Domingo, 10.06.12

Ele não quer usar camisinha e agora

Boa parte das pessoas que já fez sexo com e sem preservativo diz que a relação sem ele é mais prazerosa devido ao contato direto dos órgãos genitais. E garante que a camisinha na relação é como "chupar bala com papel".

 

Para muitos homens o preservativo, além de atrapalhar na hora "h", tira o prazer e dificulta a excitação.

 

Existe também o lado das mulheres. Muitas delas afirmam que o preservativo incomoda e irrita a pele e, durante a penetração com a proteção, demoram a ter um orgasmo ou, às vezes, nem conseguem chegar ao ponto de prazer.

 

Por esses e outros motivos, alguns casais que já namoram há alguns anos decidem realizar exames para descobrir se possuem ou não DST (Doença Sexualmente Transmissível) ou AIDS. Quando o resultado é negativo, muitos deles deixam de usar o preservativo em busca de um sexo mais intenso. Mas será que realmente eles estão seguros? E se um dos dois sai com outra pessoa (trai) e não usa camisinha?

 

Para o ginecologista e sexólogo, Amaury Mendes, professor e médico do ambulatório de sexologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o sexo sem camisinha, mesmo em uma relação de longo prazo deve ser bem pensado. "A monogamia é uma opção, porém não é um pacto entre o casal. É uma decisão que deve ser bem madura e refletida, pois tanto entre pessoas que estão namorando como as que estão casadas pode ocorrer uma traição", relata ele.

 

Ele afirma que o casal que decide parar, definitivamente, de utilizar a camisinha precisa realizar exames de hepatite, AIDS, sífilis e sangue, pelo menos uma vez por ano. "Cada um dos exames tem o intervalo de 30 dias. Somente depois do resultado de todos é que se pode realizar a relação sem proteção", diz ele. "Mesmo assim, não é seguro", alerta.

 

Mendes explica que, atualmente, ninguém está livre de passar por uma infidelidade. Sendo assim, o teste deve ser realizado frequentemente. Ele também garante que o diálogo entre o casal é fundamental para evitar uma possível traição e, consequentemente, a chance de ser infectado por HPV e outras DSTs. "O casal deve sempre realizar exames periódicos juntos, nos casos em que ambos não conseguem utilizar o preservativo", orienta.

 

Embora as pessoas acreditem que combinar com o parceiro de manter relações sexuais apenas um com o outro pode ser uma boa opção para se livrar dos riscos do sexo sem preservativo, o ginecologista relata que não dá para garantir a fidelidade do companheiro. "Ninguém está 100% seguro em uma relação, por isso confiar no parceiro é um conto, pois você pode brigar em uma semana, ficar com outro e depois se reconciliar novamente", explica.

 

O ginecologista ressalta a importância da utilização da camisinha. "Usar o preservativo principalmente na relação anal evita a transmissão de bactérias. Existe o perigo de entrar fezes no canal da uretra, causando infecções que se estendem ao testículo", esclarece ele.

 

Além da DST e da AIDS, outras doenças podem surgir decorrentes da falta de utilização do preservativo. Existe também a "HPV, que pode desenvolver câncer de útero, HPV no pênis, sífilis e até epididimite", relata ele. "A prevenção é com a camisinha. Se o parceiro não quer usar, nem faça sexo", finaliza ele.

 

Retirado de Vila dois



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Terça-feira, 22.06.10

O preservativo anti violação

 

Uma médica sul-africana apresentou ao mundo a sua mais recente invenção: um preservativo com dentes, para evitar violações.
Sonnet Ehlers foi iluminada com a ideia quando, há cerca de quatro décadas, teve de atender uma vítima de abuso sexual que, entre queixas, comentou: “se apelo menos eu tivesse dentes lá em baixo…”. E então Ehlers, pôs mãos à obra e nasceu o Rape-aXe. Um preservativo feminino munido de uma espécie de ganchos parecidos com dentes que se prendem ao órgão sexual masculino durante a penetração. Segundo descreveu a cientista à CNN: “Magoa e impede o homem de andar e urinar. Uma tentativa de retirá-lo só vai fazer com que aperte e arranhe mais”. Assim, só uma intervenção cirúrgica será capaz de removê-lo por completo. 
Depois de ter vendido grande parte dos seus bens para financiar o projecto, a médica está agora a distribuir gratuitamente o novo preservativo em diversas cidades da África do Sul - um dos países com a taxa de violação mais elevada do mundo - durante o mundial de Futebol .

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 21:37 | link do post | comentar

Quarta-feira, 26.05.10

D. Duarte em entrevista: "Tornar obrigatório o ensino da educação sexual resume-se a dizer:forniquem à vontade, divirtam-se...". Algumas considerações sobre o acto de "fornicar".

 

Nunca imaginaria o Duque de Bragança, que reivindica ser o Príncipe Real de Portugal, a usar a palavra "fornicar". A menos que se estivesse a referir a um stand de automóveis em Fornos de Algodres: O Fornicar. Não que ache a palavra menos nobre e por isso vedado o uso aos que dizem representar o restos da Nobreza. Mas que diabo, soa mal. "Fornicar!"

Não me escandalizaria o uso de um termo similar, mas a figura pachorrenta e simpática que D. Duarte aparenta não se coaduna muito com o uso da expressão "fornicar". Talvez um truca-trucatreka trekaou ainda dar uma real...admitindo até o uso de uma mão marota a demonstrar gestualmente a malícia do pensamento e a depravação da garotada na prática desavergonhada e desinibida do coito. Mas "fornicar", "ensino""à vontade" tudo junto é que não. Péssima escolha.

Até porque as famílias reais não têm muito a ensinar aos Estados Republicanos nestas coisas da educação sexual. Basta recuarmos um pouco e ver que o "fornicanço" generalizado, por vezes incestuoso e bastante precoce era prática comum no seio de mui nobres casas. Muitos casavam sem saber a tabuada dos 3 e aos 15 anos de idade já iam no 4º filho. Uma educação sexual baseada na óptica do utilizador.

O Duque de Bragança até se pode considerar a Real excepção Europeia que confirma a regra, pois casou tarde e teve o primeiro de 4 filhos já com cara de avô simpático. Resta saber com que idade começou Dom Duarte a fazer o amor, e esperar sinceramente que não tenha sido apenas depois de se casar.

O termo "fornicar" serve apenas apenas para os fedelhos da plebe que frequentam aulas de educação sexual obrigatórias em vez das de religião e moral como desejaria D. Duarte: "desencorajam-se as aulas de educação moral e estamos a dizer que a moral não tem importância, que só a sexualidade livre é fundamental para a felicidade dos portugueses".

A moral é importante, mas convém alguém dizer aos adolescentes, principalmente na época em que vivemos, da tal "livre sexualidade", que usar um preservativo não é pecado e não será certamente imoral. Só mesmo na cabeça de quem age entre caçadas, tacadas, tainadas e touradas como se Portugal vivesse no passado é que uma aula de educação sexual pode ser responsável por transformar um grupo de crianças num bando de "fornicadores implacavéis".

 

Via 100 Reféns



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar

Sexta-feira, 07.08.09

Falemos de coito vaginal

 

"Estamos a falar de coito vaginal", começa por dizer Rui Miguel Costa, 41 anos, investigador no departamento de Stuart Brody, um especialista britânico em estudos sexuais na Universidade de West of Scotland, em Paisley. "Sexo", o termo lato, deve por isso ficar fora da conversa sobre o estudo publicado na revista científica "Archives of Sexual Behavior".


O trabalho conclui que, na altura de pensar no bem que a vida sexual faz à mente, o melhor contributo é o "coito vaginal sem preservativo". 

A troca de secreções entre os dois sexos, por conterem agentes antidepressivos, e uma maior intimidade, são alguns dos argumentos apresentados. Já um dos potenciais da investigação pode ser ajudar a explicar a elevada incidência de problemas mentais entre homossexuais, como têm vindo a demonstrar estudos recentes.

"Tem havido alguma controvérsia, mas parece que as reacções negativas da sociedade não explicam inteiramente os problemas mentais que os homossexuais têm", diz Rui Miguel Costa. A polémica não fica por aqui. Afinal, proteger-se de doenças sexualmente transmissíveis (DTS) significa não desfrutar totalmente dos benefícios do sexo na saúde? Segundo este estudo, sim.

"É preciso perceber que o preservativo tem desvantagens, como qualquer medicamento ou tratamento, onde são explícitas as contra-indicações. Depois, são as pessoas que escolhem se é o método mais adequado. Em relação às DTS, o preservativo protege, mas é preciso ter noção de qual é o risco e não entrar em pânico", salienta o investigador. "As DTS transmitem-se pelo coito vaginal mas o VIH - que em rigor não é uma DST - tem uma probabilidade baixíssima de se transmitir por esta via em pessoas com tecido genital saudável: as vias do sexo anal e perfurações cutâneas com materiais infectados são as verdadeiramente perigosas para a transmissão do VIH", adianta. 

Dói-me a cabeça Em causa estão os chamados mecanismos de defesa "imaturos", que se traduzem numa maior vulnerabilidade à doença mental. Rui Miguel Costa explica que o uso preservativo é um dos factores associados à diminuição das protecções naturais. Já o orgasmo feminino, por exemplo, tem o efeito contrário. 

Na sexualidade, os handicaps acabam por isso por estar todos relacionados. "Resultam de uma maneira de lidar com o stress em que a realidade é distorcida", diz o investigador. 

"As pessoas com este tipo de problema mergulham numa fantasia para evitar a realidade, convertem o problema psicológico em problemas físicos como dores de estômago ou dores de cabeça. Muitas vezes deslocam os seus sentimentos para coisas menos conflituosas, como a comida", resume. O impacto é igual em homens e mulheres. "Provavelmente a prevalência é semelhante à das doenças mentais", explica o investigador. 
Para Rui Miguel Costa, a solução passa por menos ignorância e terapia ou educação sexual mais informada. "Se as pessoas não querem ter coito vaginal por motivos de consciência, não há nada a fazer. Mas devem ser encorajadas a ter o melhor coito vaginal possível".

Masturbação inimiga Se por enquanto são mais as perguntas do que as respostas, há alguns dados importantes a reter. De todos os comportamentos sexuais, apenas o coito vaginal está associado a bons indicadores de saúde física e mental. O tempo que se dedica aos preliminares merece outras considerações: se substituem a penetração vaginal (mesmo que incluam sexo anal e oral) diminuem a satisfação sexual. Já a masturbação pode ser prejudicial, explica Rui Miguel Costa. Um estudo com 2000 pessoas mostrou que quanto maior é a frequência, menor é a satisfação. Está melhor quem "mesmo tendo coito vaginal menos vezes, nunca se masturba", diz.

 

Comentário de Nuno Monteiro Pereira, urologista e professor de Sexologia

Parece-me um trabalho polémico. Este tipo de discurso tem de estar muito bem sustentado cientificamente, uma vez que contraria o que vem sendo admitido nesta área. Não significa que esteja errado, mas tem de ser analisado com cuidado. No caso do IVH, é verdade que o coito vaginal não é a principal via de transmissão, mas quem é que garante que as mucosas são saudáveis? A mucosa vaginal não é um epitélio impermeável, e desde que haja vírus, existe uma hipótese de contágio. Por mais benefícios que não usar preservativo possa ter - e é verdade que são conhecidas partículas benéficas como as anti-inflamatórias - os riscos parecem-me demasiado grandes para desaconselhar em algum caso o seu uso.

A espécie humana está construída para que o método de eleição da sexualidade seja o coito vaginal, é natural que esta via esteja naturalmente melhor estruturada. Mas a homossexualidade não é uma escolha.

Em relação à masturbação, cabe-me dizer que também são conhecidos efeitos benéficos. Para um homem ou mulher sem parceiro, pode aliviar a tensão sexual. E isso faz certamente bem à mente.

 

Via ionline



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Segunda-feira, 15.06.09

Comprar preservativo

 

 
Um rapaz vai a uma farmácia e diz ao farmacêutico:

 

 

 - Por favor, dê-me um preservativo. A minha namorada convidou-me para ir jantar esta noite lá a casa, e parece-me que me vai pedir para lhe meter o "termómetro".
 O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia. De imediato, volta a entrar, dizendo:
- É melhor dar-me outro, porque a irmã da minha namorada, é uma boazona de primeira, passa a vida a cruzar as pernas à minha frente que às vezes até lhe vejo as entranhas. Acho que também anda com calor, e como vou jantar hoje lá a casa...
O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia. De imediato, volta a entrar, dizendo:
- É melhor dar-me mais outro, porque a mãe da minha namorada também é boa como o milho. A velha, quando as filhas não estão a ver, faz-me propostas eróticas, e como eu hoje vou jantar lá a casa...
 
Chega a hora da refeição e o rapaz está sentado à mesa rodeado pelas 3 mulheres fogosas, até que chega o futuro sogro.
Nesse instante o rapaz, une as mãos e começa a rezar:
- Senhor, abençoa estes alimentos, e perdoa os nossos pecados, as nossas faltas, os nossos pensamentos. Damos-te graças por estes alimentos e prometemos não voltar a pecar ... Obrigado Senhor por estes dons, e lembrai-vos que somos apenas humanos e dignos da tua misericórdia...
Passam mais de dez minutos e o rapaz continua de cabeça baixa rezando, até que a namorada lhe diz ao ouvido:
- Querido, não sabia que eras tão crente ...!!!

 

- E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico !!!

 

 

 

 

 

 

 

Via Just Joking



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Quinta-feira, 02.04.09

Preservativo seguro

 

O que acham?
Garanto que passa tudo...

Via Lua Secreta

 

 



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Sexta-feira, 27.03.09

 

 

Sem Comentários



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Sexta-feira, 20.03.09

O para e o preservativo

 

Via HenriCartoon



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