Quinta-feira, 30.12.10

Isabelle Caro, ícone da anorexia, morre aos 28

 

A ex-manequim e actriz Isabelle Caro, que se fez fotografar nua contra a anorexia, doença de que padecia, morreu a 17 de Novembro, aos 28 anos, noticiou hoje o jornal suíço 20 Minutes.

"A actriz francesa ultra-mediatizada pela sua luta contra a anorexia morreu no mês de Novembro na maior discrição", revela o jornal, que não especifica as causas da morte.

O namorado de Isabelle Caro, o cantor suíço Vincent Bigler, confirma a morte no seu próprio site da internet, precisando que esta ocorreu a 17 de Novembro.

 

O blog pessoal era uma das plataformas que a ex-manequim e actriz usava para falar sobre a doença.

 

Veja aqui o vídeo de homenagem que Vincent Bigler deixou no site.

 

 

 

Via Ionline

 



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Domingo, 03.10.10

Todas as mulheres podem ser divas

 

Não existem mulheres feias, estas simplesmente ainda não descobriram o estilo, e continuam a achar que o segredo é apenas estar na moda

 

Como à semelhança de anos passados, aproveito os tempos livres das merecidas férias, e as feiras do livro para comprar alguns exemplares. Desde o livro técnico, ao romance, ao livro de dicas ou ao clássico, confesso que é em época de férias que mais livros compro, muitas vezes de forma a uma colecção para ler durante os próximos meses.

O último livro que comprei foi, no seguimento da minha última aventura académica, a consultoria de imagem, "O livro negro do estilo" escrito por Nina Garcia , júri do sobejamente conhecido programa "Project Runaway", directora de moda da Elle Magazine e Marie Claire nos Estados Unidos (com umas ilustrações fabulosas de Ruben Toledo).

 

Confesso, que à semelhança de outras mulheres a moda e a beleza da estética nunca me foram indiferentes, e já de pequena a minha mãe dizia que não entendia como é que que eu chegava ao fim do dia sem uma nódoa no vestido, ou um vinco fora do lugar.

 

Costurava para as bonecas, na máquina de costura da minha mãe, e no 9º ano de escolaridade estive prestes a seguir artes, tendência essa que nunca segui, ou pelo menos na vertente de criadora, à semelhança dos modelitos que fazia para as minhas Barbies, com restos de tecidos dados pela minha mãe.

Fiquei-me pela escrita, também uma arte, na minha opinião, e a minha forma favorita de dar asas à minha verve. Se pudesse viver de algo seria sem dúvida da escrita, mas nos dias que correm, há que nos desdobrarmos em mais "instrumentos", que não apenas aquele que aprendemos a tocar.

 

Existe (apenas)  uma oportunidade para se causar boa impressão

Contra mim falo quando digo que uma imagem vale mais que mil palavras, mas ponho esta observação ao serviço da estética, da moda, da beleza, e digo simplesmente Divas, Moda e Cinema, sublinhando-as com nomes como Audrey Hepburn, Sophia Loren, Brigitte Bardot, Catherine Deneuve, mas fico simplesmente fascinada quando vejo estas mulheres brilharem no écran, entre outras (mas estas são eternas) com tanto encanto e simplicidade, mas ao mesmo tempo com tanto glamour e elegância.

Não sou uma fashion victim, nem tenho poder económico para comprar peças de griffe, assinadas por grandes criadores, mas sei que não precisamos de encher o guarda-roupa com as últimas tendências para estarmos na moda e sermos elegantes.

 

Tal como Coco Chanel um dia disse "a moda passa, o estilo é eterno", e para isso temos de ser únicas e claro, nunca no esquecermos de básicos como o vestidinho preto, com o qual, já a saudosa actriz Ivone Silva dizia "nunca me comprometo".

 

Depois basta seguir conselhos como os de Helena Rubinstein, com a vantagem de não ter comprar a colecção de make-up, que dizia "não existem mulheres feias, apenas mulheres preguiçosas".

 

Dicas de mulher para mulher



De momento vou continuar a ler o meu novo livro, deixando abaixo algumas dicas essenciais, dadas pela autora, e acrescentadas pela minha experiência feminina.

 

Seja uma diva, independentemente da sua idade, estatuto social, altura e peso, aproveite a mudança de estação para uma limpeza sazonal do guarda roupa:

  • Deite fora o que não usa ou que não a favorece - eu acrescento troque peças de roupa com amigas e venda as que ainda estão em bom estado, mas que já não usa há mais de um ano.
  • Compre  tamanho certo, se veste um 40, não compre um 38 a pensar que vai emagrecer - visto 38 e alturas houve em que me senti tentada a comprar o 36. Acrescento, roupas justas demais fazem-nos mais gordas e deixam-nos deprimidas, além de que quando comermos "aquele" gelado, fazem-nos sentir culpadas, se eventualmente a mola do cinto se desapertar.

  • Não se sinta tentada pela etiqueta dos saldos - para quê comprar peças da tendência da estação anterior, se no próximo Verão já não se forem usar? Aposte nos básicos, e escolha as peças que lhe assentam bem e que são um prolongamento da sua personalidade.

  • Não jogue muito pelo seguroA moda deve ser divertida. Lá está ao encontrar o seu estilo pessoal nada como lhe acrescentar alguns toques de cor e exuberância. Qual é a piada de abrir um guarda-roupa em que nenhuma peça se destaca logo pela manhã?

  • Não compre de acordo com as modas. Acrescento só de acordo com as modas. Se a sua amiga fica bem de mini-saia de folhos ou de vestido laranja, isso não significa que a si também lhe ficará. Dê prioridade à sua fisologia, personalidade e tons de pele, olhos e cabelo.

  • Seja implacável ao fazer a sua selecção. E digo mais, não tenha pena de se livrar daquele casaco branco de penas, daquela saia de pregas ou da camisola de lã, se não as vestiu no último Outono, e só este ano é que se voltou a recordar que elas existiam, é porque realmente não eram essenciais, e melhor, não lhe "assentavam que nem uma luva".

Segundo a directora de moda, depois de seguir estas máximas, está pronta a começar a trabalhar no seu estilo pessoal, ao nível de grandes mestres do tempo e da mestria, "a simplicidade é a verdadeira sofisticação" Leonardo da Vinci dixit.

 

Via A vida de saltos Altos



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Sábado, 02.10.10

Os melhores sítios para comer tripas

 

O provérbio diz que a necessidade aguça o engenho. A história do Porto demonstrou que também serviu para aguçar o apetite. Durante os Descobrimentos, pediram aos portuenses alimentos para abastecer as naus que iam tomar Ceuta. As carnes seguiram e a população ficou com as miudezas. A partir das tripas, imaginaram-se muitas alternativas na cozinha. Nasciam as "Tripas à Moda do Porto", que figuram na montra dos mais importantes símbolos da cidade. Raul Solnado elogiou-as e José Mourinho provou-as quase por correio. Descubra alguns dos melhores sítios para as comer.

O Líder Manuel Moura, proprietário deste restaurante, não tem dúvidas que as tripas são um "ex-libris" da cidade do Porto. Nada pode faltar na receita: "A touca e o estômago do animal, mão de vaca, feijão branco, cenoura, refogado com cebola, bacon e toucinho fresco, chouriço, bom azeite, sal, pimenta e cominhos." Para acompanhar, arroz branco seco. É servido numa caçarola e decorado com salsa picada, frango desfiado e orelheira de porco fresca. E um bom vinho tinto, "seja maduro ou verde". Preços: por 16,5 euros comem duas pessoas. 

Alameda Eça de Queiroz.

A Cozinha do Manel Às quartas-feiras e sábados, os amantes das tripas podem rumar à Cozinha do Manel. No passado fim-de-semana, "mais de trinta pessoas pediram para levar tripas para casa", garante ao i Manuel Mendes. Tiveram mesmo de confeccionar tripas "adicionais" porque "o desejo do cliente é sempre uma obrigação". O proprietário avisa que as tripas têm de estar "bem lavadas e cozidas". Uma dose é servida por dez euros. Rua do Heroísmo.

Pombeiro O prato é "muito requisitado" neste local. Quando venceram o primeiro prémio num concurso, em 2002, pediram-lhes que passassem a cozinhá-lo "todos os dias", conta Manuel Pinto Pereira. Os ingredientes passam no teste da qualidade, "vêm da aldeia", e os fregueses, de todo o lado... "Vem gente de Lisboa comer as tripas. No tempo em que o Mourinho estava no Chelsea, os amigos levaram-lhe tripas. Ele ainda não passou por cá, mas sei que as comeu e repetiu. Também já as levaram para a Bélgica e um dos grandes admiradores deste restaurante foi Raul Solnado. Escreveu que fazíamos as melhores tripas do universo e o papel ainda está na parede", garante. Preços: 8,5 euros para uma pessoa e 15 euros para duas. Rua do Capitão Pombeiro.

O Buraco Há 40 anos que o ritual se repete no restaurante O Buraco. Todas as sextas-feiras as tripas enchem as mesas. "Qualquer estrangeiro que aqui vem pede tripas", refere o proprietário Manuel Azevedo. A casa é conhecida pelo peixe fresco, mas todos os dias há um "prato forte" de carne no menú. Diz quem sabe que depois de comer tripas o melhor é não ter muito que fazer. Sirva, por exemplo, com uma reserva duriense "Coimbra de Mattos" e a seguir vá "dormir uma soneca". Preços: seis euros para uma pessoa, 12 euros para duas. Rua do Bolhão.

Casa Correia Uma das mais-valias deste estabelecimento é o facto de ser uma tasquinha típica. Os clientes parecem gostar, porque "já há pouco disso", refere José Pereira Correia. Mas não só. Ele próprio torna-se um cliente regular das tripas que a mulher prepara às quintas-feiras. Gosta "muito" de um "pratinho muito apreciado no Porto". Um dos segredos está no "variedade de carnes". Preços: Meia dose por 8,5 euros e por 13,5 euros comem duas pessoas. Rua Dr. Barbosa de Castro.

Se ainda não se decidiu, esmiúce as restantes sugestões do Chefe Hélio Loureiro, presidente da Confraria Gastronómica das Tripas à Moda do Porto. "O Tripeiro", onde se comem tripas "muitíssimo bem confeccionadas"; o restaurante "Casa Aleixo", espaço emblemático mais conhecido pelo polvo, mas com uma "persistência de receituário" que torna as tripas "das melhores da cidade" e o espaço "Salsa & Loureiro", no Hotel Porto Palácio, que serve tripas à quarta-feira.

 

Via ionline



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Sexta-feira, 17.09.10

Dei pouca importância às imagens das vestimentas extravagantes de Lady Gaga.

Sei que gosta de chocar com actos e roupas e que vai influenciando jovens com as suas taras e manias excêntricas.

Não me tinha apercebido do estranho vestido de carne fresca.

Nojo. Causa-me nojo, só em olhar. Quanto mais pensar em usar.

Li agora que já virou moda os desfiles de vestidos de presunto.

GENTE. OH GENTE.

HÁ POR AÍ GENTE A MORRER DE FOME.

E BRINCA-SE COM ALIMENTOS...

APENAS PORQUE SIM?!

 

-“Eu não sou um pedaço de carne” – frase dela

- És quilos de carne. E não é só tua. Também de outros animais. Era bom que alguém mais doido que tu, te deixasse só os ossos – comentário meu

 

Tomara as moscas invadam os roupeiros a carne apodreça e as larvas vos percorram os neurónios (desabafo)

Imagem da internet (eu não fui ao talho)

 

Não gosto. E como diz o meu amigo – PONTO FINAL

 

 

Via A Alma da Flor



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Terça-feira, 07.09.10

É um facto: Há mulheres gordinhas muito atraentes. Mais atraentes até do que muitas outras elegantes ou com as famosas medidas perfeitas do 86-60-86.

Se você não partilha desta opinião e acha que ninguém olha para uma mulher gorda, por ser menos vistosa, está completamente enganada.

Se for gira e sexy, toda a gente olha. Até eu!

Banhinhas sedutoras

 

Há mulheres com banhinhas que são muito sensuais. São altamente femininas, vestem taillers sexys que fazem notar as suas formas avantajadas. Usam e abusam dos saltos altos. Maquilham-se  bem e têm o cabelo sempre muito bem cuidado.

Não se importam com as dietas. Importam-se, isso sim, com uma aparência cuidada.  Isto porque não perderam a  sua autoestima só por serem gordas. Sentem-se bem consigo mesmas. Estão felizes na sua pele e acham-sesexyssedutoras. E são mesmo muito sexys.

A moda das roliças na... moda

 

Não são só a maioria dos homens que apreciam mulheres roliças, até o mundo da moda está a mudar. As modelos plus size, gordinhas, ganham cada vez mais terreno. Não é que isto está a pegar mesmo a sério?!

Muitas agências já têm uma categoria de modelos plus size, ou modelos GG.

A revista Elle francesa, pela primeira vez na sua história, publicou na capa da edição de abril, uma modelo plus size lindíssima. Chama-se Tara Lynn e foi a primeira página da famosa revista feminina. Claro que o assunto causou polémica, até porque as francesas são magras e são consideradas as mulheres mais elegantes de todas.

Uma Tara de mulher

 

Tara Lynn é uma modelo plus size e as suas medidas são de tamanho GG. Além de ser a mulher que apareceu na capa da Elle, a revista ainda lhe dedicou uma sessão fotográfica inteira, inclusive a nu . O resultado não podia ter sido melhor: Tara ficou fantástica.

No fundo, a revista Elle apenas quis provar como uma mulher com medidas normais, ou mais avantajadas, pode ser igualmente bela. E conseguiu. Tara Lynngordinha, é realmente sexy e muito vistosa.

Para terem uma ideia do avanço da tendência desta nova onda, os modelos GG também já têm as suas top models mais badaladas. Por exemplo, Fluvia Lacerda é considerada a top das tops no que respeita a modelos plus size.

Na fotogaleria que se segue, convido-vos a ver a inegável beleza feminina desta mulher e modelo gordinha, que está a fazer sucesso no mundo inteiro.

Vendo as fotos é simples constatar que a moda deixou de ser só para as magrinhas. Podemos ir até mais longe: A gordura reconquistou a formosura. Bye Bye magrinhas.

 

Via A vida de saltos altos



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Quarta-feira, 16.06.10

Bikinis, não precisam ser pequeninos

 

Os biquínis são muito parecidos com as calças de ganga. À primeira vista ficam bem a toda a gente, mas se olharmos com atenção não é bem assim. Ficam lindos nas montras e cabides, depois quando os experimentamos ficamos convencidas que a senhora da loja se deve ter enganado. "Os biquínis, a seguir às calças de ganga, são os mais difíceis de encaixar no corpo. Há pequenos pormenores que em vez de disfarçarem algumas imperfeições, só as acentuam", explica a produtora de moda, Paula Farraia. 

Para a ajudar nesta nobre missão falámos com três consultoras de imagem que elegeram os melhores fatos de banho e biquínis que se adequam a cada corpo. Não se trata de esconder imperfeições ou gordurinhas, mas sim de tirar partido do melhor do seu corpo. 

Já que é feriado, e apesar de não estar tempo para banhos, aproveite para escolher os biquínis que mais a favorecem, quer tenha um corpo estilo ampulheta, pêra, triângulo invertido, rectangular ou o oval. Como não estamos a falar de uma ciência exacta, pode sempre fazer um tutti-frutti. Escolha as características que melhor se aplicam ao seu caso em cada um dos formatos. O truque é quase sempre o mesmo: ilusão de óptica. "Para cada tipo de corpo o objectivo é chamar a atenção para as nossas melhores qualidades e disfarçar os defeitos", defende Helena Penteado da Let's Shop. 

Mesmo que as tendências ordenem que os biquínis fininhos não são aconselháveis, Paula Farraia defende que nestes casos não se deve dar ouvidos. "Há fatos de banho e biquínis clássicos que encaixam melhor com um tipo de corpo e morrem por causa da moda."

Como se de um quadro se tratasse, Alexandra Simões de Carvalho, fala de "apontamentos de cor e textura nas áreas mais estreitas". É a arte do biquíni. Só mais um conselho: pernas curtas, biquínis com cuecas cavadas e finas na lateral e barriguinhas são sinónimo de cintura subida.



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Sábado, 17.04.10

A febre dos cupcakes

 

Muito antes de Carrie Bradshaw devorar cupcakes em "O Sexo e a Cidade", já eram o bolo mais famoso de Nova Iorque. Agora chegaram a Portugal

 

CupCakes Bazaar 

A primeira vez que Inês Moura e Joana Duarte mostraram os seus cupcakes ao mundo foi numa feira de artesanato urbano no bairro lisboeta da Bica. E aí semearam a dúvida entre os visitantes que nem sabiam se estavam perante um objecto decorativo ou algo comestível, tal eram as cores e o grau de perfeição destes bolinhos. Depois da primeira dentada, as dúvidas desfaziam-se com a mesma rapidez que o doce na boca. Apesar das cores vivas, as duas responsáveis pelo projecto Cupcakes Bazaar garantem que não usam corantes e que tentam fazer uma versão mais saudável deste género de queque. Existem vários sabores para as bases e para os cremes e as combinações ficam ao gosto do freguês. 

Boa escolha: Cupcake de chocolate e framboesa

Encomendas: cupcakesbazaar@gmail.com ou 962 321 164/ 913 328 418. Os preços começam nos 2,50€ e seis é o número mínimo da encomenda.

Little Upside-Down Cake

Sanda Vuckovic Pagaimo é jugoslava e vive há nove anos em Portugal. Começou a fazer cupcakes na brincadeira com os filhos, com várias cores e decoração. Pouco tempo depois começaram a chegar as encomendas. São muitas as variedades de bases e coberturas que faz, tudo com ingredientes biológicos, mas as melhores reacções que já teve foram aos cupcakes de framboesa (base e cobertura feita com framboesas frescas), abóbora ou cenoura (base com abóbora ou cenoura, cobertura com crème fraîche), ou um tipo cuja base é tipo soufflé de chocolate com cobertura também de chocolate. Sanda é versátil nas suas criações. Pode substituir açúcar por outras coisas (adoçante natural, agave) ou usar frutas para os tornar mais saudáveis. E para intolerantes ao glúten pode fazer a base com farinhas sem glúten.

Boa escolha: Cupcake de framboesa

Aceita encomendas através de sandapagaimo.blosgpot.com ou tlm: 91 611 1172 para a zona de Lisboa. Cada cupcake custa €2.

Cakeshop Mónica Pereira

Nesta loja de fabrico artesanal de bolos, os cupcakes são apenas uns entre muitos. Aqui faz-se doçaria conventual, bolos caseiros, cake design, muffins e brownies e muito mais. Para poder provar os cupcakes de Mónica Pereira, decorados e personalizados com cobertura em pastas de açúcar ou chocolate, vai ter que encomendá-los. A lista de combinações possíveis de massa e coberturas é imensa, mas os mais desejados são os que têm bases de chocolate, laranja, limão e avelã com cobertura de trufados de chocolate, queijo-creme e brigadeiro. No Natal e Páscoa, Mónica Pereira prepara colecções especiais. Os preços vão dos €2 aos €10. 

Boa escolha: Massa de chocolate negro com Cream Cheese

Centro Comercial Douro, piso 1, loja 21, Vila Nova de Gaia. Tel: 223 751 955. Segunda a sexta das 9h30 às 19h00, sábado das 10h00 às 18h00.

Tease

Frescos mais frescos não podiam ser. A Tease, "uma padaria rock'n'roll" (definição dos donos) em pleno Bairro Alto, abre as portas na próxima terça-feira, mas os seus cupcakes já são famosos. O conceito Tease não se centra apenas no cupcake, mas sim em todo o lifestyle associado a estes bolos. "Somos uma pastelaria urbana, com um estilo de vida rebelde associado a estes pequenos prazeres", contam os donos. Todos os dias vão ter cupcakes como os Simply Lovely Vanilla, Chocolate Chip Lovers, Red Velvet my Hearts com coberturas de queijo-creme, baunilha, chocolate, toffee e natas. Depois há os especiais, como um de lichias e cobertura de rosas ou um de cenoura com queijo mascarpone e lima. Para quem tem cuidado com a linha, há cupcakes light sem açúcar e com a cobertura de merengue em vez de manteiga. Os preços variam entre os €2,20 e €2,75.

Boa escolha: Cupcake de cenoura com queijo mascarpone e lima

Rua do Norte, 31-33 (Bairro Alto), Lisboa. Tlm: 969 105 525.

Merry Cupcakes

Quando se passa pelo quiosque do Campo Pequeno logo pela manhã quase que nem se vê as empregadas tal é quantidade de cupcakes que se acumulam em cima do balcão. E é quase impossível passar por eles e não querer levar um para o caminho. Talvez essa seja a razão pela qual desaparecem tão depressa. São feitos com uma massa semelhante à dos queques que pode ser de chocolate, baunilha ou red velvet (uma espécie de chocolate). Em cima podem levar qualquer cobertura, todas feitas à base de baunilha e queijo-creme, com mais ou menos enfeites: flores, corações, bolas de futebol. Os tamanhos são feitos à medida dos gulosos e dos que querem continuar a provar as coisas boas da vida sem desgraçar a linha: o mini merry cupcake (de 1,10€ a 1,50€) ou merry cupcake (1,85€ a 2,25€).

Boa escolha: Merry CupCake red velvet com cobertura de cream cheese. 

Os cupcakes podem ser comprados neste quiosque do Centro Comercial do Campo Pequeno, em Lisboa, ou encomendados através de http://merrycupcakes.blogspot.com ou do telefone 91 376 3665

 

Via ionline



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Quarta-feira, 10.02.10

 A depilação está na moda

 

"Já experimentei vários desenhos, mas o que mais gosto e que faço sempre é o coelho da Playboy." Aos 30 anos, Carolina (nome fictício), advogada, é uma das clientes em que Cezar Van Louicci aplica a sua arte no que toca a depilação artística. Se está a pensar em desenhos feitos com os próprios pêlos, acertou. Pode pedir corações, setas a apontar (não vá o/a companheiro/a perder-se) e até coelhinhos da Playboy. Mas nem sempre foi assim.


"Quando cheguei a Portugal apercebi-me que as mulheres só depilavam as virilhas de forma normal e que a depilação mais cavada, como se fazia no Brasil, era só para bailarinas, strippers ou mesmo prostitutas." Cezar nasceu no Rio de Janeiro há 47 anos. Vive em Portugal há 18. Numa voz baixa e pausada, conta a sua paixão pela estética e as diferenças que encontrou. Um país de mulheres conservadoras que não se atreviam a grandes inovações púbicas. Hoje em dia o cenário é bem diferente e nunca se sabe que surpresas escondem as saias de uma mulher.

Quando Cezar propôs a Carolina que fizesse um desenho, ela disse que não: "Senti-me constrangida. Mas depois decidi experimentar e agora estou tão habituada que não consigo ter uma depilação sem ser artística." O processo é simples: a cera contorna os pêlos com a forma desejada e depois é só arrancar. 

O facto de Cezar ser do sexo oposto, não a incomoda: "A primeira vez foi estranho, mas ele é tão profissional que eu até me esqueço que ele é um homem."

Em pouco tempo, a depilação brasileira (depilação total deixando apenas uma linha ou um pequeno triângulo de pêlos na púbis) tornou-se uma prática comum. Algumas pessoas até preferem tirar tudo: "Aumenta o prazer sexual", afirma uma relações públicas de 29 anos, que prefere não se identificar. A primeira vez foi há três anos "por iniciativa própria". A esteticista, habituada às lides, não estranhou e cumpriu. A RP "já nem se imagina de outra forma": "É mais confortável e a sensibilidade é maior."

Arte púbica

 Cezar é um verdadeiro artista e estudioso do pêlo. Além de ter um laboratório (com microscópio e tudo) onde estuda as pilosidades e formas de atrasar o seu crescimento, faz os desenhos nas suas clientes sem a ajuda de moldes. Mesmo se as senhoras lhe pedirem uma bola de futebol: "Na altura do europeu e mundial pedem-me bolas, números de jogadores e a bandeira de Portugal." Verde, vermelho, amarelo, rosa-choque, bordeaux (que segundo Cezar, com uma lingerie preta fica "muito bem"), verde ou azul - há cores e tintas (específicas para a zona genital) para os gostos mais extravagantes. 

Mas nem só de pêlos vive a púbis. Existe todo um mundo de fantasia por trás de uma saia travada ou de um tailleur mais conservador. "Aplico pedras brilhantes, lacinhos, correntes fininhas e faço pinturas artísticas", explica Cezar. "Este tipo de arte é muito procurada pelas noivas, para a noite de núpcias, como surpresa para o noivo." O resultado pode ir desde uma borboleta brilhante, a uma composição de lacinhos, rendas e brilhantes, a evocar cabarets.

Cezar garante que a cola dura vários dias, para grande alegria das clientes mais arrojadas. A maioria, no entanto, diz não à bonecada e escolhe a depilação total. "Desde mães a avós de família", confessa Cezar com um sorriso.

Nos homens

"Tive um cliente que ficava com uma erecção do início ao fim da depilação", conta Helena Venceslau, de 43 anos e esteticista há 15. "Ele nem sabia que ficava assim. Na primeira vez só pedia desculpa e ficava com o braço em cima da cara, envergonhado." 

Já Francisco, um gestor de 36 anos, e adepto da depilação total, confessa que chegou a ter medo que lhe acontecesse o mesmo, mas depois de experimentar a dor na pele "a excitação é última coisa que passa pela cabeça". "Costumo dizer que vai doer muito mais do que eles pensam", explica Helena, que faz questão de se sentar com os clientes para lhes explicar detalhadamente o processo. 90% da clientela é masculina e se muitos optam pela depilação total - zona genital e anal - outros querem ver-se livres apenas dos pêlos do peito e abdómen. 

Francisco começou a depilar-se há três anos por causa de uma operação ao joelho: "Tirei os pêlos das pernas e gostei de ver. Mais tarde experimentei no corpo todo, zona genital também, e já não me consigo imaginar com pêlos." A namorada aprovou; ele sente-se muito melhor. "Para além de ser mais confortável e estético, a nível sexual também é melhor. As sensações são totalmente diferentes."

Ricardo, um biólogo de 34 anos, começou por depilar o peito, a pedido da namorada. Mais tarde experimentou as pernas, já que é adepto de BTT, e finalmente rendeu-se aos encantos da depilação total. "Faço por uma questão de higiene, bem estar e estética. É muito mais agradável não ter pêlos." 

Para Helena, a depilação "não é arrancar o pêlos e já está". "É preciso olhar para o corpo do homem e deixá-lo proporcional." A depilação é uma arte que pode ir até onde a imaginação quiser: "Um cliente já me pediu para fazer a primeira letra do nome da mulher, na zona genital, porque era o aniversário de casamento. Achei romântico." E apesar da maioria pedir para tirar tudo - incluindo um cliente de 73 anos naturista ferrenho - há também quem peça "quadrados, rectângulos, triângulos ou o chamado bigode de Hitler". Consegue imaginar?

Numa espécie de estudo sociológico do comportamento masculino, Helena já chegou a algumas conclusões, baseadas na sua experiência e nos mais de 300 clientes que atende de segunda a sábado. "Os homens entre os 35 e os 45 são os que mais se depilam. Quando se separam ou arranjam uma namorada nova, é a primeira coisa que fazem." Há quem a deixe a chorar de alegria, com agradecimentos pela melhoria da vida sexual livre de pêlos, ou pela própria mudança do estilo de vida: "Ajudei um cliente que era tão peludo que não ia à praia há anos, por vergonha. Disse-me que lhe devolvi a vontade de viver." Helena limpa as lágrimas e pede desculpa por ser uma chorona.

Via IOnline

 



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Sábado, 16.01.10

 Com tantas fantasias e tão diferentes umas das outras, haverá alguém que me explique por que é os saltos altos são comuns à maioria delas?

A vida de saltos altos - Os saltos altos são ou não um viagra visual?
 
 

Em conversas com outras mulheres reparei que parece haver um fetiche muito comum nos homens: saltos altos. Pergunto-me por que é que os homens terão uma fixação tão grande com os saltos altos?

Todos sabemos que há inúmeros fetiches, tanto nas mulheres como nos homens. Mas em matéria de fantasias sexuais, o vestuário vence. Alguns homens gostam delas com roupa, outros sem roupa, há os que apreciam com peruca, outros com ligas, há os que se passam com as meias, seminuas, eu sei lá! Até há aqueles que gostam delas fardadas (de enfermeiras, executivas, colegiais, hospedeiras, etc) ou até só com a saia... enfim, há gostos para tudo. No entanto, seja qual for a fantasia, há uma fixação que é certinha: Os saltos altos ficam sempre. Eles pedem para elas não se descalçarem, principalmente com sandálias de saltos altos, em que o pé está bem visível.

E porquê? Pergunto eu? E porquê? Perguntam elas? E porquê? Perguntamos nós todas que até usamos saltos altos? É uma verdade que os saltos altos embelezam qualquer perna. Seja ela uma perna gorda, magra, alta ou baixa. Tornam-na numa perna mais sexy, mais torneada, musculada e até ajudam a subir as nádegas. Mas daí a servirem de comprimido para melhorar uma relação sexual vai mesmo um grande salto. Por isso, por favor, digam-me por que é que os homens têm um fetiche tão grande com os nossos sapatos de salto?

Via Expresso



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Segunda-feira, 11.01.10

Capote alentejano

 

 Os longos e quentes capotes alentejanos são por esta altura do ano muito procurados para fazer face às baixas temperaturas, mas nem todos se podem proteger da “cabeça aos pés” envergando este traje.

A única fábrica de capotes no sul do país localiza-se na freguesia de Santa Eulália, no concelho deElvas. É ali que centenas de capotes começam a ser confeccionados logo no Verão para que nesta altura do ano possam ser vendidos em todo o território nacional, noutros países da Europa e na América.

José Alpedrinha começou a fazer capotes quando tinha apenas 18 anos de idade. Aprendeu com o pai que era alfaiate e dirige a empresa alentejana que já assinala cinquenta anos de actividade na feitura destes agasalhos.

Na época alta de produção fazem entre quinze a vinte capotes por dia. Neste Inverno, a fábrica de José Alpedrinha já confeccionou mais de 700 capotes.

“Já chegámos a ter aqui na empresa setenta trabalhadores. Agora são só sete”, conta à agência Lusa José Alpedrinha, ao mesmo tempo que acrescenta que “o negócio vai bem e não tem sentido a crise”.

Cada capote representa quatro horas de trabalho, só na parte da costura, e o preço não está acessível a todas as bolsas: “os capotes variam entre os 200 e os 300 euros, sendo mais caros os que têm gola de raposa”, justifica.

“O capote vende-se no Alentejo desde o início do século passado. Antigamente era vestido por agricultores e trabalhadores rurais. O capote cinzento escuro era para os senhores das terras - os latifundiários, os castanhos eram típicos dos habitantes do Redondo e Reguengos de Monsaraz e o verde, que é uma cor recente, foi feito a pensar nas senhoras espanholas e nos caçadores”, explicou José Alpedrinha.

Outrora a matéria-prima, o burel, provinha das indústrias de lanifícios da Beira Baixa. “Agora isso acabou. O burel já só é feito em Castanheira de Pêra, única fábrica em Portugal”, conta.

capote alentejano foi deixando as verdejantes planícies alentejanas e instalou-se no guarda-roupa das grandes cidades da Europa e metrópoles mundiais “há capotes feitos por mim em Paris, Londres e até na América, principalmente no Canadá onde faz mais frio”.

Apesar do sucesso do capote alentejano, José Alpedrinha recusa vulgarizar o uso desta peça de vestuário, “gostava que se conservasse selectivo. Não concordo que seja generalizado e que cause impacto pela sua popularidade”.

José Alpedrinha orgulha-se de já ter vestido o capote alentejano a diversas individualidades. “O doutor Mário Soares, Jorge Sampaio, José Saramago, entre muitos outros”.

Orlando Redondeiro tem uma loja em Estremoz (Évora) onde vende este tipo de artigos. O frio rigoroso do passado mês de Dezembro levou à ruptura do stock de capotes que tinha para venda.

“Em poucos dias vendi cerca de cinquenta capotes. Este é um artigo que tem tido muita procura nos últimos anos. Os clientes são da zona de Lisboa e há também muitos espanhóis que vestem os capotes verdes para as montadas que realizam no país vizinho”, diz com satisfação Orlando, que também veste o capote desde os sete anos de idade.

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar

Sexta-feira, 01.01.10

Fat Pride, orgulho das minhas curvas

 

 Revolta contra a ditadura da magreza ou o início de uma nova era em que “gordura é formosura”?

Em tempos em que as lipoaspirações, cirurgias plásticas, bandas gástricas e dietas são rainhas há quem tenha “orgulho em ser gordo” ou em inglês fat pride.
O apoio a estas mulheres que assumem o “amor” pelas curvas está a ganhar adeptos em todo o mundo e em sectores normalmente mais cépticos como a moda ou mesmo em alguns segmentos da comunidade médica.
A vocalista dos “The Gossip” pode vir mesmo a ser considerada um dos ícones do fat pride. Beth Ditto já pousou nua em duas revistas inglesas NME e Love e além disso criou uma marca de roupa para mulheres de números grandes. Mas o fat pride tem outras referências na televisão como Oprah Winfrey ou a actriz Brooke Elliot.
Também a actriz Joy Nash colaborou com este movimento a favor das pessoas mais gordinhas ao gravar o vídeo “A fat rant” (veja aqui o vídeo) em que defende que é possível ser gorda e feliz.
Já no mundo da moda a revista Glamour ajudou a criar um olhar diferente ao colocar na capa a fotografia de uma mulher com a barriga saliente. A discussão em torno da decisão da revista fez com que decidissem repetir a dose mas desta vez com uma foto com várias mulheres de tamanha “extra.”
Também o Brasil seguiu a tendência e passou a falar-se mais de ser gordo em programas de televisão. Uma tendência que passa também para o mundo da moda e mesmo da publicidade.
A tendência começou em 2004 com uma campanha da marca Dove e na televisão americana o concurso “America’s next top model”, da ex-modelo Tyra Banks tem dado visibilidade a algumas modelas “size plus”. Este orgulho tem feito crescer o sector do vestuário XXL, com lojas especiais para pessoas mais fortes.
As defensoras do fat pride não querem no entanto que se pense que é uma apologia à obesidade. Defendem apenas que se trata de “felicidade” e realização pessoal.

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 12:34 | link do post | comentar

Quarta-feira, 09.09.09

Mulheres inglesas compram sapatos que não lhes servem

 

Sabem que não lhes servem, que as vão magoar, mas mesmo assim não resistem a um par de sapatos em saldos. Segundo um estudo da organização inglesa, "Society of Chiropodists and Podiatrists", a paixão pela moda leva 37% das britânicas a comprar sapatos do tamanho errado. O estudo revela ainda que cerca de 80% das mulheres entrevistadas sofrem de problemas nos pés, como inchaço no dedo grande do pé (15%), calos (24%), calcanhares secos e gretados (39%) e unhas encravadas (19%). "Nem todos os problemas dos pés podem ser evitados, mas a maioria é resultado de sapatos inadequados ou de baixa qualidade", defende a podóloga Lorraine Jones.

A especialista da "Society of Chiropodists and Podiatrists" não é contra as modas, pelo contrário. "Não quer dizer que não possamos usar sapatos que estão na moda ou saltos altos, mas é preciso dar um descanso aos nossos pés e ver um especialista se algo está errado."

Via ionline

Ok.... há muita gente que não sabe o que fazer ao dinheiro.... 

 



publicado por olhar para o mundo às 08:07 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 01.08.09

De ceroulas e fio dental

 

O livro de Rosemary Hawthorne, "Por baixo do pano", traça a evolução das cuecas femininas de objecto de desprezo, a peça de desejo. A historiadora de moda, defende que o tamanho das cuecas está relacionado com a liberdade das mulheres e que as americanas e europeias preferem o fio dental. “Ao escrever sobre a história das cuecas, apercebi-me que estava a escrever sobre a história social da mulher ocidental e descrevendo não só o progresso de suas roupas de baixo, mas o progresso das próprias mulheres”, diz Rosemary à revista brasileira Época.

A historiadora conta que, até o século XVIII as ceroulas eram peças exclusivas dos homens e que as mulheres que as usassem eram consideradas “libertinas e de moral duvidosa”. Naquela época, as senhoras sérias não usavam nada. Por baixo dos enormes e pesados vestidos, bastava um ou dois saiotes. Por volta de 1800 é que nascem os primeiros modelos de cuecas femininas, em França, como produto da Revolução de 1789, que simplificou o vestuário da Europa. Desde então, as mulheres já experimentaram de tudo: de calções a baby-doll. E quanto menos tecido, sinal de mais liberdade. 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 16:30 | link do post | comentar

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