Quinta-feira, 27.01.11

Ativa, passiva, relativa. Até que ponto faz sentido se rotular?


 

Os rótulos e os papeis sexuais
É preciso levar em conta que o sexo entre mulheres é algo muito maior do que o senso comum sugere, uma vez que a existência dos relacionamentos por si já demonstra que os padrões sociais e do senso comum foram quebrados, porém a coisa não é tão simples se obervada na prática.

 

Quando o casal está em sintonia e ambas estão felizes e tudo é perfeito, o problema é quando não existe uma sincronia entre as parceiras e o descompasso no relacionamento sexual acaba levando ao término da relação.

 

Há vários exemplos deste tipo de desacerto, mas vamos citar apenas alguns. Existe aquela lsbica ativa que não permite que a toque, mas sua parceira deseja tocá-la. Há também a lsbica que é só passiva e não deseja sair desta condição, não querendo tocar sua mulher, porém sua amada deseja ser tocada… E por aí vai!

 

Para solucionar problemas desta ordem, é sempre recomendado o diálogo e a transparência, porém é preciso ter mentes e corações abertos para descobrir novas formas de relacionar-se sexualmente, novas maneiras de dar e obter prazer. Obviamente desde que seja consentido e prazeroso para ambas, afinal não é interessante forçar sua própria natureza e seus verdadeiros desejos.

 

O tema sexualidade é amplo e apresenta inúmeras variantes e quando falamos de papéis sexuais não é diferente.

 

A lsbica pode ser exclusivamente masculina ou feminina, mas também pode apresentar uma mistura entre o masculino e o feminino com inversões de papéis. Apenas para elucidar, há a lsbica ativa, a passiva e a que é chamada por muitas de relativa.

 

lsbica ativa nada mais é do que aquela que conduz o ato sexual, a que assume a postura masculina. Normalmente quando assume esta postura de maneira rígida, não aceita ser tocada.

 

A passiva é aquela que é conduzida, ou seja, a que é tocada pela parceira ativa, e tem postura totalmente feminina na cama.

 

Já a relativa é a que assume os dois papéis, que permite tocar e ser tocada sem qualquer problema. Obviamente que cada papel é exercido de acordo com a sincronia do ato. O que a deixa em lugar confortável, uma vez que poderá relacionar-se tanto com ativas quanto com passivas e até mesmo com outras que sejam também relativas. São mulheres que até se relacionam com as que têm seu estilo padronizado (exclusivamente passivas ou ativas), por algum tempo, porém, normalmente não levam a relação adiante por muito tempo, exceções existem é claro, mas são exceções.

 

Há diferenciações entre papel sexual e identidade de gênero, sendo que esta última é a convicção íntima do ser, que pode ser masculina ou feminina, é como a pessoa se apresenta para a sociedade, como se veste, se comporta… E papel sexual que é como a pessoa se comporta sexualmente.

 

São diferentes uma vez que a lsbica pode apresentar vestimentas, comportamentos e posturas masculinizadas e não necessariamente desempenhar da mesma maneira na cama. E o contrário disso também acontece, ou seja, mulheres muito femininas, que adoram vestimentas femininas, usam salto alto, batons… E são exclusivamente ativas no ato sexual. Neste caso em especial há muitos casos de não serem percebidas socialmente como lsbicas, a não ser por pessoas que tem seu gaydar ativo, de tão femininas que são.

 

Para solucionar tais impasses é necessário que a pessoa assuma de forma equilibrada dialogar com sua parceira, sendo que ao verbalizar os sentimentos você cria maneiras para lidar melhor com eles. Desde que seja de maneira franca e sem cobranças e exposto de maneira saudável os reais motivos que estão atrapalhando a felicidade do casal. Se você ama sua mulher não deve haver problema em dar retorno do que é gostoso e o que não é, afinal a cumplicidade precisa existir.

 

Ter medo de perder a parceira e não demonstrar quais são suas reais necessidades, vontades e desejos não é o melhor caminho, porque assim você a cada dia estará se afastando da sua verdade interior.

 

Respeito é a alma do sucesso em qualquer tipo de relacionamento, portanto respeitar tanto a você quanto a sua parceira é imprescindível. Buscar novas maneiras de sentir prazer é importante, desde que não haja sacrifícios da outra parte comprometendo a individualidade.

 

É se os conflitos relacionados a papéis for algo constante e difícil de resolver sozinha é indicado buscar ajuda psicológica.

Recrie seus conceitos, permita-se experimentar, e não esqueça que seus reais desejos precisam fluir

 

Via Parada lsbica



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Terça-feira, 11.01.11

Amor total e liberdade sexual

 

Uma nova ética das relações entre homens e mulheres continua a abrir caminho. Esta ética não é imposta pela Igreja nem pela família, pela escola, pela moral ou pela lei

 

Até hoje, em todas as sociedades conhecidas, a actividade sexual foi regulada em pormenor pela sociedade e pela lei. Dos machos contava-se que desejassem todas as mulheres bonitas; das mulheres, pelo contrário, que se limitassem a desejar os homens que amavam ou então, por puro dever, se relacionassem sexualmente apenas com os maridos. No entanto, nos nossos dias este costume está a desaparecer. Muitíssimas mulheres dizem abertamente que quando vêem um homem que lhes agrada procuram não o deixar escapar. Exactamente como dantes os machos. Mas há também grupos de mulheres que procuram comportar- -se como antigamente os homens nos bordéis. Em algumas faculdades americanas, os rapazes festejavam o fim do ano contratando prostitutas que circulavam entre todos tendo relações com os que o desejassem, aplaudidos por todos os outros. Hoje também há raparigas que competem pelo maior número de rapazes com quem vão para a cama num ano escolar.

Isto leva-me a pensar que daqui a poucas dezenas de anos homens e mulheres poderão comportar-se como lhes apetecer, em público ou em privado, sem qualquer freio moral. No entanto, não quero com isto dizer que haverá uma promiscuidade total. Há, na realidade, uma força que se opõe a ela. Não se trata da Igreja, da família, da escola, da moral ou da lei. A única força capaz de lhe fazer frente é a paixão monogâmica, exclusiva e ciumenta. Mesmo que um homem e uma mulher se tenham habituado a ter relações sexuais promíscuas, quando se apaixonam desejam apenas a pessoa amada e não suportam que esta tenha contactos sexuais com outras.

O amor exige fidelidade absoluta. Uma mulher apaixonada escreve: "Não terei qualquer ligação com outro porque não quero estragar, conspurcar, os sentimentos maravilhosos que tenho por ti. Bastaria um contacto para poluir de forma irreparável a sua pureza. E o mesmo vale para ti."

É apenas porque existem a paixão e o amor totais que as pessoas continuam a casar-se, a viver juntas, a ter filhos. Mesmo que depois discutam e se separem. O sexo gratuito, que não tem regras nem freios, põe em causa esse amor, que resiste, que o rejeita, que o trava e obriga a disciplinar-se.

Do conflito entre o sexo promíscuo e o amor exclusivo está aos poucos a nascer um novo saber e uma nova ética do amor e do sexo. E eu tenho orgulho em ter passado a minha vida a escrever acerca deste assunto, que no futuro continuará a ganhar importância.

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 06.01.11

 

quemais eu quero, adultério

 

 

 

"Que Mais Quero Eu" ("Cosa Voglio di Più") é um filme italiano sobre adultério e as implicações que este teve na vida dos envolvidos.

O realizador, Sílvio Soldini, diz que é o seu primeiro filme inspirado numa história verídica, que a ideia lhe surgiu do caso de uma amiga, empregada de escritório, o que o remeteu para um contexto familiar, social e cultural muito específico.

A protagonista do filme, Anna (Alba Rohrwacher), vive nos arredores de Milão com o seu companheiro. Trabalha numa agência de seguros e diz-se realizada com o que faz. Parece ter cumprido tudo o que esperavam de si e ter uma vida satisfatória.

O nascimento da sobrinha faz crescer as expectativas de ela própria vir a ser mãe, uma perspetiva que faz crescer em si o sentimento de ter uma existência demasiado rotineira, desprovida de paixão.

Luxúria,  adrenalina e frustração

 

A sensação de insatisfação leva-a a insinuar-se perante Domenico (Pierfrancisco Favino), um atraente fornecedor de escritório que lhe surge à porta, surpreendendo-se a si própria com a sua capacidade de iniciativa.

Trocam números de telemóvel, sms, marcam um encontro e, após algumas hesitações de ambos (Domenico diz-lhe logo ter família e filhos), acabam a ter sexo num motel.

A luxúria e adrenalina da relação "ilícita" depressa começa a ser acompanhada pela frustração de todas as limitações que a situação acarreta, deixando-os profundamente divididos, com esse "algo mais" que ambos procuravam naquele envolvimento a revelar-se incompatível com o resto das suas vidas.

"Quando o cinema se debruça sobre este tema fá-lo frequentemente ocultando tudo o que existe no seu redor. Os personagens são, no fundo, livres no sentido em que não encontram quaisquer dificuldades. Centram-se assim apenas na sua história de amor e no seu adultério. Com os meus argumentistas, quis mostrar, pelo contrário, personagens reais", referiu o realizador Sílvio Soldini.

 

 

Via Expresso



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Sábado, 04.12.10

Os segredos da sedução

 

Toda a gente diz que a arte da sedução, tal como a bolsa de Tóquio, está em queda. Que agora já nem sequer há tempo para isso. Nem material que valha a pena atacar. Que os menores de 23 anos (e sabe-se lá se não mesmo os menores de 49) acham que se resume a um SMS de paixão directamente proporcional à ausência de vogais.

Mas a verdade é que eles andam aí. Os sedutores e sedutoras. Nem sequer tem que ser uma Nicole Kidman. Não, são os que andam aí ao pé de nós. A nossa melhor amiga. O carteiro. A prima Joana, que é horrorosa mas que tem admiradores a cair-lhe na caixa do correio como a nós cartas do banco. A gente olha e olha e não consegue descobrir onde está o segredo. Parece que têm íman incorporado A gente quer copiar mas connosco, não se sabe porquê, não funciona. Elas falam das férias na Carrapateira e batem a pestana e o gajo cai. A gente fala nas férias na Carrapateira e bate igualmente a pestana e o gajo desata a perseguir o empregado dos petit-fours. Porquê?

Decidimos tomar uma atitude e seguir a máxima: se não sabe, pergunte.Fizemos entrevistas exaustivas a algumas cobaias cuidadosamente selecionadas, que responderam prestimosamente na condição de se manterem anónimas (não se sabe porquê, talvez porque uma sedutora ainda tem laivos de bruxaria?) e aqui vos apresentamos os segredos de toda essa gente que anda por aí a arrancar corações como quem arranca a azeitona do vermute.

Passo-a-passo do ataque

Entrámos logo a matar: imagine que eu não dou uma para a caixa com os homens e quero ser sedutora. Que conselhos é que me daria? Há sempre desmancha-prazeres. "Nenhuns. Quando não se dá uma para a caixa com homens não adianta fazer nada a não ser esperar que apareça algum que ache graça a uma tipa que não dá uma para a caixa com os homens..." Eh...Pois... E se eu não quiser esperar?

Sair de casa é o primeiro passo, foi logo o primeiro conselho. Olha, obrigadinha. Mas admitamos que já estou em pleno bar numa sexta feira à noite farta de bater a pestana a torto e a direito à espera de um gajo que ache graça a uma tipa que (como é que era?) e nada. E então? Primeiro conselho: "Ser sedutor é uma característica, por isso dificilmente se pode ensinar alguém a sê-lo. Ou se é ou não se é." Ai que bom. Mal abri a loja vou já fechá-la.

Passo a outra cobaia: "Sê tu própria e naturalmente seduzirás alguém." Ah sim? Então por que é que até agora a coisa tem corrido tão mal? "O segredo está em gostares de ti própria, penso. É cliché, mas é verdade."

Fim da psicanálise. Conselhos concretos, não há? "Ter cabelo comprido e se possível louro. Eles são muito básicos e não resistem a uma loura." Estou a ficar um bocado desanimada com a perspectiva de obrigar as minhas sobrancelhas a enlourarem, mas enfim."Usar óculos escuros porque dá um ar misterioso, não rir histericamente em público, não parecer mais inteligente do que eles, desprezá-los: não telefonar no dia seguinte, nunca dar o primeiro passo, dizer que se vai ‘sair com uns amigos', mostrar um ar blasé mas também não demasiado blasé, porque senão a caça pode fugir."

Ai meu Deus. A caça? Não ser mais inteligente? Loira? Mas afinal estamos em que século? "Cavernas", respondeu-me logo uma. "Eles ainda não sairam das cavernas."

Mas não há ninguém que me diga qualquer coisa que não inclua prantar-me dez horas no cabeleireiro e sair um clone da Marisa Cruz (com sorte)?"Primeiro tens de gostar deles. Dos homens. Eles não significa eles todos. Tens de gostar do género masculino."

Estou a ver. De facto, eu é mais espinafres. Mas subitamente, começa a fazer sentido. "Não é evidente que a maioria das mulheres gostem do género masculino. A maioria quer um namorado ou um marido, mas não tem paciência para as coisas tipicamente masculinas. Gostar do género é gostar do que eles são: voz grossa, pêlos, músculos."

Pois. Cavernícolas. "O passo indispensável: olhá-los nos olhos. A maioria das pessoas baixa os olhos - apaga a magia - e termina ali o que poderia ser o começo de qualquer coisa muito divertida. Se sentires impacto, sorri. Com os olhos. Deixa que ele veja, porque o jogo da sedução é acima de tudo linguagem não verbal. É necessária empatia e química. Por outro lado, não se consegue seduzir sempre que se quer. Acontece."

Ó meu Deus, obrigada! Uma profissional! Adeus loirice! Adeus Marisa Cruz! Afinal tudo está dependente de meus magníficos olhos! (Pena não serem azuis...)

A primeira estocada

Agora que estou devidamente endoutrinada, aproxima-se o primeiro passo.Que emoção. Imaginem que vejo o loiro e o loiro já me viu, e mercê do meu olhar magnético e da minha subtil adoração de pêlos e músculos, consegui que não fujisse atrás do senhor dos petit-fours. E agora?

"Sobretudo, há que perceber que género de pessoa é a ‘vítima'. É do tipo que aprecia uma graça? - se bem que a experiência me diz que não há um homem que não aprecie uma mulher com humor - é do tipo que aprecia o mistério? É do tipo que aprecia a mulher discreta? Dependendo dele, eu assumo o papel e depois é só lançar charme."

Assumir o papel? Então e se ele for do estilo de apreciar pegas de caras e eu for vegetariana? Isto é mais complicado do que eu estava à espera.

"Acima de tudo, não começar a imaginar que bom seria ter um marido assim e se os filhos vão sair ao pai ou à mãe. Não compliques, não penses, não hesites. Pensa só no agora." Não sei se consigo. Não pensar é muito complicado, já dizia o Fernando Pessoa.

"Ele voltou a reparar em ti? Olha-te?" Não! Ameaça voltar-se e perguir o homem dos petit-fours! "Aproxima-te mais ainda." Mais só se lhe saltar para o colo... "Diverte-te". Não sei se consigo. "Diverte-o", Porquê? Não sou o Circo Chen...

"O olhar nos olhos é fatal mas geralmente dá asneira: ou se atrai um homem igualmente forte com quem se choca ou um xoninhas que precisa de uma rocha a quem se agarrar." Ai. Então? Já não sei se hei-de olhar para o loiro ou para o canapé de caviar. "Queres um conselho?" Sim, mas depressa que vem lá o carrinho dos doces. "Des-sexualiza a sedução. Queres mais sedutora que o sorriso do bebé para a mãe?" Descaio-me e faço beicinho. O loiro imaginário lança-me olhar horrorizado e foge entre a multidão.

Antes de escolher outro alvo, vamos ouvir o resto da dissertação que eu interrompi. Dizíamos então que a sedução não é necessariamente sexual. "Não te esqueças que fazemos isso diariamente com os nossos pais, amigos, chefes, com o homem do talho, o desconhecido ao telefone. É uma questão de sobrevivência social, afectiva, profissional, política. A sedução é apenas uma competência social que se adquire." Pois, então porque é que toda a gente me ama, os meus amigos são dedicados, o meu chefe me adora, o homem do talho escolhe para mim os melhores bifes mesmo sendo eu vegetariana, e o loiro me foge?

Aprender com Sherezade

Vamos voltar atrás. Tragam-me lá o loiro outra vez. Tragam também a cobaia experiente de há bocado, lembram-se, a dos espinaferes? O que ela diz é o seguinte: "Quando te sentes atraída, o jogo deve ser muito subtil. Não entres no território dele. A sensação de ameaça é tremendamente assustadora para eles." Ai coitadinhos. "Tu não queres casar, ter filhos, arruinar a conta bancárai dele." Só se não puder. "Tu estás ali a dizer com o olhar que ele é o homem mais atraente do mundo". Se conseguir esquecer-me do george Clooney e do Brad Pitt e daquele, como é que ele se chama, o do ‘Titanic'. "Mas não vais entrar no território dele. Estás ali e ele vai poder conquistar-te e tu brincando foges. Nada pode ser sério. Deve-se despertar o instinto de caçador dele, dar espaço ao sonho e à imaginação."

Pronto, despertei a imaginação. E agora? "Tu dás o teu telefone. Mas dizes que amanhã não estás em casa. Tu não lhe telefonas. Vais-te embora logo que a coisa comece a tornar-se interessante. Aprende com Sherezade, a mais sedutora de todas as mulheres: parava a história na parte mais interessante."

Não sei porquê, mas no que toca à Sherezade acho que devia ter mais a ver com os véus. Quanto a nós, a técnica, pelo menos, já cá canta: "Quando começares a sentir que estás tão interessada nele que vais começar a fazer disparates, imagina que tens outro de quem gostas e a quem estás a trair." Eu, a trair o George Clooney? Era lá capaz... "Garanto-te que ele vai sentir essa incerteza e isso é mesmo muito sedutor. O pai da Jackie O dizia-lhe que o segredo para ser sedutora era: porta-te sempre como quem tem um segredo." Ai Meu Deus. Parece que a minha avó regressou do Além de braço dado com o Senhor O. Avancemos uma casa, de qualquer maneira, para ver no que dá.

Ser ou não ser loira

Se calhar é qualquer coisa no meu aspecto. Já lá dizia Alexandre Frota que "quem gosta de beleza interior é decorador." Afinal, para ser sedutora é preciso ser bela? "Não. É preciso ser loira." Pronto. Voltamos à vaca fria. "Eles querem todos um troféu para exibir aos amigos, porque odeiam serem passados para trás. Só escolhem uma mulher feia quando são muito inseguros, porque preferem uma feia a não terem ninguém, ou então quando gostam verdadeiramente dela, mas para isso é preciso que a conheçam desde os três anos."

Estou a ficar cada vez mais deprimida. Mas vem lá pior. "Uma relação assemelha-se muito a uma ida às compras. Quando entras numa loja, eliminas logo o que nunca te iria interessar e deixas em mente aquilo que talvez sim. Geralmente, se já tiveste muita roupa já sabes o que te ica bem e o que não te favorece, o que te aperta debaixo dos braços e o que te faz parecer mal. A vantagem está em escolher qualquer coisa que te favoreça, que seja uma mais valia, e que eventualmente dê para conjugar com outras..."

Ai eu não acredito nisto. É melhor passar a outra área. Quem se deve evitar seduzir? "Uma mulher deve saber reconhecer aquilo a que eu chamo ‘homem com cara de quem bate nas mulheres'. São homens que, não sendo homossexuais, não gostam de mulheres. Também devem evitar os mulherengos, os viciados em shots hormonais ou que precisam intensamente de atenção."

E um melga. "Um melga não percebe porque é que não seduz, porque não está atento à linguagem não-verbal, ao desviar do olhar, ao sorriso amarelo, à impaciência... O engatatão que tenta caçar quem quer que seja, é um desesperado, e ninguém quer um tipo que quer qualquer pessoa. Também se deve evitar os indisponíveis, os carentes, os que estão à procura de uma mãezinha, o nosso melhor amigo e definitivamente, os que têm mau hálito."

E o retrato-robot do sedutor? "Confiança. Atitude. Uma voz firme e pausada. Um convite para jantar. Um ‘não tenho pressa' quando lhe perguntei se não era tarde. O olhar directo. Não ter de lhe explicar tudo. A inteligência. A cultura."

E que é dele?

Pensávam que nos estávamos a esquecer deles? Pois não esquecemos. Deixámos para o fim os heróis da fita. Sim, são eles, em pessoa, os sedutores-homens. Pormenor: tivemos muito mais sedutoras confessas do que sedutores. Por que será? Porque eles odeiam falar sobre isso? Porque são supersticiosos? Porque não entregam as armas? Em todo o caso, ainda encontrámos algumas cobaias masculinas que nos contaram alguns truques.

"Em primeiro lugar, não acredito que existam truques de sedução. Acho que é nos pequenos gestos que está a verdadeira essência."

Pois, mas mais detalhado, se faz favor. "Na maior parte das vezes, uma mulher desinibida deixa um homem pronto a fazer xixi pelas pernas abaixo. Eu pessoalmente gosto, mas a maioria dos homens prefere ser ele a apalpar terreno."

E não só. Pois, mas o que é que acontece quando eles não se mexem de onde estão? "A pedido de muitas famílias, aqui ficam algumas dicas aos candidatos a sedutores: observar a presa com um olhar fixo mas desinteressado (onde é que nós já ouvimos isto). As primeiras palavras são fundamentais. Convém levar uma primeira frase ensaiada, mas com o tempo pode viver-se da imaginação. Mais fácil será pedir  um amigo comum que os apresente, embora retire um certo charme À coisa. No caso da troca de números de telefone, esperar pelo menos três dias até fazer a chamada."

Ahhhh! Socorro! Npor favor, não façam isto em casa! Estão a ver por que é que os sexos não se entendem? Porque nós ao segundo dia já lhes perdemos o respeito todo e já estamos a achar que eles não têm tomates, e eles acham que três dias é um prazo perfeitamente aceitável para marcar um reles número de telefone!

Enfim. E mais tácticas? "Como dizer o grande Mister Mourinho (já cá faltava) temos de pensar sempre em nós próprios mas adequar a estratégia ao adversário. Jogar contra o real Madrid não será o mesmo que atacar o Carcavelinhos..."

Há quem discorde: "O verdadeiro sedutor não transforma o ritual num safari! O sedutor usa de sinceridade exagerada para atingir os fins. Ataca, mas com um fim honesto.". Ai se a minha avozinha e o senhor O estivessem aqui para ouvir isto... Nota: se alguém estiver interessada, esqueça. O rapaz é casado e bem casado.

Futebol e poesia

Ser bonita ajuda? "Claro. Mas para mim o verdadeiramente importante é que beba um gin tonic enquanto fala apaixonadamente da filmografia do Tim Burton; que tenha uma voz tão sexy como o corpo da Beyoncé; e que me convide para jantar e prepare uma lasagna de camarão. Com direito a sobremesa..."

Eh... Só isso? E porque é que a maioria dos homens não faz ideia de como se seduz uma mulher? É porque se sentem ridículos, porque estão genuinamente a leste ou porque não precisam?

"Porque partem do pressuposto errado de que o objectivo do jogo é levá-la para a cama. O homem precisa de seduzir porque está na sua natureza, mas está cansado das exigências das mulheres que são funsamentadas pelos anos de repressão que viveram."

Eh lá. E que dizm os outros? "A maior parte dos homens fala de carros, futebol ou trabalho, as mulheres querem que os homens lhes recitem poesia, escrevam linhas apaixonadas e lhes falem de mundos e sonhos paralelos. Há por aí muitos homens que não têm noção nenhuma disto, mas estes arranjam uma cachopa de aldeia e casam cedo, ou morrem solteiros gastando fortunas em call-girls."

Conclusão? Como dizia uma cobaia feminina, "eu acho que a sedução mais eficaz aparece sempre como uma surpresa. É quando uma pessoa é apanhada desprevenida que as histórias de amor acontecem. E aí, não tem nada  a ver com ser loira ou morena, esperta ou burra, alta ou baixa. É um susto, um ataque de coração. Acontece. Cada vez acho mais que temos é que estar na altura certa no lugar certo."

E se nesse dia pudermos estar sem borbulhas, melhor.

 

Via Activa



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Quarta-feira, 24.11.10

Como se manifesta o desejo sexual?

 

Homens e mulheres são despertados de formas diferentes para o desejo sexual. No homem, o desejo vem automaticamente por meio de um olhar mais atento sobre a mulher que ele deseja. Na mulher, o desejo vem da necessidade de uma aproximação que a faça se sentir desejada, que a estimule, excite, para sentir segurança nas atividades sexuais. O desejo surge espontaneamente com o envolvimento entre duas pessoas, sendo que estas devem estar em sintonia e ter chances de criar situações agradáveis. 

Prazer é uma emoção e um sentimento que se expressa individualmente; para a mulher, há uma forma particular de sentir e manifestar o prazer. O desejo sexual é como um apetite. Uma experiência que impulsiona qualquer pessoa a buscar ou tornar-se receptiva ao encontro sexual. Contudo, nem sempre essa experiência faz parte da vida de homens e mulheres, pois é comum o interesse por sexo diminuir devido a certos fatores considerados inibidores. 

Alguns problemas orgânicos como anemia, deficiência cardíaca ou hipotiroidismo podem gerar uma baixa no desejo sexual, como também o uso de determinadas medicações: anti-hipertensivos, tranquilizantes, drogas à base de estrogênio (para os homens). Neste aspecto, envolve cerca de 15% das causas do desejo sexual hipoativo. 

Na maioria das vezes, fatores de ordem psicológica são os mais frequentes, tais como: dificuldades no relacionamento com o(a) parceiro(a), ansiedades de desempenho sexual, baixa auto-estima, ressentimentos e mágoas, frustrações profissionais, sentimentos de não realização pessoal, entre outros. Às vezes a diminuição ou mesmo a ausência de desejo pode ser um sintoma de depressão, ou pode estar associada a problemas de adaptação psicológica a alguma doença. 

Outra fonte de inibição diz respeito à dificuldade em concentrar-se nas sensações eróticas durante o ato sexual. A pessoa tende a se perder em pensamentos, divagando em outros assuntos. Assim, a atividade sexual tende a tornar-se sem graça e desagradável, podendo ser evitada; qualquer um perde o interesse por algo que não seja atraente. Isso também ocorre em situações em que o(a) parceiro(a) apresenta pouca habilidade no contato, tanto no sentido emocional quanto fisicamente. Por exemplo: achar que a penetração é a melhor parte do sexo, esquecendo-se de que a exploração das zonas erógenas é um importante ingrediente; ou ainda preocupar-se em ter uma performance exuberante a ponto de transformar o ato sexual em uma videocassetada, ou em um show. 

Seja qual for o fator inibidor, a primeira providência é abrir um espaço para discutir com o(a) parceiro(a) a respeito do problema. O diálogo é fundamental, pois auxiliará na compreensão dos fatores inibidores, além de favorecer a uma maior intimidade. Se não for suficiente, uma terapia sexual poderá ser a solução. 

Eliane Marçal, psicóloga clínica e hipnoterapeuta

 

Via Bonde



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Sexta-feira, 12.11.10

o Sexo e o amor

 

Eles estavam casados havia cerca de 10 anos. Do relacionamento que começou regado a muito desejo e paixão, só restaram a amizade e a ternura. Nessa história fictícia, qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Que levante a mão quem nunca passou por uma situação similar ou conhece alguém com essa mesma história. Parece que todo casal está fadado a uma longa amizade após anos de relação. E nada mais. Será mesmo?
Apesar da perspectiva dramática e nada animadora, esse enredo pode até ter um final feliz. Pelo menos é o que garante o médico psiquiatra - e agora ator, ele interpreta a si mesmo na novela “Passione”, da TV Globo - Flávio Gikovate, em seu livro “Sexo”, recém-lançado pela MG Editores.
Segundo o especialista, são poucas as pessoas realmente satisfeitas com sua vida sexual. Isso acontece porque as expectativas são muito altas e, na maioria das vezes, fora da realidade. Entre os culpados, estão os filmes pornográficos que, explica Gikovate, exibem muitas situações irreais - por exemplo, mulheres que atingem o orgasmo somente com a penetração, ou seja, sem estimulação clitoriana.
O psiquiatra ressalta que o sexo é um fenômeno isolado do amor, ou seja, ambos não fazem parte do mesmo instinto e devem ser tratados de forma separada. Assim, é possível, segundo ele, amar alguém e não sentir desejo por essa pessoa e, da mesma forma, sentir atração sexual por alguém que não se ama.
Se o problema fosse só o ato sexual em si, em teoria, o problema poderia ser resolvido facilmente. Mas antes de o sexo acontecer, existe um sentimento essencial que dá início a todo o processo: o desejo. Gikovate explica que é comum que o desejo diminua quando os parceiros se casam, porque o cotidiano impõe muitos outros ingredientes negativos. “O sexo compete com o cansaço, com a TV, com os cuidados necessários para o bom encaminhamento dos filhos e com as preocupações com o dinheiro”, ele diz. “Além disso, a conveniência de ter o parceiro todas as noites na cama nos leva, por preguiça, a deixar o sexo para amanhã.”
Se não bastassem todas essas distrações, Gikovate cita, em seu novo livro, uma frase de Platão que complica um pouco mais a história: “Não se pode desejar o que se possui”.
Encontros no motel - Para superar tantas adversidades e reverter essa situação, só mesmo mudando o foco e trabalhando o lado psicológico. O psiquiatra sugere como remédio o bom e velho diálogo, acompanhado de algumas pitadas de iniciativa. “Cabe pensar, por exemplo, em encontros num motel, no uso de roupas mais sensuais por parte das mulheres, fantasias, e assim por diante. “O mais importante é que esses expedientes sejam feitos em parceria e não cada um por seu lado”, diz. Mas se nada disso funcionar ou nenhuma das partes tiver a iniciativa de mudar, o risco é outro, literalmente. Em muitos casamentos, a falta de desejo pelo parceiro pode acarretar consequências graves, como o fim do relacionamento ou o despertar do desejo por outra pessoa.
Bonzinho X Cafajeste - “Onde existem regras e proibições, sempre surgem os anseios relacionados à transgressão dessas mesmas regras”, explica Gikovate, em relação aos recorrentes casos de infidelidade tanto de homens quanto de mulheres. Entre elas, inclusive, é comum que se apaixonem justamente pelos “cafajestes”, como Gikovate descreve em seu livro. O motivo? Segundo o médico, esse tipo de homem é sexualmente mais interessante. “No sexo do desejo, prevalecem os cafajestes. No sexo romântico, prevalece a excitação”, destaca. “Se eu estou casado há 20 anos com a mesma mulher, evidentemente não morro de desejo por ela. O desejo virtual vai se desgastando no convívio, mas o prazer e a troca de carícias não se esgotam da mesma maneira”, observa.
O especialista ainda explica que, no amor, o sexo não é protagonista. Já no mundo da conquista, o sexo é sempre o personagem principal. “O cafajeste é o que tem mais cara-de-pau, fala mentiras, promete casamento e, com essa ousadia, mexe com a vaidade feminina”, destaca Gikovate. Para ele, nessas condições as mulheres se sentem tão estimuladas que acabam cedendo. “E os bobões que querem ser sinceros, aqueles que não mentem, se tornam irrelevantes. Mas isso também vai mudar, porque no mundo virtual, os cafajestes não se sobressaem”.
Independentemente de como a história pode vir a terminar, de maneira geral, Gikovate defende a ideia da pessoa sexualmente livre. “Corresponde à alegria íntima derivada do exercício da coerência, de sermos capazes de agir em concordância com o que pensamos”, conclui.

 

Via A Tribuna



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Domingo, 07.11.10

Está provado, eles não as entendem

 

Segundo uma nova pesquisa, homens e mulheres geralmente têm ideias completamente diferentes sobre o que exatamente ocorre na cama.

O estudo foi realizado com 5.865 pessoas na faixa etária de 14 a 94 anos, e ressalta o fato preocupante de que homens e mulheres, jovens e velhos, e até mesmo casais que estão juntos há muitos anos, não falam sobre sexo.

Os resultados apontam que os homens superestimam se sua parceira teve um orgasmo, e subestimam a sua dor. Enquanto 64% das mulheres relataram ter um orgasmo, 85% dos homens disseram que suas parceiras tiveram um. Além disso, cerca de 30% das mulheres afirmaram que o sexo era muito doloroso e, presumivelmente, os homens não sabiam disso, ou então, sendo os cavalheiros que são, teriam parado.

Segundo os pesquisadores, as pessoas lidam suas limitações sexuais com medo. Os casais não falam de sexo nem quando o relacionamento está bem, e quando as coisas estão indo mal, a comunicação é ainda pior. As pessoas não se sentem confortáveis em falar sobre suas necessidades e desejos sexuais.

Isso pode ser devido a um comportamento enraizado. A partir do momento que meninos e meninas têm cerca de 5 anos, eles são segregados em grupos de mesmo sexo. Os meninos brincam com meninos, meninas com meninas, e a sociedade impõe a mesma segregação natural quando chega a hora de falar sobre nossos corpos.

Ainda hoje, a educação sexual muitas vezes acontece em aulas com pessoas somente do mesmo sexo. A mensagem enviada é que é tabu falar sobre coisas do sexo masculino com o sexo feminino e vice-versa, de que forma que, no futuro, os casais não trocam informações.

O que podemos fazer é ensinar meninos e meninas desde cedo o que significa ser um bom amigo, como funciona cada sexo, o que é amor, como ser um bom namorado e uma boa namorada. Conversas sobre sexo não devem ser apenas entre pais e filhos.

Depois de adultos, as pessoas precisam pensar o que está por trás da relutância em falar sobre sexo. Por exemplo, pesquisas com mulheres que têm uma condição que resulta em dor quando sua vulva é tocada ou estimulada sentem que não estão sendo boas esposas. Portanto, o problema não é a dor em si, mas o medo da própria auto-percepção.

Outro exemplo é a razão pela qual os homens pedem sexo oral. Não é apenas por causa da sensação física. O pênis tem um significado incrível para o homem. Mas as mulheres não podem ser responsabilizadas por não apreciar a situação. Ainda assim, se as mulheres fazem para agradá-lo, essa honra faz com que eles se sintam muito bem.

Da mesma forma, os homens precisam entender melhor o significado maior da sexualidade feminina. A melhor saída é, claro, conversar abertamente e com franqueza. Bem como experimentar coisas novas. Os casais também têm que aceitar quando um parceiro faz uma sugestão.

Com a comunicação, ambos os parceiros podem obter o tipo de experiência sexual que querem. Por mais desconfortável que seja, o caminho é, aos poucos, começar a demonstrar suas vontades e desejos e aumentar a comunicação na cama para um vida sexual melhor

 

 

Via HipeScience



publicado por olhar para o mundo às 21:02 | link do post | comentar

Quarta-feira, 13.10.10

Sexo: Disfunção ainda é tabu

 

(São Paulo, BR Press) - A pesquisa Sexualidade e Saúde Masculina, realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia - São Paulo (SBU-SP) e conduzida pelo Ambulatório de Sexualidade, indicou que 86,95% dos voluntários estavam satisfeitos com a vida sexual. Os números também mostram preocupação em proporcionar prazer à mulher (33,93%) e falar sobre sexo com a parceira (31,09%). Porém, a disfunção erétil ainda é um grande tabu.

 

O estudo ouviu 3.026 homens em junho de 2010, com idades entre 16 e 90 anos, em cinco capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Goiânia e Salvador. Entre os aspectos abordados também aparecem a preferência por fazer sexo diversas vezes por semana (43,33%) e ter satisfação durante a relação (46,60%).

 

Maduros


De acordo com a coordenadora do levantamento, a sexóloga Carla Cecarello, discutir o tema com as parceiras acontece com mais frequência em homens mais velhos. "Essa é uma característica mais presente entre os homens casados, com mais de 30 anos e, geralmente, a conversa é iniciada pela mulher", explica.

Um assunto ainda evitado pelos homens é a disfunção erétil, apesar de estatísticas oficiais apontem para o fato de que mais da metade apresenta algum grau do problema, especialmente na maturidade.  A pesquisa mostrou que 81,36% dos participantes afirmaram nunca terem tido problemas de ereção.

"Embora ainda exista muita dificuldade do homem para admitir a disfunção erétil, é muito importante conscientizá-los de que isto pode ser um dos primeiros sinais de que algo não vai bem com a saúde", afirma Archimedes Nardozza Junior, presidente da SBU-SP. O urologista lembra que, atualmente, a comunidade médica considera o problema como um marcador de doenças cardiovasculares.

 

Via Yahoo Noticias



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Sábado, 09.10.10

Elas já não pensam em sexo

 

Rio - A  maioria das mulheres valoriza mais o carinho do que as relações sexuais em um relacionamento amoroso. Foi o que apontou uma pesquisa encomendada pela revista ‘Elle’ inglesa.

Na enquete, realizada pelo grupo Relate, 38% das participantes disseram que terminariam um relacionamento caso deixassem de receber apoio emocional do parceiro. E somente 2% dariam um fim no namoro ou casamento se o sexo fosse ruim.

Segundo a psicóloga que coordenou a pesquisa, Sally Brampton, apesar de as mulheres estarem mais modernas em alguns aspectos, ainda são muito tradicionais quando o assunto é carinho, companheirismo e compreensão. E mais: segundo avaliação da revista, que há 25 anos fez a mesma pesquisa com as leitoras, o comportamento feminino de fato mudou. À época, quase nenhuma mulher colocou intimidade e apoio emocional na lista de prioridades da relação.

O levantamento mostrou que quase 40% dos relacionamentos terminam devido a um distanciamento emocional do casal e que apenas 2,4% terminam por causa de uma vida sexual ruim.

O estudo também revelou que os homens colocam importância muito maior na vida sexual do que as mulheres. Enquanto elas medem a intimidade da relação pelas conversas e o lazer, eles avaliam a vida a dois pelo número de relações sexuais.

Os resultados também mostram uma tendência interessante. As mulheres estão se sentindo mais ameaçadas do que nunca pelas mensagens de texto e os e-mails.

“Não há dúvidas de que a internet está transformando a forma como um casal se relaciona”, concluiu Sally Brampton.

Mulher não terá ‘Viagra’

O laboratório alemão Boehringer Ingelheim anunciou ontem que parou de desenvolver o ‘Viagra’ feminino. A empresa não conseguiu convencer autoridades reguladoras dos EUA de que a pílula seria capaz de estimular a libido.

Quase 15% das mulheres voluntárias do estudo pararam de tomar os comprimidos antes do final do prazo do experimento, devido a efeitos colaterais como depressão, desmaios e fadiga.

Havia grande expectativa quanto ao sucesso comercial da chamada ‘pílula rosa’, voltada para mulheres antes da menopausa que tivessem redução acentuada do desejo sexual.

 

Via Dia Online



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Sábado, 02.10.10

Relacionamento duradouro reduz desejo sexual feminino

 

Relacionamento duradouro reduz desejo sexual feminino

 

 

Uma pesquisa alemã, publicada na revista científica Human Nature, revelou aquilo que muitos casais já sabiam. A maioria das mulheres tem diminuição do desejo sexual após anos em uma relação estável.



Cerca de 60% das mulheres entrevistadas afirmaram que queriam sexo frequentemente no início do relacionamento. No entanto, depois de quatro anos de união, esse índice caiu para menos de 50% e, depois de 20 anos, para apenas 20%.

A libido permanece inalterada para 60% a 80% dos homens, independentemente do tempo de relacionamento. Foram entrevistados 530 homens e mulheres.

Por outro lado, 90% das entrevistadas disseram considerar o carinho um fator importante no relacionamento, mesmo depois de anos de relacionamento. Ao contrário dos homens – apenas 25% disseram esperar carinho das esposas depois de dez anos de casados.

Para o psicólogo Dietrich Klusmann, principal autor do estudo, essa diferença pode estar relacionada à evolução humana. “As mulheres evoluíram para ter uma alta dose de desejo sexual no início de um relacionamento, com o objetivo de formar um vínculo com o parceiro. Uma vez consolidado esse vínculo, seu apetite sexual decai”.

Segundo Ângelo Monesi, psicoterapeuta especializado em terapia sexual e membro do Instituto Paulista de Sexualidade, é normal que a libido da mulher caia com o passar dos anos. “As mulheres se interessam mais por sexo no início porque coincide com a fase da paixão, que dura no máximo três anos”. Depois disso, o relacionamento vira amor ou amizade.

“Vejo casos assim todos os dias no meu consultório. A fantasia da mulher mais elaborada, ela precisa ser conquistada constantemente, ser assediada, elogiada. Se o parceiro não colabora, ela se desinteressa”.

É o que acontece em muitos casamentos, quando marido e mulher tornam-se apenas amigos. Por isso, cabe ao casal investir diariamente na relação para não deixar o amor esfriar. Você concorda?

 

Via ORB



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Quarta-feira, 21.07.10

Infidelidade

Nem sempre um affaire é o fim de um casamento, nem sempre um casamento é o fim de um affaire...Venha saber o que fazer se um desconhecido lhe oferecer flores.

 

 

A história de um affaire nunca é apenas a história de um affaire: é também a história de um casamento.

Desde que há casamentos que houve relações secretas. Desvantagem: quando nos acontece a nós, a antiguidade da ‘instituição' não nos comove... Vantagem: já não estamos sozinhas e a experiência de quem passou por isso ou estudou o assunto pode ajudar-nos. Vamos lá então saber o que fazer se o mundo todo parece que desabou na nossa cabeça (ou se nos preparamos para o fazer desabar na cabeça de outra pessoa...).

Pensamos sempre num traidor como um homem. Mas a verdade é que, nos tempos que correm, as traições acontecem tanto de um lado como do outro.

Há tantos tipos de ‘casos' como de casamentos. Os sites americanos são exaustivos na catalogação: há ‘casos' de aborrecimento, de falta de adrenalina, de falta de comunicação, de crescimento oposto, de oportunidade, de rotina, de tudo e mais alguma coisa, com e sem açúcar, como os iogurtes. Mas tanto no caso masculino como feminino, parece haver um denominador comum: os casos acontecem quando um ou ambos os elementos do casal têm falta de atenção da parte do outro. Tão básico quanto isso.

"Tenho neste momento um relacionamento que já dura há nove meses. Sou casada há seis anos e ele há 16", conta uma das participantes no fórum do site da ACTIVA, um dos mais concorridos e ‘sofridos'. O que começou como um flirt evoluiu para uma relação mais sólida, até que, confessa ela, "sinto que traio o meu amante quando estou com o meu marido, mas o oposto não"! A explicação já adivinharam: "O desleixo entre o casal, a falta de carinho, de respeito, de atenção...por que é que o nosso marido só repara que estamos bonitas quando um outro homem nos olha? Depois encontramos alguém que nos deixa com o ego no expoente máximo... et voilà!"

 

Amor ou ‘só' sexo?

Acabaram de ler o testemunho acima? Pelo menos, é honesto. Pois não calculam a quantidade de insultos que mereceu à ‘traidora'. A nossa sociedade aceita muito mal os ‘casos' femininos. Mas, afinal, se acontecem tanto, será porque, de facto, homens e mulheres não foram feitos para a monogamia?

"Pois não", concorda Pedro Frazão, psicólogo de casal e psicoterapeuta. "A monogamia da espécie humana não é natural à nossa espécie, é uma construção da sociedade ocidental. Mas houve uma mudança naquilo que é esperado de um casamento: antigamente, as pessoas casavam-se para unir os interesses de determinada família. Agora a afetividade é o principal motor de uma relação."

As relações dão para o torto porque o coração é volúvel, é isso? "Não sei se é assim. Na minha opinião, enquanto o comportamento sexual é volúvel, o amor tem caráter mais permanente."

Ah é? Então aquela cena clássica do marido apanhado que se desculpa com ‘ai amor, não significou nada, era SÓ SEXO!', é mesmo legítima?

"Quer por modelos culturais que interiorizámos ou por outra coisa, a sexualidade masculina é muito diferente da feminina", nota Pedro Frazão. "É mais frequente os homens conseguirem separar bem o sexo de uma relação afetiva. As mulheres, em geral, têm de ter amor para terem sexo." Pois pois...

Quando o casamento abre ‘brechas'

Quer seja sexual quer seja emocional quer seja as duas coisas, uma traição é uma traição. E acontece, segundo Pedro, pelas mesmas razões apontadas atrás pelo testemunho da ‘traidora': "Nos casais que me chegam, a infidelidade surge quando a relação foi deixando cair várias coisas pelo caminho. Quando existe a infidelidade, é porque já existe uma brecha naquele casamento."

Por vezes, um caso começa de forma ‘inocente: porque se conhece alguém na mesma situação de ‘brecha', porque se conhece alguém no trabalho com a mesma carência, dos cafezinhos a uma relação mais profunda é um passo, e é como o outro: antes de uma mulher conseguir dizer que não é dessas, já era.

 

Trair dá tanto trabalho!

Pronto: sou uma traidora. E agora? Conto ou não conto ao meu marido? "Depende - afirma Pedro -, se a pessoa se sente preparada para guardar esse segredo ou se isso gera demasiada angústia. Quer mesmo partir para outra relação ou não? Foi uma coisa pontual ou mais sólida?"

Geralmente, dizem os psicólogos, se não gera demasiada angústia e se foi uma coisa pontual, não vale a pena contar. Mas nem sempre as coisas são assim tão simples.

Assim por alto, tenho quatro hipóteses: 1- mantenho-me no modo ‘traição' em segredo; 2- acabo com o caso, mas não conto nada; 3- acabo com o caso e confesso tudo; 4- abro o jogo e saio do casamento.

Primeira hipótese: pouco prática. Já pensou na estafa que é hoje em dia manter o que quer que seja em segredo? Tudo se sabe! Aliás, um estudo da Universidade da Geórgia prova que, ao contrário da ideia tradicional de um affaire como uma aventura emocionante cheia de escapadinhas românticas e fantásticas cenas de cama, pode em vez disso ser um desgastante gerador de stresse e angústia aos envolvidos. "Se no início o segredo pode aumentar a excitação, todos os estudos provam que, se se prolongar, a própria necessidade de segredo vai degradar a qualidade da relação."

Em resumo: dá uma trabalheira manter uma relação secreta, ou pelo menos mantê-la por muito tempo, pela simples razão de que manter segredos de qualquer espécie é sempre complicado.

 

Separar ou não?

Muitas pessoas se confrontam com a pergunta: ponho fim ao casamento ou fim à relação? "Um casamento não tem de ser para sempre", afirma Pedro Frazão. "Deve assentar na igualdade e na liberdade, e as pessoas devem estar juntas enquanto existir afeto e vontade. Tal como formaram um projeto familiar, também podem desfazê-lo."

Mas antes de partir logo para outra, medite bem se é mesmo aquilo que quer. "Achando perfeitamente legítima a ideia de separação, também acho que não existe muito hoje em dia a ideia de que manter uma relação exige cedência mútua, flexibilidade e muito trabalho."

 

Confrontar um traidor

Então, e se não for eu a traidora, mas ele? Como é que se desmascara um traidor? Não se arme em detetive, aconselha o site www.infidelity.com. "Se suspeita fortemente que o seu marido anda a ter um affaire, geralmente o seu instinto está correto." O tratamento de choque exige coragem: pergunte-lhe diretamente. Mas antes de o fazer, pergunte duas coisas a si própria: quer mesmo saber a verdade, ou vai só na esperança de ouvir uma negação? Está preparada para abandonar a relação se for preciso?

Depois, pergunte-lhe calmamente, numa ocasião em que ele não possa fugir. Ele pode sempre negar? Pois pode. Mas um casamento em que há uma suspeita de infidelidade é um casamento que, mesmo que ele não ande de facto com a Sãozinha do marketing, já não está saudável.

Pode apetecer, mas não interessa apanhar-lhe a lista das autoestradas por onde ele andou ou o extrato do multibanco ou mensagens de telemóvel: dedique-se a salvar o casamento, se é isso que quer.

E depois? Perdoamos ou não? Mais uma vez, depende: querem mesmo continuar juntos, ou não? Claro que, por muito que custe ao outro, basta que um não queira para já não haver tango nenhum para dançar...

 

Tudo pode ficar melhor

Casa (quase) roubada, trancas à porta? A ideia é que o casamento, se sobreviver, se torne ainda mais forte. Tem de estar preparado para reagir às adversidades da vida em vez de quebrar ao primeiro embate. E tem de ser alimentado. "Não é preciso fazer coisas muito especiais", nota Pedro Frazão. "É, por exemplo, lembrar-se de que a pessoa gosta de chocolate e passar pelo supermercado antes de chegar a casa."

Valorize a intimidade que se constrói com os anos de relação: "O que se ganha numa relação duradoura e estável é uma grande cumplicidade emocional." E, acima de tudo, dar espaço ao outro para ter o seu mundo. "Há casais que acham que têm de fazer tudo em conjunto. Isto estoira com qualquer relação, porque as pessoas têm interesses diferentes e precisam de outros interlocutores. Senão, corre--se o risco de deixar de ser um casal e passar a ser uma irmandade..."

Conclusão: "As pessoas têm de saber que são responsáveis pelas escolhas que fazem, e têm de as assumir." E não se esqueça: leve-lhe um chocolatinho de vez em quando.

 

Via Activa



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Sábado, 12.06.10

Abaixo a ditadura do orgasmo

 

Foram muitos beijos, arrepios, mãos por todo corpo, cabelo com cheiro de shampoo, nuca com perfume, roupas de colegial, acampamentos com direito a lual, bola de chiclete, um filme bom, sorvete com cachaça, cachoeira no fim de semana, o violão da turma, peles bronzeadas, suor de praia, peles com creme de morango, suor de academia, motelzinho na hora do almoço, muitas transas boas e muito chimarrão.

 

Cada show novo uma nova paixão, vaca atolada, e fogão a lenha. A noite do noivado, o cheiro de tinta do apartamento novo, o dia me que me senti a mulher mais amada do mundo.
Todas minhas transas foram lindas, especiais e simples.
Simples como é a vida, como dormir quando se está com sono, como urinar quando se está apertada, como enjoar depois de um mau cheiro, como gemer saboreando aquela mousse de chocolate.
E agora vêm as feministas dizendo que sexo só é sexo se eu tiver três segundos de contração no músculo vaginal.
Que tenho que separar as sensações de ser tocada no clitóris, na vulva, no períneo ou no ponto g.
Que para ser uma mulher sexuada eu tenho que aumentar meus seios com próteses de borracha e ter uma perna musculosa igual a dos cavalos.
Que não tenho mais direito de ter prazer. 
Que tenho obrigação de ter prazer. 
Que tenho o dever de mostrar aos meus parceiros que tenho momentos extremos de prazer.
Pior, agora querem que eu tenha momentos múltiplos desse prazer.
Me ensinam passo a passo “Dez maneiras incríveis de se chegar lá”.
Na busca da igualdade comercial com os homens, estamos desconstruindo o feminino e nos igualando aos homens que sempre foram domesticados a virar máquinas de fazer sexo, sempre prontos pra tudo.
Daqui a pouco vão dizer que se não fazer sexo ali, a toda hora, sou brocha, bicha.
Mulheres felizes, conto com vocês para me ajudar neste protesto:
“Preocupem-se com o caminho e não com a chegada. Diga não à ditadura do orgasmo”.

 

Via Mundoela



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Domingo, 11.04.10

A mulher do amigo é homem, então e a filha?

 

Arranjou-a bonita, sim senhor. Se me tivesse perguntado antes, dir-lhe-ia que nem pensasse em tal coisa. Porque, não me venha cá com histórias, só nos envolvemos com quem queremos envolver-nos, e não há testosterona ou lindos olhos que nos desviem do que nos convém. O amor não é nem altruísta nem desinteressado.

Por outro lado, não há nenhum mal no relacionamento em si, pois, sendo os dois adultos, pouco interessa que um seja mais adulto que o outro; é a percepção que as pessoas têm, especialmente o seu amigo e pai da menina, que constitui um problema sério. Desde já lhe digo que ele, a não ser que seja muito à frente, não vai levar a coisa a bem, nem pouco mais ou menos. Se você andasse com a mulher dele, provavelmente sentir-se-ia menos traído. É assim a natureza do homem. 

Antes de mais, certifique-se de que ela gosta mesmo de si e não está apenas a querer chatear o pai, que lhe perdoará a ela mas nunca o desculpará a si.

Se realmente a coisa é séria, vai ter de falar a sós com ele, e o mais depressa possível (se a coisa não for séria, então é um inconsciente e não precisa de conselhos, nem os merece). Não espere que lhe perdoe e aceite a coisa, mas mostre um mínimo de dignidade e aguente estoicamente a cena desagradável que fatalmente irá ocorrer. Claro que lhe vai dizer que gosta muito dela, que lutou contra a aproximação e que se sente envergonhado, mas nada do que disser anula o facto de que anda a dormir com a sua querida filha, para quem ele queria o melhor - e o melhor certamente não incluía um companheiro de farra com idade para ser pai dela. Não tente sequer a conversa de continuarem amigos, pois quem vai decidir se continuam é ele, e decidirá que não. 

Aconselho-o a mudar de bairro e a só aparecer quando tiver um filho nos braços, um lar montado e uma dedicação canina estampada no rosto. Um dia, daqui a muitos anos, pode ser que ele aceite.

A amizade está perdida; veja se a está a trocar pelo verdadeiro amor, ou vai acabar sem uma nem outro.

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 25.03.10

Os portugueses e o sexo

 

sexo ocasional é entendido pelos europeus como uma experiência, uma aventura que proporciona sensações novas e estimulantes. É positivo, na medida em que não exige uma ligação sentimental com o parceiro, nem tão pouco explicações ou, mais importante, não requer umcompromisso de fidelidade.
Defendem os europeus que, nas relações ditas sérias, é mais fácil cair em rotina ou tédio.
As conclusões são da marca de preservativos Control que entrevistou, entre Espanha, Portugal e Itália, cerca de três mil pessoas sexualmente activas, com idades compreendidas entre os 14 e os 50 anos.
E perante as respostas dos inquiridos, a marca concluiu que os espanhóis (homens e mulheres) encaram a sexualidade de uma forma muito mais liberal do que os portugueses e os italianos. Isto porque em Portugal e Itália preferem-se as relações estáveis. Em Espanha, por outro lado, são mais os adeptos de encontros ocasionais do que aqueles que querem “assentar de vez”.

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 03.02.10

Casas de banho separadas, o segredo de um casamento feliz

 

 Um dos segredos para um casamento feliz? Casas-de-banho separadas. Segundo o britânico The Times, o número de casais à procura de casa e que estabelece como prioridade máxima o mínimo de dois WC, tem aumentando consideravelmente nos últimos anos. A tendência é confirmada por algumas celebridades de Holywood: Catherine Zeta-Jones e Michael Douglas, por exemplo, defendem que “casas-de-banho separadas são a chave para um casamento feliz”.

Outros casais há que não receiam a partilha da intimidade (e higiene) e, por isso, dividem o espaço de banho sem nenhum tipo de preocupação.

 

Via Ionline



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Segunda-feira, 28.09.09

Porque é que as mulheres tem sexo?

 

 Antonio Banderas, Brad Pitt e George Clooney dizem-lhe... alguma coisa? Se sim, saiba que a empatia encontra explicação na Biologia. Quando se trata de escolher um parceiro sexual, as qualidades genéticas têm um peso importante para as mulheres, que inconscientemente começam logo a imaginar uma prole cheia de saúde (daí também gostarem de homens com casas grandes). Mas esta é só uma das mais de duas centenas respostas encontradas pela psicóloga clínica Cindy Meston e pelo psicólogo evolucionário David Buss para a pergunta: "What Turns Women On?".

Para escrever o livro "Why Women Have Sex", os autores entrevistaram 1006 mulheres em todo o mundo e conseguiram isolar 237 motivações femininas para o sexo. "Para se promoverem, por dinheiro, por droga, para negociar, por vingança, para recuperar um parceiro que as enganou. Para se sentirem bem. Para fazerem os parceiros sentirem-se mal", explica Meston num artigo do The Guardian.

As razões vão das altruístas às realmente más, contam os autores, que, à volta do mundo, encontraram quem tivesse por motivação transmitir doenças contagiosas.

Já gostar muito de um homem tipo Clooney e acabar casada com um espécime diferente também pode ser considerado um "negócio". Segundo os autores, estes homens tendem a ser infiéis, uma vez que têm uma "agenda genética" diferente das mulheres - querem engravidar o máximo possível de mulheres saudáveis. Trocam-se assim as mais-valias genéticas por exclusividade.

A análise concluiu ainda que uma das motivações mais comuns para o sexo é o prazer físico. As mulheres utilizam depois as relações para expressar amor, conquistá-lo e tentar mantê-lo.

O sexo como moeda de troca é também bastante comum, atestam os autores. "O peso da economia nas motivações sexuais surpreendeu-me. Não só na prostituição. A economia no sexo entra até nas relações normais. As mulheres têm sexo para que o homem corte a relva ou vá meter o lixo à rua. Troca-se sexo pelo jantar", diz David Buss.

Sexo para curar dores de cabeça ou menstruação é também uma terapêutica habitual.

Meston resume: "As mulheres usam o sexo em todas as fases de uma relação".

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 21:32 | link do post | comentar

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