Sexta-feira, 03.06.11
Naturistas com apenas sete praias
A prática do nudismo necessita de uma «maior abertura» porque pode ser uma fonte de receita turística para Portugal, defende o presidente da Federação Naturista, lembrando que há apenas «sete praias ditas legais», todas a sul do Tejo.

O turismo naturista é o «nicho que mais tem crescido em todo o mundo», com cerca de 100 milhões de praticantes, e Portugal «está completamente fechado» a este mercado, criticou o presidente Federação Portuguesa de Naturismo, Rui Martins.

 

As praias «ditas legais para a prática do naturismo nunca são suficientes», sendo que neste momento, «existem apenas sete praias oficiais», a última das quais - praia da ilha Deserta - foi aprovada em Fevereiro pela Câmara de Faro.

 

As praias para esta prática na zona de Lisboa são as do Meco e a da Bela Vista, na costa alentejana a das Adegas, Alteirinhos e Salto, e no Algarve a do Barril e Ilha Deserta, além de outras 19 reconhecidas como praias mistas, referenciadas em roteiros internacionais, mas «todas são aberta a toda a gente», referenciou.

 

Em relação à lei, Rui Martins, defende que «não seria preciso legislação», porque é uma «filosofia de vida», traduzida na «prática da nudez colectiva, no propósito de favorecer o respeito pelo meio ambiente», ou como Rui Martins lhe chama «nudo-naturismo».

 

As pessoas com esta filosofia «dão-se todas bem» e para manterem o «contacto uns com os outros» frequentam dois parques de campismo, propriedade de estrangeiros [Holandeses], a piscina do Alvito que tem um “horário naturista com cerca de 40 pessoas por sessão” e um SPA no Porto, acrescentou.

 

Os «naturistas não têm nada a esconder» pelo que «não precisam de fugir de nada», incluindo dos «mirones que ainda vão aparecendo, mas em muito menor número», disse Rui Martins.

 

Via Sol



publicado por olhar para o mundo às 21:57 | link do post | comentar

Domingo, 03.04.11

Cristiano Ronaldo leva para Madrid saco de areia da praia da ilha do Porto Santo

 

O futebolista internacional português Cristiano Ronaldo deixou hoje a ilha do Porto Santo rumo a Madrid, levando consigo um saco de areia da praia, cujas propriedades são reconhecidas pelas suas capacidades medicinais.

 

O jogador do Real Madrid, que esteve na ilha com um grupo de investidores para tratar de um empreendimento turístico que ali vai edificar, seguiu os conselhos do presidente da autarquia local,Roberto Silva, transportando areia, que, considera, poderá ser útil na recuperação da lesão que o afeta.

 

“Ele ficou muito sensibilizado com a nossa explicação em relação à areia e fez questão de a levar, considerando que a mesma poderá ajudá-lo numa recuperação mais rápida e eficaz, de forma a regressar aos relvados”, afirmou o presidente da Câmara de Porto Santo.

 

O governante mostrou-se satisfeito com a decisão do jogador e manifestou o desejo de que este recupere "o mais rapidamente possível".

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 10:49 | link do post | comentar

Domingo, 27.02.11

 

Ericeira é reserva de Surf

 

World Surfing Reserves anunciou hoje que duas zonas de surf nomeadas - Santa Cruz, no norte da Califórnia e a Ericeira, em Portugal - foram formalmente aprovadas e serão dedicadas como World Surfing Reservas (WSRs). As duas regiões icónicas juntam-se a Malibu, Califórnia, que foi consagrado como a primeira Reserva Mundial de Surf em Outubro de 2010, e Manly Beach, Austrália, que também foi aprovado em 2010 e está agora a aguardar a sua "dedicação" que vai acontecer algures em 2011, como sendo os primeiros locais a receber a prestigiosa designação de Reserva Mundial de Surf (World Surfing Reserve).

A Ericeira é uma meca para o surf português e para surfistas de todas as nacionalidades. A área aprovada consiste em 4 km (2,5 milhas) da costa, quilómetros estes que contêm um grupo altamente concentrado de spots de surf de grande qualidade, vários deles de classe mundial, incluindo Ribeira d'Ilhas e outros.

"A Ericeira é uma costa de surf tão diversa, tem zonas para todos", disse o surfista profissional do WCT Tiago Pires, que cresceu surfando naquele bocado de costa "Há ondas grandes, ondas pequenas, ondas para profissionais e ondas de iniciantes. Eu amo esta área e eu estou contente de vê-la a começar a ter o reconhecimento que merece, bem como uma ferramenta para ajudar a melhor protegê-la."

A zona de Santa Cruz, de cerca de 11 km (7 milhas) da costa estende-se desde Natural Bridges no extremo oeste até Opal Cliffs, a leste de Pleasure Point e é composta por um denso aglomerado de ondas de sonho e está imersa numa enorme tradição de surf. A zona é conhecida pelos pontos icónicos em Steamer Lane e Pleasure Point, ambos pointbreaks para a direita de qualidade mundial.

"Eu não posso pensar num lugar mais digno do que Santa Cruz", disse um dos ícones mais notáveis da cidade, Jack O'Neill, que inventou os fatos de surf para que ele e os seus amigos pudessem navegar nas águas geladas da localidade nos anos 50 e 60. "Tem tantos spots de surf incríveis, uma comunidade de surf maravilhosa e é uma parte lindíssima da costa. A denominação de Reserva Mundial de Surf será uma óptima maneira de ajudar a preservar a área."

A World Surfing Reserves visa designar e proteger as áreas de surf mais importantes e queridas em todo o Mundo em parceria com as comunidades de surf local. Os sítios WSR são nomeados e seleccionados com base em quatro critérios principais: qualidade e consistência das ondas, a importância para a cultura do surf e da história, características ambientais, e apoio da comunidade. Até agora mais de cem sítios de 34 países diferentes foram submetidos à consideração do estatuto WSR.

O dez vezes campeão mundial de surf, Kelly Slater, que no ano passado já tinha apoiado o movimento, também expressou o seu forte apoio a Santa Cruz e Ericeira. "Toda vez que temos uma hipótese de preservar oficialmente uma praia ou um spot de surf específico, eu torço para ele", disse Kelly. " A World Surfing Reserves está a pôr a fasquia muito alta e com um grande alcance, procurando no Mundo o próximo grupo de praias a serem protegidas. Estou ansioso pela designação e protecção futura daquelas praias - tal como muitas outras pessoas".

Para além de seu significado cultural e estético, cada Reserva Mundial de Surf é um encontro de terra e mar seleccionados pela sua natureza única, pelas suas ondas e pelo seu cenário natural. A designação de cada WSR visa a protecção desta zona costeira de ondas e de habitat motivado pelo desenvolvimento inadequado, através de parcerias locais e internacionais que juntam a comunidade em torno da conservação, para melhorar e ditar a administração da área.

Sobre a World Surfing Reserves

World Surfing Reserves (WSR) identifica proactivamente, designa e preserva as ondas, zonas de surf e os seus ambientes circundantes em todo o mundo. WSR é uma iniciativa lançada pela organização Save the Waves Coalition em 2009, em conjunto com o National Surfing Reserves - Australia, e através de parcerias adicionais com a International Surfing Association (ISA) e com a Universidade de Stanford Center for Responsible Travel (CREST).

Para mais informações, consultem www.worldsurfingreserves.org

 

Via Surf Portugal



publicado por olhar para o mundo às 10:00 | link do post | comentar

Quarta-feira, 23.02.11

Naturismo nas ilhas da Ria Formosa em Faro

 

Ilha Deserta, ponto mais a sul de Portugal Continental e localizado no concelho de Faro, pode ter este verão um espaço destinado à prática de naturismo caso a proposta passe na próxima Assembleia Municipal de Faro.

A proposta para criação de um "espaço destinado à prática de naturismo no concelho de Faro" consta na ordem de trabalhos da Assembleia Municipal (AM) de Faro, marcada para segunda-feira.

A Ilha Deserta, também conhecida por Barreta, é um vasto areal, que tem recebido a Bandeira Azul e apenas acessível de barco, estando cercada pelas águas da Ria Formosa e pelo oceano, sendo a única ilha completamente desabitada do Parque Natural da Ria Formosa.

Em abril do ano passado, os autarcas do Algarve revelaram-se favoráveis ao projeto de lei do partido Os Verdes, que visava aumentar o número de praias de nudismo, dando aos municípios o poder de decisão sobre a criação de espaços para a prática do naturismo.

O Algarve foi a primeira região de Portugal a ganhar uma praia naturista delimitada nos termos da lei, a praia do Barril, na Ilha de Tavira.

Em 2010, Portugal tinha seis praias legalizadas para a prática de naturismo, todas a Sul do Tejo, e um parque de campismo.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 11:03 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.08.10

Está aberta a guerra na praia da Estela da Povoa do Varzim entre os que gostam de andar por ali como vieram ao mundo e os mais conservadores, os que usam Lycra ou algodão parataparem "as vergonhas".

A praia é frequentada por naturistas. Ou seja o usual é as pessoas andarem por ali com o que Deus lhes deu ao sabor do vento do Norte e com a areia a entrar em tudo o que é orifício. Até aqui tudo bem, pelo menos para quem aprecia a liberdade do acto. Eu como não sou um apreciador da prática não vou comentar este aspecto. Respeito.

Acontece que há quem por ali diga, sobretudo moradores da zona e inclusive um vereador do PS - o senhor Renato Matosque o coito é ali praticado em pleno areal como quem está a jogar raquetes. E que por isso estarão os bons costumes a ser ameaçados de forma vil e inadmissível gerando "conflitos frequentes" entre quem usa a praia nuzinho e quem ali vive perto e tem o estranho hábito de andar normalmente cobertos com peças de vestuário.

Os naturistas em sua defesa replicam dizendo que são "mentiras sem provas". Ou seja, que por ali o pipi e o pirilau estão livres e desnudados sim senhor é um facto mas nada de interacção ou união entre "membros" frequentadores. Tudo legal portanto. E estranham os alegados "conflitos com moradores" dado que "não há uma única casa ou edifício de habitação nas redondezas".

E assim se cria um mistério: como podem os tais "moradores" que nem sequer têm casa ali perto tão pouco nas redondezas ou mesmo o senhor Renato Matos, vereador do PS, saber se há ou não a prática explícita de sexo em plena praia se não são nudistas, naturistas ou frequentadores da mesma? E pasme-se, a Polícia Marítima não recebe uma queixa deste género -atentado aos bons costumes - há anos.

Deixem-me adivinhar: andavam por ali a praticar asa delta, olharam para baixo por acaso e viram o que lhes parecia ser uma orgia? Não seria apenas um grupo de turistas a espetarem os ferros do pára-vento?

Ou será que isto não é apenas mais um caso, bem comum na nossa sociedade, de revolta dos "puritanos da aldeia". Aqueles beatos que detestam saber que há malta nua a dois quilómetros das suas casas mas que se pelam por espreitarem atrás das dunas a jogarem ao prego?

Um naturista dizia quando entrevistado "eu se não gosto de bacalhau não vou a um restaurante onde sirvam apenas bacalhau". Eu não diria melhor. Mas ele também deveria saber que em Portugal o bacalhau é um prato muito apreciado e sobretudo apetecido.

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 10:00 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 23.07.10

 

Oito mil pessoas juntaram-se no Facebook, e está já marcada uma manifestação para o dia 14 de Agosto, a partir das 17.00, em pleno Portinho da Arrábida. A organização pede aos participantes que levem vestida uma camisola preta. "Queremos mostrar o nosso luto e içar ainda uma bandeira preta numa zona que devia ter a bandeira azul", diz Pedro Vieira, engenheiro zootécnico, com casa na Arrábida e responsável pela jornada de luta, alertando que a maior preocupação se prende como desassoreamento galopante das praias. "Hoje temos o Portinho sem praia na maré cheia, ficando a água suja com o barro da arriba, que é comida pelo mar, porque já não há areia. Na vazante, encontramos um mar de calhaus, sendo necessário ir calçado para dentro de água, para evitar lesões", refere, alertando para a necessidade de haver reposição de areia, à semelhança do que foi feito na Costa de Caparica. Segundo o DN apurou junto do Instituto da Água (Inag), não está prevista nenhuma intervenção do género para Setúbal.

 

Via DN



publicado por olhar para o mundo às 08:57 | link do post | comentar

Quinta-feira, 15.07.10

Praia do Meco

 

Não espere ver concertos com os pés de molho e prepare-se para respirar pó. O Super Bock Super Rock deixou o Parque Tejo, perto do Parque das Nações, para se instalar na Herdade Cabeço da Flauta, no Meco, mas o festival ainda fica a 15 minutos de carro do mar. A partir de sexta-feira, a pacata aldeia (que ficou na moda quando Pedro Miguel Ramos ali abriu um bar) será invadida por milhares de pessoas - o recinto tem capacidade para 30 mil pessoas por dia. Encontre as respostas para todas as suas dúvidas, para que não se perca na multidão.

O Meco é longe e não tenho como ir. Devo pedir boleia à entrada da ponte 25 de Abril?

Não vale a pena arriscar tal façanha. Na página oficial do Super Bock Super Rock no Facebook existe uma aplicação (a Super Boleia) que permite pedir boleia ou divulgar os lugares disponíveis no seu carro para partilhar os custos com vizinhos que ainda não conhece. Há festivaleiros que oferecem boleia de várias partes do país, desde Lisboa a Matosinhos, Coimbra, Águeda ou Torres Vedras. Se prefere viajar de auscultadores nos ouvidos sem ter de fazer conversa, apanhe um comboio até à estação de Coina e depois um autocarro até ao recinto, que fica no meio do nada, diga-se. Não tente ir em peregrinação. Embora possam lá tocar bandas que para si são sagradas, o Meco não é Fátima e há maneiras mais saudáveis de exercitar as pernas. 

Recuso-me a (tentar) dormir no campismo gratuito do recinto e a esperar duas horas para tomar banho de água fria.

Pode sempre ignorar as placas de proibição nas praias e na Lagoa de Albufeira e ali erguer um acampamento ilegal - não nos responsabilizamos por problemas com as autoridades. Para tomar duche e ir à casa de banho, use os balneários na entrada da praia do Meco (das 9h às 21h), mas esteja preparado para água gelada. Na Aldeia do Meco, várias senhoras tentam alugar os seus próprios quartos à semelhança do que acontece na Nazaré, mas de uma maneira mais discreta. Não há velhotas de cartaz "Aluga-se" em riste à beira da estrada, mas se perguntar por quartos nos restaurantes e cafés do Meco e de Alfarim, talvez consiga alguns contactos. Os hotéis e pousadas das redondezas já estão esgotados desde Junho, grande parte deles "com técnicos de som e pessoas que vão trabalhar no festival", dizem-nos na Quinta dos Amarelos, na Aldeia do Meco, com capacidade para alojar 18 pessoas. Se quiser pernoitar com todas as comodidades, vá até Sesimbra (a 30 minutos) e experimente o Hotel do Mar. Apesar de um quarto duplo custar 120€/noite, é dos poucos nas redondezas que ainda aceita reservas. 

Ainda assim, não quero gastar muito dinheiro...

Então terá de optar por um dos dois parques de campismo do Meco. O Campimeco (7,2€/dia), mesmo em cima da praia das Bicas, tem água quente, piscina, campo de ténis e até uma peixaria. Mas o melhor peixe é o do restaurante Cabana do Pescador, em frente. O parque de campismo de Fetais fica a 800 metros da praia de nudismo, tem piscina, duche quente e um campo de futebol. Nenhum dos dois aceita reservas, por isso o mais aconselhável é ir para o Meco enquanto ainda há lugares e marcar território com a tenda.

À noite vou aos concertos. E durante o dia, o que se faz nesta terra?

Vai-se à praia. Do recinto do festival partem autocarros para a praia do Meco - que na verdade se chama praia do Moinho de Baixo - de 30 em 30 minutos. A praia é grande (o areal tem 4 km), mas se já é concorrida aos fins-de-semana, imagine em ocasiões festivas. Todos os parques de estacionamento perto da areia são pagos (1,50€) e têm sombra. Se quiser evitar a confusão, caminhe na areia grossa para a esquerda (do lado de quem está virado para o mar) até à zona de nudismo, onde além de algumas famílias despidas, não encontra mais ninguém. Nesta zona, tem de despir-se e rezar para não encontrar nenhum colega de trabalho. Há quem se besunte com a argila que cai da falésia porque, dizem, "faz bem à pele". Se quer ter sossego mas não quer despir o fato-de-banho, tente a praia da Foz, a mais próxima do Cabo Espichel.

Sou alérgico a praia. E agora?
Mesmo que o seu problema seja a água salgada, não lhe vamos sugerir um mergulho na Lagoa de Albufeira, a menos que seja praticante de windsurf, canoagem ou kitesuf. É a poça mais próxima do festival, mas costuma estar cheia de famílias barulhentas equipadas com grelhadores e lancheiras. Micaela Rodrigues, do posto de turismo da praia do Meco (aberto das 10h às 13h e das 14h30 às 18h) oferece um mapa com um trilho pedestre pela "rota dos dinossauros", com início e fim no Cabo Espichel, ao pé do santuário. São 5 km a caminhar pelas arribas calcárias do Cabo e da Baía dos Lagosteiros, onde os olhares mais atentos conseguem avistar pegadas do período jurássico. Do Cabo Espichel pode também iniciar outra caminhada até ao Forte de São Domingos da Baralha. Não se esqueça de levar água e sandes ou barras energéticas.

Tenho mesmo de comer cachorros durante três dias?

Só se quiser. O melhor da aldeia do Meco talvez seja o marisco e pode prová-lo no Retiro do Meco (na Rua do Comércio). Delmina e o marido decidiram abrir o restaurante que agora pertence ao filho há 22 anos. "Já lidávamos com marisco há muito tempo porque tínhamos um viveiro na Lagoa de Albufeira e pensámos abrir este espaço", conta Delmina, no intervalo dos cozinhados. Além das amêijoas e do mexilhão da Lagoa, a especialidade da casa são os "3 tachos", uma invenção da sua nora Elisabete. "São três pratos de choco frito, choquinhos e carne de porco à portuguesa, acompanhados por frutas frescas como kiwis, pêssegos, ananás e morangos", explica. Na altura do festival espera-se uma enchente, mas o restaurante tem estacionamento privativo.

Os vizinhos da tenda ao lado não me deixam dormir. Na verdade não tenho sono e bebia mais um copo...

Ao lado do Retiro do Meco fica o bar Drinks and Drunks, que nos dias do festival promete estar aberto até às 6 da manhã. Há tapas, pizzas e lasanhas para matar fomes tardias e cocktails, como o Sex on The Beach, e caipirinhas (4€). Se estiver alojado em Sesimbra experimente o Vista Mar Bar (no Largo da Marina, 30, mesmo em frente à praia do Ouro). Recomendam-se as tostas em pão caseiro e as mais de 50 marcas de cervejas estrangeiras.

 

Dicas para sobreviver no festival

Tabaco:
No posto de turismo garantem-nos que na Aldeia do Meco não se vende tabaco. Pelo sim pelo não, o melhor é levar alguns maços na mala ou tentar a sorte nos cafés de Alfarim.

Multibanco:
Pode levantar dinheiro na Aldeia do Meco e em Alfarim, mas esteja preparado para filas que parecem não ter fim. Quando chegar a sua vez, é provável que a máquina já só cuspa notas de 100 euros. Recheie os bolsos com dinheiro antes de chegar.

Repelente:
Lembre-se que o recinto do festival está rodeado de pinheiros mansos e fica mesmo ao lado da Lagoa de Albufeira: o habitat de milhares de melgas e mosquitos sedentos de sangue fresco. Regra geral, costumam atacar ao fim da tarde, na altura em que começam os concertos. Não se vai arrepender de ter trazido repelente de insectos na mala. Nem tem a desculpa de que pesa muito.

Farmácia:

Se não seguiu o conselho acima e tem borbulhas do tamanho de batatas, nem tudo está perdido. Na farmácia de serviço Liz
(na Estrada de Alfarim, lote 3) têm a solução para o seu problema. E para outros que possam surgir.

Mantimentos:
No parque de campismo do festival não são permitidas botijas de gás. Evite pirotecnias e abasteça-se nas grandes superfícies (na estrada que vai até Sesimbra encontra um Modelo e um Pingo Doce). Se preferir, visite o mercado típico da Lagoa de Albufeira, das 7h às 13h.

 

Zapping Humano. Aproveite o melhor do festival SBSR

Dia 16, sexta

Jamie Lidell, 19h
Palco Super Bock
Um bom início de festa. O músico inglês vem apresentar “Compass”, novo disco, e encher o lusco-fusco do Meco com a uma mistura dançável de electrónica com soul e gospel.

Grizzly Bear, 23h30
Palco EDP
Ainda não passaram três meses desde que conquistaram o Coliseu dos Recreios e já estão de volta. Gravaram um dos discos do ano passado e são uma das melhores bandas para ver enquanto ainda se está vivo e a respirar.

Pet Shop Boys, 00h40
Palco Super Bock
Foram eles que fizeram as nossas mães cantarolar pela primeira vez uma canção com base electrónica. Vêm a Portugal mostrar a frescura e o que é a pop intergeracional.

 

Dia 17, sábado

 

Julian Casablancas, 21h
Palco Super Bock
Casablancas fez uma pausa nos Strokes, uma das bandas mais importantes do início do século XXI, para um projecto a solo que podia ser um desastre. Não foi. Julian desiludiu os pessimistas e assina um concerto imperdível.

 

Hot Chip, 22h30
Palco Super Bock
“Made in The Dark” o terceiro disco dos Hot Chip, marca a altura em que os nerds tomaram conta da pista de dança. Para curtir até os óculos ficarem embaciados

 

Vampire Weekend, 23h50
Palco Super Bock
Há dois anos tocaram às cinco da tarde no festival Alive, quando toda a gente ainda estava à procura de um lugar para estacionar. Este ano são um dos cabeças de cartaz e grande chamariz do SBSR.

 

Dia 18, domingo

Spoon, 20h20
Palco Super Bock
Fenómeno rock indie que tem crescido nos últimos anos, os Spoon passaram dos blogues de mp3 para as ondas FM e prometem ser uma das bandas mais interessantes do cartaz.

The National, 21h30
Palco Super Bock
Não há na história desta banda americana um disco mau. “High Violet”, o mais recente longa duração, é o resultado de um crescendo de talento e trabalho poucas vezes testemunhado no mundo da música.

Prince, 23h45
Palco Super Bock
Se há uma maneira errada de começar um texto é esta: “Músico X dispensa apresentações”. Se as dispensa, então porquê escrever uma notícia? Não se faz. Mas e Prince? Prince dispensa apresentações.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 09:00 | link do post | comentar

Domingo, 11.07.10



Este calor de Verão convida mesmo a dar um mergulho na praia. Muitas vezes, o incauto veraneante ou inexperiente banhista vem aqui à Costa de Caparica refrescar-se ao mesmo tempo que se diverte com a familia e amigos, enquanto observa corpos despidos na areia.

Quando decide ter um contacto com a água do mar, nem se apercebe que um perigo mortal o espreita silenciosamente, ele é quase invisivel ao olhar, mas está lá à espera da próxima vítima que pode jamais chegar a casa nesse dia. Referiro-me aos Agueiros, típicos nestes 22 kms de praias (estendem-se desde a Cova do Vapor - em frente o Bugio, farol da entrada da barra do rio Tejo, até um pouco para lá da Fonte da Telha, próximo do cabo espichel).

Um agueiro pode ceifar uma ou várias vidas em minutos, soube de histórias aqui na Costa de que tanto morreu a vítima como seu pretenso salvador, ainda que muitos sabiam bem nadar, mas nada puderam fazer contra tais correntes submersas.

Mas afinal o que é um AGUEIRO?

"A costa é perigosa. Tem correntes muito fortes e forma agueiros. As pessoas são enroladas e lançadas para fora. A maioria dos banhistas entra em pânico e, em vez de se deixar levar pela corrente até terra, luta contra ela, acabando por perder a força e ser arrastado pelo mar"


Estes "agueiros" são conhecidos por "Rip Current" ou "corrente de retorno", perigosos fenómenos da costa Atlântica portuguesa que ceifam muitas vidas em cada época balnear e mesmo para além dela. São correntes de retorno que variam em tamanho, largura, profundidade, forma, velocidade e potência.

O que fazer se for "apanhado" por uma destas correntes submarinas?

NÃO RESISTIR - Aconselha-se os banhistas a não resistir ao agueiro. Deve-se tentar nadar em diagonal à direcção da corrente, de forma a ser arrastado lateralmente e não para o interior do mar.

É que norma geral, o agueiro leva a pessoa para longe da costa (inevitavelmente para fora de pé) e não para o FUNDO. Sem pânico aperceberemos dessa corrente que nos afasta da praia e que entre 5 a 50 metros para lá da rebentação, o agueiro vai diminuir de intensidade até se dissipar. Pode a pessoa aflita pedir socorro, enquanto vai boiando à superfície e acenando com os braços.

Esta informação pode salvar uma vida – a sua, a dos seus filhos ou entes queridos.

Se vai à praia este ano, consulte mais detalhes sobre este perigo, neste site do Instituto de Socorros a Náufragos (aqui).

Via Sorriso de Geia



publicado por olhar para o mundo às 09:54 | link do post | comentar

Quarta-feira, 16.06.10

Bikinis, não precisam ser pequeninos

 

Os biquínis são muito parecidos com as calças de ganga. À primeira vista ficam bem a toda a gente, mas se olharmos com atenção não é bem assim. Ficam lindos nas montras e cabides, depois quando os experimentamos ficamos convencidas que a senhora da loja se deve ter enganado. "Os biquínis, a seguir às calças de ganga, são os mais difíceis de encaixar no corpo. Há pequenos pormenores que em vez de disfarçarem algumas imperfeições, só as acentuam", explica a produtora de moda, Paula Farraia. 

Para a ajudar nesta nobre missão falámos com três consultoras de imagem que elegeram os melhores fatos de banho e biquínis que se adequam a cada corpo. Não se trata de esconder imperfeições ou gordurinhas, mas sim de tirar partido do melhor do seu corpo. 

Já que é feriado, e apesar de não estar tempo para banhos, aproveite para escolher os biquínis que mais a favorecem, quer tenha um corpo estilo ampulheta, pêra, triângulo invertido, rectangular ou o oval. Como não estamos a falar de uma ciência exacta, pode sempre fazer um tutti-frutti. Escolha as características que melhor se aplicam ao seu caso em cada um dos formatos. O truque é quase sempre o mesmo: ilusão de óptica. "Para cada tipo de corpo o objectivo é chamar a atenção para as nossas melhores qualidades e disfarçar os defeitos", defende Helena Penteado da Let's Shop. 

Mesmo que as tendências ordenem que os biquínis fininhos não são aconselháveis, Paula Farraia defende que nestes casos não se deve dar ouvidos. "Há fatos de banho e biquínis clássicos que encaixam melhor com um tipo de corpo e morrem por causa da moda."

Como se de um quadro se tratasse, Alexandra Simões de Carvalho, fala de "apontamentos de cor e textura nas áreas mais estreitas". É a arte do biquíni. Só mais um conselho: pernas curtas, biquínis com cuecas cavadas e finas na lateral e barriguinhas são sinónimo de cintura subida.



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.02.10

400 pessoas num super beijo

 

O realizador Claude Lelouch juntou 200 casais na praia de Deauville, no noroeste de França, lembrando a cena do filme "Um Homem e uma Mulher".

Aos jornalistas Lelouch disse que ver os beijos e abraços daquelas quatrocentas pessoas num dia de S.Valentim com sol "foi magnífico".
O realizador revelou ainda que poderá usar algumas das imagens captadas no seu próximo filme "Ces amours-là" que deverá estrear este ano.

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 14:12 | link do post | comentar

Segunda-feira, 07.09.09

Topless com menos adeptas em portugal

 

 O direito ao tronco nu em locais públicos foi exigido recentemente por mulheres norte-americanas, devidamente despidas. Em Portugal, não há estudos nem polémicas e não há queixas. Mas nas praias há quem note menos adeptas do topless.

Enquanto o nudismo tem enquadramento legal nas praias portuguesas, o tronco nu das mulheres só tem consequências quando há queixas.

A Polícia Marítima (PM) explica que só intervém se existir uma queixa "alegando que a pessoa praticante de topless assume uma atitude de carácter exibicionista perante o queixoso".

 "No entanto, a prática de topless está de tal forma generalizada nas praias que não há registos [recentes] de queixas apresentadas em seu resultado", acrescenta a PM.

Para a socióloga Ana Cristina Santos, o vazio legal é "elucidativo e ilustra a falta de centralidade do tema, que não é considerado problemático".

Mas em alguns países gera controvérsia. No início do mês, a BBC noticiou reacções de feministas à proibição de topless nas praias artificiais de Paris.

O grupo Les Tumultueuses (As tumultuosas) distribuiu panfletos em manifestações com o slogan "Meu corpo, se eu quiser, quando eu quiser, assim como é".

A jornalista Regan Kramer, do grupo Les Chiennes de Garde (Cadelas de Guarda), considera que o topless está "demodé" devido às preocupações com a exposição ao sol, porque a sida foi um "balde de água fria na revolução sexual em geral" e porque a publicidade explora o "porno-chic".

"Fazer topless gradualmente tornou-se numa obrigação e, no fim, a perspectiva feminista passou de festejar uma liberdade recém-adquirida a rejeitar a pressão sem fim de exibir o 'corpo perfeito'", analisa.

O recente inquérito Les femmes et la nudité (as mulheres e a nudez), feito a mil francesas, referia que 31 por cento das mulheres entre os 18 e os 35 diziam-se desconfortáveis ao ver topless na praia e 20 por cento das mulheres com mais de 35 anos eram da mesma opinião.

Um dos autores do estudo lembrava, por outro lado, que as mulheres com mais de 50 anos são de uma geração que "favorece um liberalismo cultural".

Ana Cristina Santos lembra que em Portugal é "muito recente o debate da cidadania sexual, reprodutiva e íntima" mas o topless nunca foi um tema controverso e há uma "naturalização da prática".

Raquel, 35 anos, é filha de pais naturistas e mãe de duas filhas que usam todas as partes do fato de banho. Mas ela é adepta do topless "desde sempre".

Amamentar durante dois anos alterou-lhe o corpo, mas a certeza de que se sente bem fê-la continuar, ao contrário das amigas, que já não o praticam. "Sinto-me bem e se tenho as mamas descaídas, azar", diz, pragmática.

Dois nomes portugueses surgem numa petição do movimento sueco Bara Brost (Peitos à mostra), que tal como o movimento norte-americano Go Topless, defende o direito ao tronco nu feminino em locais públicos, do qual já usufruem os homens.

Uma das signatárias, Cláudia Borralho, 29 anos, explica que o movimento surgiu após a expulsão de uma piscina de duas raparigas que faziam topless.

"Os seios femininos são imediatamente associados à sexualidade. As mulheres que criaram esse movimento sabem que o direito a expor livremente as partes do corpo que os homens expõem são parte da conquista pela igualdade de género. A provocação está nos olhos de quem as observa como provocadoras e isso sim é perverso", argumenta.

Esta professora nota que, "estranhamente, as gerações mais novas têm aderido pouco ao topless" e entre o seu círculo de amigas "contam-se pelos dedos as que o fazem".

"A geração da minha mãe e da minha tia parece bem mais descomplexada no que toca aos limites da nudez e creio que este retrocesso não sucede só em Portugal", acredita.

 

Via DN

 



publicado por olhar para o mundo às 07:48 | link do post | comentar

mais sobre mim
posts recentes

Naturistas com apenas set...

Cristiano Ronaldo leva pa...

Ericeira é Reserva Mundia...

Ilha Deserta em Faro com ...

Não há sexo na praia da E...

De camisola preta pelo Po...

Meco. Tudo o que quis sab...

Agueiro, perigo mortal

Biquíni: não é preciso se...

200 Casais em super beijo...

arquivos

Fevereiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Setembro 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Julho 2014

Junho 2014

Março 2014

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

tags

todas as tags

blogs SAPO
subscrever feeds
comentários recentes
Moro no Porto gosta de saber se há este tipo de cu...
Olá Boa tarde eu ultimamente não sinto prazer sexu...
Gente me ajudem nao sei oq fazer eu tenho meu mari...
joga na minha conta entaomano
Eu es tou dwsssssssssvzjxjshavsvvdvdvsvwhsjdjdkddd...
Quero fazer uma pergunta referente ao tema e é pro...
fala comigo
Essa papelaria em Queijas da muito jeito chamasse ...
ai mano to nessa como faz???
Gostaria de saber oque fazer quando a criança nega...
Posts mais comentados