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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

01
Jun10

nova esperança para o cancro da mama

olhar para o mundo

Descoberta vacina que pode prevenir o cancro de mama

 

Cientistas norte-americanos podem ter descoberto uma vacina com capacidade de prevenção do cancro da mama
A equipa que realizou o estudo publicado no jornal britânico “Nature Medicine” baseou-se em ratos com tendência genética para o desenvolvimento de cancro. Aplicaram a vacina com a proteína “a-lactoalbumina” numa metade da amostra, deixando a restante sem qualquer vacinação. Os cientistas concluiram que o grupo de ratos que foi vacinado não desenvolveu qualquer tipo de cancro, ao contrário da metade não vacinada.
“Acreditamos que esta vacina uma dia venha a ser utilizada para prevenir o cancro da mama em mulheres adultas da mesma maneira que as vacinas venham prevenir muitas doenças da juventude”, prevê Vincent Tuohy, do Instituto de Investigação Clínica de Cleveland. ,
“Se funcionar em humanos, da mesma forma que funciona em ratinhos, esta é uma oportunidade monumental. Poderíamos eliminar o cancro da mama”, reforça o investigador. 
Calcula-se, no entanto, que sejam necessários ainda alguns anos até que a vacina esteja preparada para ser utilizada em humanos. 
Este facto poderá ajudar cerca de 45 500 mulheres por ano que sofrem esta doença.

 

Via ionline

26
Out09

Gripe A: Louçã aceita vacinar-se e critica alarmismo

olhar para o mundo

Louça apela à toma da vacina para a gripe A

 

 

 "Quem está em situação de saúde com risco deve ser prioritariamente vacinado, mas quem tem também muito contacto com outras pessoas deve aceitar a vacina, o que faço com todo o gosto, porque creio que é também uma responsabilidade combater esse alarmismo e dar o exemplo", afirmou. 


Francisco Louçã falava aos jornalistas em Anobra, no concelho de Condeixa, a segunda freguesia no país conquistada pelo BE nas últimas eleições autárquicas, a seguir a Salvaterra de Magos, onde se deslocou para contacto com os autarcas eleitos e a população.

"Em questões de saúde é preciso ser sempre muito sensato. O alarmismo sobre a gripe A não tem qualquer justificação, é uma epidemia de gripe muito contagiante como tem havido outras epidemias de gripe todos os anos", disse o coordenador nacional do BE.

Para além dos grupos de risco - onde se incluem as grávidas, as pessoas com doenças infecciosas ou limitações por idade e também aquelas que estão contacto intensivo com outros -, Louçã entende que todos os deputados deviam ser vacinados, assim como o Presidente da República. 

A campanha de vacinação contra o vírus H1N1 arranca amanhã. Numa primeira fase, vão ser distribuídas 49 mil doses pelos grupos considerados prioritários.

 

Via Público

16
Out09

Vacina contra gripe A pode provocar resultados falso-positivos de sida

olhar para o mundo

 Vacina contra a gripe A pode provocar falsos positivos no VIH

 

Causar “resultados falsos-positivos para HIV e vírus da hepatite C" pode ser uma das consequências da vacina contra a gripe A, que tem data prevista para chegar a Portugal na próxima semana, revela a edição do “Expresso”. 

O alerta é feito por uma circular normativa da Direcção-Geral da Saúde (DGS) publicada para estabelecer o circuito de distribuição no país. 
O documento a que o jornal teve acesso diz ainda que a vacina pode provocar vários tipos de reacção, nomeadamente: inchaço, dor, febre, fadiga, dores de cabeça e dores musculares
São ainda apontados outros efeitos - menos comuns – como é o caso de reacções cutâneas generalizadas, incluindo urticária. Em casos muito raros, podem ainda ocorrer situações de choque.
O presidente da Associação Portuguesa de Analistas Clínicos, Jorge Nunes de Oliveira, explicou ao mesmo órgão que “é comum algumas vacinas induzirem resultados falso-positivos de sida ou de outras doenças. Acontece, por exemplo, com a vacina da hepatite B e da gripe sazonal".
O responsável diz, no entanto, que esta circunstância mantém-se entre dois a três meses após a vacinação, como tal é necessário que os testes sejam sempre sujeitos a outras análises de confirmação. Aliás ,uma  recomendação que a própria DGS reitera.

 

Via ionline

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