Domingo, 14.11.10

As raparigas e a primeira vez

 

Os rapazes têm mais relações sexuais do que as raparigas, mas elas  protegem-se menos do que eles nos primeiros atos. Uma investigação desenvolvida na Universidade do Arizona mostra que as raparigas pensam menos nos preservativos na hora da primeira relação sexual. Dentro dos vários grupos étnicos, os afro-americanos foram os que se revelaram menos cautelosos.

 

O estudo mostra também que, em relação à década de 70, os jovens iniciam a sua vida sexual mais tarde, mas alerta para a descida da idade com contraem doenças sexualmente transmissíveis.

 

Os resultados desta pesquisa foram apresentados na Reunião Anual de Saúde Pública Americana e revelaram ainda que se registou um aumento de jovens entre 15 e 19 anos que sofrem de doenças sexualmente transmissíveis.

 

A grande conclusão é que os jovens recebem educação sexual acabam por adotar um comportamento mais cauteloso do que aqueles que nunca receberam informação adequada sobre o tema.

 

Via Expresso



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Terça-feira, 09.11.10

As raparigas correm mais riscos na primeira vez

 

 

As raparigas correm mais riscos na primeira relação sexual do que os rapazes. A conclusão é de um estudo da American Public Health Association (Associação Americana de Saúde Pública), divulgado esta segunda-feira, citado pela CNN.

Nicole Weller, uma investigadora da Universidade de Arizona, analisou os dados e apurou que as adolescentes têm mais 30 por cento de probabilidade de terem sexo não protegido durante a primeira relação do que os rapazes.

As conclusões surpreenderam a investigadora porque os rapazes têm um historial de risco maior, por exemplo, é mais provável que um rapaz fume e beba.

Mas para Laura Lindberg, uma investigadora do Guttmacher Institute, a culpa também é, em grande parte, dos rapazes, já que, no caso das raparigas, é menos provável que queiram ter relações sexuais da primeira vez que acontece e não são tão persuasivas no que diz respeito a protecção.

A investigadora acrescente que, na primeira relação sexual, 80 por cento das vezes o contraceptivo escolhido é o preservativo, o que depende maioritariamente do rapaz.

O estudo mostra que a educação sexual ministrada na escola não afecta o uso de contraceptivos na primeira relação sexual.

O estudo analisou 5 012 rapazes e raparigas entre os 11 e os 19 anos, que afirmavam já terem tido relações sexuais. A idade média para a primeira relação é de 16 anos. Os estudos mostram ainda que, quanto mais velho é o adolescente na altura da primeira relação sexual, maior é a probabilidade de usar contraceptivo

 

 

Via TVI 24



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Quinta-feira, 12.03.09

Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos portugueses) nessas coisas.

O Norte é feminino.

O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.

As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos.

Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade.

Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens.

Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas.

São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem.

As mulheres do Norte deveriam mandar neste país.

 

Miguel  Esteves Cardoso

Via Trabalhos de Larose



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