Domingo, 03.04.11

Fantasia sexual

 

Uma das maneiras mais gostosas e interessantes de se apimentar a relação é fazer uso das fantasias sexuais. O objetivo é liberar a criatividade do casal, colocando um fim na rotina, além de ajudar muito a mulher a descobrir sua sensualidade, colocando para fora a deusa do sexo existente em toda mulher.

O que é uma fantasia sexual? A fantasia sexual pode ser entendida como sendo um conjunto de imaginações referentes a sexo que trazem estímulos para o prazer. São representações mentais, em que a pessoa se vê protagonista de situações que a estimulam e despertam os seus desejos mais ardentes.

Segundo Joseph LoPiccolo, autor do livro “Descobrindo o Prazer”: “A fantasia sexual é um meio de envolver o corpo e a mente para o prazer sexual”. Por que é bom ter fantasias sexuais? São indispensáveis para a relação, pois têm grande capacidade afrodisíaca e servem de estimulantes para a relação sexual.

As fantasias sexuais ajudam a potencializar a sexualidade trazendo formas novas de viver a relação; ajuda na busca de um prazer maior; estimula as idéias sobre situações; ajuda no modo de se produzir tornando-se mais atraente e se sentindo mais segura. Tudo isso acaba melhorando a auto-estima do casal. Eles se tornam cúmplices um do outro e se tornam cada vez mais íntimos, melhorando muito o relacionamento.

Segundo especialistas, as fantasias sexuais quando bem aproveitadas ajudam a desenvolver a sexualidade e permitem que as pessoas desafiem tabus.

Segundo pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana (SBRASH), com 200 homens e 832 mulheres entre 16 e 59 anos, todos têm fantasias sexuais. É inerente ao ser humano, independente de idade. São reflexos saudáveis das necessidades e desejos não satisfeitos por imposições e repressões de uma sociedade conservadora.

Geralmente as fantasias masculinas dão ênfase ao contato erótico e na relação sexual em si. As fantasias que traduzem o desejo de sexo são as preferidas pelos homens. E traduzem sempre a afirmação da masculinidade, ou seja, “o ser bom de cama” , “o máximo”.

Segundo a pesquisa feita pela SBRASH, as fantasias preferidas dos homens são:
- Transar com duas mulheres ao mesmo tempo; (47%)
- Fazer sexo com mulheres famosas; (21%)
- Fazer sexo em grupo;(12%)

Enquanto o homem se excita com algo que se relacione diretamente com o sexo e o poder masculino, a mulher é mais romântica, ela vai ligar a fantasia a lugares e situações românticas.

Mesmo a mulher bem sucedida profissionalmente, a mulher moderna, deseja ser amada e se imagina em situações cheias de amor e desejo. Geralmente as fantasias femininas dizem respeito aos respectivos parceiros. Até nas fantasias as mulheres são mais fiéis aos sentimentos.

A pesquisa revelou que as principais fantasias femininas são:
- Fazer sexo em lugar romântico (cabana, praia, lago) – 36%
- Fazer sexo com homens famosos – 24%
- Fazer sexo dominada pelo parceiro – 13%

Não importa qual seja a sua fantasia, o importante é respeitar seus limites. Se o casal estiver bem sintonizado a fantasia vai funcionar muito bem. Agora se o parceiro ou parceira não concordam, pode ser frustrante. Por isso o casal precisa estar sempre dialogando sobre o que é bom para os dois, inclusive o local para realização da fantasia.

Quando o assunto é sexo em lugar inusitado, o elevador é campeão. Embora haja situações mais apimentadas, também a prática cotidiana, como lugares diferentes na própria residência também podem ser uma ótima fantasia.

Não importa qual seja a sua fantasia sexual, o importante é vivê-la da melhor maneira possível.

 

Via Vila Mulher



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Quinta-feira, 03.03.11

Orgasmos múltiplos

Ter um orgasmo durante a relação sexual ainda passa longe da vida de muitas mulheres, quem diria orgasmos múltiplos. O orgasmo feminino, definido pelo ápice de prazer e pela contração vaginal, é por si só mais complexo que o do homem, não tem um padrão, pode ocorrer um único e intenso, vários menores ou as duas situações juntas.

 

Segundo a urologista e terapeuta sexual Sylvia Faria Marzano, os orgasmos múltiplos são continuações dos picos de prazer com a manutenção da excitação, sem a necessidade de intervalos entre um orgasmo e outro.

Os orgasmos múltiplos não ocorrem nos homens, já que após a ejaculação ocorre neles o chamado período refratário, fenômeno fisiológico que dá o relaxamento necessário para que eles possam reiniciar a atividade sexual.

Apesar dos avançados estudos científicos, ainda não há nenhuma tese ou pesquisa que explique se há alguma predisposição biológica ou emocional da mulher para os orgasmos múltiplos. Aflorada de diversas maneiras, essa sensação varia de mulher para mulher.

“Não existe um só tipo de orgasmo feminino. Cada mulher tem o seu próprio orgasmo. Ela aprende com a idade e com a experiência a vivenciar cada vez mais intensamente o prazer. Algumas mulheres nem conseguem saber se têm orgasmo pelo mito de que deveriam ‘ver estrelas’, ‘ouvir sinos’ ou coisa parecida. São raras as mulheres que têm orgasmos múltiplos, isso faz parte de um aprendizado”, garante a especialista.

As mulheres que têm a sensação de orgasmo múltiplo não necessariamente têm mais prazer que as mulheres que têm um único orgasmo. Não há padrões. Intimidade, respeito, carinho, tesão, diálogo, autoconhecimento e principalmente muita vontade formam a receita para a mulher “chegar lá”.

Independente da resposta sexual, o que não é recomendado é a simulação do orgasmo. Essa prática em longo prazo trará desconforto emocional, além de atrapalhar o relacionamento, pois o diálogo com o parceiro sobre o que te satisfaz sexualmente, ou então, o que a impede de alcançar o orgasmo, é fundamental para uma vida sexual plena. Não espere que ele adivinhe tudo. É preciso dar dicas de como sente maior prazer.

 

Via Vila dois



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Terça-feira, 12.10.10

Fantasias sexuais

 

Uma das maneiras mais gostosas e interessantes de se apimentar a relação é fazer uso dasfantasias sexuais. O objetivo é liberar a criatividade do casal, colocando um fim na rotina, além de ajudar muito a mulher a descobrir sua sensualidade, colocando para fora a deusa do sexo existente em toda mulher.

O que é uma fantasia sexual? A fantasia sexual pode ser entendida como sendo um conjunto de imaginações referentes a sexo que trazem estímulos para o prazer.

 

São representações mentais, em que a pessoa se vê protagonista de situações que a estimulam e despertam os seus desejos mais ardentes.

 

Segundo Joseph LoPiccolo, autor do livro "Descobrindo o Prazer": "A fantasia sexual é um meio de envolver o corpo e a mente para o prazer sexual". Por que é bom ter fantasias sexuais? São indispensáveis para a relação, pois têm grande capacidade afrodisíaca e servem de estimulantes para a relação sexual.

As fantasias sexuais ajudam a potencializar a sexualidade trazendo formas novas de viver a relação; ajuda na busca de um prazer maior; estimula as idéias sobre situações; ajuda no modo de se produzir tornando-se mais atraente e se sentindo mais segura. Tudo isso acaba melhorando a auto-estima do casal. Eles se tornam cúmplices um do outro e se tornam cada vez mais íntimos, melhorando muito o relacionamento.

Segundo especialistas, as fantasias sexuais quando bem aproveitadas ajudam a desenvolver a sexualidade e permitem que as pessoas desafiem tabus.

Segundo pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana (SBRASH), com 200 homens e 832 mulheres entre 16 e 59 anos, todos têm fantasias sexuais. É inerente ao ser humano, independente de idade. São reflexos saudáveis das necessidades e desejos não satisfeitos por imposições e repressões de uma sociedade conservadora.

Geralmente as fantasias masculinas dão ênfase ao contato erótico e na relação sexual em si. As fantasias que traduzem o desejo de sexo são as preferidas pelos homens. E traduzem sempre a afirmação da masculinidade, ou seja, "o ser bom de cama" , "o máximo".

Segundo a pesquisa feita pela SBRASH, as fantasias preferidas dos homens são:
- Transar com duas mulheres ao mesmo tempo; (47%)
- Fazer sexo com mulheres famosas; (21%)
- Fazer sexo em grupo;(12%)

Enquanto o homem se excita com algo que se relacione diretamente com o sexo e o poder masculino, a mulher é mais romântica, ela vai ligar a fantasia a lugares e situações românticas.

Mesmo a mulher bem sucedida profissionalmente, a mulher moderna, deseja ser amada e se imagina em situações cheias de amor e desejo. Geralmente as fantasias femininas dizem respeito aos respectivos parceiros. Até nas fantasias as mulheres são mais fiéis aos sentimentos.

A pesquisa revelou que as principais fantasias femininas são:
- Fazer sexo em lugar romântico (cabana, praia, lago) - 36%
- Fazer sexo com homens famosos - 24%
- Fazer sexo dominada pelo parceiro - 13%

Não importa qual seja a sua fantasia, o importante é respeitar seus limites. Se o casal estiver bem sintonizado a fantasia vai funcionar muito bem. Agora se o parceiro ou parceira não concordam, pode ser frustrante. Por isso o casal precisa estar sempre dialogando sobre o que é bom para os dois, inclusive o local para realização da fantasia.

Quando o assunto é sexo em lugar inusitado, o elevador é campeão. Embora haja situações mais apimentadas, também a prática cotidiana, como lugares diferentes na própria residência também podem ser uma ótima fantasia.

Não importa qual seja a sua fantasia sexual, o importante é vivê-la da melhor maneira possível.

Fátima Mourah é "Personal Sexy Trainer", professora de artes sensuais e autora dos livros "Sexo pra mulheres casadas" e "Sexo, amor e sedução". Dá palestras e cursos de striptease, pompoarismo, pole dancing, como atingir o orgasmo e massagem erótica.

 

Via Vila Dois



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Quinta-feira, 07.10.10

Brinquedos eróticos são um vicio?

 

Nós, mulheres aprendemos a gostar dos mimos vendidos em sex shops, não é? Pois esses brinquedinhos não têm substâncias químicas que causem dependência, mas podem "viciar" tanto que as relações sexuais nunca mais serão as mesmas se eles não estiverem presentes.

É fato que os acessórios podem sim apimentar o sexo e satisfazer quem segue carreira solo.

 

 

Mas, segundo lembra a sexóloga Carla Cecarello, eles são saudáveis apenas até o momento em que o uso torna a relação mais excitante e divertida, mas sem extrema necessidade. A ideia é encará-los apenas como coadjuvantes - e não protagonistas da transa. "Há muitas pessoas que apresentam dificuldades no relacionamento e na aproximação de pessoas. Por isso, acabam por preferir o uso de acessórios, seguido pela internet para se satisfazerem sexualmente", afirma Carla, que é consultora da empresa de produtos eróticos e sensuais de venda direta Rede Mel.

 

É bem verdade que os brinquedos podem suprir carências e vontades, mas até isso tem tempo de vida útil. Uma hora a insatisfação frente à vida sexual passa a ser insuportável. Mas isso não é culpa dos acessórios! "A responsável por tal situação é a própria pessoa que, muito provavelmente, desde a infância cresceu em ambiente difícil de contato com o sexo", aponta Carla. "Os brinquedos ajudam as pessoas sem parceria a conhecerem melhor suas sensações, seu corpo, a se divertir mais em relação ao sexo e, perceber que o sexo é algo saudável e divertido".

O temido vício em brinquedos eróticos é identificado principalmente quando eles são obrigatoriamente necessários em todas as relações sexuais. Ou, ainda, quando a pessoa gasta muito dinheiro com eles ou perde muito tempo em sua busca, de maneira inconsequente.

Carla alerta que se você perceber que está passando por isso, deve buscar a ajuda profissional psicológica, pois a tendência a depressão, a compulsão sexual e ao isolamento são inevitáveis. "É perigoso justamente por levar a pessoa a situações de grande dificuldade em se expressar naturalmente ao outro", explica.

Entre os acessórios vendidos em sex shops, o que mais pode criar certo grau de dependência é o vibrador - tanto para mulheres quanto homens. Outros estimulantes e massageadores também entram na listinha "perigosa". Não precisa deixar de comprá-los, mas vale a dica de tentar observar se tem exagerado no uso deles. Num bate-papo rápido com o Vila Dois, Carla respondeu três perguntas básicas sobre os brinquedos e o "vício" que eles podem causar. Confira:

Quando um casal tem a necessidade de sempre ter os brinquedos e acessórios para transar, isso é sinal de que algo pode não estar indo bem na relação?


Exactamente. Colocar em todas as relações algum tipo de acessório ou brinquedo pode significar que a relação apenas com os dois, e com o que cada um proporciona ao outro, pode não estar agradando mais. Neste caso, vale a pena o casal trocar algumas ideias e, se mesmo assim persistir a necessidade de acessórios em todas as relações, buscar ajuda psicológica.

E quando é que o uso desses produtos é considerado "normal" e até saudável para o casal?
É saudável quando o casal utiliza os acessórios para brincar, descontrair a relação ou até mesmo torná-la mais picante e com mais sacanagem. Não há um número adequado de vezes para isso. O próprio casal deverá perceber até que ponto os acessórios estão sendo os protagonistas na história.

 

Quais os possíveis benefícios do uso de brinquedinhos e produtos eróticos numa relação?
Eles ajudam o casal a criar mais intimidade, a brincarem mais, perderem a timidez e vergonha. Isso já é uma coisa excelente!

 

Por Sabrina Passos (MBPress)

 

 

Via Vila dois

 



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Sexta-feira, 24.09.10

Consta que dois minutos de sexo é "pouco", sete é "aceitável", dez é a duração "adequada" e treze é "desejável". Mais do que isso já "é demais", dizem os especialistas. (Vídeo no fim do texto)

Antes de qualquer dissertação sobre o tema, digo-vos já: Isto é tudo muito relativo! Depois da eterna discussão sobre a importância do tamanho no que diz respeito à "hora H", veio hoje parar-me à mão um estudo publicado este verão sobre a questão da duração.

 

Dizem os senhores pesquisadores da "Society for Sex Therapy and Research", nos Estados Unidos, que dez minutos é a duração ideal para uma relação sexual. Consta que dois minutos é "muito pouco", sete minutos é "aceitável", dez minutos é "adequado" e treze é "desejável". Mais do que isso já é - diria eu em bom português - uma maçada!

Quando leio estudos destes, pergunto-me frequentemente se as pessoas que os fizeram terão uma vida sexual satisfatória ou não... é que só quem não tem mais nada que fazer (e sim, refiro-me ao que estão a pensar) é que gasta tempo e dinheiro a investigar algo que não tem, nem nunca terá, uma fórmula perfeita.

Ora pensem comigo: Quantos de nós já ficámos com um sorrisinho de orelha a orelha depois de uma famosa (espero que não levem a mal o termo, mas acho que aqui podemos chamar as coisas pelos nomes) "rapidinha"? E quantos de nós também já não nos deleitámos com longuíssimos momentos de prazer, num género de jogos sem fronteiras sexuais que duram e duram? Haverá algum que seja melhor que o outro? Eu diria que não. Cada momento é um momento.

"Sexo é muito mais do que o coito"

 

Lembro-me de uma vez ter falado com o sexólogo Júlio Machado Vaz sobre isto e ele me ter dito o seguinte: "Felizmente o sexo é muito mais do que o coito. Aquilo que nós deprimentemente chamamos de preliminares é de extrema intimidade e faz parte do sexo. Um beijo apaixonado faz milagres". E para que ninguém tenha dúvidas, explicou-me que nas centenas de casais que já acompanhou a conclusão é geral: "Quantidade não significa qualidade".

Médicos e investigadores à parte, quem a sabe toda é mesmo o cantor Sting que em tempos disse numa entrevista: "Fazer amor pode durar um dia inteiro, desde a hora em que se dá um beijo de bom dia, a sair para jantar e ir ao cinema, até ao momento em que os dois corpos se encontram, por fim, debaixo dos lençóis". Eu não diria melhor

 

 

 

Via A vida de saltos altos



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Quinta-feira, 02.09.10

Consta que dois minutos de sexo é "pouco", sete é "aceitável", dez é a duração "adequada" e treze é "desejável". Mais do que isso já "é demais", dizem os especialistas. (Vídeo no fim do texto)

Antes de qualquer dissertação sobre o tema, digo-vos já: Isto é tudo muito relativo! Depois da eterna discussão sobre a importância do tamanho no que diz respeito à "hora H", veio hoje parar-me à mão um estudo publicado este verão sobre a questão da duração.

 

Dizem os senhores pesquisadores da "Society for Sex Therapy and Research", nos Estados Unidos, que dez minutos é a duração ideal para uma relação sexual. Consta que dois minutos é "muito pouco", sete minutos é "aceitável", dez minutos é "adequado" e treze é "desejável". Mais do que isso já é - diria eu em bom português - uma maçada!

Quando leio estudos destes, pergunto-me frequentemente se as pessoas que os fizeram terão uma vida sexual satisfatória ou não... é que só quem não tem mais nada que fazer (e sim, refiro-me ao que estão a pensar) é que gasta tempo e dinheiro a investigar algo que não tem, nem nunca terá, uma fórmula perfeita.

Ora pensem comigo: Quantos de nós já ficámos com um sorrisinho de orelha a orelha depois de uma famosa (espero que não levem a mal o termo, mas acho que aqui podemos chamar as coisas pelos nomes) "rapidinha"? E quantos de nós também já não nos deleitámos com longuíssimos momentos de prazer, num género de jogos sem fronteiras sexuais que duram e duram? Haverá algum que seja melhor que o outro? Eu diria que não. Cada momento é um momento.

 

"Sexo é muito mais do que o coito"

 

Lembro-me de uma vez ter falado com o sexólogo Júlio Machado Vaz sobre isto e ele me ter dito o seguinte: "Felizmente o sexo é muito mais do que o coito. Aquilo que nós deprimentemente chamamos de preliminares é de extrema intimidade e faz parte do sexo. Um beijo apaixonado faz milagres". E para que ninguém tenha dúvidas, explicou-me que nas centenas de casais que já acompanhou a conclusão é geral: "Quantidade não significa qualidade".

Médicos e investigadores à parte, quem a sabe toda é mesmo o cantor Sting que em tempos disse numa entrevista: "Fazer amor pode durar um dia inteiro, desde a hora em que se dá um beijo de bom dia, a sair para jantar e ir ao cinema, até ao momento em que os dois corpos se encontram, por fim, debaixo dos lençóis". Eu não diria melhor.


Via a Vida de Saltos altos



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Sábado, 17.07.10

Como apimentar a relação sexual

A relação está morna? O sexo está cada vez mais raro? Você prefere ver um filme a transar com seu marido? Não se preocupe. Com um pouco de boa vontade e criatividade é possível reverter essa situação. O site Health.com dá algumas dicas certeiras para esquentar sua vida sexual:

1- Organizem uma viagem de aventura, façam um curso de culinária ou uma aula de dança. De acordo com um estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, casais que participam juntos de atividades diferentes, emocionantes e divertidas mostram-se mais satisfeitos em suas relações.

2- Coma alimentos considerados afrodisíacos, como amendoim, abacate e pimenta. Além de dar um up no sexo, ainda melhora a fertilidade.

3- Não minta sobre seus gastos. Muitos casamentos entram em crise por problemas financeiros, mas, para nossa sorte, especialistas garantem que não é saudável que os dois tenham a mesma visão sobre dinheiro. Por isso, não precisa mais dizer que aquela bolsa nova foi presente da mãe.

4- Lingeries vermelhas sempre fizeram parte do imaginário masculino. Por isso, use e abuse da cor na hora de escolher a sua e prepare uma surpresa para ele.

5- O maridão está viajando? Que tal sexo por telefone? Ligue para ele e diga o que está vestindo, fale sobre a última vez que transaram ou sobre o que gostaria de estar fazendo caso ele estivesse ao seu lado. E peça para que ele faça o mesmo. É diversão na certa.

 

Via 180 Graus



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