Terça-feira, 05.04.11

A mulher é mais tolerante ao assédio sexual?

 

Segundo um novo estudo, as mulheres não são um sexo tão frágil assim. Além de vivermos mais, podemos suportar mais ameaças com menos estresse.

A pesquisa examinou como os homens e mulheres vêem o assédio – como um incômodo? assustador? – e como essas percepções se relacionam com seu bem-estar psicológico.

Mais de 6.000 homens e mulheres que servem em todos os cinco ramos das Forças Armadas dos EUA participaram do estudo, opinando sobre 16 tipos de assédios verbais e físicos, incluindo histórias ou piadas ofensivas e toques que os deixaram desconfortáveis.

O assédio sexual foi um problema para ambos os sexos. Mais de 50% das mulheres e quase 20% dos homens relataram pelo menos um incidente de assédio sexual durante o período de um ano.

Para as mulheres, o assédio sexual é preocupante quando elas o viam como assustador, mas não quando elas o viam como um incômodo. O resultado foi surpreendente aos pesquisadores, que achavam que as mulheres seriam afetadas negativamente pelas duas formas de assédio.

Que foi o que ocorreu com os homens: para eles, o assédio sexual é angustiante quando eles o viam tanto como assustador quanto como incômodo.

Será que as mulheres estão “acostumadas” com esse assédio, e por isso são menos afetadas? Não exatamente. As descobertas não sugerem que o assédio sexual é menos desgastante para a mulher do que para o homem, mas sim que os sexos podem responder de forma diferente ao assédio.

Segundo os pesquisadores, as pessoas tendem a subestimar o impacto do assédio sexual nos homens. Normalmente, eles não têm uma vida inteira de experiências para lidar com o assédio sexual, e podem não saber como lidar com isso quando acontece a eles.

O assédio sexual é um exemplo sólido de preconceito de gênero. Os homens geralmente são menos expostos ao assédio sexual, por isso é como se não existisse entre eles e, consequentemente, eles não devem ficar chateados se acontecer isso com eles.

Os pesquisadores acreditam que talvez as mulheres aprendam a ignorar o assédio sexual por uma miríade de razões, mas isso não diminui o problema, claro.

A conclusão do estudo é de que temas como assédio sexual e estupro devem perder seu paradigma de “problema feminino” e serem reconhecidos como uma questão humana que afeta a todos; dessa forma, as situações poderão ser resolvidas mais cedo e com mais eficiência.

 

Via Hypescience



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Terça-feira, 10.08.10

Jovens portugueses escolhem a China para o seu futuro

 

Rendidos ao bacalhau, ao azeite e ao raiar do Sol português, milhares de chineses foram-se instalando no país a partir da década de 80. Hoje são cerca de 20 mil. Acreditavam em Portugal como terra de oportunidades e traziam na bagagem "negócios da China". Mas agora o número estagnou. A crise fez cair a imigração chinesa em Portugal. "Há cada vez menos chineses a procurar Portugal para viver", comentava o presidente da comunidade chinesa, Y Ping Chow, há cerca de três meses. Mas mais do que estagnar, assiste-se hoje a uma mudança de paradigma. A terra de oportunidades agora é do outro lado da Grande Muralha.

Nas margens do rio amarelo, a realidade é outra. Alguns especialistas dizem que a crise mundial até foi uma bênção para a China, que conseguiu, em 2008, reduzir a taxa de crescimento de 11,7% para 10,6%, valor mais aconselhado pelos economistas. Em 2010, com 86% dos licenciados no mercado de trabalho, a China destronou o Japão e assume-se como a segunda grande potência mundial. O país de arroz, carvão, cereais, algodão, chumbo, zinco, ferro e magnésio foi o que mais cresceu nos últimos 25 anos, e cativa cada vez mais os jovens portugueses. 

"Duas semanas depois de aqui chegar, apercebi-me logo que ia cá ficar por muito tempo", contou ao i, por telefone, a jovem Rita Marta, que vive em Xangai há quatro. Joaquim Moreira de Lemos, cônsul de Portugal em Xangai, explica que "é crescente o número de jovens que descobrem a cidade e manifestam interesse em ficar". Em 2006, o consulado recebeu as primeiras 20 inscrições e, no final do ano, havia quase uma centena. "O número tem vindo a crescer a um ritmo de 30 pessoas por ano", acrescenta. 

Rita e o namorado, João, são apenas dois dos cerca de 250 portugueses que vivem na cidade mais populosa da China. O ritmo de crescimento é semelhante ao da capital, Pequim, onde em 2009 havia quase 300 portugueses inscritos no consulado. São números que não dão toda a ideia da dimensão da comunidade portuguesa na China, já que o i apenas teve acesso às estatísticas dos "portugueses inscritos na secção consular" de Xangai e Pequim. 

João e Rita conheceram-se em Xangai, trabalham no sector de vinhos, vivem juntos, mas têm projectos diferentes. Antes de 2006, data em que chegou à China, João já passara por Espanha, França, Brasil e Moçambique. Cansado de saltar de um lado para o outro, o algarvio tinha decidido que "fosse para onde fosse, queria estabilizar por um tempo". China foi a resposta certa: "É o novo centro do mundo, um país em explosão, onde as oportunidades acontecem diariamente", descreve. Aos 25 anos, começou por estagiar na Câmara do Comércio da União Europeia em Xangai, mas a grande experiência foi na "maior importadora de vinhos da China, a ASC". Depois de dois anos achou que o seu projecto "tinha potencial" e decidiu, em conjunto com um colega italiano, criar uma empresa de comércio de vinhos. "Importamos vinhos italianos para a China. Mas tenho outros projectos que envolvem também vinhos portugueses." João está também a sondar as oportunidades noutros mercados emergentes, como o Brasil. Mas tem uma certeza: "Não vou sair da China nos próximos dois anos." Apesar do entendimento perfeito do casal, rendido aos encantos da metrópole, Rita não ambiciona criar o próprio negócio nem alinhar no do namorado. 

A jovem de Lamego começou por trabalhar numa empresa que importava vinhos portugueses, através do programa INOV Contacto. No final do estágio, que naquela altura era de nove meses, recebeu um convite para continuar. Enquanto reflectia sobre a proposta, Rita viajou um mês e meio para o deserto asiático e passou um mês em Portugal. "Depois voltei. Sabia que ia voltar. Xangai é mais dinâmica que Nova Iorque, tem eventos diferentes todos os dias e o comércio de vinhos está em grande crescimento aqui." Aceitou a proposta, mas seis meses depois decidiu mudar de emprego para "poder progredir no sector". Ao ler uma entrevista com director-geral da gigante espanhola Torres, a jovem portuguesa resolveu de imediato contactá-lo. O resto foi simples: "Enviei-lhe um email, disse aquilo que achava da empresa, as minhas ideias e uma hora depois obtive resposta. Encontramo-nos no dia seguinte e fui contratada para gerente da marca de vinhos portugueses." Rita assumiu também um dos novos projectos da empresa: a Vinoteca Torres em Xangai. Hoje é responsável pela "gestão das contas de prestígio". Trabalho a que dedica seis dias por semana, "nunca menos do que oito, nove horas diárias". Sobre o vinho espanhol tem a melhor opinião. E, apesar de não se considerar uma especialista em vinhos, a jovem de Lamego acredita que o dinamismo e a ambição dos chineses levará o vinho fabricado no país ao topo do mundo nos próximos cinco anos.

Jovens empreendedores Os portugueses que chegam a Xangai têm, na sua maioria, menos de 40 anos, "trabalham em quadros de empresas multinacionais ou por conta própria", informa Joaquim Lemos. Trabalhar por conta própria é também uma das novas aventuras dos jovens na China. Desde o final de Junho, 88 mil licenciados criaram as suas próprias empresas, segundo o ministro conselheiro, Shaogang Zhang. João Gago em Xangai e Nuno Baptista em Pequim aderiram à tendência. 

Portugal - Espanha - Tailândia e Pequim. Este foi o percurso seguido por Nuno Baptista desde que aos 18 anos deixou Lisboa. E, com apenas 23 anos, fundou o "The Ultimate Favour Club". A empresa, na área da educação, oferece cursos de Inglês para chineses e conta com cerca de 40 colaboradores - americanos, ingleses e chineses - e 200 alunos. "Pequim é o melhor sítio do mundo para trabalhar", confessa. Nuno concluiu a licenciatura em Comunicação e Imagem e tem como objectivo expandir o ensino de inglês e, futuramente, de português e espanhol, a todos os distritos de Pequim. Com apenas 23 anos, nunca sentiu que a idade representava uma "barreira nos negócios". Contudo, sempre que lhe perguntam idade, mente e responde 27 ou 30. "Digo isso para me proteger e passar uma imagem de maior profissionalismo e experiência. Aqui joga-se muito com a aparência." Apesar de considerar Pequim "uma cidade moderna mas com demasiadas tradições", o regresso a Portugal não faz parte dos planos. "Portugal só para férias. Gosto muito do Alentejo e da região do Algarve, mas para trabalhar não creio."

Quem parece partilhar da mesma ideia é Isabel Castro. Tem 31 anos e mudou-se para Macau em 2001. Desde o início de Julho que dirige o jornal "Ponto Final". O i não conseguiu obter junto do consulado em Macau o número exacto de emigrantes portugueses lá sedeados. "São perto de 100 mil, mas alguns são chineses que ainda antes da transferência da administração obtiveram a nacionalidade portuguesa, bem como macaenses." Porém, Isabel conta ao i que, quando chegou, apenas dois anos depois da transferência do território de Portugal para a China, "ninguém queria ir para Macau, com receio da administração chinesa". Mas a vaga de emigração lusa voltou entre 2002 e 2003. Especialmente encabeçada por jovens das áreas de advocacia, jornalismo, arquitectura e engenharia. "Na minha redacção somos cinco portugueses e posso afirmar com toda a certeza que, dez anos depois de Portugal ter deixado Macau, o território continua a ser um destino de vida dos portugueses."

 

Via Ionline



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Terça-feira, 20.04.10

Trabalho.. trabalho e trabalho.. é assim que funcionamos

 

Via Sopa de Letras



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Segunda-feira, 14.09.09

 Não importa o quanto pesa.

É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher.

Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual.

Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... Está bem.
Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.

As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheiinhas, femininas....
Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fracção de segundo.

As magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem.
Suas modas são rectas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.

Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura.
Inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa.
Os cabelos, quanto mais longos, melhor. Para andar com os cabelos curtos, bastam os nossos.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Por que razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam connosco?
Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim.
Ocultar essas formas é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza... Que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréctica, bulímica nervosa, logo procura uma amante cheiinha, simpática, tranquila e cheia de saúde. Entendam de uma vez!

Trate de agradar a nós e não a vocês. Porque nunca terão uma referência objectiva do quanto são lindas, dita por uma mulher.

Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda
As jovens são lindas... Mas as de 40 para cima são verdadeiros pratos fortes.

Por tantas delas somos capazes de atravessar o Atlântico a nado.
O corpo muda... Cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido
que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 40, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem
problemas de desenvolvimento ou está se autodestruindo.

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural
tendência a culpas, ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em
Setembro, não antes); quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se saboreia e não sofre);
quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste,
compra; quando tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tiram a beleza.
São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos "em formol" nem em spas...
Viveram!
O corpo da mulher é a prova de que Deus existe.
É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados, e nós, sem querer,
as enchemos de estrias, de cesarianas e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.

Cuidem-se!

Amem-se!

A beleza é tudo isto. Tudo junto!


enviado por um amigo

 

Via Trabalhos de Larose



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Segunda-feira, 06.07.09

Sem roupa no emprego

 

Um grupo de trabalhadores de uma empresa de marketing e design inglesa, a onebestway, de Newcastle upon Tyne, passou um dia inteiro a trabalhar sem roupa para levantar a moral da empresa. A ideia foi do psicólogo David Taylor, que tinha sido contratado para ajudar a melhorar a integração dos trabalhadores que andavam desanimados por causa de despedimentos. “Convidar uma organização a tirar a roupa é a técnica mais radical que eu já usei”, explicou Taylor ao jornal britânico The Daily Telegraph. “Pode parecer esquisito, mas funciona. É o gesto final de confiança em si mesmo e nos outros.” 

Apesar da hesitação inicial, os funcionários começaram a achar piada à ideia. “Não houve qualquer pressão. Quem quisesse, podia trabalhar com roupas normais ou com a roupa interior. Mas eu amo o meu corpo e não fiquei com vergonha. Somos todos lindos, não importa se somos magros ou gordos”, afirmou um dos trabalhadores.
O evento foi baptizado de “Naked Friday” (Sexta-feira Nua) e veio substituir o “Casual Friday”. O sucesso da ideia de Taylor fez com que uma televisão por cabo britânica quisesse tranformá-la em programa televisivo, o “Naked Office”, que será transmitido a partir de 9 de Julho. 

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 07:23 | link do post | comentar

Terça-feira, 16.06.09

 Mecado da vida

 

O SEF e a Autoridade para as Condições do Trabalho estão atentos ao mercado de homens, semelhante às praças da jorna dos anos 60. Mas têm actuado mais nas empresas de construção civil do que sobre os angariadores de ilegais.

Na última grande operação do SEF no Campo Grande, em Setembro de 2008, foram fiscalizados 38 carrinhas de transporte de trabalhadores de construção civil e instaurados processos de contra-ordenação a sete empresas.

O mercado de homens do Campo Grande surgiu há cerca de dez anos, no boom da construção civil. Mas nem a crise fez baixar a oferta e a procura de mão-de-obra para as obras.

Todas as madrugadas e manhãs, dezenas de imigrantes, legais e ilegais, esperam que uma carrinha os vá buscar perto do estádio do Sporting, no Campo Grande.

Há oito anos que Dimitri vem todos os dias à 'feira de homens'. "É a única forma de conseguir dinheiro", justifica o moldavo.

Desde as 5h30 que Dimitri aguarda por um lugar numa das dezenas de carrinhas que estacionam em segunda fila. "Nos últimos dois meses tem sido mais difícil. Não me dão trabalho", queixa-se.

O imigrante ficará por ali até às 11h00, ao lado de um grupo de ucranianos e africanos. Nenhum deles irá trabalhar naquele dia. "Somos os excluídos", vaticina.

Wagner tem mais sorte. Às 7h00, o jovem brasileiro entra numa Ford Transit que o levará para uma obra em Cascais. Foi escolhido há quinze dias para pintar as paredes de uma fábrica por cerca de €5 à hora.

Nenhum dos imigrantes que falou com o Expresso tem contrato de trabalho. A maioria irá receber, em dinheiro vivo, ao fim do dia. E os salários estão abaixo da média de um vulgar trabalhador de construção civil.

Via Expresso

Há vidas dificeis.... uma noticia que nos deve deixar a pensar.

 



publicado por olhar para o mundo às 07:59 | link do post | comentar

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