocupando com a beleza da estética genital. Afinal, se é possível melhorar esteticamente mamas, pálpebras, abdome por que não melhorar também a estética genital.

Quando a frustração com o corpo se torna um empecilho para uma vida sexual mais gratificante e prazerosa, a Bioplastia Íntima ou a Cirurgia Estética Genital podem, apesar dos preconceitos e da vergonha, melhorar em muito a auto-estima das pacientes.

 

Muitas mulheres se mostram insatisfeitas com seu corpo e as mudanças de sua vida íntima após o passar dos anos e depois de tornarem-se mães. O silêncio passa a ser, na grande maioria das vezes, seu companheiro, pela vergonha, pelos preconceitos e pelo desconhecimento.

Poucas mulheres sabem que muitas das lesões diretas do canal vaginal após os partos ou com a idade podem afetar tanto a sua vida sexual como a de seu parceiro. Passam, então a sentirem-se envelhecidas sexualmente. Além disso, patologias como a dificuldade no controle da micção, podem causar enorme constrangimento.

 

A Estética Genital Feminina vem ganhando mais adeptas no Brasil, a cada dia que passa. O objetivo? Ficarem mais desejáveis e preocuparem-se mais com sua saúde e seu bem estar, sem preconceitos.

 

O Rejuvenescimento Genital é um processo clínico-cirúrgico e fisioterápico que nasceu a partir da preocupação com o bem estar da mulher e sua satisfação sexual como um todo. Há, no entanto, a necessidade de se oferecer um atendimento completo a estas pacientes com uma avaliação clínica, ginecológica e psicológica. O médico deve estar apto e habilitado para responder todas as dúvidas quanto à sexualidade de sua paciente e de seu parceiro ou parceiros. Convém leitura apropriada em psicologia e medicina sobre sexualidade para embasar suas condutas. Mais do que a busca pela beleza e pela saúde, a paciente não pode depositar na Cirurgia Estética Genital a busca do prazer, o que em algumas situações não está longe da verdade.

 

O ginecologista Nelson Vitiello, uma das maiores autoridades brasileiras em Sexualidade, costumava dizer que “as pessoas tendem a culpar a anatomia pela insatisfação sexual quando o problema pode estar no próprio relacionamento”.

Uma conversa aberta e franca com o especialista mostrará os verdadeiros benefícios da necessidade da cirurgia, clareando às pacientes que a Cirurgia Estética Genital não aumenta o prazer, mas pode alterar a capacidade da mulher em ter uma vida sexual muito mais feliz, o que é o desejo de todos.

 

A melhora tanto estética quanto funcional da área genital feminina dá às pacientes uma satisfação muito gratificante, restabelecendo sua auto-estima e proporcionando o reencontro de uma vida sexual plena e prazerosa.

 

Via Dicas de Mulher Moderna



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Quinta-feira, 20.01.11

Alimentos afrodisiacos

 

Afrodisíacos são substâncias ou odores que podem aumentar o desejo sexual ou elevar a potência masculina. Uma comida gostosa e saudável, preparada com especiarias, pode, sim, estimular a paixão.

Algumas dessas especiarias podem ser usadas para aguçar e criar um clima para se chegar a uma boa transa, pois produzem cheiros que ajudam a elevar a vontade de fazer sexo. Exemplos: açafrão, cravo, noz moscada, pimentas de vários tipos, gengibre, tomilho, canela, aipo, mostarda, coentro.

Existem alimentos que aumentam a produção dos espermatozoides e dos hormônios sexuais, como o da secreção lubrificante vaginal, estimulando ainda mais a vida sexual dos casais.

É o caso das ostras frescas, um alimento energético que contém pouca gordura. Isso aumenta a disposição para o sexo, mas, para uma vida sexual ativa, é preciso conciliar a prática de atividades físicas a uma alimentação balanceada que evite açúcar e gorduras saturadas.

 

Via Hora



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Sexta-feira, 07.01.11

Abstinência sexual antes do casamento traz felicidade

Especialistas garantem que os casais que só têm sexo depois do casamento têm posteriormente relações mais felizes. Serei só eu a achar isto uma bela treta?

Correm rumores de que casais sem relações sexuais antes do casamento têm posteriormente relacionamentos mais felizes... Sirenes vermelhas, som de alarme no máximo: estarei eu, afinal, fadada a uma vida a dois infeliz para todo o sempre porque achei que devia apalpar literalmente terreno antes de dar o nó?

A tal conclusão foi publicada na edição de dezembro do "Journal of Family and Psichology". Garantem os especialistas que entre os casais avaliados, aqueles que se abstiveram de sexo até à noite núpcias tiveram notas mais altas na estabilidade posterior do seu casamento, com maior qualidade da vida sexual e uma comunicação mais forte.

Custa-me ser sempre do contra, mas curiosamente este estudo foi feito pela Universidade de Brigham Young, que assim, só por acaso, é financiada por uma igreja. "Não há envolvimento religioso nos resultados", garantem. "Será mesmo assim?", pergunto eu. Tenho dúvidas, meus amigos: neste caso sou uma mulher de pouca fé.

 

"Ah e tal, o sexo não é o mais importante"

 

Cada um é livre das suas opções, mas sempre me irritaram os falsos pudores em relação ao sexo. Algum dia eu me casava com alguém sem saber se algo tão fundamental como a vida sexual resulta? Certamente que não. Não sou a maior adepta do sexo ocasional só porque não há mais nada engraçado para fazer, mas convenhamos: o prazer deve fazer parte da nossa vida e, inclusive, da nossa realização emocional.

Se até mesmo um casal com muita química sexual enfrenta invariavelmente problemas de monotonia, o que será daqueles que nunca se entenderam debaixo dos lençóis? Todos sabemos que raramente uma primeira vez corre a 100% e que o conhecimento mútuo pode operar evoluções milagrosas na hora H. Mas também há verdadeiros casos de falta de química, em que aquelas duas pessoas simplesmente não encaixam bem. Nunca vos aconteceu? Ninguém gosta de admitir, é certo. Mas sem vergonhas: a mim já. E escusado será dizer que não acabou em casamento...

A eterna ideia do "ah e tal o sexo não é o mais importante" é uma frase batida que me tira do sério. Claro que uma relação se deve basear em muitas outras coisas - diria eu que, acima de tudo, no respeito, cumplicidade e compreensão - mas não será a satisfação sexual também algo fundamental entre duas pessoas que embarcam numa vida a dois?

Via A Vida de Saltos Altos



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Segunda-feira, 13.12.10

Voyeur

 

Quando percebia que ele estava fazendo essas coisas, eu logo desviava o olhar. Não queria acreditar que meu amor agia daquela forma. Até o dia em que fomos a uma pizzaria. Sentado do meu lado, Fernando começou a escorregar na cadeira. Escorregou, escorregou até quase ficar deitado. Fiquei me perguntando o que ele fazia naquela posição, abaixado, quando olhei para o lugar onde ele mirava. Uma mulher vestia uma minissaia na frente dele e sua calcinha ficava à mostra sempre que mexia as pernas. Não tive coragem de olhar para o pênis dele e ver se estava ereto. Aquilo tudo era muito aviltante para mim. Fiquei chocada, paralisada.


Meus primeiros anos de namoro foram marcados por uma enorme confusão mental. Ao mesmo tempo em que eu via essas cenas e ficava chocada com elas, não queria encarar a realidade. Tentava me convencer com o discurso dele, de que era um homem livre e sem amarras. Fazia de tudo para acreditar naquele papo de artista. Achava que eu estava errada em ser careta e conservadora. Depois de três anos de namoro, resolvemos morar juntos. Fernando mudou-se para minha casa. 

Nossa relação piorou muito depois disso. Lembro de um dia em que fomos a um restaurante e, quando percebi, ele tinha dado um jeito de encostar o pênis na mão de uma atendente do local. Fiquei tão estarrecida que não consegui reparar na reação dela. Também não tive coragem de comentar nada com ele. Nesse dia chorei muito em casa, sozinha. Aquela cena voltava à minha memória e eu tinha vergonha de contar o que estava acontecendo para qualquer pessoa. Além de me sentir desrespeitada, tinha vergonha das atitudes dele. 

Percebi que ele também dava um jeito de se encostar nas mulheres na fila do cinema, do supermercado. Em uma farmácia, ele fingiu que estava procurando um chá em uma prateleira e foi se aproximando de uma moça que estava sentada em um banco, de forma que o seu pênis ficou bem próximo da boca dela. Em ambientes públicos, como supermercados, ele se virava repentinamente para trás, de modo que a sua mão tocava ‘sem querer’ a genitália ou o bumbum de uma mulher. Tudo feito com grande sofisticação, como se realmente fosse acidental. Foram infindáveis as desculpas pela ‘distração’ e pelo ‘mau jeito’. 

Parei de chamar a diarista porque tinha pavor que ela viesse de minissaia e ele a assediasse. Nessas ocasiões, ele saía do banho enrolado em uma toalha ou esquecia a porta do quarto aberta, para que ela pegasse algum lance e o visse nu. Uma vez em um hotel, a camareira bateu na porta e perguntou se gostaria que trocasse as toalhas. Ele estava de cueca, se cobriu com uma toalha, mas, na hora certa, deixou a toalha cair, para se insinuar. 

Minha filha de 20 anos morava comigo quando ele se mudou para casa. Depois de alguns meses que o Fernando estava morando conosco, passei a não dormir à noite com medo de ele ir ao quarto dela. Quando ele levantava para ir ao banheiro, eu ficava ligada, ouvindo seus passos e cronometrando o tempo entre o momento em que abria a porta do banheiro e entrava no nosso quarto. Eu nunca falei nada com medo da reação dele. Ia dizer que era louca e havia inventado tudo. Tinha pavor de que se tornasse violento. 

Nesse momento, nossa relação, que sempre foi instável, estava péssima. No começo, Fernando era uma companhia divertida. Com o passar do tempo, ele se tornou um homem distante, agressivo, nem um pouco comprometido com a minha felicidade. O sexo, que nunca foi o ponto alto da nossa relação, estava ainda mais raro. Eu continuava apaixonada por ele e até hoje não consigo entender por que eu me submeti a tudo isso. Aguentei essa relação tanto tempo porque não aceitava o que estava acontecendo. Não assumia que ele era um tarado, um pervertido. 

Chorava escondido. Minhas filhas começaram a perceber que eu estava deprimida. Perguntavam o que estava acontecendo. Diziam que, se eu andava quieta, era porque algo estava errado, já que sempre fui alegre. Não tinha coragem de dividir meus problemas com ninguém. 

No final do nosso relacionamento, ele começou a projetar em mim todas as pirações dele. Se no começo me desrespeitava apenas olhando para outras mulheres, no final me maltratava em público, me humilhava e ofendia. Tinha cenas de ciúme em bares, em restaurantes. A última cena dessas aconteceu quando estávamos em uma cidade do interior num fim de semana e ele bebeu bastante em um jantar. Começou a gritar e a bater as mãos no painel do carro. Ele me ofendeu, disse que eu seduzia outros homens. Chegou a dizer que eu era tão ‘vagabunda’ que até mulheres eu seduzia. 

Naquele momento, lembrei de um ensinamento budista. A história é a seguinte: Buda estava andando em uma estrada com um discípulo quando apareceu um homem que colocou o dedo na cara dele e disse um monte de inverdades, o ofendeu. Buda ficou quieto e o homem foi embora. O discípulo voltou-se então para Buda e perguntou por que ele não respondeu. Ele disse o seguinte: ‘Quando alguém lhe dá um presente e você não aceita, com quem fica o presente? Esse sujeito foi embora com tudo o que ele trouxe’. Tomei consciência de que eu tinha passado quatro anos respondendo, aceitando esse ‘presente’ que o Fernando me dava. Resolvi virar Buda e deixar ele falar sozinho. Aquilo me trouxe uma calma impressionante. 

Por sorte, peguei a chave do carro e não deixei ele pegar no volante. Dirigi 200 quilômetros, da cidade onde estávamos até BH, com ele gritando do meu lado. Eu estava centrada, até parece que outra pessoa dirigiu aquele carro. Chegamos em casa. No dia seguinte, às dez da manhã, falei que estava tudo terminado. Ele não pediu desculpas, não resistiu, nada. Foi embora com cara de bravo, como se eu estivesse errada. Depois desse dia, ele me ligou algumas vezes. Numa delas, me convidou para passar o réveillon com ele. Fiquei surpresa, ele não tinha entendido nada. Era tão egocêntrico que não percebeu que eu não queria mais nada. 

Durante muitos meses, as cenas de desrespeito e agressão voltaram na minha cabeça. Comecei a fazer terapia para entender por que me sujeitei tanto tempo a essa relação com um homem perverso. Acho que graças a essa relação, aprendi a me preservar, a não deixar que os outros invadam aquilo que eu tenho de mais precioso, que é o respeito por mim. Depois do Fernando, tive dois casinhos passageiros, nada muito forte, mas gostoso. Ainda não estou pronta, mas acredito que um novo amor pode me conquistar.

 

Via Marie Claire



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Sábado, 23.10.10

O fim da inocência

 

"Deu-me uma garrafa de água para as mãos e disse que era um tipo de ecstasy com efeito mais retardado. Os efeitos só iriam ser sentidos daí a, pelo menos, hora e meia. O tempo suficiente para chegarmos ao festival e ter uma experiência única na vida." O relato de Inês, a jovem do livro O Fim da Inocência, de Francisco Salgueiro, é verídico e espelha a vida dos novos adolescentes portugueses, garante o autor.

Uma realidade de droga, álcool e sexo vivida por um grupo de amigos desde os 12 anos. O escritor diz que o livro é "um alerta para todos os pais que desconhecem a vida dos filhos". A jovem que contou a sua história a Francisco Salgueiro tem agora 19 anos e deixou Portugal para tentar começar uma vida nova.

Os psicólogos alertam para a distância que existe entre pais e filhos. "Os pais têm muitas vezes uma imagem que não é necessariamente verídica da vida dos filhos. Os adolescentes, por sua vez, fazem tudo para esconder a vida que levam com os amigos e as saídas à noite", reconhece o terapeuta familiar Hélio Borges.

No entanto, o especialista acredita que os jovens que têm estes comportamentos - como as festas onde Inês e os amigos escolhiam os desconhecidos com quem consumiam drogas e faziam sexo, descritas no livro - são ainda "uma minoria". Já a psicóloga Dora Bicho, que também trabalha com jovens, alerta para o facto de esta realidade ser cada vez mais frequente. "O número de adolescentes que bebe e consome está a aumentar, mas há jovens que conseguem organizar-se e conciliar as saídas à noite com os estudos", diz.

O desconhecimento da vida dos filhos é o que mais assusta Francisco Salgueiro. Os pais da jovem que viveu as histórias d'O Fim da Inocência não faziam ideia de como a filha vivia e quando descobriram tentaram esconder essa realidade do meio onde viviam. O escritor considera que isso acontece porque "os pais pensam que os adolescentes são como eles eram. Mas há uma realidade social totalmente diferente daquela que os pais de hoje viveram na adolescência".

Por isso, os psicólogos aconselham os pais a manterem um diálogo aberto com os filhos para evitar que estes tenham comportamentos de risco como os que Inês viveu entre os 12 e os 18 anos. "Os pais devem estar presentes, sem imposições e mostrar uma certa abertura nas conversas", indica Hélio Borges.

A consciência do mundo em que os filhos vivem também pode fazer a diferença. Dora Bicho sublinha a importância de os pais mostrarem "uma disponibilidade não condenatória para ouvir e para tentar colocar-se no lugar do adolescente sob o ponto de vista actual e não querer que eles vivam como os pais viveram no seu tempo".

Os jovens do século XXI, que Francisco Salgueiro retrata, estão também expostos aos perigos das redes sociais. Inês conheceu um homem pela Internet, que dizia ser um rapaz de 16 anos, e com quem ela decidiu perder a virgindade, mas acabou por ser violada. "Os pais devem acompanhar o que os filhos fazem nas redes sociais. Devem explicar-lhes os cuidados que devem ter", refere o autor. "Os 15 minutos de fama transformaram-se em 15 megas, que são colocados na Internet e que ficam para sempre", diz.

'O Fim da Inocência'

Francisco Salgueiro

2010

Oficina do Livro

 

Via DN



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Domingo, 17.10.10

Sexo: Anseios femininos

 

Dezasseis mulheres participaram do curso. Só três delas eram solteiras. O restante dividia-se entre casadas (a maioria) e com namorado. A faixa etária é ampla: entre 20 e 70 anos. Todas, mulheres com a vida encaminhada: dentistas, pedagogas, empresárias, arquitetas e universitárias.

Em comum, o desejo de aprender mais sobre a própria sexualidade. Confira depoimentos ao lado.

Andréia*, 50 anos, gerente de banco

“Eu jamais pensei que estaria aqui. Fui casada 25 anos e odiava sexo. Fazia por obrigação. Às vezes, chorava depois. Não me sentia satisfeita. Era um tabu. Há dois anos me separei e só agora, há dois meses, estou namorando. De repente, descobri o sexo, a sensualidade. Comecei a fazer coisas de que eu nunca havia feito. Vou te contar uma: ele ia viajar por uma semana. Eu liguei para um motel, reservei um quarto, fui lá e decorei com velas, flores e coloquei espumantes pelo quarto. Levei-o para lá de surpresa. Ele adorou. Era para eu voltar logo para casa, mas só saímos de lá no dia seguinte. Eu me sinto muito mais feliz. Sexo é fundamental. Até no meu trabalho dizem que estou melhor, mais bem disposta. Eu sempre fui muito apegada às coisas. Não deixava meus filhos. Me sentia culpada. Outro dia, viajamos por três dias e me senti ótima. Voltei e tudo estava no lugar. Foi ele quem pagou o curso para mim. Adorei. Já vou aplicar hoje à noite o que aprendi.”

Ana*, 70 anos, pedagoga

“É a primeira vez que participo de um curso desses. Meu namorado me pediu para fazer um striptease para ele. Eu não sei fazer. Vim aprender no curso. Já tirei um monte de dúvidas. Adorei aprender a massagem (tailandesa). Não sabia fazer e achei bem gostoso. Meu namorado tem 42 anos, muito mais novo de que eu. É cheiroso, gostoso, maravilhoso. Sempre gostei de sexo. Na verdade, para mim, homem só é bom mesmo para o sexo. Estou fora de lavar cueca. Nunca me casei. Eu não me sinto nem um pouco mal de ter 70 anos e estar aqui junto com vocês, meninas. A gente tem que se esclarecer, aprender, matar a curiosidade.”

Luciana*, 21 anos, estudante de Direito.

“Quero fazer um strip para o meu marido. Por isso, estou aqui. Já tentei fazer, mas eu começo a rir. Tenho vergonha. Eu gosto de usar decotão, salto e roupas bem justas, mas no fundo sou bem tímida. Fiquei com vergonha em muitos momentos aqui. Mas fui me soltando quando fui conhecendo as meninas. Acabei aprendendo outras coisas aqui no curso. Eu não sabia dessa coisa de exercitar os músculos da vagina. Eu não consegui fazer o exercício. É difícil. Não dá para saber que parte você está mexendo. Parece que eu estou mexendo o abdômen. Eu não sei até hoje se já tive orgasmo. Já senti umas coisas boas, mas nunca senti aquela coisa assim, bem forte, como falam. Tenho dúvidas sobre isso. Acho que os exercícios vão me ajudar. Eu vim com uma amiga. Jamais viria a um curso desse sozinha.”

 

Via DC



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Segunda-feira, 27.09.10

Como melhorar o desempenho sexual

 

Os sexólogos repetem como um mantra: cada pessoa e cada casal tem seu ritmo. Em vez de se comparar com vizinhos, amigos ou mesmo com as estatísticas que apontam médias nacionais, melhor é perguntar-se: qual o meu desejo? Como explica a sexóloga Lina Wainberg, tem gente que transa de 15 em 15 dias e fica muito satisfeito, e tem outros que ficariam chocados com essa média – cada casal tem que descobrir o que os satisfaz.

- Uma boa vida sexual requer empenho e dedicação. Quanto mais espaço você reservar para o sexo em sua vida, provavelmente mais vai querer transar: com a mente erotizada, você fica mais predisposto aos estímulos sexuais.

- Você analisa a agenda e realmente não encontra tempo para o sexo entre trabalho, filhos, curso de pós-graduação, curso de inglês e academia e as horas de sono. Então, talvez seja hora de rever sua agenda e avaliar suas prioridades: há ocupações fundamentais, como cuidar dos filhos, mas será que você realmente precisa fazer o curso de pós-graduação agora? Carmita Abdo, autora do Estudo da Vida Sexual do Brasileiro, pergunta: o que é possível adiar para sobrar tempo para o prazer?

- Que horário funciona melhor para você transar? A questão parece trivial, mas é importante: quando você está mais disponível para o sexo?

- Na correria do dia a dia, não basta reservar uma horinha para o sexo propriamente dito. É preciso se dar tempo para entrar no clima e erotizar a mente. Para isso, valem algumas dicas: pensar em sexo durante o dia (sim, mesmo no trabalho!), perder o pudor em brincadeiras com seu par e acariciá-lo não apenas no momento da transa e, por que não?, marcar um encontro com sua mulher ou seu marido.

- Vida sexual prazerosa não significa apenas uma transa completa, com penetração. Amassos são bem-vindos – o importante é ter prazer, destaca a sexóloga Lúcia Pesca. Não há receita, a não ser relaxar.

- Se o casal não consegue resolver sozinho suas questões na cama, a terapia sexual é uma opção. Pela experiência em consultório, Lúcia Pesca afirma que, muitas vezes, poucas sessões são o bastante para buscar uma solução.

Quando um não quer... dois não transam

- Eis o problema de muitos casais: a rotina, a maratona diária de trabalho, filhos e tarefas domésticas e o passar dos anos nem sempre afetam os dois da mesma maneira. Um pode jamais perder o ânimo para o sexo, enquanto o outro prefere dormir abraçado e deixar a transa para o final de semana.

- Embora não seja regra, em boa parte dos casos é o homem que cobra mais sexo da parceira. De acordo com Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, eles têm uma vida sexual ativa por mais tempo, já que as mulheres passam por ciclos que interferem na sua libido, desde o ciclo menstrual, passando pela gestação, o pós-parto e a amamentação, até o climatério. Mas os depoimentos desta reportagem confirmam o que os sexólogos já atestam nos consultórios: também as mulheres estão cobrando mais sexo dos maridos.

- O desejo feminino, destaca Carmita, é menos espontâneo do que o dos homens. No tocante a sexo as mulheres seriam mais responsivas, ou seja, entram no clima a partir do toque, das palavras sedutoras e da abordagem do parceiro. Esta é uma boa dica para  maridos a fim de estimular suas parceiras a transar com mais frequência.

- O descompasso no desejo sexual no casal não deve ser ignorado: a solução é conversar francamente para tentar chegar a um denominador comum que satisfaça a ambos. Na prática, quem quer mais sexo deve tentar estimular o desejo do outro – dentro do limite e da vontade de cada um, como explica a sexóloga Lina Wainberg. Dependerá do quanto cada um está disposto a ceder.

 

Via Zero Hora



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Segunda-feira, 13.09.10

Sexo, prazer sem orgasmo

 

Tenho muito prazer em todas as relações sexuais que tenho com meu marido, mas nunca cheguei ao orgasmo. Iss é  normal? - Camila, Itanhandu (MG)

O caminho para que as mulheres tenham um orgasmo é muito variado, por isso não existe uma fórmula que possamos seguir. Do ponto de vista do funcionamento orgânico, todas as mulheres têm plenas condições de sentirem seus orgasmos. Contudo, muitas têm a mesma queixa que você relata. Pesquisas feitas sobre isso apontam que de 30 a 70% das mulheresentrevistadas afirmam não ter nunca tido a sensação do orgasmo ou do gozo.

 

O grande problema é que não temos uma educação sexual formal que nos permita entender que temos de aprender a ter nossos orgasmos. Logo, muitas mulheres ficam “esperando” que ele aconteça, sem buscar um caminho facilitador para isso. Parece que será um evento mágico, cheio de símbolos e mística. A espera, por si só, causa tensão e ansiedade. É preciso que cada mulher permita-se explorar e vivenciar seu corpo de maneira relaxada, tocando-se e percebendo-se.

Em termos técnicos, a relação sexual sem orgasmo pode ser muito prazerosa, mas sempre ficará faltando alguma coisa para que o desejo de buscar o sexo novamente seja mantido. Gosto bastante de um livro chamado “O que realmente acontece na cama”, dos autores Steven Carter e Julia Sokol – eles desmistificam uma porção de ideias sobre o orgasmo e a relação conjugal, falando sobre prazeres verdadeiros, ereções, excitação, tédio etc, e como as pessoas lidam com isso na vida real.

Seu parceiro pode ajudá-la a ter um orgasmo e a sentir-se plena na hora do sexo. Já conversou com ele sobre possibilidades e toques? Reconhece seu clitóris como sendo uma possibilidade de obtenção de seu orgasmo? Com certeza um processo de psicoterapia focada na sexualidade te ajudará muito, é um processo de psicoterapia breve. Creio que valha a pena buscar. Se podemos ser inteiras, por que nos contentar com menos?

 

Via Marie Claire



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Domingo, 12.09.10

Vantagens da masturbação

 

Gosto que meu namorado me toque, mas raramente tenho vontade de me masturbar. Estou perdendo algo com isso? – Mariane, de Florianópolis (SC) 

Sim, está! A masturbação é uma forma única pela qual você pode se descobrir e descobrir suas fontes de prazer. A prova disso é que mulheres que não se tocam são, geralmente, as mesmas que reclamam de como é difícil ter um orgasmo na relação. Com a prática você ganha: 

1) Mais conforto e menos dor

Quando você observa as reações de seu corpo enquanto está sozinha, vai aprendendo onde se tocar, com que insistência, quais as força e suavidade necessárias para ter prazer. Se tem dor durante o sexo, na masturbação será mais fácil saber o porquê dela. Quando uma mulher insere um objeto parecido com um pênis na sua vagina, experimenta jeitos de ficar mais lubrificada e de relaxar a entrada do órgão para que não haja dor. Além dos fatores físicos, você ainda aprende como o seu estado de espírito influencia no seu prazer.

2) O que os homens já fazem há anos

Muitos homens não aceitam que suas mulheres se masturbem. Eles podem se sentir inseguros ou até mesmo pensar que suas esposas estarão fantasiando sexo com outros - bem, basta lembrá-los que elas podem pensar em outros homens mesmo na relação sexual, pois ninguém controla a fantasia do outro.... É muito importante que os homens se conscientizem de que suas esposas e namoradas serão beneficiadas com o exercício. 

Para o homem, esse caminho parece ter sido sempre mais fácil. A maioria deles já se masturbaram em algum momento de sua vida e pelo menos um a cada quatro homens aprendeu a se masturbar nos grupos de adolescentes, vendo outros garotos. O resultado é que muitos já conheciam parte do processo sexual antes de primeira transa e, na hora H, já sabiam como se excitar e gozar. 

3) Ritmo próprio e atitude 

A partir da primeira relação, o homem procura fazer sexo da forma que mais lhe dá prazer, da forma que mais facilita e que já conhece por ter aprendido na masturbação. A mulher é treinada pra seguir os passos iniciados pelo homem. Se ele busca uma determinada posição, ela segue e aceita esta posição e tenta se adaptar ao ritmo. 

Parece meio óbvio que, para ter prazer, uma mulher precise ser ao menos um pouco ativa. Se você não souber achar esse prazer para si, não pode contribuir para uma vida sexual a dois! Sozinha, você presta atenção em si mesma e diferencia que é legal vindo de você e o que precisa sentir vindo do parceiro. Assim, não ficará esperando que o seu namorado ou marido faça algo mágico que a leve ao orgasmo. Saberá que tem que pode e tem de fazer sua parte, somando-a ao relacionamento e atingindo o prazer máximo. 

4) Equilíbrio no casal 

Lembremos que homens e mulheres serão diferentes, sempre. Contudo, o fato não é um impeditivo da busca de nossa qualidade de vida sexual. Acredito que seja inclusive a chave para a nossa felicidade na cama. Façamos um brinde às diferenças, que certamente são complementares!

 

Via Marie Claire



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Domingo, 22.08.10

Tenha uma vida sexual incrivel

 

Sentir-se bem na própria pele é o segredo para estar à vontade com seu parceiro. Aqui, indicamos seis maneiras de você se conhecer melhor e ficar muito segura para incrementar sua vida sexual. 

Dê um chega para lá nos medos

Antes de tudo, é importante lidar com um grande fantasma: a sua autocrítica. A verdade é que o prazer não é privilégio de quem está em forma, livre de gordurinhas ou celulite. Celebre o fato de que os homens gostam de cur vas! E mais: o parceiro nem liga para os defeitos que saltam aos seus olhos diante do espelho. ''Quando a mulher se revela para o homem, sem qualquer vergonha, a relação se transforma: fica mais verdadeira e real'', afirma a psicóloga Lúcia Rosenberg, de São Paulo. 

Diga menos ''não''

Se aquela dor de cabeça virou uma desculpa constante para evitar o sexo, algo não vai bem no quarto. Reflita e, honestamente, localize o motivo do seu distanciamento. Segundo estudo da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, 20% das mulheres brasileiras reclamam por não atingirem o orgasmo. O principal problema detectado é a falta de vontade de transar. Então, que tal resgatar o desejo pelo outro? ''Esqueça o 'não' automático e diga mais 'sim' ao seu amor. Se você se deixar levar pelo parceiro, será que o desejo não ressurge? Tente. Você pode se surpreender'', orienta Lúcia. 

Converse sem pudor

O melhor sexo da sua vida também depende de uma boa comunicação. Para desfrutar ao máximo da transa, é necessário sentir-se livre para expressar suas vontades e pedir o que está faltando. ''O casal precisa entrar em acordo sobre o que estimula ou não os dois. Não há espaço para vergonha ou preconceito na cama'', diz Lúcia. Além de melhorar o diálogo, traga mais alegria para sua intimidade. ''O bom humor deveria ser pré-requisito para os relacio namen tos. A brincadeira relaxa e dá leveza aos problemas do dia a dia'', sugere a terapeuta sexual Giovanna Lucchesi, do Instituto Paulista de Sexualidade. 

Entregue-se
Olhares, gestos, palavras, sussurros e... suspiros. Vale tudo no jogo do sexo - desde que seja espontâneo e não ultrapasse o limite do outro. ''Sexo é natural, é saudável. Não é divino ou profano: é humano'', define Lúcia. ''Uma boa transa aproxima e aumenta a autoestima dos dois.'' O sexo gostoso é um estado físico, mental e emocional, que acontece quando o casal está no compasso certo. ''O ritmo e a intensidade, na hora da relação, dependem do quanto o casal se entrega aos impulsos. Ou é uma mágica para ambos ou não é para ninguém'', completa a psicóloga. Nesse jogo, vale assumir que você não sabe tudo sobre erotismo e usar isso a seu favor. ''É maravilhoso não saber e melhor ainda ter a disposição de admitir isso. Você se sente à vontade pa ra explorar, descobrir e aprender com o outro'', diz o psiquiatra Ajax Pérez Salvador, mestre em saúde mental pela Universidade de São Paulo. 

Namore-se
Há quanto tempo você não marca um encontro consigo mesma para explorar o corpo e redescobrir o que realmente a excita? Tão desejado quanto o romance com o parceiro deve ser o mapeamento das áreas de prazer do seu corpo. Reserve um tempo para si mesma e divirta-se sozinha. ''A masturbação é saudável e de extrema importância para o desenvolvimento sexual. Com essa prática você identifica suas necessidades e descobre diferentes maneiras de satisfazêlas'', diz Giovanna. Vamos combinar: se nem você sabe direito quais são seus pontos mais sensíveis, como o parceiro vai adivinhar? ''Delegar aos homens a tarefa de desvendar o nosso prazer é injusto. Nossa obrigação é mostrar o caminho para eles'', afirma Lúcia. 

Redescubra o prazer a dois

O que nós definimos como prazeroso se transforma ao longo da vida e do relacionamento. ''O melhor sexo surge quando os parceiros se permitem esquecer o que foi bom no passado e reinventam os caminhos do pra zer'', diz Ajax. Para apimentar o encontro, inspire-se em fi lmes e contos eróticos. Que tal estrear uma lingerie ou partilhar uma fantasia? ''Coloque uma música relaxante, troque a cor da lâmpada do quarto (vermelha ou alaranjada), acenda uma ve la aromática, sirva uma taça de vinho. Vale tudo para aguçar os cinco sentidos, deixar o ambiente mais agra dável e você ainda mais à vontade e animada'', diz a sexóloga Giovanna.

O melhor sexo da vida... dele!

Muito mais objetivos do que nós, mulheres, os homens não acham necessário dedicar tanto tempo às preliminares e ao autoconhecimento. Isso não significa que há menos emoção ou sentimento envolvidos no ato sexual. É apenas uma forma diferente de encarar o sexo. ''A maioria das mulheres gosta do jogo da sedução, da conquista. Eles vão direto ao ponto! Muito mais simples, não?'', diz Lúcia Rosenberg. Então, o que transforma uma transa no melhor sexo da vida dele? ''Ter ao lado uma parceira livre, que aceita o seu corpo, é dona dos próprios desejos e conhece o caminho do próprio prazer. Alguém que se sinta à vontade para viver aquele momento plenamente, sem pudores'', garante a psicoterapeuta.

 

Via Amor e sexo



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Terça-feira, 13.07.10

 

Os jogos eróticos como ajuda na vida sexual

 

A minha namorada é muito inexperiente no sexo. Como posso ensiná-la para melhorar o sexo na nossa relação?

Experimente fazer o jogo do mapa do corpo com a sua namorada inexperiente, para que possa melhorar o sexo na vossa relação, assim ela ficará a conhecer a melhor forma de lhe dar prazer.

É um excelente processo de ficarem a conhecer as zonas erógenas um do outro e ajudá-la-á a aprender a melhor maneira de lhe dar prazer. Cada um dos parceiros passa cerca de 15 minutos a fazer o levantamento “cartográfico” do corpo nu do outro.

Fá-lo, acariciando e afagando pequenas áreas da pele com os dedos, até ter percorrido o corpo todo, incluindo os órgãos genitais. 0 outro avalia cada carícia em função do prazer que lhe proporciona (de -3 a +3).

Quando for a sua vez de se pronunciar sobre as sensações, pode tornar o jogo mais elaborado, dizendo-lhe qual o tipo, duração e pressão das carícias que mais o excita.

Assim a sua namorada inexperiente irá gradualmente ganhando confiança e experiência o que fará melhorar o sexo na vossa relação

 

Via 180 Graus



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