Domingo, 28.11.10

Dama na sociedade, prostituta na cama

 

Depois de Julia Roberts, em "Uma Linda Mulher", Giovanna Antonelli, a Capitu de "Laços de Família", e Camila Pitanga - a ousada Bebel em "Paraíso Tropical", agora é a vez de Alinne Moraes retratar a vida de uma prostituta. A atriz estará na série "Amor em quatro atos", que entra no ar em janeiro de 2011, e vai deixar o seu cliente, interpretado por Vladmir Bricha, mais do que apaixonado.

 

Assim como na ficção, o final feliz também aconteceu com Bruna Surfistinha, que conheceu o seu atual marido, Pedro, justamente na noite.

 

Não é difícil encontrar homens por aí que se rendem aos encantos das prostitutas. O Vila Dois contou o caso de Estêvão Romane, que viveu um intenso amor em Nova York até descobrir que a namorada era uma garota de programa. A história foi até parar nas livrarias e recebeu o título "Eu amei Victoria Blue".

 

Muitos homens acreditam na máxima de que a mulher ideal é "princesa na vida social e prostituta na cama". Mas parece que esse conceito está caindo por terra. É o que explica Arlete Gavranic, psicóloga e sexóloga.

Durante os anos 30 e 40, a mulher não era só submissa, ela também concordava com a palavra do homem. E não conseguia expor a sua sexualidade com medo de ser recriminada pela sociedade preconceituosa. "Ela tinha medo de ser enxergada como uma mulher vulgar ou ser ‘taxada’ como uma mulher da vida e reprimia os seus desejos", diz.

Mas de lá até hoje muita coisa mudou. Parte dessas transformações se deve ao desenvolvimento da pílula. Segundo a sexóloga, o anticoncepcional oficializou não só a possibilidade do sexo sem riscos, também representou uma maneira de a mulher experimentar mais o sexo e conhecer o que realmente gosta na cama.

"Antes disso, elas usavam a tabelinha, e de forma errada, por sinal. O método foi inventado entre os judeus como uma forma de saber quando se está no período fértil para engravidar, e não o contrário. A tabelinha dá mais chances de erros do que acertos para evitar a contracepção, pois todas nós sabemos que ciclo e hormônios têm mudanças por conta de várias alterações, principalmente emocionais", detalha.

Ao mesmo tempo em que essa nova mulher descobre o prazer e permite ser mais "egoísta" na cama, ou seja, busca o prazer pessoal, ela também se preocupa como seu desempenho, e ainda em agradar ao parceiro. A sexóloga ressalta que a mulher de hoje não sofre com a repressão sexual, entretanto convive com alguns conflitos, um deles é atingir ao orgasmo.

"Quando chegam aos consultórios dos ginecologistas não tem as suas questões respondidas, porque grande parte desses profissionais não é capacitado para responder as suas dúvidas", aponta. Mesmo assim, por elas terem mais parceiros ao longo da vida - "ao invés de ser a escolhida, agora ela também escolhe" - e também por descobrir melhor o próprio corpo, a qualidade do sexo entre os casais melhorou, segundo a sexóloga.

 

Os homens, por sua vez, têm dificuldades em lidar com essas mulheres mais resolvidas e seguras sexualmente. E ainda convivem com as próprias questões sexuais que vão desde a disfunção erétilaté a ejaculação precoce, que, segundo a sexóloga, são cada vez mais freqüentes no mundinho masculino. "Hoje em dia, elas deixaram os pudores e tabus de lado, eles começam a lidar com essa nova mulher", que fala abertamente sobre sexo e não esconde mais o que quer.

Por Juliana Lopes

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:16 | link do post | comentar

Sábado, 03.07.10

Quando chegámos ao bar de hotel procurávamos uma beleza britânica, sensual, com corpo de modelo. Em suma, a imagem aspiracional da call girl de luxo, que durante 14 meses viveu uma vida dupla em Londres e se tornou mundialmente famosa com o blogue "Belle de Jour - O Diário de uma Call Girl em Londres".

Em vez disso, apresentaram-nos uma mulher baixa, com a pele marcada, discreta. Vestido castanho, pelos joelhos, que anunciava um sutiã rosa-choque. A mesma cor que usou para a capa do livro que acaba de lançar, "Homens - Caçá-los, Domá-los, Amá-los".

A exuberância estava nos sapatos, de verniz vermelho. E no escorpião tatuado na perna esquerda. Seis anos depois de ter deixado a prostituição de luxo, da Belle de Jour sobram as memórias que continuam a render-lhe dinheiro. Brooke Magnanti, 34 anos, é hoje uma cientista da Universidade de Bristol que investiga os efeitos da exposição das crianças aos pesticidas.

 

Sexo para pagar contas

Para a maioria das pessoas, o recurso à prostituição é um dos degraus mais baixos que se pode descer enquanto ser humano. Decidiu ser uma prostituta de luxo apenas pelo dinheiro?Para ser honesta, adoro sexo. Mas decidi fazê-lo também pela necessidade de dinheiro. Tinha contas para pagar. Na altura, não estava a conseguir pagar as propinas do meu doutoramento, nem a renda da minha casa. Estava limitada pelo meu estatuto de estudante, que me restringia a trabalhar apenas 15 horas por semana. Eu tenho gosto por sexo, mas se não fossem as dívidas teria continuado a fazer sexo de borla. (risos)


Como lhe ocorreu essa ideia? Eu não acredito que o valor de uma pessoa seja medido pelo seu trabalho. O valor de uma pessoa está no que é enquanto ser humano e cidadão.
Juntou o útil ao agradável. Foi interessante perceber que o sexo em troco de dinheiro era muito diferente do sexo numa relação. É a diferença entre fazer um café para mim própria em casa ou fazer um café numa coffee shop para clientes. Pode fazê-lo com o mesmo cuidado com que faz em casa, mas não é para o seu gozo pessoal. Eu posso estar a fazer sexo e a pensar ao mesmo tempo que horas são, o que tenho de fazer na universidade...

Quer dizer que não sentia prazer quando praticava sexo com os seus clientes? Tinha prazer no trabalho bem feito. Não é o mesmo tipo de prazer quando se tem sexo com alguém que se escolhe. Nunca tive um orgasmo com um cliente. Nessas situações a minha cabeça estava em tantos outros lugares. Preciso de estar na situação por inteiro para que isso aconteça. Não consigo quando estou a trabalhar.

Mas no trabalho pode ter-se prazer...
Sim. Mas são prazeres diferentes. Como disse há pouco, é a diferença entre cozinhar em casa e ser um chefe num restaurante. A minha experiência como não foi uma odisseia de auto-satisfação. Foram serviços que eu prestava a clientes.

 

Conselhos para mulheres

 

 

'Se não fossem as dívidas teria continuado a fazer sexo à borla'

Considera que tem muito a ensinar às mulheres? A ideia para este meu novo livro nasceu do facto de receber muitos de mulheres solteiras a pedirem-me conselhos. Perguntavam-me acerca de encontros a partir da Internet, speed-dating, que cheguei na minha vida privada a experimentar muito. Posso ter dificuldade em dizer às pessoas o que devem fazer num encontro, mas julgo que posso aconselhar naquilo que não devem fazer.

 


Porque acha importante escrever um livro que ensina as mulheres a caçar, a domar e a amar os homens? Em Inglaterra, as mulheres são pressionadas a atrair os homens, a comportar-se de uma maneira que elas acham que os homens vão gostar. Enquanto escrevi este livro, li muitos guias de encontros amorosos que ensinavam a enganar um homem a fazê-lo acreditar que era uma pessoa que na verdade não é. Percebi pela minha experiência pessoal que era mais bem sucedida quando me apresentava de forma autêntica, tal e qual como sou.


Que tipo de conselhos pode dar às mulheres? Sejam entusiásticas na cama. Não importa o que façam desde que tirem gozo do que fizerem. Na minha opinião, se fizer sexo só para agradar ao seu homem, então estará a fazer o mesmo que uma prostituta, apenas não será paga. Numa relação deve fazer o que tem vontade.


É da opinião que certas mulheres não ousam demasiado na cama com receio de serem desconsideradas pelo homem? Talvez. Alguns dos clientes contratavam-me porque queriam experimentar coisas que nunca tinham feito antes. Outros vinham porque a relação sexual com a companheira tinha perdido qualidade. Por vezes, a mulher deixa de praticar determinados atos porque julga que tem de se comportar de determinada maneira. Não falam sobre o assunto e ele acaba por recorrer a uma call girl. É no momento em que as pessoas deixam de partilhar com o parceiro o que são e o que querem que as relações acabam.


Que conselhos dá às mulheres para manter o fogo na cama? Devem saber exatamente o que as excita, dizê-lo ao companheiro e não se sentir embaraçadas com isso.

 

Dicas para os homens

E aos homens? Eles precisam de se sentir à vontade e de ter confiança para dizer o que gostam de fazer na cama, não importa quão louco seja o desejo ou a fantasia sexual.

Pode partilhar alguns truques que resultam na cama? Isso custa dinheiro.


Considera que há muitos tabus entre os casais no que toca ao sexo? Deixem-me contar-vos uma história. Tenho um amigo de longa data que se chama Nick. Ele é muito kinky (ousado, louco) na cama. Chegámos a dormir juntos, mas éramos acima de tudo amigos. Ele é honesto quanto aos seus gostos. Quando combina encontros com mulheres comunica-lhes logo o que quer. Pede-lhes que venham muito maquilhadas e produzidas. Diz-lhes que gosta de sujidade e bagunça na cama, não usa rodeios, não faz de conta, não dissimula as suas vontades. Por ser assim, consegue o que quer.


É esse o segredo para o sucesso de uma relação saudável? Sim. Continuem a comunicar.


Como conheceu o seu atual parceiro? Coloquei um anúncio na Internet onde escrevi: "Já passei por inúmeros encontros que correram mesmo mal. Não quero apenas ser a namorada de alguém, estou à procura de um homem quente que tenha sexo comigo de uma forma normal. De acordo com os meus requisitos, terá de ter boa aparência despido e gostar do comediante Bill Murray."

 

Humor na cama

Gosta de usar o humor na cama? Sem dúvida. Durante o ato sexual, quando os corpos estão suados, há muitas posições que provocam sons que parecem gases. Não se embarace com isso. Dê uma gargalhada e continue. É engraçado. O segredo está na espontaneidade.

 

'Se não fossem as dívidas teria continuado a fazer sexo à borla'

Ter muita experiência sexual, com vários parceiros(as) é o segredo para se ser bom de cama? É controverso. Eu contei ao meu atual parceiro que me tinha deitado com cerca de 400 homens. Ele riu, abriu a sua mão e começou a contar com os dedos as suas anteriores parceiras. Apesar disso, é fantástico na cama. Fazer sexo pode dar experiência, mas a qualidade é que conta. Aprendi muito na cama com os homens com quem estive durante muitos anos.

 


Não tem aparência de modelo. Que qualidades a tornaram uma call girlde luxo? O meu passado académico ajudou muito. Eu podia ser a companheira, disposta a falar. E os homens gostam muito de falar. Antes, durante e depois da relação sexual. Alguns pagavam-me apenas para conversar.

 

A primeira vez

 

Lembra-se com quem foi a sua primeira experiência sexual paga? Era um cliente habitual, cinquentão, que vivia em Londres, bastante educado. Foi uma ótima primeira experiência. Mostrou-me como um cliente devia agir comigo. Como este tipo de encontros deviam ser.


Como se sentiu depois? Senti-me bem. Entendi que era uma coisa que podia fazer bem e com toda a naturalidade.


A partir daí tornou-se estranho ou excitante estar habitualmente com diferentes corpos, diferentes mãos, diferentes sexos? Estranho. Quando temos uma relação, perdemos as primeiras semanas a tentar perceber como é essa pessoa. Neste caso elas estão sempre a mudar, nunca percebemos como realmente são.


Então não era penoso? Não. Era interessante. Sou uma cientista. Gosto da palavra estranheza. O estranho pode provocar um certo bom resultado.

Uma experiência bizarra

 


Qual a experiência mais bizarra por que passou como prostituta de luxo? Foi com um homem que levou um par de óculos para eu usar e quis masturbar-se para eles. Depois quis que eu abanasse os óculos.


Qual é o fetiche mais comum nos homens? Quanto mais roupa usamos, mais gostam de nós. Os homens gostam de muitas camadas, de cuecas gigantes, de muita roupa para tirar.

Participou em orgias? Fora do trabalho. Não foi nada de extraordinário. Era demasiada gente, demasiada confusão.


Recebia 300 libras por hora. Quando é que ganhava por mês? Era o suficiente para pagar a renda, as roupas, viver bem. Londres é uma cidade cara.


Porque é que terminou o trabalho ao fim de 14 meses? Era investigadora, estava a terminar o doutoramento e queria continuar nesse ramo. Não era fácil explicar ao chefe porque desaparecia sempre à hora de almoço (risos).


Quando revelou quem era, o porta-voz da Universidade de Bristol chegou a fazer um comunicado em que dizia que o seu passado não influenciava em nada a sua relação com a instituição. Surpreendeu-a? Foi muito importante. Embora o mundo universitário seja conservador, o nosso trabalho, a nossa investigação é muito mais importante do que tudo o resto. Desde que o meu chefe esteja contente com o trabalho que faço, o resto não interessa.


É casada. Não é aborrecido ter sempre o mesmo parceiro? Não estamos casados assim há tanto tempo. A relação é recente. Porque é que não me perguntam isso daqui por dez anos? (risos) Por agora sou mulher de um homem só

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 22:21 | link do post | comentar

Terça-feira, 08.09.09

Queixou-se À policia e pagou a multa

 

Um homem de 28 anos teve de pagar uma multa de cerca de 950 euros depois de se ter queixado à polícia de uma prostituta que o enganou, refere o G1.

O norueguês contou às autoridades que pagou a uma prostituta russa, mas ela fugiu com o dinheiro.

Uma vez que a lei proíbe o pagamento de serviços sexuais, o homem foi multado em oito mil coroas norueguesas.

 

Via Tvi24



publicado por olhar para o mundo às 15:47 | link do post | comentar

Sexta-feira, 07.08.09

Homem denuncia prostituta por ter ficado insatisfeito

 

 Um homem natural de Granada dirigiu-se aos serviços de defesa ao consumidor da cidade espanhola para denunciar uma prostituta. Alegadamente, a profissional não o tinha deixado satisfeito.

Segundo o cliente, a prostituta não merecer os 160 euros que cobrou, depois de um acordo entre os dois. 
A maioria das reclamações apresentadas no apoio ao consumidor refere-se a assuntos mais convencionais como as facturas da água, luz e internet. 
O caso não ficou resolvido porque a mulher não se apresentou numa reunião com as duas partes.

 

Via ionline

 

E será que ela tinha livro de reclamação?



publicado por olhar para o mundo às 20:59 | link do post | comentar

Quarta-feira, 22.07.09

 Espera-me na cama de Putin

 

Afinal Patrizia D'Addario não mentia. A prostituta de 42 anos garantiu que tinha visitado duas vezes o primeiro-ministro italiano na sua casa. Patrizia entregou as cassetes que provam os encontros ao procurador Giuseppe Scelsi, que são agora publicadas pela revista L'Espresso. São cinco gravações diferentes, que confirmam a história que Addario tinha revelado publicamente.

 

As cassetes, nas quais se ouve perfeitamente a voz de Berlusconi, demonstram que o primeiro-ministro mentiu quando disse que nunca tinha visto Patrizia.

Uma das visitas aconteceu dia 4 de Novembro, noite da vitória de Barack Obama. D'Addario passou a noite com Berlusconi, mas não recebeu dinheiro por isso, visto que o primeiro-ministro iria ajudá-la com um projecto urbanístico que se preparava para construir em Bari.

 

Conversa:

 

Depois de jantar com várias pessoas, Berlusconi fica sozinho com Patrizia, mostra-lhe um catálogo de jóias e convida-a e esperar por ele no quarto:

- Vou tomar banho. Esperas por mim no quarto se acabares primeiro?

- Que quarto? O de Putin?

- Sim, a de Putin.

 

No final da noite, Patrizia volta ao hotel onde estava alojada e grava uma conversa telefónica com Tarantini. Explica-lhe que não recebeu dinheiro e acrescenta:

- Depois disse-me que queria voltar a ver-me com uma amiga. Quer ver-me a fazer-lhe sexo oral. Juro-te, foi exacatamente isto que ele me disse.

 

Um pouco mais tarde, Berlusconi telefona a Patrizia:

- Hoje trabalhei muito, fui a uma inauguração.

- Eu também..eu não tenho sono, só perdi a voz

- Porque? Nem gritámos..

- Eu também não gritei, não sei porque perdi a voz..

- Sabes porquê? Porque tive que tomar banho dez vezes com água gelada com o calor que tinha!

- Trabalhei muito

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 16:05 | link do post | comentar

Quarta-feira, 15.07.09

Prostituta por convicção

 

"Comecei nisto por diversão por ser algo que me fascinava". É assim que Lijle Deluxe - nome de código - fala orgulhosa da sua profissão.

Gosta de homens, de sexo e dinheiro e foi por isso que, há três anos, decidiu combinar as três paixões e dedicar-se à prostituição como actividade principal. Deluxe é dinamarquesa e é no seu país que vende o corpo em troca de "bom dinheiro" e "umas noites bem passadas". Alega ganhar cerca de 4 mil euros por mês. Mas lá, na Dinamarca, a prostituição não é legal e é essa a sua maior preocupação. Não por sentir que está a fugir à lei, mas antes porque não entende a proibição de uma actividade que se pratica no mundo inteiro e que, em poucos países, é aceite como profissão.
Diz, aliás, que a sua maior satisfação está em "alegrar outras pessoas". Por certo que cumpre a sua missão, não fosse a procura pelos seus serviços tão grande.

Irritam-lhe as feministas que querem acabar com a venda do corpo. E contra a ideia Deluxe defende-se dizendo que faz o que gosta e como gosta e que há no mundo muito poucas pessoas que se possam orgulhar do mesmo.

Mãe de um rapaz de quatro anos, não lhe esconde o que faz da vida. O namorado de longa data também não a censura pela escolha de profissão e é até os eu maior fã. Nos tempos livres - que garante serem muitos - dedica-se à sua outra paixão, a maquilhagem. Mas, por enquanto, só pratica em si mesma.

Via ionline

 



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