Domingo, 13.03.11

ONU alerta para elevada mortalidade de abelhas, com consequências na produção alimentar

 

As abelhas estão a ser dizimadas em várias regiões do mundo devido aos efeitos da poluição e ao uso de pesticidas, podendo ter graves consequências na produção alimentar, alerta umrelatório das Nações Unidas hoje publicado.

O fenómeno da elevada mortalidade das abelhas é sobretudo visível nos países industrializados do hemisfério norte do planeta, refere o documento do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), citado pelas agências internacionais de notícias.

Entre os fatores que explicam a redução do número destes insetos estão o uso de pesticidas, a poluição atmosférica, a redução do número de plantas com flor e de apicultores na Europa.

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 26.05.10

Praias de nudismo em Portugal

 

Desde os 16 anos que Rui Martins não gasta dinheiro em fatos- -de-banho. Foi com essa idade que o presidente da Federação Portuguesa de Naturismo (FPN) se quis despir pela primeira vez na praia. "O meu pai, armado em mirone, levou-me à praia das Furnas quando acampámos em Vila Nova de Mil Fontes", conta Rui, que agora tem 50 anos. "Estava toda a gente nua", recorda. "A partir desse dia passei a frequentar a praia [onde o nudismo é tolerado] e nunca mais vesti calções de banho. O meu pai ficou escandalizado."

Se sempre sonhou com um bronzeado uniforme e com o dia em que não tem de esperar que o fato de banho seque, estas praias são para si. Conheça os melhores sítios onde o nudismo ainda não foi oficializado, mas poderá despir-se de preconceitos e besuntar-se de creme.

PRAIA DO BARRANCO Esta será a próxima praia oficialmente naturista em Portugal. A FPN está só à espera da aprovação do projecto. No concelho de Vila do Bispo, mais para os lados de Sagres, a praia do Barranco é uma pequena baía com pouca gente, rodeada de dunas e muito procurada por mergulhadores e artistas que querem sossego. Tem todas as condições pouco habituais nas praias naturistas: estacionamento, casa-de-banho, bar e nadador-salvador. 

PRAIA DA URSA É quase preciso tirar um curso de alpinismo para conseguir ter acesso à praia da Ursa. Depois de passar a Azóia, perto de Sintra, siga até ao Cabo da Roca e encontrará o pequeno desvio para a praia. Chama-se Ursa por causa da enorme rocha no mar, que se assemelha a um urso fêmea, dizem os locais. Depois do cansaço da descida, vai querer mesmo tirar toda a roupa que tem colada ao corpo. A praia é frequentada por nudistas atléticos - de outra forma não conseguiriam lá chegar. Dois conselhos: tenha cuidado com o mar agitado e leve muita água e comida. 

PRAIA DO ZAVIAL A praia era o segredo dos hippies alemães que a frequentavam nos anos 80. Perto de Sagres, o acesso é feito por uma estrada construída por Ernesto Mochacho, dono do único restaurante da praia. A zona de nudistas fica do lado esquerdo, junto às rochas onde se apanham mexilhões. No Verão tem nadador-salvador e é muito frequentada por surfistas. 

ILHA DA ARMONA Na Fuzeta apanhe o barco para a Ilha da Armona e, chegando à praia, caminhe 15 minutos para a direita (para oeste). No areal extenso terá dificuldade em escolher um sítio para estender a toalha: todos parecem bons e a praia tem pouca gente. É o sítio ideal para levar as crianças, já que a água é limpa, morna e sem ondas. 

PRAIA DO TONEL Ninguém o vai chatear se fizer nudismo, porque na verdade poucos a conhecem. Atenção: não a confunda com a praia com o mesmo nome em Sagres, onde não é habitual ver pessoas sem roupa. Na estrada que vai da Zambujeira do Mar até ao Cabo Sardão, vire para a Herdade do Touril. Atrás do turismo rural encontrará uma das praias mais bonitas e selvagens da Costa Alentejana. Prepare-se para uma descida acentuada agarrado a uma corda. Leve pouca carga - e pouca roupa. 

PRAIA DA FIGUEIRA Deixe o carro no parque de estacionamento desordenado junto à placa da praia na pequena povoação da Figueira, perto de Sagres. Prepare-se para caminhar 500 metros por um trilho cheio de vegetação. Vai chegar a uma praia deserta, que não seria um cenário despropositado para a série "Lost". No cimo da falésia vêem-se ruínas de uma fortificação do séc. XVI. O seu telemóvel não terá rede, mas não vai sentir saudades da civilização.

PRAIA DO MALHÃO Perto de Vila Nova de Milfontes, o Malhão é uma alternativa à praia das Furnas. Na estrada que liga a ilha do Pessegueiro a Milfontes, vire na saída a seguir ao parque de campismo. Deixe o carro no terceiro parque de estacionamento - se é isso o que chamamos a uma clareira de terra batida - e procure um trilho seguro para a praia. Cuidado com o mar, tem muitas correntes.

E agora as oficiais
Meco
É a Meca dos praticantes de nudismo. Quem se quer despir tem de caminhar a custo na areia grossa até uma placa a sul que assinala a zona. É comum ver famílias sem fato-de-banho a cobrirem-se de argila da falésia. Faz bem à pele, dizem.


Praia 19 
A menos que queira ter uma experiência promíscua nas dunas, não aconselhamos esta praia. É conhecida como uma praia gay, mas virou local de práticas sexuais em público. É o sítio na Costa da Caparica com mais exibicionistas e tarados.


Homem nu 
Para aqui chegar tem de apanhar o comboio para a praia do Barril (2 euros). No cemitério de âncoras dos tempos da pesca do atum, vire à direita e, uns metros à frente, chegará à zona de naturismo: água morna e pouca gente.


Adegas
É a única praia com direito a nadador-salvador – cortesia da Câmara de Aljezur em Agosto. No parque de estacionamento da praia de Odeceixe encontra um trilho que o leva até esta praia.
O nadador-salvador é a única pessoa com fato-de-banho.


Nus
É também conhecida como a praia do Salto, em Porto Côvo. O acesso é complicado e o melhor é usar as escadas da praia ao lado (da Cerca Nova). Tem luxos como um duche de água doce que escorre da falésia.


Alteirinhos
Colada à Zambujeira do Mar, é a única praia oficial no concelho de Odemira. Era conhecida como a praia dos hippies.



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Terça-feira, 28.07.09

Os 10 melhores trilhos para caminhadas na natureza

 

Se o seu ideal de férias em Agosto não é passar o dia deitado na toalha a torrar ao sol numa praia repleta de pessoas, suspire de alívio. Há alternativas bem mais silenciosas e menos preguiçosas. As caminhadas fazem bem à saúde e recomendam-se. De norte a sul, de este a oeste, há um país inteiro por descobrir. E haverá melhor maneira de o fazer do que a caminhar? 

Escolhemos dez trilhos para todos os gostos. Para aqueles cuja escalada mais recente foi a subida até ao 3º andar, quando o elevador avariou e para os mais experientes, já na posse do último modelo de botas de montanhismo.

Sinta-se um descobridor e ponha uma bandeira no topo da serra, ou no sopé, dependendo da meta. Ganhe forças com o sorriso dos caminhantes que encontra quando sobe com a língua de fora um monte sem fim e não desanime mesmo depois da terceira queda.
 Não temos o Evereste, mas a Serra da Estrela custa a subir. À falta do Machu Pichu desça os trilhos dos Açores ou da Serra de Sintra e divirta-se no meio da Natureza.

1- Parque Nacional da Peneda Gerês

Mais difícil do que percorrer os trilhos do Parque Nacional da Peneda Gerês é optar por um.  Nós escolhemos um dos mais complicados. De Lamas de Mouro até Soaja, o percurso pedestre de 30 km puxa pelas pernas. No caminho resfresque-se numa das muitas  cascatas e aprecie a paisagem verde enquanto recupera o fôlego. Se não aguentar oito horas a andar, passe uma noite no parque de campismo de Lamas de Mouro ou nas casas abrigo de Bico de Pássaro.

2- Caça aos Gambuzinos (Ribeira da Cabrela-Odrinhas)

Caçar animais inexistentes é pretexto mais do que suficiente para uma boa passeata de 9 km pela Ribeira da Cabrela, em Sintra. A Equinócio propõe uma caminhada nocturna, onde se não encontrar gambuzinos, pelo menos ficará a conhecer Broas, a aldeia fantasma. E no final, uma visita a um museu à luz de archotes.
Quando: 15 de Agosto

3- Levadas da Madeira

Sinta o mesmo que Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira quando pisaram o solo vulcânico da Madeira. A paisagem da ilha não é só bananas. Há 15 mil hectares de floresta laurissilva para explorar e 1400 km de levadas para seguir. Os cursos de água centenários recortam os vales e as encostas da ilha, mas acompanhá-los não é fácil e pode durar vários dias. A Rotas do Vento pode orientá-lo nessa tarefa.
Quando: Todo o ano

4- Da Adraga ao Cabo da Roca

Embora curto, o percurso de 7 km por entre as falésias que unem a praia da Adraga ao Cabo da Roca pode tornar-se complicado. Os trilhos têm um declive acentuado e não são recomendáveis a quem tem vertigens. O mar acompanha-nos sempre na viagem e há paragens obrigatórias, como o Tritão do Fojo e o Calhau do Corvo, que justificam as longas descidas.
Quando: 8 de Agosto

Mais informações no site da Equinócio

5- Rota do Sado

As margens do Sado são ideais para um percurso pedestre durante o dia: planas com canaviais e arrozais e a companhia de cegonhas, garças e patos. Na Comporta há um trilho por canais de rega até Cachopos (20 km) com excelente vista para o rio. Depois do passeio, experimente fazer canoagem nocturna. A Papa-Léguas organiza tudo.
Quando: 22 de Agosto

6- Cabo Espichel

Da Praia das Bicas são 12 km até ao Cabo Espichel. Guarde o passeio para o fim da tarde e ponha-se em marcha depois de um mergulho, sem esquecer um casaco e uma lanterna na mochila. Quando sol desliza para o mar, a luz rareia, o ar arrefece e as estrelas aparecem aos poucos. O percurso não é difícil e termina no farol do cabo.
Quando: 1 de Agosto
Mais informações no site da Papa-Léguas

7-Caldeira de Santo Cristo, Açores

Um dos sítios mais bonitos dos Açores é a fajã da Caldeira de Santo Cristo, em São Jorge. Para lá chegar desce-se a Serra do Topo num sinuoso caminho entre nevoeiro, chuva miudinha, vacas e hortenses. O cenário compõe-se quando o sol descobre e a vista é deslumbrante. Depois de 17 km a pé sabe bem um mergulho na caldeira.
Quando: Todo o ano
Mais informações no site da Aventour

8- Via Algarviana

Desde Maio que o Algarve se orgulha de ter o maior percurso pedestre do país. A Via Algarviana tem 240 km e percorre o sul de uma ponta à outra. De Alcoutim ao Cabo de São Vicente, há muitos trilhos para descobrir, em plena serra algarvia. A provar que o Algarve é muito mais do que praias, a via passa por 21 freguesias no interior. Percorrê-la pode durar tempo, mas aconselha-se a fazer 30 km por dia e a dormir pelo caminho, em casas de turismo rural.

9- Serra da Estrela

Quando a neve derrete a paisagem na Serra da Estrela é outra. Um calor muitas vezes insuportável e dezenas de trilhos que se enchem de caminhantes de mochila às costas. Na Mata do Desterro há vários percursos pedestres. O melhor deles é o do Cabeço dos Corvos, uma escalada de três horas até ao ponto mais elevado da mata (1061 metros). Há outros trilhos menos exigentes, como os do Vale do Alva. O declive é pouco acentuado, o passeio dura 45 minutos e é ideal para as pernas mais enferrujadas.

10- Caminhada nocturna na Serra de Sintra

 Não é suicídio. Se é um habitué das caminhadas ou um grande aventureiro subimos a fasquia. À noite a Serra de Sintra pode ser um bom cenário para um filme de terror, mas também uma viagem inesquecível. A descer é sempre mais fácil e na escuridão convém seguir para oeste. A empresa Papa-Léguas acende-lhe a lanterna com um passeio que termina com o nascer do sol no mar. 
Quando: 8 de Agosto

 

Via Ionline

 



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Sábado, 11.07.09

O caso de amor da formiga Argentina

 

Uma formiga americana, uma japonesa e uma europeia encontram-se e esfregam as antenas umas nas outras. O encontro não é casual. Um grupo de cientistas japoneses juntou-as na mesma sala para confirmar uma suspeita. Todas descendem da formiga argentina que um dia saiu do seu país e invadiu o mundo. Esse laço mantém-se e, mesmo com origens geográficas tão distintas, quando se encontram reconhecem as colegas graças _ao cheiro semelhante que todas elas _exalam. A experiência foi realizada por investigadores da Universidade de Tóquio e o resultado do trabalho foi publicado a semana passada na revista científica “Insectes sociaux”. 

Ao contrário do que se pensava, os milhões de Linepithema humile – conhecida como formiga argentina – espalhados pelos três continentes pertencem a uma mesma família. Juntas, formam a maior supercolónia alguma vez registada entre todos os tipos de insectos. “A enorme extensão desta população de formigas só encontra paralelo na sociedade humana”, escrevem os investigadores no artigo.
A história desta invasão começou no século 19. Foi no final de 1800 que um grupo de navegadores espanhóis partiu da terra do tango com alguns tripulantes clandestinos nos navios. O professor José Carlos Franco, do Instituto Superior de Agronomia (ISA), conta que “não são precisas muitas formigas, desde que acompanhadas por uma rainha, para dar início a uma nova colónia”. 

Segundo o mesmo professor, “a primeira paragem destas formigas fora da América do Sul  foi o arquipélago da Madeira”. Atravessado o oceano, as formigas adaptaram-se com muita facilidade ao clima europeu e depressa se espalharam por todos os continentes à excepção da Antárctida. “Tornaram-se uma espécie invasora.” Os motivos deste sucesso não são segredo.

“Há várias características que justificam o sucesso da espécie”, explica José Carlos Franco. “Uma das respostas é que, ao contrário de outras espécies, estas formigas podem ter várias rainhas. Isso aumenta muito a sua capacidade de reprodução. Outra justificação é a ausência de competição intra-específica.” Traduzindo: “Quando existe um recurso alimentar extenso, estas formigas toleram o recrutamento de indivíduos de outras colónias para o explorar sem qualquer agressividade.” Trabalhadoras incansáveis, as formigas argentinas conseguem transportar até 14 vezes o seu peso. 

Praga A conquista do palco mundial  por estes seres minúsculos (2,5 mm) não é uma questão pacífica. A formiga argentina é considerada uma praga no campo e nas cidades. Os formigueiros que escavam em volta das plantas isolam as raízes e provocam a sua morte. Além disso, “as relações mutualistas que estabelecem com outras espécies, como as cochonilhas e os pulgões, facilitam a luta destas espécies com os seus concorrentes naturais e possibilita a sua propagação”, explica o professor do ISA. Destroem plantações, atacam borboletas, besouros e reduzem a quantidade de pólen das flores de árvores de fruto ao passear sobre as suas pétalas.

Nas cidades, é o facto de serem omnívoras que as transforma numa praga urbana. “Alimentam-se de qualquer tipo de matéria orgânica. Quem tem um ninho destas formigas em casa não pode ter comida desprotegida porque elas contaminam tudo.” Não são, contudo, os seres humanos que mais as devem temer. Esta espécie dominante já causou a extinção de outras espécies de formigas no Havai, na África do Sul e até na ilha da Páscoa.



publicado por olhar para o mundo às 10:51 | link do post | comentar

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