Quinta-feira, 15.04.10

A "La Isla Presidencial" (A Ilha Presidencial), série-web criada por cartoonistas venezuelanos inspirada na norte-americana "Lost", está a fazer sucesso na América Latina. Nela, líderes dos vários países naufragam e vão parar a uma ilha deserta, na companhia de Hugo Chávez, Presidente da Venezuela, e de Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente do Brasil.

A animação já conquistou seguidores nas redes sociais Twitter e Facebook. Desde 23 de Fevereiro - quando foi para o ar -, o primeiro episódio já foi visto por mais de um milhão vezes. O segundo episódio, "La Pesca", lançado há poucos dias, vai no mesmo caminho.

Era uma vez...

 

Os desenhos animados, além de Hugo Chávez e Lula da Silva, Alvaro Uribe (Colombia), contam ainda com Cristina Kirchner (Argentina), Evo Morales (Colombia), Michele Bachelet (Chile), o Rei Juan Carlos I de Espanha, entre outros.

No primeiro episódio, Chávez e o boliviano Morales tem como banquete uma águia careca, e Lula da Silva convida a todos os líderes para um passeio de barco.

No segundo episódio da série, desenvolvida por ex-argumentistas de televisão agora responsáveis pelo site "El Chiguire Bipolar", Chávez faz um longo discurso enquanto os demais líderes entretêm-se a pescar. O Presidente do Brasil "passa pelas brasas" e..., ops!, cai no mar. No final, aparece Barack Obama, no alto de um coqueiro, a atirar um dardo com tranquilizante no presidente venezuelano.

Segundo Juan Andrés Ravell, um dos produtores executivos da série, o papel internacional de Hugo Chávez tem mais piada do que a sua actuação no âmbito interno da Venezuela. Daí a série estar a conquistar tanta audiência.

Os autores escolheram a Internet para escapar à censura do Governo. Em declarações à Reuters, disseram que nenhuma emissora de televisão teria coragem de divulgar a série. Em 2007, houve uma tentativa frustada na TV a cabo, mas o vídeo sofreu tantos cortes, que perdeu a graça.

 

 

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar

Quarta-feira, 28.10.09

CSI

Ambiente Matrix, efeito Bullet-time, personagens conhecidas das temporadas passadas congeladas no tempo. A sequência de abertura da décima temporada do CSI Las Vegas bateu o recorde da cena mais cara alguma vez gravada para televisão. Dura dois minutos e custou 400 mil dólares (268 mil euros).

Uma das coincidências surge a meio da sequência (1,18'): Laurence Fishburne, o actor que passou por efeitos técnicos de ponta enquanto mestre de Keanu Reeves em Matrix (no papel de Morfeo) desde a temporada passada que encarna o perito forense Raymond Langston. 

Via ionline

 



publicado por olhar para o mundo às 07:58 | link do post | comentar

Terça-feira, 15.09.09

Dr House é uma mulher?, na vida real sim!

 

Não são muitos os médicos que se podem gabar de ter uma entrada no Internet Movie DataBase (IMDB) com o seu nome - sobretudo aqueles que nunca representaram, realizaram ou escreveram para cinema e televisão. Mas a maior base de dados do mundo dedicada a filme e séries, encontra espaço para a doutora Lisa Sanders. Categoria? Aconselhamento técnico em 108 episódios da série norte-americana "Dr. House".


No episódio cinco da série quatro, chega ao hospital mais famoso de New Jersey Robert Elliot, um homem aparentemente saudável que não conseque parar de copiar os gestos, jeitos e doenças das pessoas à sua volta. O protagonista da série resolve rapidamente o caso - "é síndrome de Giovannini" - e o episódio prossegue com as habituais intrigas entre personagens principais e secundárias- este mete laxantes e outras trocas divertidas de comprimidos. O doente cura-se (os sintomas eram causados por uma infecção), mas a dúvida fica no ar: quem é que se lembra destas coisas? 

É aí que entra a doutora Lisa Sanders, médica, escritora, professora em Yale e pessoa especializada em lembrar-se destas coisas. "Ligaram-me a perguntar se estaria interessada em participar numa série sobre um médico arrogante, irascível e viciado em analgésicos", recorda Lisa Sanders ao i, "pareceu-me claro que o programa ia ser um fracasso, mas disse que sim". "Dr. House" vai agora para a sexta série (ver caixa) e colecciona prémios: três Emmy, seis Globos de Ouro, um BAFTA e um Peabody. A doutora Lisa Sanders, especialista em diagnóstico, enganou-se daquela vez.

Vocação adiada A chegada de Lisa à medicina foi tardia. Antes, trabalhou como produtora para um canal de televisão norte-americano num programa sobre saúde ("48 Hours") - trabalho que lhe valeu um Emmy, muito antes de "Dr. House". Um dia, ao ver um médico com quem trabalhava salvar um colega de morrer afogado, teve um clique: "Queria sentir aquele tipo de excitação." E salvar pessoas não é coisa que se faça a trabalhar num canal do cabo, das nove às cinco.

Trocou a televisão pela universidade, aos 33 anos, para se tornar na pessoa mais velha da turma. Em casa, depois de despir a bata branca, encantava os amigos ao jantar com as rocambolescas histórias de consultório. Os relatos chegariam mais tarde a um dos editores do "The New York Times", que lhe encomendou uma coluna sobre os mistérios da saúde chamada "Diagnosis". Quando se começou a planear a série "Dr. House", o nome da médica saltou para cima da mesa.

Lisa, 53 anos e mãe de família, não se identifica em nada com o sorumbático doutor campeão de audiências. O humor e caprichos de Gregory House não encontram paralelo nesta médica fanática por dietas que dá aulas em Yale. Apenas uma coisa têm em comum: "Tanto eu como ele adoramos resolver puzzles e desvendar mistérios." Tendo em conta os casos que vimos nos mais de 100 episódios da série, não estamos a falar de sudokus ou a edição de Verão da revista Cruzadex.

"Têm de ser doenças de diagnóstico difícil, mas aquelas com sintomas dramáticos funcionam melhor", aponta Lisa. E relembra o seu caso preferido, para refutar a ideia de que os diagnósticos de Dr. House são demasiado rebuscados ou fantasiosos: "Chegou-me um dia ao hospital uma rapariga que tinha começado com convulsões num restaurante. Fizemos testes e não encontrámos sinal de nenhuma doença até que descobrimos que ela fingia estes ataques - sofria do síndrome de Munchausen: uma patologia onde os pacientes imaginam os sintomas e representam-nos apenas para ficarem hospitalizados e serem o centro das atenções." 

Lisa não anda pelos corredores do hospital de bloco de notas na mão, mas os olhos e ouvidos estão sempre atentos à procura de material novo. O segredo para uma boa história de hospital é o mesmo de uma novela de detectives - não é por acaso que o doutor Gregory House foi comparado pelos produtores da série a Sherlock Holmes: uma história bem contada com um final onde se revela o o culpado. "Dá-nos aquela sensação de que o mundo em que vivemos afinal faz sentido", admite Lisa Sanders. "Que, no final, tudo se resolve. Quem não gosta de uma história com final feliz?"

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 10:40 | link do post | comentar

mais sobre mim
posts recentes

La isla Presidencial

CSI grava cena mais cara ...

Dr. House é uma mulher?

arquivos

Fevereiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Setembro 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Julho 2014

Junho 2014

Março 2014

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

tags

todas as tags

Related Posts with Thumbnails
blogs SAPO
subscrever feeds
comentários recentes
Moro no Porto gosta de saber se há este tipo de cu...
Olá Boa tarde eu ultimamente não sinto prazer sexu...
Gente me ajudem nao sei oq fazer eu tenho meu mari...
joga na minha conta entaomano
Eu es tou dwsssssssssvzjxjshavsvvdvdvsvwhsjdjdkddd...
Quero fazer uma pergunta referente ao tema e é pro...
fala comigo
Essa papelaria em Queijas da muito jeito chamasse ...
ai mano to nessa como faz???
Gostaria de saber oque fazer quando a criança nega...