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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

20
Jan11

Todas as edições da Playboy no iPad

olhar para o mundo

Todas as edições da Playboy no iPad

 

Hugh Heftner, fundador e administrador da Playboy anunciou na sua conta do twitter que todo o arquivo histórico da revista irá estar integralmente disponível no iPad, sem censura, já em Março.
A Playboy já dispunha de uma aplicação na App Store da Apple, mas com os conteúdos censurados. A aprovação de aplicações que implicassem nudez sempre foi recusada pela Apple e os contornos deste acordo ainda não são conhecidos.

 

Via Ionline

14
Jan11

“O Mosquito” nasceu há 75 anos

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A revista o mosquito nasceu há 75 anos

O primeiro número da mítica revista portuguesa de banda desenhada “O Mosquito” saiu para a rua a 14 de Janeiro de 1936. Chegou a vender 80 mil exemplares semanais no auge da sua existência e é uma referência única na história da BD em Portugal. Um grupo alargado de admiradores da revista e entusiastas da banda desenhada reúne-se amanhã em Lisboa num almoço comemorativo da efeméride.

 

 

A revista custava 50 centavos (metade de um escudo, a moeda da época) e os cinco mil exemplares de tiragem, considerável para a altura, esgotaram-se rapidamente – o mesmo aconteceu nos números seguintes – e a publicação continuou a crescer de semana para semana. Passou por vários ciclos editoriais e formatos, e conheceu mesmo uma periodicidade bissemanal (saía à quarta-feira e ao sábado) no período de 1942 a 1948. A cisão, neste último ano, entre os seus dois fundadores e principais animadores, António Cardoso Lopes Júnior (conhecido também por Tiotónio) e Raúl Correia, marcou o início do declínio da publicação, que saiu à rua pela última vez em 1953.

As razões deste curioso sucesso editorial, num pequeno país atrasado e com elevada taxa de analfabetismo, e numa época de grande asfixia política e cultural, continuam por explicar totalmente. José Ruy, autor português de bandas desenhadas que descobriu “O Mosquito” aos cinco anos de idade – e viria a colaborar nele intensamente anos mais tarde –, sintetiza com rara felicidade a reacção maravilhada de uma geração ao aparecimento da revista, num texto publicado na obra “História da BD Publicada em Portugal - 1ª parte” (Edições Época d'Ouro):

“Esse jornalinho funcionou para mim como uma janela aberta ao mundo e à fantasia; equivalia ao que hoje representa o ecrã da televisão.”

Para o historiador e crítico António Dias de Deus, “O Mosquito” é “o alfa e o ómega do jornalismo infantil português, do gosto juvenil, da aventura tornada imagem, da figura elaborando o gesto e a fala”, escreveu no mesmo livro. E o fascínio que provocou de forma duradoura tem a ver, segundo o mesmo autor, com a circunstância de aquela publicação ter sido “o espelho fiel dos jovens que o liam, enquanto estes começavam a entrever a realidade através do fluxo feérico da banda desenhada”.

Construções e novelas

Até 1941, a revista publicou “comics” ingleses com textos didascálicos (por baixo das imagens) e séries espanholas de humor (assinadas por Arnal, Moreno e outros). António Cardoso Lopes assinava as diatribes de Zé Pacóvio e Grilinho. Em 1942, no auge da guerra, “O Mosquito” reduz o formato para metade devido à falta de papel e é no decurso do ano seguinte que Eduardo Teixeira Coelho passa a colaborar na revista com capas, ilustrações e construções de armar.

As novelas de José Padinha, Raúl Correia, Lúcio Cardador e Orlando Marques surgem ao lado das bandas desenhadas inglesas e espanholas. É nesta fase que autores clássicos do país vizinho como Jesús Blasco, Emilio Freixas e Ángel Puigmiquel chegam ao conhecimento do público. O português Vítor Péon revela-se igualmente nesta fase que vai até 1948, considerado por Dias de Deus o período áureo de “O Mosquito”.

Em 1946 a revista regressa ao formato inicial, publicando as grandes criações de Teixeira Coelho. No ano seguinte, José Ruy começa a trabalhar na publicação a desenhar e litografar as cores. Entretanto, José Garcês e Jayme Cortez assinarão em “O Mosquito” as suas primeiras histórias significativas. 

Em 1948 dá-se a separação entre Raúl Correia e Cardoso Lopes. José Ruy publicará ali, finalmente, a sua primeira e única história, “O Reino Proibido”.

As duas últimas fases da publicação caracterizaram-se pelo aparecimento de dois fortes concorrentes, “O Mundo de Aventuras” e “O Cavaleiro Andante”. Apesar das dificuldades financeiras, ainda ali são apresentadas séries inglesas de qualidade como Garth (de Steve Dowling) e Buck Ryan (de Jack Monk), Terry e os Piratas (George Wunder), e autores franceses da craveira de Gigi, Marijac, Paul Gillon e outros. Mas os tempos já não são os mesmos. A revista saiu pela última vez em 24 de Fevereiro de 1953. Era “O Mosquito” nº 1412.

 

Via Público

08
Jul10

Jesus Cristo na Playboy portuguesa dita encerramento da revista .. aposto que a esta altura Saramago estaria a rir-se

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Capa de Saramago dita o fim da Plaiboy Portuguesa

 

A homenagem ao escritor José Saramago feita pela edição deste mês da revista “Playboy” está a causar polémica. A capa faz referência ao livro “O evangelho segundo Jesus Cristo” e mostra um homem vestido como Jesus Cristo junto a uma mulher nua.
Theresa Hennessy, vice-presidente da Playboy Entertainment, garante que a publicação das fotografias é “uma violação chocante das normas” e não teriam sido publicadas se a Playboy tivesse conhecimento antecipado. Em declarações ao site norte-americano Gawker, a responsável garante: “Devido a esta e a outras questões com os editores portugueses, estamos prestes a rescindir o nosso acordo.”
A edição de Julho da revista traz ainda uma das últimas entrevistas concedidas pelo escritor, que vivia em Lanzarote, nas Ilhas Canárias, desde que "O evangelho segundo Jesus Cristo" foi censurado pelo governo português.

 

Via IOnline

02
Nov09

Orsi Feher: a última contratação do Atlético de Madrid

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Orsi Feher

 

Quique Flores, ex-treinador do Benfica, voltou a Espanha para treinar o Atlético de Madrid, mas não foi sozinho.

Como companhia, Quique levou a namorada, a modelo e apresentadora de televisão Orsi Feher, irmã de Miklos Feher, antigo jogador do Benfica.

Orsi não esperou muito para começar a trabalhar: a modelo acaba de posar para a revista masculinaFHM.España.

Orsi tem 29 anos e conheceu Quique em Portugal, na altura em que o técnico espanhol treinava oBenfica. A modelo confessou à imprensa espanhola que pondera mudar a residência para Espanha, para estar mais perto do namorado. 

Via Ionline

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