Sábado, 12.03.11
Monumentos de todo o mundo desligam as luzes dia 26
 

Monumentos e símbolos arquitectónicos de diversos países, como Alhambra, Torre de Tóquio ou Cristo Rei juntam-se à iniciativa Hora do Planeta e desligam as luzes às 20:30 de 26 de Março para alertar contra o aquecimento global.

O objectivo da Hora do Planeta, que será entre as 20:30 e as 21:30, é levar os cidadãos a desligarem as luzes, assinalando o seu compromisso com o planeta, partilharem histórias e acções que beneficiem a Terra, através da internet, e adoptarem comportamentos diários sustentáveis, como explica a WWF, a associação ambientalista promotora da iniciativa.

Gateway of India ou o Cristo Redentor, no Brasil, Torre Eiffel, em França, Ponte da Liberdade, na Hungria, a Sinfonia de Luzes de Hong Kong (maior luz permanente do mundo) são exemplos de pontos de referência mundiais que se associam à defesa do planeta, enquanto em Portugal a WWF refere centenas de monumentos de 40 cidades.

Em Lisboa, a Ponte 25 de Abril, as estações do Rossio e de Santa Apolónia, o Aqueduto das Águas Livres, o Teatro D. Maria II, a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos estarão às escuras.

"Aqueles pontos de referência irão juntar-se a centenas de milhões de pessoas, de empresas, comunidades e governos, em todo o mundo, que desligarão as luzes durante a Hora do Planeta, transcendendo as barreiras de raça, religião, cultura, sociais, geracionais e da geografia, numa celebração global do compromisso com a protecção da única coisa que nos une a todos - o planeta", salienta um comunicado da WWF.

Nepal, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Vietname, Finlândia, África do Sul, Japão, China, Turquia, Hungria são outros países onde será visível a participação na iniciativa.

 

Via DN

 



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Domingo, 19.09.10

Esforços para proteger capa de ozono estão a funcionar

 

camada de ozono estabilizou ao longo dos últimos dez anos. Um relatório do Programa da ONU para o Ambiente e da Organização Mundial de Meteorologia sobre o escudo que protege a Terra dos raios ultravioleta revela que os esforços acordados no Protocolo de Montreal, em 1987, estão a funcionar. Mas apesar da diminuição nas emissões de partículas nocivas, estas preservam-se na atmosfera durante largos anos, e os seus efeitos vão continuar a sentir-se.

O relatório divulgado hoje contou com a participação de 300 cientistas, e a sua publicação coincide com o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozono. O documento sublinha que, uma vez que as partículas que desgastam o ozono são também potentes gases com efeitos de estufa, o protocolo de Montreal também tem vindo a reduzir as alterações climáticas. O relatório adianta que na última década, o ozono a nível global mas também nas zonas polares deixou de estar a diminuir, tendo estabilizado. Prevê-se que nas regiões polares seja possível recuperar a protecção que existia antes de 1980 até 2050. Nas latitudes médias, as radiações ultravioleta a superfície mantiveram-se constantes ao longo das últimas décadas.

Já o buraco de ozono na Antárctida é uma preocupação maior, e já está a ter impactos visíveis na temperatura e nos ventos registados à superfície. O relatório destaca que foi possível eliminar quase por completo aquele foi sempre apontado como o principal inimigo da camada de ozono: os clorofluorcarbonetos. O alerta surge contudo para os hidroclorofluorocarbonetos, e sobretudo para o HCFC-22, usado ao longo dos últimos 40 anos em sistemas de aquecimento e refrigeração. Em 2007/2008, esta substância aumentou 50% mais depressa na atmosfera do que no biénio 2003/2004.

"A lacuna entre a realidade científica e a nossa ambição está estimada em cerca de 4,7 giga toneladas de CO2, algo que precisa de ser resolvido urgentemente na próxima década se queremos que a temperatura aumente menos de 2ºC."

 

Via ionline



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Quinta-feira, 29.10.09

A agua afinal veio do espaço?

 

 A água dos oceanos foi trazida à Terra por asteróides cobertos de gelo dezenas de milhões de anos depois da formação dos planetas do Sistema Solar, indica um estudo hoje publicado na revista Nature.

O resultado desta investigação contraria a ideia geralmente aceite de que os oceanos e a atmosfera se formaram a partir de gases vulcânicos.

Segundo o principal autor do estudo, o geoquímico francês Francis Albarède, da Escola Normal Superior de Lyon, "asteróides gigantes cobertos de gelo" chocaram com a Terra entre 80 e 130 milhões de anos depois da formação do planeta, trazendo-lhes as suas reservas de água.

Ao introduzir-se no manto terrestre, essa água permitiu o aparecimento da "tectónica das placas, que poderá ter sido crucial para o aparecimento da vida", sublinha o investigador.

O fenómeno seria também responsável pela formação da atmosfera, até agora atribuída a "vapores emitidos durante o dealbar do nosso planeta", afirma o investigador num comunicado divulgado pelo Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS) de França.

"A Lua e a Terra eram basicamente secos logo após a formação da Lua, na sequência de um impacto gigante na proto-Terra” (primeiro estado geológico da Terra), lê-se no comunicado.

Tendo em conta cálculos recentes, as temperaturas eram demasiado elevadas entre o Sol nos seus inícios e a órbita de Júpiter para que elementos voláteis, como vapor de água, pudessem condensar-se nos "embriões planetários".

Comparando Marte, Vénus e a Terra, três planetas com histórias diferentes, o que distingue a Terra é a existência de placas tectónicas, de oceanos líquidos e de vida.

Num momento em que se procuram planetas extra-solares, deveria tentar saber-se por que razão estes três planetas do Sistema Solar são tão diferentes, sugere o cientista francês.

 

Via ionline

 



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