Segunda-feira, 19.04.10

O tamanho do pénis interessa?

 

Fisiologicamente o tamanho do pênis não é o principal responsável pelo prazer da mulher durante o ato sexual. A satisfação feminina depende da capacidade de relaxar a vagina durante a relação.

 

O órgão genital da mulher tem em média dez centímetros de extensão e não precisa de algo grandioso.

 

Muitas mulheres têm mais sensibilidade no clitóris do que no interior no canal vaginal. Por isso, as trocas de carinho, a sensualidade e a intimidade são fatores muito mais importantes na hora da relação do que o tamanho do pênis do parceiro. A eficiência que poderá gerar o prazer.

 

Para a administradora de empresas Ellen Cruz, de 30 anos, o tamanho não faz diferença quando a mulher está envolvida emocionalmente com seu companheiro. “O toque, a química e a ‘pele’ contam mais. Agora, se for só para se ‘divertir’, aí o tamanho importa”, afirma ela.

 

A fisioterapeuta Bia*, de 29 anos, também não se importa com o tamanho do pênis do parceiro. Porém, “o homem de pênis pequeno fica com menos ‘sex appeal’”, declara.

 

Via 180 Graus



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Quarta-feira, 30.12.09

5 cms são muito tamanho

 

Os preservativos, feitos segundo o tamanho internacional “são muito grandes” para a maioria dos homens indianos. 

Um estudo do Centro Indiano de Pesquisa Médica, a 1200 homens, mostrou que para metade deles a medida dos preservativos era maior do que a medida do pénis.
Os cientistas mediram com precisão a largura e comprimentos dos pénis dos voluntários e verificaram que 60% dos homens da Índia tem o pénis 3 a 5 cm mais curto do que o tamanho utilizado para o padrão internacional de preservativos - na União Europeia, a medida média de um pénis erecto é de16 cm, norma que serve para a fabricação de preservativos. 
Chander Puri, um especialista em saúde reprodutiva avançou à BBC que havia uma necessidade de preservativos feitos à medida do homem indiano. Segundo o especialista este é um assunto sério, uma vez que há um grau elevado de falhas no uso de preservativo em relações na Índia e é importante para prevenir a taxa de infecção pelo vírus HIV Sida que é bastante elevada no país.
O especialista defende no entanto que deve evitar-se a vergonha dos homens ao pedir um preservativo menor numa farmácia: “existe uma ansiedade em falar sobre o assunto. E, normalmente, uma pessoa tem vergonha em pedir um preservativo de tamanho menor numa farmácia" explicou Chander Puri que defende a venda de preservativos de vários tamanhos em máquinas pelo país.
Já o ex-editor da revista masculina Maxim deixou um consolo para os homens indianos:"Não é o tamanho, é o que você faz com ele o que importa."

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 17:22 | link do post | comentar

Terça-feira, 20.10.09

 Normal?Quando o tema é pénis, o tamanho (comprimento, leia-se) é a questão mais debatida. E nós não queremos fugir disso! Queremos escrever, debater, comentar, retorquir, analisar... o tema!

Qual é o tamanho ideal? Se perguntarmos aos donos do dito cujo, o tamanho ideal é sempre um “bocadinho” maior do que aquilo que têm (mesmo que não o admitam). Salvo raras excepções, mesmo quando dizem que aquele que têm “nunca os deixou ficar mal”, quase todos os homens gostariam de ter mais alguns centímetros, sabe-se lá porquê! Mas o tamanho ideal, como em tudo na sexualidade, depende! Depende dos envolvidos, dos gostos de cada um e daquilo que se consegue fazer com os centímetros que se tem! “Não importa o tamanho da varinha, mas sim a magia que se faz com ela”, já dizia Allen Gomes. Mas as correlações que se fazem entre tamanho e prazer sexual ou, pior, entre tamanho e competências sexuais, além de não serem correctas, podem ter efeitos devastadores ao nível da auto-estima dos homens (sim, porque este blog também se preocupa com a vossa auto-estima!) e, consequentemente, ao nível da performance sexual. Ou seja, aquilo que depois pode mesmo fazer com que a sua performance não seja tão boa, não são os centímetros, mas a inibição causada por acharem que têm um pénis mais pequeno do que deviam e que a pessoa com quem estão se sente frustrada com essa questão (já pensaram o que é tentar ser um bom “amante” com estas ideias na cabeça?). E tudo em nome de uma ideia que veio sabe-se lá de onde, sabe-se lá porquê e que, bem vistas as coisas, não é, de perto nem de longe, o factor mais importante!


Esmiucemos, então, o factor tamanho:
Antes de mais, a maior parte de vós, caros leitores masculinos, mede mal o vosso pénis! E depois queixam-se... ou seja, medem o pénis por cima dos testículos até à glande e depois ficam deprimidos porque lêem que o pénis português médio tem 13 a 17 cm em erecção e acham que estão abaixo da média. O pénis deve ser medido desde onde REALMENTE começa (no osso do púbis) até à ponta da glande (cabeça do pénis). Ora espreitem lá atrás (sim, afastem os testículos) e vejam lá se eu não tenho razão e não há, mais coisa menos coisa, 2 ou 3 cm de pénis aí escondidos! O pénis está “agarrado” ao corpo, não nasce dos testículos! Não sabendo exactamente a idade dos leitores, devo ressalvar que o crescimento só termina por volta dos 20 anos, por isso, se ainda têm 17,18, 19 aninhos, ainda não acabou (mas também já não deve crescer muito, ok?).
Um estudo feito em Portugal sobre esta matéria (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=23735), aponta, de facto, para um tamanho médio do pénis em Portugal entre 13 e 17 cm em erecção, mas bem medidos, claro! Lá detrás das “cortinas” até à ponta da glande. Vá... agarrem-se à fita métrica, régua, etc. e redefinam-se! Today is your lucky day!
Ainda sobre o tamanho, reparem numa coisa: a vagina tem fim! Não é um buraco que não vai dar a lado nenhum. A profundidade de uma vagina ronda os 7 a 10 cm e apesar de se expandir quando excitada, não ultrapassa, em média, os 12 cm. Além disso, a maior parte das terminações nervosas e onde a maior parte das mulheres sente mais prazer, é no primeiro terço da vagina (aqueles primeiros 3 - 4 cm). Por isso, um órgão sexual masculino grande não é necessário para ter prazer nem sequer é garantia de coisa nenhuma (até porque um grande número de mulheres nem sequer atinge o orgasmo com a penetração, mas isso fica para outra vez)! Resumindo, alguém me explica qual a vantagem de ter um pénis grande que depois fica cá fora a apanhar ar?!?! Já sei que vão dizer coisas como:
-    “O pénis também serve para outras coisas, não é só para ‘fazer o amor’ com as vaginas”. Pode estar a faltar-me a imaginação, mas mesmo pensando nas outras práticas sexuais, e sem entrar em grandes pormenores, não estou a ver nenhum buraco que beneficie de um pénis grande... pensem nisso. 
-    “Mas as mulheres ficam mais excitadas com pénis grandes”. Também não é verdade, pois muitos inquéritos revelam que a maior parte das mulheres quer um pénis normal. Aliás, até consideram que os pénis muito grandes podem ser assustadores ou provocar dores.
-    Entre outras coisas que depois escreverão nos comentários...
Admito que haja algumas pessoas que acham mais excitante ver ou segurar um pénis maior, mas, mesmo assim, ter um pénis grande não dá, à partida, nenhuma vantagem a nível sexual. É preciso saber o que fazer com ele! Além disso, os mega pénis (aqueles que têm mais de 19,5 cm em erecção) têm a desvantagem de poder levar à disfunção eréctil... Agora que pensam nisso, ter um pénis muito grande já não tão divertido pois não?
Ou seja, um pénis muito grande tem vantagens nos balneários (porque os outros homens ficam com inveja!), perante um pequeno número de mulheres (pronto, temos que admitir que elas existem) ou se querem seguir uma carreira de actores pornográficos!
Não quero aqui dizer que não existem pénis pequenos! Existem e alguns podem até ser tão pequenos que não são funcionais, mas o mesmo se pode dizer de pénis que são muito grandes! Conclusão: É bom estar na média!
Aproveito para dizer que não há relação nenhuma entre outras partes do corpo e o tamanho do pénis (um homem pode ser muito narigudo ou ter um pé muito grande ou vice-versa e isso não quer dizer nada, ok? Não tirem conclusões precipitadas!).

 

E se for pequeno?.. importa?Mas o pénis não é só comprimento, certo? Na equação do prazer sexual, o perímetro parece importar mais do que o comprimento! É aquela fricção, estão a ver? Mas disso, pouco se fala! Mais uma vez, não é necessário ter-se um perímetro muito grande, a média é suficiente, até porque a vagina é bastante elástica e adapta-se à maioria das formas, tamanhos e feitios de pénis que existem. O estudo referido atrás, afirma que, em Portugal, o perímetro médio do pénis em erecção, está entre 8,5 e 10,5 cm (medidos na base do pénis). Lá estão vocês outra vez de fita métrica em punho. Compreendo!


E agora... a história das inclinaçõescurvas e afins:
O pénis não é exactamente direito. Na realidade todos os homens têm uma curvatura no pénis – uns mais do que outros, claro! Mas a verdade é que ter uma curvatura no pénis e ele “apontar” para direita ou para a esquerda é normal e comum, embora seja de realçar que, nalgumas situações, a curvatura do pénis em erecção possa ser mais acentuada e possa dificultar as relações sexuais e estas situações precisam de aconselhamento e intervenção especializada (médico Urologista). Ainda recentemente uma colega me falava de um rapaz da sua terra conhecido como “bengalinha” (entre as meninas, diga-se) e isso não pode ser bom!
Ainda antes de me despedir, “cumpre-me” avisar: cuidado com as comparações!
-    uma ilusão de óptica faz com que o pénis pareça mais pequeno visto de cima do que de frente (”por isso é que nos balneários os dos outros me parecem sempre maiores!”, respiram alguns de vós de alívio);
-    quando flácidos, as diferenças entre os pénis notam-se mais;
-    não se comparem com actores pornográficos, porque alguns deles foram escolhidos porque pertencem àquela pequena percentagem da população que tem o pénis maior, não porque representem o homem médio, que isso não vende!

 

Sei que nunca fui, nem nunca vou ser, dona de um pénis e, por isso, por mais que leia ou pergunte nunca vou entender, na sua profundidade total, a razão pela qual o pénis é tão importante para os homens, mas posso dizer-vos que o conselho feminino geral é o de que devem passar menos tempo focados em coisas como o tamanho (sim, eu sei que este post faz exactamente o contrário!) e mais tempo a aprender coisas novas, a conhecer o/a(s) vosso/a(s) parceiro/a(s) e a desfrutar daquilo que têm com quem quiserem! Have fun!
 

Via Interno Feminino

 



publicado por olhar para o mundo às 21:19 | link do post | comentar

Quarta-feira, 23.09.09

 

 


Acerca da temática da dimensão e das comparações entre "equipamentos" masculinos, cabe-me dizer, aqui que sou rainha e senhora, de forma mas imponente do que em caixas de comentos de blogs alheios (dos quais sou hiper fã...não se iludam) o seguinte:

1. Sim, Size matters! Por favor! Não venham com histórias!!! Não, não é o facto de ser trabalhador e acrobático que conta! Conta o tamanho sim sra, e quem diz que não foi porque nunca teve o infortúnio de, numa noite que se esperava tórrida de paixão, se deparar com uma "pilita", fininha com ar fraquinho...e aquilo era o auge da sua pujança...e sim...foi mesmo como nas sitcoms: ..."o quê? já lá está?!....Oh my God!
 

E sim, as mulheres falam nisso. Não comparam com as amigas: "a pila do meu é maior que a pila do teu" mas gostam de poder dizer: "o meu é muito bem equipado". Obviamente que na categoria de "bem equipado" cabe um sem numero de dimensões...e não, não comparamos centímetros!

 
O Tamanho importa, mas, para cada uma de nós, um tamanho diferente tem percepções diferentes.

O que para mim pode ser muito, para outra pode ser muito pouco, é um facto! Agora que NINGUÉM me queira convencer que um "trabalhador" com menos que os 15cm dos mínimos olímpicos, é fabuloso...porque não vale a pena!

 
Tive uma colega de trabalho que após o divorcio se lembrou de adquirir um dildo, de proporções, que na época todas achamos épicas, mas a ela pareceu-lhe bem. Lá escolheu o dito, via Internet e até se deu um jantarinho para celebrar a chegada do novo "membro" à família...ora bem...30 cms com 5cm de diâmetro, que já no monitor nos tinha parecido abusado...era uma visão capz causar lágrimas em alguns olhos....

No dia seguinte ela lá confessou que não tinha conseguido "exercitar-se" por excesso de silicone mas com o passar das semanas, aos que nos informou "foi-se habituando"...e adorando cada cm!

 
Portanto meus amigos! O tamanho conta. Há muita boa moça que gosta deles grandes, há muito boa menina que gosta deles menos colossais, mas a questão do tamanho IMPORTA!

É um assunto que circula nas conversas entre amiga (intimas claro). É!
 

Agora o que não acontece de facto são comparações.
Homens, tranquilizem-se porque como já disse, a categoria de "bem equipado" abarca um leque variado de dimensões que nunca são compradas exaustivamente ao pormenor ou ao centímetro.
 

E a história de ser "trabalhador" que, é uma expressão que repudio terminantemente, é conversa para boi dormir.

A partir de determinada idade, o grau de exigência está bem estabelecido na mente feminina e menos que isso não é sexo. Trabalhadores são todos aqueles que vale a pena repetir. Trabalhadores somos todos, pois o objectivo final é satisfazer da melhor forma o nosso parceiro mas como quem corre por gosto não cansa, não se pode falar em trabalho sob pena de cunhar esse delicioso exercício com selo negativo.
 
E disse!
----------------------
 
Retirado de um blog fantástico que acabo de descobrir!.. o Sexo e a localidade



publicado por olhar para o mundo às 21:30 | link do post | comentar

Sexta-feira, 11.09.09

Afinal, o tamanho importa

 

Por Ingrid S. Kauffman

 

Assim como a juba do leão, a cauda no pavão e os chifres do alce, o pênis na espécie humana, e principalmente as suas dimensões, sempre foi e ainda é um fator de seleção natural, ainda que dissimulado na atualidade. 


Segundo evidências mundiais da mais remota antiguidade, as fêmeas da espécie humana sempre selecionaram seus homens pelos dotes físicos e também sexuais. 

Toda mulher se atrai, e sabe instintivamente que um pênis grande e volumoso proporciona mais intensas sensações de prazer sexual devido ao maior coeficiente de atrito, facilitando ao orgasmo, que por sua vez aumenta as chances de fecundação, dadas às geradas contrações em sucção que conduzem o esperma mais acima, ao útero. 

É um ardil da Natureza, que condicionou um maior prazer a uma maior possibilidade de fecundação. Soma-se a isso o fato de homens com os pênis avantajados serem mais seguros, arrojados e positivos, características que são atrativas ao sexo feminino. 

Tal preferência sexual das mulheres automaticamente excluía indivíduos de pênis pequenos, considerados mal dotados para o prazer do sexo e a reprodução, impedindo assim, naturalmente, que seus genes indesejados se transmitissem às futuras gerações. 

Segundo pesquisadores, tal seleção provocou como paliativo e resposta, a gradual utilização de roupas em muitas sociedades antigas que viviam mesmo em clima ameno, impedindo com que as mulheres tivessem facilidade em visualizar de forma crítica os órgãos sexuais dos pretendentes. Nasceu ainda nessas sociedades antigas, a repressão sexual da mulher, onde a mesma só deveria conhecer o sexo no casamento, para não poder comparar e novamente rejeitar os mal dotados para o sexo, além de garantir a herança genética familiar. 

Como compensação aos seus reduzidos dotes sexuais, os homens em questão procuraram desenvolver bens materiais, habilidades intelectuais e manuais para ofertarem às suas pretendentes. 

Há um consenso entre historiadores, que essa tentativa de compensação material foi uma das molas que impulsionou o desenvolvimento das sociedades de consumo atuais, bem como, de um comportamento agressivo e belicoso nas mesmas. 

É o fundamento da máxima: 

Repressão Sexual => Desenvolvimento Econômico => Guerreiros 

Porém, todos os artifícios criados através dos milênios para impedir essa seleção sexual primitiva pela mulher, voltam-se atualmente contra ela própria e o seu prazer. A falta da seleção sexual natural na espécie humana ocasionou com que as grandes maiorias dos homens atuais, de todas as raças, possuam pênis com dimensões inferiores às necessárias para propiciar um completo prazer às mulheres. Sendo que os bem-dotados tornaram-se uma minoria estatística. 

O comportamento sexual da mulher moderna ainda é em grande parte idêntico ao primitivo, e suas preferências, confirmadas pelas fantasias sexuais persistentes em todas as civilizações quanto a homens sexualmente avantajados, confirmam isso. 

Mas há fortes evidências que a seleção sexual pelas mulheres retomou o seu curso natural, na atualidade. 

Reiniciou-se nos anos 60, com a liberação sexual e a pílula anticoncepcional, fazendo com que as mulheres experimentassem e comparassem um grande número de parceiros sexuais. 
E nos últimos 20 anos, com o advento da Internet, onde a quase totalidade das mulheres de todas as idades, têm acesso a milhares de imagens comparativas e informações idôneas. 

Isso em soma tem gerado uma mulher mais agressiva sexualmente, mais seletiva e por vezes até irônica, para com seus pretensos parceiros considerados inadequados. Que ainda buscam, até inconscientemente, compensarem suas limitações sexuais com uma imagem de sucesso, carros possantes, casas suntuosas e altos ganhos financeiros. 

Todo homem mal dotado sabe instintivamente, que se uma mulher conheceu uma vida sexual prazerosa com um homem bem dotado, será quase impossível ocupar o mesmo espaço e intensidade de sentimentos no coração dessa mulher, mesmo com suas eventuais vantagens em carinho, dedicação e conforto material proporcionados. Ela sempre o comparará negativamente com o outro. 

Por parte da mulher, esse fato é dissimulado. Elas mentem e dizem que o tamanho do pênis não importa, e sim o tamanho do carinho, ou escondem o fato de terem conhecido homens mais bem dotados e desfrutado de prazeres mais intensos. Tudo pela necessidade de manterem seus relacionamentos, mesmo estando veladamente frustradas com ele nesse aspecto tão importante. 

Talvez a única resposta masculina possível a essa implacável seleção natural, reiniciada vigorosamente na atualidade, seja a de negarem-lhes o casamento ou a realização afetiva, fato que se evidencia no mundo todo, na grande proporção de mulheres executivas ou bem sucedidas financeiramente, que levam vidas solitárias ou sem constituírem as suas sonhadas famílias. 

 

Via Wiki



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