Quarta-feira, 23.03.11
Hackers conseguiram aceder ao iPhone de Scarlett e roubar-lhe uma fotografia em que ela aparece totalmente nua
 
 
O FBI está a investigar uma série de roubos de fotografias comprometedoras de estrelas de Hollywood. Depois de terem sido divulgadas através da Internet imagens da jovem Vanessa Hudgens sem roupa, agora é a vez de Scarlett Johansson ver imagens suas despida a circularem pela Web.
 
Hackers conseguiram aceder ao iPhone de Scarlett e roubar-lhe uma fotografia em que ela aparece totalmente nua (Lucas Jackson/Reuters)

A primeira vítima daquilo que se julga ser uma rede de hackers foi a estrela dos filmes “High School Musical”, Vanessa Hudgens, que já fez queixa à polícia federal norte-americana.

A jovem actriz apresentou queixa depois de ter percebido que andavam a circular online fotografias suas que estavam guardadas no seu telemóvel pessoal. Os hackers terão tido acesso remoto ao seu smartphone e terão transferido as suas fotografias mais comprometedoras para a Web.

Vanessa Hudgens já tinha sido alvo de um golpe semelhante, há dois anos, depois de se terem igualmente publicado umas imagens em que aparecia igualmente nua. Este incidente quase lhe custou a carreira, uma vez que Hudgens trabalha com a cadeia Disney, que tolera com dificuldade este tipo de episódios, já que é uma cadeia destinada a crianças.

Depois de Hudgens, chegou agora a vez de Scarlett Johansson. Hackers conseguiram aceder ao iPhone da actriz e roubar-lhe uma fotografia em que ela aparece totalmente nua.

Miley Cirus, Selena Gómez e Jessica Alba são outras das famosas a quem terão igualmente sido roubadas fotografias, embora ainda não estejam a circular na Web, refere o “El País”.

As últimas informações dão conta que o FBI já está perto de apanhar os responsáveis por estas violações de privacidade.

Os peritos têm alertado para o risco que representam os chamados smartphones, que são como pequenos computadores susceptíveis de serem “assaltados” por piratas informáticos, que conseguem facilmente aceder às pastas de fotos armazenadas no aparelho.

 

Via Público



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Quinta-feira, 10.03.11

Rolls Royce eléctrico

 

Vai ser mostrado ao público no Salão Automóvel de Genebra, de 3 a 13 de março, o Rolls Royce 102EX, ou, se quiserem, Phantom Experimental Electric.

Ainda não há muito para ver nem para dizer, mas apenas que se confirma a aposta da marca de luxo Rolls Royce no segmento dos carros elétricos.

 

A marca acaba de anunciar uma versão do clássico Phantom alimentado por electricidade. Este velho clássico custa €356 mil mas, segundo estimativas avançadas por alguns analistas do sector, o novo RollS Royce elétrico nunca será vendido abaixo dos €1,2 milhões.

Sabe-se também que a apresentação do carro em Genebra é apenas o início de uma tournée mundial que o levará a vários pontos da Europa mas também ao Médio Oriente, à Ásia e à América do Norte.

Nos países onde vai ser mostrado será dada oportunidade aos candidatos a proprietários de experimentarem o novo modelo.

Esta é também uma forma de a Rolls Royce avaliar o potencial apetite por esta nova modalidade em que se adiciona ao luxo a mobilidade elétrica. Ou seja, andar de carro em grande estilo e com a vantagem de não emitir um único grama de dióxido de carbono.

A Rolls Royce nega que já esteja a produzir o Phantom elétrico em série, mas também garante que está a marcar presença neste segmento com um propósito bem claro: ver se há mercado.

Em simultâneo com a apresentação do Phantom elétrico em Genebra, a Rolls Royce lança também o sitewww.electricluxury.com , onde pretende dar início a um debate sobre a oportunidade desta aposta.

Aquele site também irá fornecer atualizações regulares sobre o progresso do carro enquanto estavir em tournée.

 

 

 

 Via Expresso

 



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Quarta-feira, 05.01.11

A power balance é uma fraude

 

A marca de pulseiras plásticas Power Balance, vendidas com o objectivo de darem mais força e equilíbrio a quem as usa, foi obrigada na Austrália a admitir publicamente que as pulseiras não funcionam e a reembolsar compradores insatisfeitos.

 

Depois de queixas feitas no país de compradores que se sentiram defraudados com a pulseira, a Australian Competition and Consumer Comission, entidade com competências equiparadas em Portugal à Direcção Geral do Consumidor, obrigou a marca a fazer um comunicado no site daquela autoridade a admitir que as pulseiras são publicidade enganosa, que não funcionam. 

“Admitimos que as nossas alegações sobre o artigo não têm base científica e que por isso incorremos numa conduta enganosa”, diz a Power Balance num comunicado.

Todos os compradores que se sentirem defraudados devem enviar à Power Balance Austrália a pulseira verdadeira e pedir o dinheiro de volta, reeembolso que a marca garante até 30 de Junho.

A marca terá também que retirar das suas embalagens a frase “performance technology” e alterá-la nas campanhas publicitárias e o seu site. “A ACCC acredita que esta expressão pode induzir os consumidores em erro, fazendo-os acreditar que a pulseira tem poderes que de facto não tem”, diz no seu site a autoridade australiana, num comunicado assinado pelo seu presidente Graeme Samuel. “Os fornecedores destes artigos têm de certificar-se que não estão a publicitar benefícios que não são comprovados por verificação científica”. 

A entidade reforça a gravidade da situação quando o artigo em causa é vendido nas maiores lojas de desporto e usado por celebridades, situações que ajudam a credibilizar o artigo, acrescenta o comunicado. “Os vendedores que continuarem a vender o artigo têm de ter presente que a ACCC pode também agir contra eles."

Em Espanha, a associação espanhola de defesa do consumidor Facua decidiu avançar em Novembro com um processo por publicidade enganosa e obrigou a Power Balance Espanha a pagar uma multa de cerca de 15 mil euros à Junta da Andaluzia, região onde a empresa se instalou no país.

Mas a Facua não ficou satisfeita e alaga que vai recorrer uma vez que 15 mil euros é quanto a empresa faz em algumas horas com a venda de cerca de 500 unidades. Espanha é, segundo a associação, o país líder em vendas da empresa.

O mesmo aconteceu em Itália. A autoridade que regula o mercado italiano (AGCM) multou em 350 mil euros as empresas que vendem no país as pulseiras Power Balance e outras do género. As empresas Power Balance Italy e Sport Town foram multadas em 300 mil e 50 mil euros respectivamente, depois de uma investigação que prova que não deu como provados os benefícios para o equilíbrio, flexibilidade, resistência física e força que são anunciados na publicidade ao produto. 

Cristiano Ronaldo, a estrela do basquetebol norte-americano Shaquille O’Neal, o corredor de Fórmula 1 Rubens Barichello, ou a actriz portuguesa Alexandra Lencastre são algumas das personagens com exposição mediática que já apareceram com uma Power Balance no pulso.

Ao PÚBLICO, em Novembro, quando surgiu o caso espanhol, o físico de partículas Gaspar Barreira, disse: “Tudo o que se diz sobre a pulseira em termos físicos é um chorrilho de asneiras, são palavras tiradas ao acaso. Não há maneira de fazer sentido”.

Pedro Nunes, bastonário da Ordem dos Médicos acrescentava: “Hoje em dia vivemos numa sociedade em que qualquer um pode burlar os outros. Tudo é aceitável sem qualquer comprovação científica. Os produtos deviam ter uma comprovação da sua eficácia”.

E o psicólogo Américo Baptista falava de um efeito placebo que até poderia justificar o bem-estar que alguns utilizadores dizem sentir com a pulseira: “Quando nós acreditamos, e não é só nas pulseiras, ficamos de facto melhores. É o efeito placebo. Há mecanismos cerebrais que são activados, que desencadeiam a produção de endorfinas, moléculas responsáveis pelo alívio da dor, por exemplo”.

Em Portugal a Direcção Geral do Consumidor disse em Novembro ao PÚBLICO que não tinha sido apresentada nenhuma queixa de consumidores portugueses.

 

Via Público



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Quarta-feira, 04.11.09

O jogo em Portugal

 

As slot machines, os jogos na Internet e os jogos de cartas em estabelecimentos não licenciados são os três tipos de actividades lúdicas mais viciantes em Portugal. Um estudo recentemente divulgado pela Santa Casa refere que este tipo de apostas a dinheiro é responsável pela dependência de cerca de 40 mil pessoas. Um outro levantamento de uma socióloga do ISCTE trata estas dependências como uma patologia de graves consequências para a saúde física e psicológica, responsável pelo aumento de depressões e suicídios.

 

Dados viciados é o nome da tese desenvolvida em 2005 pela socióloga Vanessa de la Blétière, a qual, ao longo de uma série de entrevistas a pessoas viciadas em jogos de casino acaba por descrever o percurso de jogadores que começaram a apostar apenas por prazer e para passarem um pouco do seu tempo livre e que acabaram a perder os próprios negócios. No final, o seu objectivo de vida era encontrar um local onde pudessem continuar a apostar.


A confirmação das narrativas viciantes de Vanessa de la Blétière surge agora através do estudo da Santa Casa, coordenado por Henrique Lopes, da Universidade Católica Portuguesa. Neste documento concluiu-se, por exemplo, que o risco de dependência nas slot machines atinge quase os 500 por cento. A percentagem, partindo do mesmo universo de 1824 entrevistas, sobe para quase 800 por cento quando se abordam os jogos de mesa, e alcança os cerca de 900 por cento no caso das apostas da Bwin.

Vanessa de la Blétière, que trabalha agora num centro de estudos sobre mudança socioeconómica, acrescenta ainda que as doenças (depressões que muitas vezes conduzem ao suicídio) contraídas pelos viciados no jogo podem ser não só uma consequência por perderem dinheiro, mas também o resultado da vergonha que vão sentir por terem de assumir na sociedade um problema que não é compreendido e, por isso, desvalorizado.

Essa mesma incompreensão e desvalorização (do vício do jogo) terá estado na origem, em 1999, de um grupo denominado Jogadores Anónimos. "Simplesmente sentiram a necessidade de se refugiar da sociedade e poder falar de algo que permanece longe de uma explicação e compreensão por parte da sociedade portuguesa", defende a socióloga.

"Hoje não jogo. Amanhã veremos" é o lema adoptado por este grupo onde, de acordo com os depoimentos, a chave do êxito passa por modificar todos os hábitos adquiridos. Vanessa de la Blétière diz que entre os Jogadores Anónimos há um ponto de partida que passa por não pensar no futuro mas apenas no presente, situação essa que ajuda a que não haja desistências e que serve igualmente para auxiliar a preencher os tempos mortos e que antes eram gastos a jogar.

"Não me deixem entrar"

O vício do jogo origina situações estranhas. Muitos dos dependentes, quando se apercebem que a sua situação económica está a entrar numa fase negativa e sem retorno, assinam declarações a autorizar os responsáveis das salas de jogo a não lhes franquear o acesso.

"Por vezes há situações muito complicadas", diz um empregado do Casino Estoril contactado pelo PÚBLICO e recordando que pessoas que pedem para não os deixarem jogar querem, depois, entrar à força nas salas e revogar o que anteriormente assinaram mediante a exibição dos próprios documentos de identificação. Vanessa de la Blétière, que no seu estudo também identifica situações deste género, escreve ainda que muitos dos jogadores que assinam documentos a interditar a sua entrada, evitam passar em frente aos locais de jogo referindo-se aos mesmos com expressões diversas como: "É uma coisa que eu nem me aproximo" ou "tenho nojo".

O estudo diz ainda que, por norma, os jogadores dependentes são pessoas solitárias, mas que, ainda assim, entre eles (frequentadores habituais dos mesmos espaços) se estabelece uma estranha convivência. "Quanto é que perdeu aquele?" ou "o que é que está a dar" são apenas duas das frases mais escutadas nos casinos por onde a socióloga fez alguns levantamentos.

A socióloga refere que na área de jogo, quando se trata de apostar, o dinheiro parece não ter valor, mas que, fora dela, quando se vai, por exemplo, a uma loja, qualquer produto pode ser regateado por se achar que o mesmo já é caro de mais. "Era capaz de regatear o preço dos melões ou de outra coisa qualquer", refere um dos entrevistados.

 

Via Público



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Terça-feira, 27.10.09

 Lá se foram os motivos de conversa

 

Via Público



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Sábado, 19.09.09

Autoestrada, brisa condenada por acidente

 

O Tribunal de Alenquer condenou a Brisa - Auto Estradas de Portugal a pagar uma indemnização não indicada aos pais da jovem que em Novembro de 1999 morreu num acidente provocado por um javali quando viajava na A1.


A juíza considerou que "a factualidade apurada permite afirmar com segurança a culpa efectiva da ré Brisa na omissão do cumprimento da sua obrigação de garantir a segurança da circulação, designadamente através da construção de vedações que não permitam a entrada na via de animais, mormente de grande porte como é o caso de um javali".

O acórdão - conhecido esta semana - refere que a Brisa "nem sequer provou genericamente ter cumprido as suas obrigações de vigilância e de conservação das redes laterais da via, uma vez que se apurou a existência de um espaço na parte de baixo da vedação, através do qual o javali se introduziu na via, espaço esse que no dia seguinte ao do acidente foi tapado", provando que "não se justificava que existisse naquele local, nomeadamente para evitar o entupimento de linhas de água". 

António Oliveira, pai de Sandra, que à data do acidente tinha 28 anos, disse à agência Lusa que a sentença "vem fora de tempo". Declarando ter "pudor" em falar em dinheiro quando se trata da perda da sua filha, António Oliveira disse à Lusa que não lhe custa "exigir à Brisa o que ela tanto gosta", lamentando a atitude da concessionária, que, segundo ele, começou por lhe escrever uma carta dizendo que não tinha qualquer responsabilidade no acidente. "Tiveram que engolir o sapo, de dizerem que estava tudo bem quando tudo estava mal", disse, recomendando a quem recebe da Brisa a "carta tipo" com que habitualmente a concessionária responde, que a "rasgue" e arranje "coragem" para lutar contra um "gigante" e uma "máquina que não anda". 

Além da morosidade da justiça, obrigando a "remexer" com sentimentos que magoam - "é uma 'moedeira'" -, António Oliveira considera incompreensível que o Instituto de Medicina Legal tenha demorado três anos a entregar o relatório sobre as causas da morte de Sandra, documento essencial "para não haver mais jogo de empurra". Ainda houve uma tentativa de atribuição da responsabilidade pela morte de Sandra à viatura que vinha atrás e que embateu violentamente no seu carro, mas o documento do IML terá concluído pela gravidade das lesões provocadas pelo primeiro embate, disse. 

Durante o julgamento ficou a saber-se que "cerca de uma ou duas semanas" antes do acidente que vitimou Sandra "ocorreu pelo menos um outro acidente de viação com um javali, do qual a ré Brisa teve conhecimento", precisamente entre os quilómetros 30 e 39 da A1 (o embate de viatura da jovem com o javali ocorreu ao quilómetro 31,7).

Contactado pela Lusa, o gabinete de relações públicas da Brisa informou que ainda está a decorrer o prazo para eventual recurso, pelo que a empresa está a analisar o processo e decidirá "oportunamente" se recorre ou não.

 

Via Público



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Terça-feira, 15.09.09

Dada a pouca relevância politica e o pouco para dizer, há que encontrar outras formas de chamar a atenção....

 

Noticia do Público

 

 O Movimento Mérito e Sociedade (MMS) entregou hoje uma providência cautelar no Supremo Tribunal Administrativo para suspender as eleições legislativas de 27 de Setembro, queixando-se de falta de igualdade e imparcialidade da Comunicação Social no tratamento das 15 candidaturas.


"Trata-se de uma iniciativa de um conjunto mais vasto que o MMS vai ter junto dos tribunais portugueses. Pensamos que terá viabilidade e, se for coroada de êxito, pretende a suspensão do acto eleitoral porque há uma violação nítida por parte da Comunicação Social dos imperativos da lei eleitoral e da Constituição", disse à Agência Lusa o cabeça-de-lista do MMS por Coimbra, Raul Esteves.

Sem adiantar quais as outras acções judiciais que o MMS pretende desenvolver, este juiz em gozo de licença sem vencimento previu uma decisão no "tempo normal dos tribunais", uma vez que todos os partidos têm que ser ouvidos, apesar de os "procedimentos cautelares serem urgentes".

"Se assim for, o Sr. Presidente da República terá que designar novo dia e terá de haver outro tipo de comportamento daqueles que estão obrigados a dar o mesmo tratamento a todas as candidaturas", continuou, referindo-se a uma eventual decisão favorável.

A argumentação do MMS assenta nos pontos 3 b) e 3 c) do artigo 113º da Constituição da República Portuguesa, respectivamente sobre a "Igualdade de oportunidades e de tratamento das diversas candidaturas" e a "Imparcialidade das entidades públicas perante as candidaturas", além dos artigos 1º e 2º da Lei nº26/99, que regula a propaganda e a neutralidade das entidades públicas em eleições, novamente sobre a "Igualdade de oportunidades".

A democracia portuguesa não está saudável. O MMS tem várias iniciativas todos os dias e nada aparece na Comunicação Social. É como uma corrida de ciclismo em que para uns - os partidos com assento parlamentar - a estrada é a descer e para os outros é um percurso de montanha", concluiu.



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