Domingo, 27.02.11

 

Ericeira é reserva de Surf

 

World Surfing Reserves anunciou hoje que duas zonas de surf nomeadas - Santa Cruz, no norte da Califórnia e a Ericeira, em Portugal - foram formalmente aprovadas e serão dedicadas como World Surfing Reservas (WSRs). As duas regiões icónicas juntam-se a Malibu, Califórnia, que foi consagrado como a primeira Reserva Mundial de Surf em Outubro de 2010, e Manly Beach, Austrália, que também foi aprovado em 2010 e está agora a aguardar a sua "dedicação" que vai acontecer algures em 2011, como sendo os primeiros locais a receber a prestigiosa designação de Reserva Mundial de Surf (World Surfing Reserve).

A Ericeira é uma meca para o surf português e para surfistas de todas as nacionalidades. A área aprovada consiste em 4 km (2,5 milhas) da costa, quilómetros estes que contêm um grupo altamente concentrado de spots de surf de grande qualidade, vários deles de classe mundial, incluindo Ribeira d'Ilhas e outros.

"A Ericeira é uma costa de surf tão diversa, tem zonas para todos", disse o surfista profissional do WCT Tiago Pires, que cresceu surfando naquele bocado de costa "Há ondas grandes, ondas pequenas, ondas para profissionais e ondas de iniciantes. Eu amo esta área e eu estou contente de vê-la a começar a ter o reconhecimento que merece, bem como uma ferramenta para ajudar a melhor protegê-la."

A zona de Santa Cruz, de cerca de 11 km (7 milhas) da costa estende-se desde Natural Bridges no extremo oeste até Opal Cliffs, a leste de Pleasure Point e é composta por um denso aglomerado de ondas de sonho e está imersa numa enorme tradição de surf. A zona é conhecida pelos pontos icónicos em Steamer Lane e Pleasure Point, ambos pointbreaks para a direita de qualidade mundial.

"Eu não posso pensar num lugar mais digno do que Santa Cruz", disse um dos ícones mais notáveis da cidade, Jack O'Neill, que inventou os fatos de surf para que ele e os seus amigos pudessem navegar nas águas geladas da localidade nos anos 50 e 60. "Tem tantos spots de surf incríveis, uma comunidade de surf maravilhosa e é uma parte lindíssima da costa. A denominação de Reserva Mundial de Surf será uma óptima maneira de ajudar a preservar a área."

A World Surfing Reserves visa designar e proteger as áreas de surf mais importantes e queridas em todo o Mundo em parceria com as comunidades de surf local. Os sítios WSR são nomeados e seleccionados com base em quatro critérios principais: qualidade e consistência das ondas, a importância para a cultura do surf e da história, características ambientais, e apoio da comunidade. Até agora mais de cem sítios de 34 países diferentes foram submetidos à consideração do estatuto WSR.

O dez vezes campeão mundial de surf, Kelly Slater, que no ano passado já tinha apoiado o movimento, também expressou o seu forte apoio a Santa Cruz e Ericeira. "Toda vez que temos uma hipótese de preservar oficialmente uma praia ou um spot de surf específico, eu torço para ele", disse Kelly. " A World Surfing Reserves está a pôr a fasquia muito alta e com um grande alcance, procurando no Mundo o próximo grupo de praias a serem protegidas. Estou ansioso pela designação e protecção futura daquelas praias - tal como muitas outras pessoas".

Para além de seu significado cultural e estético, cada Reserva Mundial de Surf é um encontro de terra e mar seleccionados pela sua natureza única, pelas suas ondas e pelo seu cenário natural. A designação de cada WSR visa a protecção desta zona costeira de ondas e de habitat motivado pelo desenvolvimento inadequado, através de parcerias locais e internacionais que juntam a comunidade em torno da conservação, para melhorar e ditar a administração da área.

Sobre a World Surfing Reserves

World Surfing Reserves (WSR) identifica proactivamente, designa e preserva as ondas, zonas de surf e os seus ambientes circundantes em todo o mundo. WSR é uma iniciativa lançada pela organização Save the Waves Coalition em 2009, em conjunto com o National Surfing Reserves - Australia, e através de parcerias adicionais com a International Surfing Association (ISA) e com a Universidade de Stanford Center for Responsible Travel (CREST).

Para mais informações, consultem www.worldsurfingreserves.org

 

Via Surf Portugal



publicado por olhar para o mundo às 10:00 | link do post | comentar

Sexta-feira, 23.07.10

 

Oito mil pessoas juntaram-se no Facebook, e está já marcada uma manifestação para o dia 14 de Agosto, a partir das 17.00, em pleno Portinho da Arrábida. A organização pede aos participantes que levem vestida uma camisola preta. "Queremos mostrar o nosso luto e içar ainda uma bandeira preta numa zona que devia ter a bandeira azul", diz Pedro Vieira, engenheiro zootécnico, com casa na Arrábida e responsável pela jornada de luta, alertando que a maior preocupação se prende como desassoreamento galopante das praias. "Hoje temos o Portinho sem praia na maré cheia, ficando a água suja com o barro da arriba, que é comida pelo mar, porque já não há areia. Na vazante, encontramos um mar de calhaus, sendo necessário ir calçado para dentro de água, para evitar lesões", refere, alertando para a necessidade de haver reposição de areia, à semelhança do que foi feito na Costa de Caparica. Segundo o DN apurou junto do Instituto da Água (Inag), não está prevista nenhuma intervenção do género para Setúbal.

 

Via DN



publicado por olhar para o mundo às 08:57 | link do post | comentar

Domingo, 11.07.10



Este calor de Verão convida mesmo a dar um mergulho na praia. Muitas vezes, o incauto veraneante ou inexperiente banhista vem aqui à Costa de Caparica refrescar-se ao mesmo tempo que se diverte com a familia e amigos, enquanto observa corpos despidos na areia.

Quando decide ter um contacto com a água do mar, nem se apercebe que um perigo mortal o espreita silenciosamente, ele é quase invisivel ao olhar, mas está lá à espera da próxima vítima que pode jamais chegar a casa nesse dia. Referiro-me aos Agueiros, típicos nestes 22 kms de praias (estendem-se desde a Cova do Vapor - em frente o Bugio, farol da entrada da barra do rio Tejo, até um pouco para lá da Fonte da Telha, próximo do cabo espichel).

Um agueiro pode ceifar uma ou várias vidas em minutos, soube de histórias aqui na Costa de que tanto morreu a vítima como seu pretenso salvador, ainda que muitos sabiam bem nadar, mas nada puderam fazer contra tais correntes submersas.

Mas afinal o que é um AGUEIRO?

"A costa é perigosa. Tem correntes muito fortes e forma agueiros. As pessoas são enroladas e lançadas para fora. A maioria dos banhistas entra em pânico e, em vez de se deixar levar pela corrente até terra, luta contra ela, acabando por perder a força e ser arrastado pelo mar"


Estes "agueiros" são conhecidos por "Rip Current" ou "corrente de retorno", perigosos fenómenos da costa Atlântica portuguesa que ceifam muitas vidas em cada época balnear e mesmo para além dela. São correntes de retorno que variam em tamanho, largura, profundidade, forma, velocidade e potência.

O que fazer se for "apanhado" por uma destas correntes submarinas?

NÃO RESISTIR - Aconselha-se os banhistas a não resistir ao agueiro. Deve-se tentar nadar em diagonal à direcção da corrente, de forma a ser arrastado lateralmente e não para o interior do mar.

É que norma geral, o agueiro leva a pessoa para longe da costa (inevitavelmente para fora de pé) e não para o FUNDO. Sem pânico aperceberemos dessa corrente que nos afasta da praia e que entre 5 a 50 metros para lá da rebentação, o agueiro vai diminuir de intensidade até se dissipar. Pode a pessoa aflita pedir socorro, enquanto vai boiando à superfície e acenando com os braços.

Esta informação pode salvar uma vida – a sua, a dos seus filhos ou entes queridos.

Se vai à praia este ano, consulte mais detalhes sobre este perigo, neste site do Instituto de Socorros a Náufragos (aqui).

Via Sorriso de Geia



publicado por olhar para o mundo às 09:54 | link do post | comentar

Quarta-feira, 16.09.09

 

 

image0022Existem coisas, que o ser humano faz, que me deixam sem qualquer outra alternativa se não gritar de indignação, com toda a força dos meus pulmões.

Se eu acho a tourada um espectáculo bárbaro, onde os touros não pediram para ali estar e no entanto, o seu sofrimento é o ponto alto de um espectáculo de massas, imaginem o que eu sinto quando vejo estas imagens num documentário e mais tarde num e-mail que me foi enviado.

Sempre tive em conta que os países nórdicos eram países civilizados e muito racionais. Que evoluíram do Vikings e se tornaram nas civilizações mais pacíficas e organizadas do planeta, mas quando me identificam este local como sendo a Dinamarca, tenho logo que pensar, que algo vai muito podre naquele reino.

image0011Numa determinada altura do ano, o mar,  numa pequena aldeia piscatória na Dinamarca,  mais precisamente na Ilha Faroé, fica vermelho. No entanto não é devido a efeitos especiais, ou a qualquer outro fenómeno climatérico estranho e sem explicação. Deve-se à crueldade com que os seres humanos (supostamente seres racionais e civilizados) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos Golfinhos Calderon, também conhecidos comoGrampus Griseus e Golfinho-de-Risso.  

image0033Isto acontece ano após ano e participam deste massacre, maioritariamente,  jovens homens. Por quê? Porque supostamente, através deste acto irracional, os mancebos demonstram que  atingiram a idade adulta e que não podem mais ser considerados crianças.

 

 

 

A verdade é que todos participam deste triste espectáculo: os que image0066vão lá para assistir; os que vão para matar; os que organizam; os que incitam; nós que nada fazemos para terminar com este bárbaro costume.

O golfinho Calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, aproxima-se do homem, com o exclusivo objectivo de interagir e brincar. Os golfinhos são uma espécie que mesmo em liberdade, tal como os animais domesticados, gostam de brincar e travar amizade com os humanos.  

image01010Mas o que mais me repugna é a forma lenta e cruel com que ele são mortos. A forma como o fazem, não os mata instantaneamente. Estes cetáceos são cortados diversas vezes, com ganchos grossos. Segundo parece, o som que os golfinhos lançam no ar, nesse momento é estridente e, confiando em relatos de pessoas que já observaram tal barbárie, assemelha-se muito ao choro de um recém-nascido. 

image0077O processo repete-se as vezes necessárias e, durante todo esse tempo de tentativas, o golfinho sofre e não existe qualquer tipo de compaixão. Este dócil ser, sangra, lentamente, e sofre com as dores provocadas pelas feridas enormes, até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue.  

No fim da matança, os  Heróis, passam, finalmente, a ser adultos. image0099Homens racionais e prontos para as adversidades do dia a dia, uma vez que a sua maturidade, ficou, inequivocamente comprovada, através desta exaustiva demonstração.

Creio que já existe demasiada violência no Mundo, para que seja necessário continuar a compactuar com este espectáculo triste e deplorável.

Está na hora de fazermos algo, a mais não seja, denunciando este filme de terror a todos aqueles que ainda não tenham conhecimento.

Talvez assim, seja possível criar uma onda de indignação que comova o governo Dinamarquês e o demova de continuar a tolerar image0055este genocídio (sim utilizei a palavra genocídio para a morte de uma espécie animal, porque para mim, todos os que habitam o planeta merecem ser tratados de igual forma: todos merecem respeito, todos merecem viver em paz)

 

 

 

 

 

 

Nota: caso queiram saber as características científicas deste lindo animal, aquiestão:

Nome Cientifico: Grampus griseus

Características: É relativamente fácil identificar golfinhos de Risso no mar, em particular quando são mais velhos. Parece que foram "atacados pela artilharia"., com cicatrizes corporais extensivas causadas pelos dentes de outros golfinhos de Risso e, em menor escala, por confrontações com lulas.

A sua cabeça é arredondada e não possui bico. Este golfinho pode medir entre 3,60 a 4m de comprimento.

O corpo tem tendência  a clarear com a idade, se bem que haja grandes variantes entre indivíduos: os adultos podem ser quase tão brancos como golfinhos-brancos ou tão escuros como baleias-piloto.

À distância, a barbatana dorsal alta pode induzir momentaneamente à confusão com orcas fêmeas ou jovens ou roazes-corvineiros.

O golfinho de Risso tem um sulco frontal no centro da testa, correndo do espiráculo ao "lábio" superior; é visível de perto e é peculiar a esta espécie.

Por vezes vêem-se golfinhos de Risso agrupados com outras espécies de golfinhos e com baleias-piloto.

Barbatana Caudal

Cabeça de Animal Velho

Comportamento: Sabe-se que os animais jovens saltam; os animais mais velhos têm tendência para dar meio-salto, batendo depois com o lado da cabeça na superfície.

Por vezes eleva bem a cabeça para "espiar", ficando as barbatanas peitorais expostas.

Pode dar "batimentos caudais e peitorais" e faz surf nas vagas.

É raro "acompanhar à proa", mas pode nadar ao lado de um navio ou no seu rasto.

É típico mergulhar durante 1 a 2 minutos, depois sobe e respira uma dúzia de vezes com intervalos entre 15 e 20 segundos; pode ficar debaixo de água até 30 minutos.

Barbatana caudal pode aparecer acima da superfície quando mergulha.

Às vezes nada "saltitando".

Pode emergir para respirar num ângulo de 45º.

Quando caçam, os grupos estendem-se por vezes numa longa linha. Alguns são grupos muito tímidos, mas outros deixam-se aproximar.

Distribuição: Bastante abundante, a distribuição é ampla. Prefere as águas profundas do largo, mas pode ser visto perto da costa em volta de ilhas oceânicas e onde haja uma estreita plataforma continental.

Na Grã-Bretanha e Irlanda, maioria dos registos dentro dos 8 km costeiros. Nos EUA, encontrado sobretudo perto do extremo da plataforma.

Presente durante todo o ano na maior parte da área, apesar de poder haver um movimento sazonal costa/largo em algumas áreas.

Encontrado por vezes em regiões mais frias durante os meses de Verão.

Alimentação: cefalópodes, por vezes peixes.

http://www.golfinhos.net/pt/portal/especies/familia-dos-golfinhos/golfinho-de-risso.html

 

Via 30 Dias para

 



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar

Quinta-feira, 26.03.09



Na era da internet, na era das autoestradas, quando se fala de globalização, há em Portugal pessoas que nunca viram o mar.

 

Via Expresso



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