Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Um olhar sobre o Mundo

19
Mai11

AS BOAS RAPARIGAS NÃO SOBEM NA VIDA

olhar para o mundo

 

As boas raparigas não sobem na vida...

 

Calma, não tirem conclusões precipitadas, é só o título de um dos vários livros de Lois P. Frankel, psicóloga e profissional experiente em coaching, na área de recursos humanos que mostra quais os erros mais comuns cometidos por nós no ambiente de trabalho.

 

Basicamente é um manual indicado para todas nós, sobretudo as mais ambiciosas, que querem subir na vida, mas que muitas vezes não sabem bem porque não saem da "cepa torta".    

 

Segundo Lois P.Frankel, nós, mulheres, cometemos bastantes erros dentro da esfera laboral, que nos impedem de ascender na carreira, e que nos levam a não entender, porque é que outras há que, mesmo muitas vezes não tendo qualidades tão exímias como nós, depressa escalam na hierarquia empresarial.

 

Meninas, nada de pensamentos obscenos, todas temos qualidades e defeitos (não caiam nos erros dos homens, que têm um achaque ao ver uma mulher na casa dos 30 com um descapotável topo de gama - esta anda a dormir com o chefe, ou, deve ter sido dado pelo marido...mas adiante).

 

Nesta obra, a autora analisa uma série de comportamentos típicos -101 no total - cujas consequências podem ser desastrosas. A parte boa é que para todos eles, sugere o antídoto adequado, apresentando de um de um lado o erro e do outro a solução. 

 

Não tivesse a feira do livro acabado ontem e dizia-vos para lá passarem a comprá-lo à hora do almoço.

Workaholicas incluídas

E se acha que é por trabalhar horas sem fim que vai agradar mais ao chefe, desengane-se, se abdica constantemente da sua vida pessoal e familiar, se está sempre com medo de ofender os outros, se recua sem questionar, saiba que pode estar nesse tipo de atitudes um verdadeiro travão de mão para o seu sucesso.

 

Não, não se trata de ser uma megera, trata-se de ver com frontalidade. No livro basta responder ao questionário inicial, e fazer uma auto-avaliação, sobre a sua forma de ser e de estar no seu trabalho. E sim, é um livro de auto-ajuda, mas se temos dúvidas, porque não havemos nós de procurar nos livros respostas. Antes isso que gastar rios de dinheiro com psicólogos e psiquiatras, aos quais recorremos já no apelidado fim de linha emocional.

Marketing pessoal

Será que a forma como me vejo é diferente da forma como sou percepcionada pelos outros? Possivelmente sim! E agora, será que é desta forma, exactamente, que quer ser avaliada?

 

O marketing pessoal ajuda-nos a trabalhar as nossas melhores características e a disfarçar as nossas fragilidades. Cada vez mais, e apesar do local de trabalho de trabalho ser o lugar onde passamos mais tempo, não estamos ali propriamente para desenvolver amizades e expor tristezas. Para isso temos a família e os amigos, trabalho é trabalho, apesar de devermos manter um ambiente de boa disposição e companheirismo.

 

Não se esqueça: grande parte das vezes que vamos ao supermercado somos influenciados pela publicidade, e pelas características e confiança que temos nos produtos, porque não haveria de ser assim nas entrevistas de emprego?

 

Promova-se e publicite-se, sem ser arrogante, prepotente ou dissimulada, esqueça a passividade e não tenha medo de arriscar. Certamente que desta forma o lugar já é seu!

 

Via A vida de saltos altos

23
Abr10

Somos felizes no trabalho?

olhar para o mundo

Somos felizes no trabalho?

 

Quem são e onde estão os funcionários portugueses mais felizes? A resposta está no relatório do Observatório Nacional dos Recursos Humanos, apresentado ontem em Lisboa: são mulheres, estudaram até ao 6.o anoocupam cargos de topo ou trabalham nos quadros das empresas há menos de um ano. No extremo oposto estão os homens, oslicenciados, os que não desempenham qualquer função de chefia e trabalham há pelo menos 20 anos na mesma empresa.

O inquérito, feito a mais de 44 mil colaboradores de 26 entidades públicas e privadas de todo o país, revela que a felicidade no trabalho é como as bonecas russas matrioskas: quanto maior é a ex- pectativa de progressão na carreira, maior é também a satisfação, quanto mais elevada é a satisfação, mais forte é o sentimento de fidelidade e quanto mais fiel é um trabalhador, mais dedicado será à sua empresa. 

Mulheres mais felizes do que os homens é a conclusão inesperada deste relatório. "Não é comum esta tendência surgir nos estudos europeus ou nacionais", conta João d'Orey, presidente do observatório. Os salários são em média inferiores aos do sexo oposto, a progressão na carreira é mais lenta do que no caso dos colegas homens mas, mesmo assim, elas parecem ser mais felizes: "É preciso ver também que a diferença entre os dois géneros é reduzida: 57% para as mulheres e 56% para os homens, mas para perceber essa distância seria necessário correlacionar diversos factores que não foram analisados." 

Este não é o único estereótipo que o estudo deita por terra. As boas ou más relações com as chefias são as condições de trabalho que menos peso têm na satisfação de um funcionário. A organização da empresa e a capacidade de inovação é que se revelaram determinantes: "Além das expectativas que se tem perante a carreira ou o reconhecimento e a recompensa, este estudo mostra que o nível de satisfação tem uma relação directa com o sucesso da empresa", explica João d'Orey. O que não surpreende outros especialistas em gestão de recursos humanos. "Quanto mais competitiva é uma empresa, maior é o orgulho e o sentido de pertença de um colaborador que vê nesse sucesso novos desafios que poderão surgir", explica Luís Sítima, partner da Hay Group, consultora em gestão e estratégia dos recursos humanos.

Quanto mais jovem e quanto menos anos estiver na empresa, mais feliz é o funcionário. "As expectativas são grandes quando se está no início de carreira e baixam com a idade porque se ganha também maior capacidade crítica", justifica o partner da Hay Group. Osjovens entre os 18 e os 25 anos são os que apresentam um valor médio de satisfação mais elevado (59,8%). O grau de satisfação é igualmente maior (65,5%) entre os que estão há menos de um ano na empresa e menor (54,1%) nos casos em que os funcionários não ocupam cargos de chefia (46,7%) e estão nos quadros da mesma empresa há mais de 20 anos.

O observatório avaliou 12 dimensões no trabalho - satisfação, lealdade, envolvimento, relações com chefia ou reconhecimento e recompensa - e os resultados permitem concluir que a maioria dos factores analisados está na chamada "zona neutral de satisfação" dos funcionários, com uma média que se situa entre os 40% os 60%. Regra geral, os índices de satisfação, lealdade e envolvimento estão acima dos valores registados no ano anterior, mas as realidades são distintas para quem está numa empresa privada e para quem tem o Estado como patrão. 

Enquanto no sector público, a evolução na maioria dos indicadores é negativa - com excepção para a qualidade, reconhecimento e envolvimento - no privado, os valores sobem em todas as dimensões estudadas. Significa isto que o funcionário público anda menos feliz do que o colaborador de uma empresa privada. Mas tudo isso pode ter como justificação a imagem que a administração central tem junto da opinião pública, alerta o presidente do observatório: "Haverá muitas causas e uma delas poderá ser a visão tradicional que em geral se tem da função pública, menos dinâmica e mais burocrática." 

E como o reconhecimento que a empresa tem no mercado de trabalho "conta muito" para a satisfação dos seus colaboradores, Luís Sítima, está convencido de que a "avaliação crítica" que é feita à função pública tem um impacto "considerável" na satisfação dos funcionários.

 

Via Ionline

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2012
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2011
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2010
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2009
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D