Segunda-feira, 02.01.12
Terapia sexual

 

 

A sexualidade faz parte de uma boa qualidade vida, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS). Entretanto, problemas de saúde e muitas vezes fatores ligados às emoções fazem com que muitas mulheres se queixem das disfunções sexuais.

 

Uma pesquisa realizada pelo ProSex (Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo) já confirmou a relação entre depressão e o comprometimento da libido feminina. Metade das mulheres que procuram o instituto sofre de baixo desejo sexual.

 

Além da falta do desejo, o contrário, ou mesmo dores durante as relações, são consideradas disfunções.

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A perda da excitação, representada pela ereção no homem e pela lubrificação na mulher, ou mesmo do orgasmo, isto é, ejaculação precoce ou retardada no homem, e anorgasmia na mulher, também fazem parte desta lista.

 

De acordo com Sylvia Faria Marzano, diretora do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), as queixas mais freqüentes em ambos os sexos nos consultórios envolvem a diminuição do desejo sexual e, em seguida, a falta deorgasmo.

 

Outra questão observada é a discordância entre os casais em relação a freqüência de relações. Na maioria dos casos, os homens querem praticar sexo mais vezes que a mulher. “Mas existem fases da vida dessa parceria, que pode fazer com que essa procura seja invertida”. Neste caso, o melhor método é o aprendizado da assertividade. “É poder contar ao outro seus desejos, anseios e dificuldades, sem medo de magoar ou não ser entendido. Dialogar é o melhor remédio, mas para isso precisamos desfazer crenças errôneas e mudar comportamentos”, esclarece.

 

Este é apenas um dos passos utilizados durante a terapia sexual, que começou em no início da década de 60 com a contribuição dos estudiosos Masters e Johnson. “Eles descreveram a resposta sexual humana”. Depois, nos anos de 1970, houve grande contribuição de Helen Kaplan, no sentido de propor métodos melhores.

 

O tratamento envolve não apenas os conselhos da terapeuta, mas sim um estudo sobre a história de vida de cada um - suas crenças, mitos e o que aprenderam com a família ao longo da vida. “Também levantamos as dificuldades de relacionamento com a parceria, a procura de conflitos intra-psiquicos. Depois disso, o paciente é orientado a fazer tarefas sexuais em sua residência, algumas sozinho e outras com a sua parceria, digo isso pois essa terapia se aplica a hetero ou homossexuais”, explica.

 

A terapia sexual segue linha psicoterapia focal breve que, em geral baseia-se na Terapia Comportamental Cognitiva “ou seja, desfazer crenças e mudança dos comportamentos não apropriados entre os casais”. Segundo Marzano, é comum os profissionais também usarem outras ferramentas como, técnicas psicodramáticas, que muito contribuem na abordagem dos pacientes com queixa sexual.


Ao contrário do que se imagina, a terapia pode ser realizada por solteiros. “Quando houver a participação da parceria, isto é, os dois querem uma melhora do relacionamento conjugal e sexual, mesmo que não sejam casados, pode haver uma maior chance de mudanças. Mas é muito comum o homem com queixa de ejaculação precoce, ou a mulher, com vaginismo, procurarem uma terapia sexual separadamente e beneficiarem-se muito desse tratamento”, completa a terapeuta.

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:53 | link do post | comentar

Sexta-feira, 21.01.11

Orgasmo, porque é difícil lá chegar

 

Atingir o orgasmo numa relação sexual não é privilégio de todas as mulheres.

 

De acordo com estudos da ProSex - Projeto de Sexualidade da USP, 50% das mulheres encontram dificuldades para atingir o clímax da relação sexual.

 

E para algumas mulheres sexualmente ativas, a penetração não costuma ser o melhor meio de se atingir o orgasmo, por isso muitas delas acabam recorrendo ao sexo ral e àmasturbação. "O orgasmo por penetração é uma questão de aprendizado da mulher", garante a terapeuta sexual Sylvia Manzano.

A falta de conhecimento do próprio corpo também pode dificultar o processo. Por isso, a mulher não pode ter vergonha ou medo de se estimular, de tocar nas próprias genitais. "Muitas mulheres, por falta de conhecimento, acham que o orgasmo acontece sem o mínimo esforço - sem conhecer o seu corpo, sem explorar suas sensações - esperando que o parceiro lhe dê esse prazer", explica Sylvia.

A terapeuta não descarta a possibilidade de o parceiro ter sua parcela de culpa. "Ele pode contribuir para que não ocorra um orgasmo vaginal. Por exemplo, um homem com ejaculação precoce não dará tempo para que a mulher, que é mais lenta na excitação, consiga atingir o clímax".

Questões psicológicas
Sylvia conta que as queixas sobre a dificuldade para atingir o orgasmo começaram a aparecer depois que a mulher entendeu que ela tinha direito ao prazer e teve coragem de reivindicar seus direitos. "Por isso, sabemos que várias delas não sabem o que é ter um orgasmo", afirma.

Diferentes fatores levam a mulher a não "chegar lá", e podem ser tanto físicos como psicológicos. "Dos físicos destacamos o uso de medicamentos para outras doenças, além de cirurgias e dores pélvicas", diz a terapeuta. "Porém, a maior causa é psicológica: desconhecimento do corpo, educação repressora, abusos ocorridos desde a infância, inadequação do casal por brigas frequentes, ciúmes, cobranças, e assim vai", completa. Mas Sylvia garante: "É muito difícil existir uma mulher anorgásmica, ou seja, que não consegue ter orgasmo de forma alguma". Ufa!

Para mudar essa situação, o ideal é procurar um terapeuta sexual. Ele poderá trabalhar os lados intrapsíquico (cognições, crenças errôneas e limitantes) e inter-psiquico (como ela se relaciona com os outros). "Há um grande trabalho de psicoterapia sexual, primeiro individual, depois com a parceria, para que a mulher se permita sentir prazer", explica Sylvia.

A falta de prazer
Apesar dessa dificuldade, a terapeuta afirma que há mulheres que vivem muito bem desfrutando do prazer da relação sexual com o parceiro, sem se importar em saber o que é orgasmo. "Mas aquelas que o buscam e não o encontram, podem passar a se "encolher" no sexo, ou seja, fazer com que o ato não seja importante e até fugir dele, alegando dor de cabeça ou falta de tempo".

O fato de a parceira se preocupar apenas com o prazer do homem também pode não facilitar o orgasmo. "Existe um grande mito de que os parceiros tenham que ter orgasmo simultaneamente. Não é assim. Ao fazer com que o outro tenha prazer, se excite e atinja o ponto alto da relação, a mulher se perde no caminho, não conseguindo chegar lá também", explica.

 

A dica mesmo é nunca fingir um orgasmo, pois além de estar enganando o parcerio, você estará se enganando também. Isso pode causar ansiedade na performance e angústia que desequilibram o relacionamento, alerta Sylvia. "O que deveria ocorrer com os parceiros é um diálogo franco de tudo que sentem", completa.

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Sábado, 08.01.11

Sexo, Orgasmo masculino - Orgasmo Feminino

 

Enquanto nós fazemos questão de um clima romântico, várias carícias e muitas palavrinhas mágicas ao pé do ouvido, para eles bastam poucos minutos entre a excitação e o orgasmo. Por isso é que a maioria deles adia a hora de chegar lá, assim suas parceiras também tem momentos de prazer.

Essa talvez seja a principal diferença entre o orgasmo masculino e feminino, pois não há, por exemplo, um "orgasmômetro" que mensure e, por conseqüência, compare o grau de prazer de cada gênero.

 

Segundo a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello é algo impossível, pois há uma série de fatores que influenciam a intensidade do orgasmo, para eles e elas - desde o estímulo que cada um recebeu até o parceiro ou a parceira escolhida e o local onde os dois estão.

 

"Cada um tem seu orgasmo; cada orgasmo em uma mesma pessoa pode ser mais ou menos intenso dependendo do momento da relação, da parceria, dos estímulos externos, das condições intrapessoais (estar de bem consigo mesmo, aceitar-se, estar inteiro na relação), tanto em homens quanto em mulheres", acrescenta Sylvia Faria Marzano, urologista e terapeuta sexual.

Mas para as mulheres é sempre mais difícil. "Pelos fatores culturais fomos educadas a fechar as pernas, não se tocar, não ter contato com os órgãos sexuais, além disso, o prazer sempre foi velado", diz a sexóloga. Os homens por sua vez foram incentivados ao sexo e nunca recriminados por isso.

"Eles pensam em sexo pelo menos vinte vezes por dia. Culturalmente eles devem estar prontos para qualquer eventualidade que necessite demonstrar sua performance, então, cada vez que seguram o pênis para urinar e durante aquelas "coçadinhas", o estímulo ocorre e vem o pensamento sexual", aponta a terapeuta. Com o passar da idade, muitos não têm mais essa sensação e, conforme a urologista, eles não se conformam "por não ter mais ereção só de sentir o cheiro da mulher", diz a terapeuta.

Além de chegar lá mais rápido, eles também têm a sensação do orgasmo em menos tempo. Para as mulheres, o prazer chega até um minuto. O tempo deles é de dez segundos, em média. Na maioria das vezes, junto com o orgasmo há a ejaculação e o sêmen acumulado nos testículos é expelido, sendo que nos homens mais jovens a intensidade é maior. 

Segundo a sexóloga, a eliminação de um líquido claro pelas glândulas uretrais e o mudança de coloração da glande, isso em alguns homens, são sinais mais visíveis de que o orgasmo está próximo. O que também pode acontecer, conforme Cecarello, é o pênis ficar um pouco mais grosso, pois o esperma está todo dentro do canal da uretra. "Não é algo tão perceptível, mas quando o casal tem bastante intimidade, principalmente no sexo oral, as mulheres se dão conta", detalha.

Entretanto há homens que tem o chamado orgasmo seco, quando não ejaculam, mas tem prazer. A saída do esperma não acontece por conta de razões orgânicas, como cirurgias da próstata, uso de medicação para aumento da próstata ou ainda lesões de coluna. "O orgasmo é uma sensação sensorial, cuja memória está no cérebro", esclarece Carla.

Fingir?

Portanto, orgasmo e ejaculação não são a mesma coisa. "Na verdade são respostas fisiológicas diferentes. O orgasmo é uma resposta sensorial, enquanto que a ejaculação é a eliminação do esperma. É que geralmente eles acontecem simultaneamente", explica a terapeuta.

E como na maior parte das vezes os dois acontecem juntos, muitos homens também simulam o orgasmo. Eles conseguem ter ereção e fingem que estão sentindo prazer. Mas para que a parceira não perceba isso, ou seja, note que a ejaculação não aconteceu, muitos homens que transam com camisinha logo saem de fininho depois da relação e vão para o banheiro retirá-la.

Em uma pesquisa feita pelas revistas Vip, Playboy e Men’s Health, com 285 internatuas, 65% deles admitiram fingir orgasmo porque estavam cansados ou não gostaram da transa. Alguns até se masturbam depois, no caso daqueles que sofrem de ejaculação tardia. Segundo a terapeuta de casais Regina Navarro, estes homens se empenham em proporcionar prazer à parceira, mas só atingem o orgasmo se retirarem o pênis e se masturbarem.

 

Em contrapartida, os portadores de anorgasmia até ejaculam, geralmente ela é precoce, mas não chegam lá. "Claro que isso é algo raro, dificilmente o homem não vai conviver sem o orgasmo, de alguma forma ele vai buscar o seu prazer", completa Cecarello.

Por Juliana Lopes

 

Via Vila dois



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Quinta-feira, 02.12.10

Casal de terapeutas sexuais dormiu com mais de 5000 pessoas

 

Um casal britânico, juntos há 20 anos, diz ter feito sexo com 5485 pessoas. Sarah Moore e Geoff Daniels estudaram terapia de sexo e afirmam que trabalham há 19 anos como "parceiros substitutos", ajudando casais a ultrapassar problemas sexuais.
Geoff já dormiu com 2162 mulheres e ajudou 49 a perder a virgindade. Já Sarah fez sexo com 3323 homens, incluindo 52 virgens, segundo o jornal The Sun.
O casal, porém, põe de parte a ideia de se tratar de prostituição. "Não somos pagos simplesmente para ter sexo com alguém por si só; não podemos ser comparados a prostitutos", afirmam, acrescentado que já ajudaram casais no Reino Unido, EUA, França e Austrália.

 

Via Ionline



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Domingo, 27.09.09

Terapia

 

 Com tanta terapia e tanto saber e tanto programa de TV à meia-noite com doutoras a falar de sexo, era suposto estar a chegar o momento em que as motivações e contradições da sexualidade feminina e masculina só se separariam por um único factor: o homem é incapaz de fingir um orgasmo. Posto isto chateia e cria mesmo um certo incómodo saber que temos sido levados de má-fé ao sermos agora informados por um estudo científico publicado a semana passada que afinal as mulheres, entre as dezenas motivações para terem sexo, o fazem apenas por estarem 'aborrecidas' ou para fazer com que 'ele vá pôr o lixo lá fora' e mesmo - esta é aviltante! - 'curar uma dor de cabeça'. Ora qualquer um de nós foi educado precisamente segundo a aceitação piedosa de que as mulheres usavam a desculpa da enxaqueca para evitar o sexo. Agora já somos o placebo?

A investigação de Cindy Meston e David Buss vem revelar este lado negro, mundano pouco romântico e comezinho das motivações que levam uma mulher a decidir ter sexo e que vão desde questões tácticas para evitar a infidelidade do parceiro, ou aumento de autoconfiança ou à expectativa de presentes. Peço às feministas que se acalmem e comprem o livro. Estamos a falar de 237 razões, sendo que nas primeiras 25, cerca de 20 coincidem - com uma ordem diferente - com as do homens, destacando-se, no primeiro lugar a atracção física, seguida do desejo de ter prazer. Mas se a maioria são razões 'egoístas', o sexo para procriação aparece num modesto 55º lugar. Uma característica mais feminina - e rapazes, vamo-nos fingir espantados - é a associação do sexo à ideia de vingança. Há mesmo quem diga no estudo querer ter relações para transmitir doenças a uma pessoa o que, esperemos seja um caso excepcional ou teremos que refazer a história das epidemias na humanidade.

Mas uma das razões que algumas mulheres apresentaram e que surpreendeu os responsáveis pela investigação foi terem dito que faziam sexo para estarem mais próximas de Deus.

Ora, acredite-se, a igreja católica polaca está precisamente deliciada a divulgar este aspecto divino do sexo. Caramba: após dois mil anos de má publicidade, de autoflagelações e mortificações chega um pouco tarde a esta 'alegria" da fornicação. Um franciscano polaco lançou o "Kama Sutra Católico" que ensina muito mais que a posição do missionário e garante que "todo o acto - tipo de carícia e posição sexual - com o objectivo de excitação agrada a Deus (...) eles podem, mesmo usar estimulação manual e oral".

O franciscano polaco Ksawery Knotz - cuja experiência no sector advém de ouvir falar mas que alega "que um cardiologista também nunca teve um ataque cardíaco" - é tudo menos um frade lascivo e podemos mesmo dizer que está a actuar de modo muito eficaz e nos interesses do Concílio do Vaticano II e não é por acaso que o livro vai ser publicado em diversos países.

É que os seus conselhos marotos, com tiques tantra e orgasmos divinos após o homem ter estimulado a mulher no centro de prazer, só se aplicam a casados e visam reforçar os dogmas papais dado que excluem sexo extraconjugal,gay ou qualquer tipo de contracepção entre as brincadeiras do casal. O sexo, diz, é uma forma de se aproximar de Deus. Desde que tenha havido cerimónia na igreja e aliança no dedo, nunca se use um anticoncepcional e seja o que Deus quiser: menino ou menina.

Enfim dirão uns que este "Kama Sutra para Católicos" é apenas a bênção ao cunnilingus matrimonial. Mas repare-se que pode ser também a análise ponderada do supracitado estudo Meston e Buss: estando a mulher aborrecida, dá-se-lhe um livrinho para alcançar orgasmos divinos à espera que haja um descuido e surja um filho para o rebanho do Senhor com o ganho de ter mandado o homem pôr o lixo lá fora.

 

Via Expresso

 


 

Kama Sutra para Católicos O sítio do frade Knotz tem uma zona em inglês. Os conselhos são idênticos a qualquer guia sexual soft com a diferença de terem sido escritos por um alguém que nunca praticou e o apoio da igreja católica polaca. Clique para aceder ao sítio do frade Knotz

 

Estudo "Why Women Have Sex: Understanding Sexual Motivation - From Adventure to Revenge (And Everything in Between)" by Cindy M. Meston, David M. Buss, Henry Holt & Company Publisher, 29 Set. 2009



publicado por olhar para o mundo às 23:47 | link do post | comentar

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