Terça-feira, 15.06.10

É búlgara, chama-se Bohza beer e foi criada só para aumentar os seios das mulheres. Porém, a ideia não é concorrer com o famoso silicone.

"Austrian Times" noticiou que o consumo da cerveja Bohza ajuda a aumentar o volume dos seios. De acordo com os seus produtores, a cerveja composta por farinha de trigo e levedura fermentada foi exclusivamente produzida com o objectivo de ajudar as mães recentes que tivessem dificuldades em amamentar o seu recém-nascido, sobretudo por terem um peito demasiado pequeno.

 

 

A empresa diz que centenas de mulheres garantiram ter aumentado o tamanho do peito depois de beberem a cerveja
A empresa diz que centenas de mulheres garantiram ter aumentado o tamanho do peito depois de beberem a cerveja
Kristian Gyosheve, porta-voz da empresa que produz a cerveja búlgara Bohza, confessou ao "Austrian Times" que centenas de mulheres, depois de terem tomado esta cerveja, contactaram a fábrica a assegurar que o volume dos seus seios tinha aumentado em um a dois tamanhos, o que torna os efeitos desta cerveja bastante reais.

 

O porta-voz da Bohza beer ainda garantiu que esta cerveja não vai ser comercializada com o objectivo de aumentar os seios femininos por razões estéticas, mas apenas para fins medicinais. A razão primordial é a saúde.

Algumas vantagens de trocar as cirurgias por canecas de cerveja

- Sairia mais em conta;

- Tornava-se mais divertido;

- Mais saudável;

- O peito aumenta naturalmente;

- Os maridos gostam desta ideia pela certa.

 

Pena é que, por enquanto, a comercialização desta cerveja "mágica" não está prevista. Quem sabe, um dia.

 

Via A vida de saltos altos



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Quarta-feira, 21.04.10

Desenganem-se as mulheres que julgam que os homens apreciam os peitos de silicone.

 

A moda de pôr silicone nos seios e transformá-los em autênticas "bolas redondas quase perfeitas" continua aí para durar. São inúmeras as mulheres que cada vez mais recorrem à cirurgia plástica, sobretudo à alteração do volume do seu peito.

A vida de saltos altos - Quem disse que os homens gostam de peitos de silicone?

Evidentemente que se uma mulher não se sente bem consigo mesma (seja por motivos de saúde, seja porque "saiu ao pai"), aí sim, até alguns psicólogos aconselham a tomar essa iniciativa para melhorar a auto-estima.

Porém, muitas outras mulheres, aparentemente com poucos ou nenhuns motivos de força maior, não hesitam em levar avante a ideia de quererem tornar-se mais atraentes sexualmente e, não raras vezes, chegam a exagerar no tamanho, acreditando piamente que os homens ficam caidinhos por peitos assim.

Já que eu própria me questionei se valeria ou não a pena arriscar numa transformação artificial desta natureza, decidi fazer uma pesquisa directa junto de homens de várias idades sobre o que preferiam: se um peito natural, se um peito artificial. As respostas foram, no mínimo, bastante curiosas:

A vida de saltos altos - Quem disse que os homens gostam de peitos de silicone?

André Santos, 37 anos - "Parece borracha não maniável."

João Coimbra, 43 anos - "Tenho receio que os mamilos possam saltar como se fossem tampinhas."

Anónimo, 57 anos - "Adorei a experiência, mas não gostaria que a minha mulher pusesse peitos daqueles porque receio que se ela os pusesse, outros homens iriam certamente olhar de froma atrevida, o que eu dispenso totalmente."

Jorge Assunção, 48 anos - "A minha mulher resolveu pôr implantes de silicone porque dizia que os peitos dela já pareciam figos. Concordei com a decisão dela, sobretudo porque vi que se sentia melhor. Incialmente adorava por ser novidade. Agora já sinto saudades dos peitos naturais dela, próprios da idade."

Alexandre Cardoso, 33 anos - "Esse assunto tem sido tema de conversa ultimamente lá em casa. A minha mulher quer muito fazer os implantes, mas eu estou-lhe sempre a dizer que gosto muito dos peitos naturais dela."

Tomás Cabrita, 27 anos - "Namorei com uma rapariga linda, mas quando lhe toquei pela primeira vez notei alguma coisa estranha. Havia qualquer coisa que não estava bem. Quando observei melhor, percebi que tinha costuras à volta dos mamilos. Senti-me incomodado."

Carlos Souto, 40 anos - "Confesso que tenho muito curiosidade. É uma fantasia."

Joao Dias 35 anos: "Gosto mesmo é de um peito macio com formato de pêra. Esse sim. É o peito dos meus sonhos."

Afinal de contas, silicone: sim ou não?

Vaidade exacerbada, futilidade, perigo de cancro (até porque podem surgir imensos efeitos secundários), homens que  consideram ser horrível ao toque e parecer estar a mexer em plástico. Tudo isto são exemplos ou motivos para não ter de gastar dinheiro para se tornar num ícone sexual falso, pelo menos avaliando por este prisma.

De resto, se se sentir melhor consigo mesma, e se se estiver nas tintas para o que os homens pensem, então vá em frente. Sinta-se a mulher mais sexy do planeta, com ou sem silicone.



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Sexta-feira, 22.05.09

Os perigos da beleza barata

 

Como quase todas as mulheres, Fiordaliza Pichardo só queria ser bela e por isso começou há alguns anos a levar injecções de silicone para lhe arredondar as ancas e as nádegas.


Não suspeitava que haveria de pagar um preço altíssimo pela aparência. Em Março, um dia depois de levar uma injecção, Fiordaliza Pichardo, de 43 anos, morreu de embolia pulmonar induzida por silicone.

O departamento de saúde de Nova Iorque teme que esteja a aumentar o uso ilegal de silicone como alternativa à cirurgia plástica. O centro de controlo de venenos da cidade recebeu, nos últimos dez meses, três chamadas de médicos que tinham tratado pacientes injectadas com silicone. Nos dois anos anteriores, tinha havido apenas dois casos semelhantes. 

Os responsáveis do departamento de saúde disseram que pode haver casos não registados, uma vez que os médicos não estão obrigados por lei a comunicar envenenamentos por silicone. O departamento está a planear enviar uma nota a milhares de médicos, avisando-os de que devem estar atentos a estes casos.

Nos Estados Unidos, a nível nacional, têm surgido notícias sobre intervenções para realce das ancas, desde o Nordeste até Miami, e a Food and Drug Administration (FDA, organismo que regulamenta medicamentos e alimentos) planeia também emitir um aviso sobre os perigos de tais práticas, segundo o porta-voz Siobhan DeLancey.

"Tudo indica tratar-se de um movimento semiclandestino, pelo que é difícil obter números", diz DeLancey. Disse ainda que a FDA iria encorajar as vítimas a manifestarem-se. "Para podermos documentar o problema", explica. 

Sem ressentimentos. As vítimas têm- -se visto enredadas numa indústria clandestina da beleza, onde se recorre a injecções do mercado negro como forma barata, rápida e de fácil acesso de insuflar mamas e alisar rugas. As injecções são muito populares entre latino-americanas e transsexuais, que possivelmente não podem pagar cirurgias plásticas convencionais.

Em 2007, Suhail Raoof, chefe de Medicina Pulmonar do Hospital Metodista de Nova Iorque, tratou uma mulher que sofria de envenenamento por silicone. Tinha-se apresentado queixando-se de falta de ar e disse aos médicos que tinha sido injectada com cerca de 500 ml de silicone em cada nádega cerca de meia hora antes.

Como o silicone não é visível em radiografias nem em tomografias, diz Raoof, é difícil chegar a um diagnóstico sem uma biopsia. Foi por dedução que os médicos diagnosticaram a causa dos sintomas da mulher, que sobreviveu. Fiordaliza Pichardo não teve a mesma sorte. A filha, Marines Rodríguez, de 19 anos, diz que a mãe começou a levar injecções de silicone há vários anos, depois de uma amiga lhe ter apresentado uma esteticista. Fiordaliza Pichardo acabou por confiar na mulher. "Via-a como uma amiga; nada podia correr mal", refere Marines Rodríguez.

Fiordaliza Pichardo levou a última injecção a 17 de Março e morreu no dia seguinte. Os médicos pensaram que ela tinha pneumonia e à família nem ocorreu falar nas injecções de silicone, que só a autópsia revelou.

O examinador médico considerou a sua morte um homicídio por ter sido injectada por alguém sem licença, mas Marines Rodríguez disse que a família não via razões para estar zangada. No dia após a morte da mãe, conta, a esteticista visitou a família para apresentar as suas condolências. "Não achamos que ela tenha feito de propósito", conclui.

 

Via ionline



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