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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

13
Jul10

Os jogos eróticos e a vida sexual

olhar para o mundo

 

Os jogos eróticos como ajuda na vida sexual

 

A minha namorada é muito inexperiente no sexo. Como posso ensiná-la para melhorar o sexo na nossa relação?

Experimente fazer o jogo do mapa do corpo com a sua namorada inexperiente, para que possa melhorar o sexo na vossa relação, assim ela ficará a conhecer a melhor forma de lhe dar prazer.

É um excelente processo de ficarem a conhecer as zonas erógenas um do outro e ajudá-la-á a aprender a melhor maneira de lhe dar prazer. Cada um dos parceiros passa cerca de 15 minutos a fazer o levantamento “cartográfico” do corpo nu do outro.

Fá-lo, acariciando e afagando pequenas áreas da pele com os dedos, até ter percorrido o corpo todo, incluindo os órgãos genitais. 0 outro avalia cada carícia em função do prazer que lhe proporciona (de -3 a +3).

Quando for a sua vez de se pronunciar sobre as sensações, pode tornar o jogo mais elaborado, dizendo-lhe qual o tipo, duração e pressão das carícias que mais o excita.

Assim a sua namorada inexperiente irá gradualmente ganhando confiança e experiência o que fará melhorar o sexo na vossa relação

 

Via 180 Graus

07
Mai10

Avó quer casar com o neto e ter um filho dele

olhar para o mundo

Avó de 76 anos namora com o neto e quer um filho dele

 

A americana do estado de Indiana nunca escondeu o seu amor pelo neto biológico, desde que o conheceu quando tinha 46 anos, explica o site brasileiro g1.com.

Phil é filho de Lynette Bailey, que foi deixada para adopção quando Pearl tinha apenas 18 anos. Quando a idosa soube da morte da filha, procurou o neto, com quem começou uma bizarra relação.

«Não estou interessada no que as pessoas pensam. Estou apaixonada pelo Phil e ele por mim. Em breve, abraçaremos o nosso filho e tenho a certeza que Phil será um excelente pai», contou Pearl Carter à revista New Idea.

O casal ir cerca de 40 mil euros numa inseminação artificial e contará com a ajuda de uma barriga de aluguer. Pearl conta ainda que tem uma vida sexual bem activa com o neto.

«Amo a Pearl. Sempre fui atraído por mulheres mais velhas e acho-a maravilhosa», afirma o jovem de 26 anos.

 

Via Sol

10
Mar10

Quer que o casamento dure? Não vivam juntos antes de dar o nó

olhar para o mundo

Viver juntos antes do casamento encurta o tempo de casados

 

 As pessoas que vivem juntas antes de se casarem têm menos probabilidades de permanecerem casadas, concluiu um novo estudo. Mas as suas hipóteses melhoram se já estiverem noivas quando forem viver juntas.


A probabilidade de um casamento durar uma década ou mais diminui seis pontos percentuais se o casal tiver coabitado primeiro, assegura a investigação.

O estudo que incluiu homens e mulheres dos 15 aos 44 anos foi feito pelo Centro Nacional de Estatísticas da Saúde, utilizando dados do Censo da Família conduzido em 2002. Os autores consideram coabitação como pessoas que vivem com um parceiro sexual do sexo oposto.

"Na perspectiva de muitos jovens adultos, casarem sem antes terem vivido juntos é insensato", diz Pamela J. Smock, investigadora do Centro de Estudos Populacionais da Universidade de Michigan, em Ann Arbor. "Só porque alguns estudos académicos mostraram que viver junto pode, de certa forma, aumentar as hipóteses de divórcio não quer dizer que os jovens adultos acreditem nisso."

Os autores descobriram que a proporção de mulheres com trinta e muitos anos que nunca coabitaram duplicou em 15 anos, para 61%.

Metade das pessoas que coabitam casam-se no espaço de três anos, concluiu o estudo. Se ambos os parceiros são licenciados, as hipóteses de virem a casar-se aumentam e a união pode durar pelo menos dez anos.

"Os números sugerem que a coabitação ainda é um caminho na direcção do casamento para muitos licenciados, embora possa ser um fim em si mesmo para muitas mulheres com menos habilitações", afirma Kelly A. Musick, professora de Análise Política e Gestão da Universidade de Cornell.

As pessoas que se casam depois dos 26 anos ou têm um filho oito ou mais meses depois do casamento têm mais probabilidades de permanecerem casadas por mais de uma década.

"Como resultado da crescente prevalência da coabitação, o número de filhos nascidos de pais não casados que coabitam também aumentou."

No início da última década, a grande maioria de nascimentos de mães solteiras era de mulheres que viviam com o pai da criança. Apenas duas décadas antes, somente um terço dos bebés eram de casais a viver juntos.

O estudo concluiu que globalmente 62% das mulheres dos 25 aos 44 anos eram casadas e 8% viviam com o companheiro. Entre os homens, os números eram de 59% de casados e 10% daqueles que viviam com as companheiras.

Em média, um em cada cinco casamentos dissolver-se-á no espaço de cinco anos. Um em três durará pelo menos dez anos. Estes números variam de acordo com a raça, a etnia e o sexo. A probabilidade de homens e mulheres negros permanecerem casados durante dez anos ou mais é de 50%. A probabilidade entre os homens hispânicos é mais alta, 75%. Entre as mulheres hispânicas, as probabilidades de que o seu casamento dure pelo menos 20 anos são de 50%.

O estudo concluiu que cerca de 28% dos homens e das mulheres coabitam antes do seu primeiro casamento e que cerca de 7% vivem juntos sem nunca se casarem. Cerca de 23% das mulheres e 18% dos homens casados contraem matrimónio sem nunca terem vivido juntos anteriormente.

As mulheres que não viviam com ambos os pais biológicos ou adoptivos aos 14 anos têm menos probabilidades de se casarem e mais hipóteses de viverem em coabitação do que aquelas que crescem com ambos os pais.

A percentagem das pessoas que nunca se casam varia notoriamente conforme a raça ou a etnia: 63% das mulheres brancas, 39% das mulheres negras e 58% das mulheres hispânicas. Entre os homens no mesmo grupo etário, as diferenças são menos acentuadas. Cinquenta e três por cento dos homens brancos, 42% dos homens negros e 50% dos homens hispânicos são casados ou eram casados na altura do estudo.

Quando chegam aos 40 anos, a maioria dos homens e das mulheres brancos e hispânicos continua casada, mas apenas 44% das mulheres negras se encontram na mesma situação.
 

 

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