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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

16
Jan10

Os saltos altos são ou não um viagra visual?

olhar para o mundo

 Com tantas fantasias e tão diferentes umas das outras, haverá alguém que me explique por que é os saltos altos são comuns à maioria delas?

A vida de saltos altos - Os saltos altos são ou não um viagra visual?
 
 

Em conversas com outras mulheres reparei que parece haver um fetiche muito comum nos homens: saltos altos. Pergunto-me por que é que os homens terão uma fixação tão grande com os saltos altos?

Todos sabemos que há inúmeros fetiches, tanto nas mulheres como nos homens. Mas em matéria de fantasias sexuais, o vestuário vence. Alguns homens gostam delas com roupa, outros sem roupa, há os que apreciam com peruca, outros com ligas, há os que se passam com as meias, seminuas, eu sei lá! Até há aqueles que gostam delas fardadas (de enfermeiras, executivas, colegiais, hospedeiras, etc) ou até só com a saia... enfim, há gostos para tudo. No entanto, seja qual for a fantasia, há uma fixação que é certinha: Os saltos altos ficam sempre. Eles pedem para elas não se descalçarem, principalmente com sandálias de saltos altos, em que o pé está bem visível.

E porquê? Pergunto eu? E porquê? Perguntam elas? E porquê? Perguntamos nós todas que até usamos saltos altos? É uma verdade que os saltos altos embelezam qualquer perna. Seja ela uma perna gorda, magra, alta ou baixa. Tornam-na numa perna mais sexy, mais torneada, musculada e até ajudam a subir as nádegas. Mas daí a servirem de comprimido para melhorar uma relação sexual vai mesmo um grande salto. Por isso, por favor, digam-me por que é que os homens têm um fetiche tão grande com os nossos sapatos de salto?

Via Expresso

04
Dez09

Elas também querem mais e melhor sexo

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Elas querem melhor sexo

As mulheres também querem maior desejo sexual. Depois do Viagra e os seus congéneres terem ajudado os homens a melhorarem a sua performance, as mulheres reivindicam os seus direitos.

 

 O Instituto de Saúde Pélvica e Sexual na Filadélfia atende cerca de 200 mulheres por semana. Todas na casa dos 60 anos. Ainda não estão preparadas para desisitir de uma vida sexual activa.

A maioria das pacientes são norte-americanas, mas, segundo o "New York Times", há que venha do Canadá, Reino Unido e até da América do Sul. Muitas dessas mulheres são casadas ou têm namorados que encontraram no Viagra ou nos implantes penianos um prolongamento da actividade sexual.

O tratamento das pacientes começa com um exame pélvico realizado por um urologista, a que se segue uma consulta com um especialista em sexualidade. Várias destas mulheres tomam anti-depressivos relacionados com as consequências da menopausa e temem os efeitos destes medicamentos na intensidade do seu desejo sexual.

Já vários estudos médicos provaram que as disfunções sexuais são mais comuns entre as mulheres do que entre os homens, sobretudo nas mulheres que já entraram na chamada terceira idade.

Um relatório publicado em 2008 na revista norte-americana de Ginecologia e Obstetrícia, citado pelo "New York Times", refere que 44,6% das mulheres entre 45 e 64 anos relatam ter problemas com o desejo sexual, dificuldades em atingir o orgasmo ou sofrem de dores durante as relações.

Desde que em 1998 os homens têm acesso a medicamentos como o Viagra, as mulheres apostaram na terapia hormonal para combater os efeitos da menopausa. Mas, em 2002, esta opção passou a ser associada com um maior risco de cancro no seio, ataques cardíacos ou acidentes vasculares cerebrais.

No Instituto de Saúde Pélvica e Sexual é utilizado actualmente, segundo o "New York Times", um produto não-hormonal, tópico, feito à base de plantas que pretensamente aumenta a sensibilidade ao toque. Chama-se Zestra e terá ainda efeitos relaxantes, auxiliando o combate à dor. Este produto, contudo, não actua sobre a área do desejo.

 

Via Expresso

17
Nov09

Encontrado novo "viagra feminino" que aumenta desejo sexual

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Encontrado o novo Viagra feminino

 

Inicialmente era apenas um medicamento antidepressivo, mas um estudo da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte (Estados Unidos) e da Universidade de Ottawa (Canadá) revela que a flibanserina também desperta o desejo sexual nas mulheres com pouca libido.

“A flibanserin era um antidepressivo. Contudo, verificou-se que aumenta a libido em animais de laboratório e seres humanos. Então, fizemos vários ensaios clínicos e as mulheres que participaram no estudo porque tinham pouco desejo sexual confirmaram sentir melhorias e ter experiências sexuais satisfatórias”, explicou John M. Thorp Jr., líder do estudo. Na experiência, participaram 1976 mulheres com mais de 18 anos e em idade fértil, que tomaram flibanserina aleatoriamente durante 24 semanas.

Segundo os investigadores, o medicamento é um fármaco semelhante ao Viagra, mas para mulheres cujo principal problema sexual é a diminuição do desejo. Para já, ainda só está disponível para ensaios clínicos, mas os investigadores acreditam que poderá ser um tratamento eficaz, sem os inconvenientes efeitos secundários da actual terapia de reposição hormonal.

Via ionline

05
Nov09

Viagra provoca visão azulada

olhar para o mundo

Viagra provoca visão azulada

 

Food and Drug Administration, autoridade que regula os medicamentos nos Estados Unidos, já tinha dado o alerta: o Viagra, comprimido que os homens usam para tratar a impotência sexual, já provocou perda de visão em diferentes graus e tem inclusive registo de casos de cegueira. Surge agora outro inconveniente: pode provocar visão azulada.

Um médico urologista confirmou ao "Correio da Manhã" que as queixas mais frequentes dos portugueses que usam o Viagra nas relações sexuais estão relacionadas com alterações cromáticas da visão. Após tomar o comprimido, alguns homens ficam com a visão azulada, a mesma cor do Viagra, mas o efeito desaparece algumas horas depois.

Em Portugal, a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) recebeu um total de 23 notificações de reacções adversas desde 1999.

 

Via ionline

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