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Um olhar sobre o Mundo

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21
Set12

Três medalhas para Portugal no primeiro dia dos Mundiais de maratonas

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Três medalhas para Portugal no primeiro dia dos Mundiais de maratonas

Portugal concluiu o primeiro dia dos Mundiais de maratonas, em canoagem, com três medalhas, duas de prata e uma de bronze, com o olímpico Fernando Pimenta a apenas meio segundo do título em Roma.


Depois de 25,8 quilómetros a pagaiar no Rio Tibre, o português, vice-campeão olímpico em K2 1.000, terá atacado tarde o sul-africano Grant Van der Walt, que nos sub-23 aguentou a pressão do português e chegou apenas 58 milésimos antes de Fernando Pimenta, que concluiu a prova em 1h54m34,620s.

Em Londres2012, a dupla Fernando Pimenta/Emanuel Silva falhou o ouro por 53 milésimos.

Sábado, o atleta de Ponte de Lima (já tinha sido prata em 2009 e bronze em 2010) vai fazer mais 30 quilómetros, agora na prova sénior, onde vai encontrar José Ramalho, campeão da Europa em título.

A grande surpresa de Portugal surgiu na mesma prova sub-23, em que Alfredo Faria (Gemeses) entrou na última portagem (zona em que os atletas saem da água para correr uns 100 metros com o caiaque e voltar ao rio) na liderança e concluiu a prova em terceiro, a apenas 9,7 segundos do ouro e ainda menos do vice-campeão olímpico.

De manhã, o júnior Samuel Amorim tinha sido vice-campeão do Mundo em C1, ficando a 15 segundos do ouro, conquistado pelo húngaro András Bodonyi.

Os portugueses ficaram todos no ambicionado top 10, com o sub-23 Rui Lacerda a ser quinto em C1, e em K1 a júnior Ana Pimenta a ser sétima e Hélder Moreira nono.

Sábado, as esperanças lusas de medalhas estão concentradas nos campeões da Europa José Ramalho (K1) e Nuno Barros (C1), tal como em Fernando Pimenta que tentará conquistar a segunda medalha em Roma. 


Noticia do Público

12
Ago09

Tributo a Carlos Lopes, foi há 25 anos

olhar para o mundo

Carlos Lopes 25 anos depois, um campeãeo e um exemplo

Imagem do Público

 

Já passaram 25 anos, muito tempo e mais algumas medalhas, mas nenhuma foi tão significativa como aquela, pela sua humildade, pelo seu caracter, pela sua força, Carlos Lopes foi um campeão a sério e um exemplo para muitos dos grandes atletas que lhe seguiram.

 


A 12 de Agosto de 1984, em Los Angeles, Carlos Lopes ganhava de forma fulgurante a "prova rainha" do atletismo, com 2h09m21s, deixando o irlandês John Tracy a mais de meio minuto depois de uma arrancada demolidora a 5 km do fim da maratona.

Vencido, mas não convencido: Carlos Lopes saiu do Estádio Olímpico de Montreal, nos Jogos Olímpicos de 1976, com a medalha de prata na prova dos 10 000 metros, perdendo nos metros finais para o finlandês Lasse Viren, mas com o "sonho" a continuar vivo. 

Prometeu voltar, à procura do ouro olímpico que então "deixou escapar" nos metros finais para Viren - não o fez em Moscovo'80, por lesão, mas em 1984, em Los Angeles, ganhou a maratona de forma fantástica, com grande avanço e estabelecendo um recorde olímpico que perdurou por 24 anos, até Pequim2008. 

Há 25 anos, o dia 12 de Agosto (madrugada do dia 13, em Lisboa), entrava para a história do Desporto português como a data da primeira medalha de ouro em Jogos Olímpicos, um feito que só mais três igualaram: Rosa Mota, Fernanda Ribeiro e Nélson Évora. 

Tudo ficou claro, recorda hoje Carlos Lopes, a partir dessa derrota de 1976, que lhe deu alento e motivação acrescida. "Essa derrota ensinou-me imenso, deu-me outras garantias para o futuro, tirei proveito dela. Vencido mas não convencido, e ainda hoje não estou convencido". 

"Oito anos depois consegui ser medalha de ouro olímpico, entretanto fiz uma 'travessia no deserto', por causa das lesões nos tendões de Aquiles, quando me deram quase como com a carreira terminada", relembra o primeiro campeão português, que entre 1978 e 1982 praticamente não correu a alto nível, acometido por sucessivas lesões. 


Via Público

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