Sexta-feira, 25.03.11
«Possessão», uma das obras de Paula Rego expostas em Serralves
«Possessão», uma das obras de Paula Rego expostas em Serralves

 

 

Museu do Porto recorre aos seus próprios fundos para organizar exposição com obras deAntónio ArealJorge Queiroz e Paula Rego.

Algumas obras de Paula Rego nunca antes expostas poderão ser vistas a partir de amanhã no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto.

Trata-se da mostra "Recordações da Casa Rosa", patente ao público até 12 de junho, na qual se reúnem ainda trabalhos de António Areal e Jorge Queiroz.

Para organizar esta exposição o museu recorreu à sua própria coleção e organizou-a de modo a poder colocar em confronto os universos de três artistas que, em comum, têm, pelo menos, o recurso à figura e à narrativa.

As obras agora em exposição, dizem os responsáveis pela mostra, "podem facilmente ser associáveis a uma 'biblioteca' surrealista, transportando-nos para uma dimensão onírica, transgressora dos limites da representação". Resistem, no entanto, a essa possibilidade "pela sua singularidade, fugindo a uma identificação com um paradigma".

As ficções de Paula

Embora as histórias sejam uma componente fundamental da pintura de Paula Rego (1935), a artista, como diz João Fernandes, diretor do Museu de Serralves e comissário da exposição, "nunca se dedica a uma mera ilustração dos acontecimentos ou das situações suscitados pelo seu ponto de partida. Os livros e as histórias que lhe servem de referência funcionam como um intertexto da ficção que cada trabalho seu constitui".

António Areal (Porto, 1934 - Lisboa, 1978), a par da produção visual manteve uma produção ativa no domínio da teoria e da crítica de arte e, como se diz na apresentação da exposição, "foi sempre uma referência importante para outros artistas, entre os quais Paula Rego".

Na sua obra constata-se o recurso a soluções formais oriundas do universo da banda desenhada e da arte gráfica. Em Serralves, serão apresentadas duas séries de desenhos, datadas de 1968 e 1972.

Ecos do surrealismo

A primeira corresponde a trabalhos que, "revelando ainda ecos do surrealismo, traduzem já influências da arte op e da pop, assim como o recurso a composições formais associáveis às artes gráficas", refere o texto de apresentação.

Na série de 1972, já afastado do contexto artístico devido a problemas de saúde, António Areal dedica-se quase em exclusivo ao desenho.

Jorge Queiroz, nascido em Lisboa em 1966, recorre a meios de registo diversificados, como a grafite, o lápis de cor, o pastel de óleo, o acrílico ou o guache.

Produz desenhos "que apresentam uma profusão de elementos figurativos e abstratos que se justapõem, fundem e transformam e que, através de processos análogos à livre associação, constituem exuberantes ficções, alheias a qualquer narrativa ou guião".

Nos dias 16 e 28 de abril, às 15h30 e às 18h30, respetivamente, e a 2 de junho, às 18h30, serão feitas visitas guiadas à exposição. A visita do dia 16 é exclusiva para Amigos de Serralves.

 
Via Expresso


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Segunda-feira, 27.09.10

Sem carro .. mas muito que ver

 

No passado dia 22 assinalou-se mais um Dia Europeu Sem Carros. O i aproveita a boleia e mostra-lhe cinco formas de explorar a cidade ao fim-de-semana, sem ter de pegar no carro

 

UM ELÉCTRICO CHAMADO DESEJO Considerado uma das 1000 experiências de viagem mais importantes do mundo pela Rough Guide to the World, o eléctrico 28 é a melhor forma de conhecer a Lisboa antiga. O percurso tem início no Cemitério dos Prazeres, em Campo de Ourique. Após percorrerem a Rua Saraiva de Carvalho, estes carros amarelos com dois motores de 45 cv, rumam à Basílica da Estrela e descem na direcção de São Bento. O percurso segue pela Praça Luís de Camões e pelo Chiado, passando junto à Sé e ao miradouro de Santa Luzia, em direcção à Voz do Operário. A recta final é percorrida entre a Graça e o Martim Moniz. (Tarifa de bordo: 1,45€; www.carris.pt)

LISBOA VISTA DO TEJO A Transtejo não se limita a levar e trazer moradores da Margem Sul para Lisboa e tem um departamento dedicado a passeios turísticos. E como nem todos podem fazer um cruzeiro no Mediterrâneo, um cruzeiro no Tejo já não é mau. O embarque é no Terreiro do Paço às 15h00, subindo o barco o rio até ao Parque das Nações, onde dá a volta para descer e passar debaixo da Ponte 25 de Abril, mostrando de uma perspectiva diferente monumentos como a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos. O passeio dura cerca de duas horas e meia e custa 20 euros para adultos e 10 euros para crianças e reformados. A bordo há serviço de refrigerantes e águas. (www.transtejo.pt/pt/turismo/turismo.html) 

I WANT TO RIDE MY BIKE Há 15 anos a Tejo Bike lembrou-se de disponibilizar veículos a pedal para os lisboetas passearem junto ao rio. Hoje têm dois espaços no Parque das Nações. No primeiro, junto ao posto de informações ao lado do Pavilhão Atlântico, pode alugar bicicletas de montanha, pasteleiras, karts e até patins. No segundo posto, situado na Praça Sony, além do aluguer de equipamento, funciona também a escola de patins em linha. Os preços começam nos 2,5 euros por meia hora numa bicicleta de adulto. Até Outubro é possível passear até às 20h00. Mas se o Parque das Nações é longe para si, existe o Fun Track, na Rocha Conde D''Óbidos, por trás do Museu do Oriente. (Tejo Bike; Tel.: 218 919 333; www.tejobike.pt)

POWER BALANCE Não estamos a falar das pulseiras, mas sim do veículo mais inovador dos últimos anos, o Segway. Inventado em 2001, nos EUA, funciona a electricidade e tem autonomia até 38 km. A velocidade máxima é de 20 km/h e, de uma forma redutora, podemos dizer que funciona com a inclinação do corpo. Hoje é comum ver seguranças de centros comerciais ou polícias a fazerem patrulhas de Segway. A Go Segway Tours criou seis passeios, distribuídos pelas zonas mais emblemáticas da cidade. Os passeios são antecedidos de um briefing de 20 minutos. Já a Gray Line Portugal criou um tour de Segway pela Baixa da cidade e um outro por Alfama, com preços entre os 25 e os 35 euros e um mínimo de dois participantes. (www.gosegwaytours.com; www.graylineportugal.com) 

MOTA E COMPANHIA Sempre quis ter uma mota mas nunca teve coragem para tornar o sonho realidade? Já pensou em ter uma scooter para andar na cidade? A Scooter Mania pode ser um bom começo. Esta rent-a-scooter, com preços a partir de 30 euros por um dia numa motorizada com 50 cc, está localizada no coração da Baixa, na Rua do Crucifixo. Só precisa de ter mais de 18 anos, levar o BI, licença ou carta de condução e está pronto para correr a cidade em duas rodas. E se quiser passear todo o fim-de-semana, o aluguer de três dias custa 80 euros. Se não lhe chegar uma scooter básica, há também Vespas, e motas com 125 cc. (Rua do Crucifixo, 17; Tel.: 213 467 144 ou 707 201 052; www.scooter-mania.pt)

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 22.04.10

Onde andar de Bicicleta em Portugal

 

1. Obstáculos à beira Tejo

Pedalar em Belém aos fins-de-semana pode ser um complicado exercício de equilíbrio. Em dias de sol, os obstáculos multiplicam-se: há cães sem trela, crianças e atletas que correm em todas as direcções, pescadores que lançam os anzóis para o Tejo sem se preocuparem com quem passa e o trânsito na ciclovia lembra a 2ª circular. Em Agosto de 2009, a câmara inaugurou os 7 km de percurso para bicicletas entre o Cais do Sodré e a Torre de Belém. Antes disso, a zona já era mais do que pedalada por profissionais com o último modelo de calções almofadados ou miúdos de triciclo. Percebe-se porquê: o percurso é plano, sempre acompanhado pelo rio Tejo e não faltam sítios para comer gelados (a Artisani, nas Docas, por exemplo) ou para matar a sede (a esplanada do Café In).
Onde: Ciclovia Cais do Sodré - Torre de Belém, Lisboa
Como chegar: De metro ou comboio até ao Cais do Sodré


2. Pedalar no Guincho sem pagar

Eis a solução para quem não tem bicicleta ou não está para a carregar até ao carro e viajar até Cascais: alugar uma BICA no centro da vila, mesmo ao pé da estação de comboios. Não tem de pagar nada, apenas levar o bilhete de identidade e vontade de pedalar - Cascais tem 34 km de área ciclável, além dos 7 km de ciclovia entre a Guia e a praia do Guincho. As bicicletas gratuitas têm um cesto onde pode levar a sua mochila com comida. Começando na estalagem do Farol, em frente à discoteca Coconuts, até à praia do Guincho, a ciclovia tem sempre vista para o mar. O percurso pode tornar-se penoso quando estiver contra o vento.
Onde: Ciclovia do Guincho, Cascais
Como chegar: De comboio até à estação de Cascais


3. No pulmão de Lisboa

Em Monsanto há 42 quilómetros para todo o tipo de ciclistas. Os aventureiros que gostam de BTT têm muitos percursos à escolha, pelo meio da vegetação do parque florestal. Quem procura um passeio mais calmo, pode começar a pedalar na ciclovia do skate park.
Onde: Parque Florestal de Monsanto, Lisboa
Como chegar: De carro, até ao skate park, perto do parque do Alvito

4. Recordar a Expo 98

Enquanto o Parque das Nações não tem uma ligação à ciclovia de Belém, pode parecer um sítio longínquo para dar um passeio de bicicleta. Mas não tem de arriscar a vida e pedalar até lá desde o centro da cidade. Existem pontos de aluguer de bicicletas espalhados pela zona (em frente ao Oceanário, no Pavilhão Atlântico ou na Praça Sony) para que não se incomode. Espaço não falta e os miúdos vão adorar saltar da bicicleta para se molharem nos vulcões. O passadiço de madeira em frente ao rio já não tem o glamour dos tempos da Expo 98, mas é um bom sítio para passear. 
Onde: Parque das Nações, Lisboa
Como chegar: De metro ou comboio, estação do Oriente

5. Rumo à ilha do Baleal

Quando não há grandes ondas, os surfistas de Peniche trocam as pranchas por bicicletas e fazem-se à estrada, ou melhor à ciclovia que vai até à ilha do Baleal. O percurso é fácil, mas não espere ver o mar. As dunas preenchem a vista durante grande parte do passeio plano, ideal para pôr toda a família a fazer exercício. Durante a semana, os ciclistas contam-se pelos dedos. Antes de regressar a Peniche descanse numa esplanada com vista para a ilha do Baleal, assim chamada por ter sido um local de corte de baleias.
Onde: Ciclovia Peniche-Baleal
Como chegar: De carro, pela A8 e pelo IP 6. Estacione no centro de Peniche


6. Terra plana e mar à vista

Entre o Cabedelo e a praia da Granja são 15 quilómetros sempre a pedalar. A ciclovia em frente ao mar abrange quase todo o percurso. Apenas um ou dois troços obrigam a um desvio para a rua, mas nada de grave. Pelo caminho, há bares, repuxos para matar a sede e bancos para grande felicidade dos mais fatigados. Nos dias de semana o percurso é menos concorrido e é ideal para quem gosta de pedalar em paz em frente ao mar, sem muitos obstáculos. 
Onde: Frente Marítima de Gaia
Como chegar: De carro até à praia da Granja


7. Passeio no Porto com fumo de escapes

Pode parecer estranho que uma avenida tão central como a da Boavista possa ser um bom lugar para andar de bicicleta. Mas é verdade. Além de ser a maior avenida do país (com seis quilómetros), tem uma ciclovia em grande parte da sua extensão, a desembocar precisamente na paisagem do Castelo do Queijo. É certo que não se respira ar puro, mas se os fumos dos escapes o incomodarem, é só fazer um ligeiro desvio: o Parque da Cidade do Porto fica mesmo ali ao lado.
Onde: Avenida da Boavista, Porto
Como chegar: De metro até à estação da Casa da Música

8. Altos e baixos na Serra de Santa Justa

Pode ser perigoso, já que não há pistas marcadas, mas a Serra de Santa Justa, em Valongo, é cada vez mais um dos lugares de eleição para quem gosta de pedalar. Lá encontram-se todos os tipos de ciclistas, desde os que procuram um simples passeio dominical até aos mais aventureiros que preferem descidas alucinantes e subidas que à primeira vista parecem só estar ao alcance de Lance Armstrong. A paisagem é de cortar a respiração, mas não se distraia e tenha atenção aos fojos. As covas de acesso às antigas minas de extracção de ouro existentes na serra têm entre 50 a 70 metros de profundidade e não estão vedadas. 
Onde: Serra de Santa Justa, Valongo
Como chegar: De carro até Valongo, pela A4


9. Na linha do comboio

Já é possível andar de bicicleta em linhas de comboio, sem qualquer tentativa suicida. Em 2006, o antigo ramal ferroviário de Mora foi transformado numa ecopista, que vai desde o bairro do Chafariz d'El Rei, em Évora, até ao limite do concelho, na Sempre Noiva (21 km). Quando for concluída a ecopista terá 60 km, desde Arraiolos até Mora.
Onde: Ecopista do Ramal de Mora
Como chegar: De carro até Évora, pela A6 

10. Ecovia do Litoral

A Ecovia do Litoral tem 214 km e vai desde o Cabo de São Vicente até Vila Real de Santo António. Muitos ciclistas que a percorrem queixam-se da falta de sinalização e da fraca ligação entre os troços. Mesmo assim, recomenda-se o percurso de 30 km entre Cabanas de Tavira e Olhão. Grande parte é em terra batida, sinalizado por pequenos postes com o topo pintado de amarelo. O caminho passa pelas salinas do Parque Natural da Ria Formosa e não é raro encontrar flamingos ou camaleões.
Onde: Ecovia do Litoral, Cabanas de Tavira-Olhão
Como chegar: De carro até Cabanas, pela A22 e N125

Outros Locais

Ecopista do Rio Minho, 13 km
Paralela ao rio Minho, resulta da reconversão da antiga linha ferroviária que ligava Monção a Valença.


Ciclovia Guimarães-Fafe, 15,3 km
Em meados dos anos 80, a antiga linha ferroviária que unia Guimarães e Fafe foi desactivada e transformada em ciclovia.


Ecopista do Sever do Vouga, 6,2 km
Segue sempre paralela ao rio Vouga e à EN16 até pouco depois da foz do Rio Mau, no Lugar da Foz.


Ciclovia da Estrada Atlântica, 21,1 km
A extensa ciclovia liga Pataias às praias do Norte do concelho de Alcobaça. 

Ciclovia Trafaria-Caparica, 5 km
A ciclovia cria uma alternativa ao trânsito na ponte 25 de Abril. Muitos ciclistas trazem as bicicletas no barco e pedalam até às praias da Caparica.

Via Algarviana, 240 km
O longo percurso entre Alcoutim e o cabo de São Vicente faz-se em grande parte pela serra algarvia. É ideal para os praticantes de BTT.

Ciclovia Urbana de Faro, 6,7 km
A ciclovia une Faro em dois sentidos, Poente e Nascente. Estende-se pela Avenida Aníbal Cruz Guerreiro e pela Estrada do Moinho da Palmeira.

 

Via ionline



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Sábado, 27.03.10

Fim de semana perfeito

 

Sexta-feira

18h00. Visitar o Museu do Oriente

Para começar o fim-de-semana numa nota cultural, pode aproveitar a entrada livre no Museu do Oriente. Lá dentro ilustra-se a presença portuguesa em Ásia com uma colecção que se estende dos brinquedos japoneses às estátuas divinas. O restaurante do Museu, no sexto andar, também merece uma visita. Admire a vista para o Tejo e depois diga ao empregado que se enganou no andar. 
Av. de Brasília - Doca de Alcântara. Entrada gratuita todas as sextas-feiras das 18.00 às 22.00 Saldo: €50

21h00. Jantar no Café Malaca

Depois da cultura, a gastronomia asiática. No Café Malaca comem-se especialidades de todo o continente. Está no interior do Clube Naval de Lisboa, suba as escadas e entre sem medos. Divida os gyoza vegetarianos (€4,80) e uma dose da especialidade da casa, o caranguejo de casca mole (€16,90). Complete com uma imperial (€1,60). A conta final ficará em €12,25 por pessoa. O estômago dir-lhe-á que gastou muito mais. Clube Naval de Lisboa, Cais do Gás, Armazém H. 213 477 082. Saldo: €37,75

00h00. Dançar no Lounge

Quando se pretende sair à noite e gastar pouco, o ideal é encontrar um bar sem consumo obrigatório e que não se ressinta da falta de taxação. O Lounge é um desses casos. Hoje há concerto de Guta Naki, um dos novos valores da pop alternativa. Depois, Mário Valente desfila a sua colecção de rock, breakbeat e música tecnologicamente evoluída. A cerveja é cara (€2). Peça uma e faça-a durar. Rua da Moeda 1 218 462 101. Saldo: €35,75

03h00. Cear numa padaria

Depois de dançar e transpirar no Lounge, a fome não perdoará. Alimente-se na padaria da Defensores de Chaves. É das que abre mais tarde, por volta das duas da manhã, pelo que às três a variedade ainda é grande. Seja com um pão com chouriço, um croissant ou um mil folhas a noite acaba bem aqui para muita gente. Por apenas um euro. Avenida Defensores De Chaves, 24/26. 213 544 235. Saldo: €34,75

Sábado

10h00. Parar para um queque na Parede

A ideia deste segundo dia é partir em direcção ao mar. Não contabilizamos o dinheiro da gasolina, porque cada carro tem o seu consumo. A primeira paragem é na famosa casa de queques da Parede. Basta olhar para as fornadas de queques (€0,90) e sentir-lhes o cheiro para perceber porque é que é uma das referências para os gulosos da Linha.
Rua José Relvas, 71 (Parede). 214 574 988. Saldo: €33,85

10h45. Visitar a Casa das Histórias de Paula Rego

Aproveitem-se dois factos: primeiro, a entrada gratuita, segundo, o facto de a actual exposição ter sido prolongada até 2 de Maio. No museu pontificam diversas obras produzidas entre 1987 e 2008, entre as quais as célebres "Mulher Cão", "A Filha do Polícia" ou a série "Avestruzes Bailarinas". O edifício, da autoria do arquitecto Eduardo Souto Moura, também merece ser apreciado. Avenida da República 300, Cascais. 214 826 970. Saldo: €33,85

13h00. Comer um dos famosos cachorros da Guia

Depois de uma injecção de cultura logo pela manhã, almoce no ex-líbris de comida rápida na Linha: os cachorros da Guia. Que agora se vendem no Café Sobe e Desce, uns metros abaixo do Santini. O cachorro especial (€3,60) inclui cebola, couve roxa, couve branca, cenoura, batata palha e queijo ralado. Avenida Valbom Cascais. 214 826 970. Saldo: €30,25

15h00. Andar de Bica

Em Cascais é possível alugar bicicletas, as Bicas, por períodos de até dez horas sem pagar um tostão. As Bicas estão disponíveis em três pontos diferentes da vila; para as utilizar basta deixar um documento identificativo. Depois é só escolher um percurso: andar nas ruelas sinuosas ou pedalar em recta junto ao mar. As Bicas podem ser alugadas junto à estação de comboios, na Cidadela e junto à Casa da Guia. Saldo: €30,25

20h15. Jantar e ver o jogo do título no Tonga

Já de volta a Lisboa, há que apontar baterias ao futebol. Benfica e Braga jogam no Estádio da Luz a decisão da Liga Sagres. O melhor local extra estádio para assistir ao jogo não fica longe do palco da decisão. No Tonga há tudo o que um adepto pode querer: plasmas, petiscos e cerveja. Seja com pataniscas de polvo ou com moelas fritas, a refeição não ultrapassará os dez euros por pessoa. Cerveja e futebol incluídos. Avenida do Uruguai, 26A. 214 051 351. Saldo: €20,25

23h30. Ver um concerto no Arena Lounge

Seja para celebrar ou para esquecer, a festa prossegue, de borla, no Casino de Lisboa. Se conseguir resistir ao apelo do jogo (e dos cocktails) não vai pagar nada para ver a britânica Zoey Jones, cujo repertório gira em volta do r&b, com alguns toques tropicais. Alameda dos Oceanos, Parque das Nações. 218 929 000. Saldo: €20,25

Domingo

11h00. Tomar o brunch no Pão de Canela

O Brunch é uma refeição que está na moda e, de facto, a sua faceta dois em um (pequeno-almoço e almoço) dá muito jeito. E o brunch do Pão de Canela (€9,90) é dos mais baratos da cidade. O preço não limita a variedade de escolha. Há de tudo: pastelaria, padaria, sumos, cereais, compotas, servidos em sistema buffet. Praça das Flores, 27-28. 213 972 220. Saldo: €10,35

13h00. Visitar o Museu da Gulbenkian

Mais um museu gratuito, desta vez o que concentra o espólio de Calouste Gulbenkian. Aqui encontram-se cerca de mil peças da colecção do mecenas. A não perder, as jóias da colecção Lalique e a actual exposição temporária, com algumas obras de Rembrandt e Goya. Avenida de Berna 45A. 217 933 068. Saldo: €10,35

16h30. Ouvir fado no respectivo museu

Chamam-lhes visitas cantadas (€3) e um fadista guia os visitantes pela história da canção de Lisboa. Este domingo é Cuca Roseta. Como exigem marcação prévia, esperamos que esteja a ler isto com a devida antecedência. Caso contrário pode sempre marcar para as semanas seguintes. Largo do Chafariz de Dentro 1. 218 823 470. Saldo: €7,35

19h30. Jantar no Noori

Foi a primeira temakeria de Lisboa. Nela servem-se, como o nome indica, temakis. São cones de alga nori com arroz e recheio à escolha (filadélfia, salmão, rúcula e outros). Com o menu simples (€7,35) tem direito a dois temakis simples, ou um simples e um doce (com bolacha). E a uma bebida. Depois, descanse porque a noite vai encurtar: à uma da manhã o relógio adianta uma hora. Rua do Crucifixo, 87. 91 863 9287. Saldo: €0

 

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 24.03.10

Onde passar a Páscoa

 

 

Percorrer aos ziguezagues os caminhos da Serra da Estrela, por esta altura coberta com um manto branco, dormir com o mar aos pés na Costa Alentejana, acordar com os olhos postos nas vinhas doDouro alinhadas em socalcos, ou percorrer os trilhos do lobo e javali no Gerês. A Páscoa está à porta e é um óptimo pretexto para conhecer alguns dos pequenos paraísos escondidos em Portugal. De norte a sul, no interior e no litoral, eis as sete maravilhas que o i recomenda para uns dias de descanso (mesmo que o tempo não ajude: as previsões meteorológicas não são animadoras). Não é um plano para qualquer carteira. Mas acredite que não vai dar o seu dinheiro por mal empregue. Não é por acaso que em Portugal a procura de hotéis de charme tem crescido, tal como de pequenas casas de turismo rural integradas em quintas ou herdades tradicionais, que nos últimos anos apareceram em grande número. Fugir das cidades não significa tédio. E mesmo que assim fosse valeria a pena. Quantos vezes se quis dar à perguiça mas o telemóvel não deixou? Pois aqui o mais certo é nem ter rede. Aproveite as férias (se for caso disso). E desligue-se. Até porque nunca se sabe que está à escuta...

 

Relaxar no maior spa de Portugal

Romance: No Aquapura Douro Valley, os hóspedes são recebidos com uma toalha perfumada e um flute de champanhe, sem grandes papeladas para preencher. A fachada antiga desta casa senhorial contrasta com o interior moderno, onde está instalado o maior spa do país (tem 2200m2), e uma piscina interior. Inserido numa região classificada como património mundial pela UNESCO, o hotel dispõe ainda de 21 vilas, além dos 50 quartos. A paisagem é um verdejante vale esculpido pelos produtores de vinho do porto.

 

Onde? Quinta Vale de Abraão, Lamego
Tel: 254 66 06 00
Preço: 3 noites c/spa €570

Explorar uma aldeia histórica

Amigos: Entre a Beira e o Douro esconde-se um segredo bem guardado: a aldeia histórica deMarialva, onde existe uma das referências nas guesthouses nacionais. Quem olha para as seis Casas do Côro facilmente percebe que o tempo não passou por ali. Isso vê-se nas gentes desta terra hospitaleira e nas vielas do centro histórico que convidam à descoberta. O complexo combina edifícios históricos em granito com interiores sofisticados. Uma dica? Mesmo que chova, experimente mergulhar na piscina exterior (é aquecida).

 

Onde? Marialva (perto de Foz Coa)
Tel.  917552020
Preço: Casas de €120 a €410

Pelos trilhos do lobo e javali

Aventura: Por estes dias, com a chegada da Primavera, a serra do Gerês ganha novas cores e aromas. No Parque Natural Peneda, a Pousada de São Bento é o sítio ideal para assistir à transformação da natureza. Cascatas, vales e um verde que a vista não consegue abraçar são predicados irresistíveis para uma caminhada pelos trilhos de uma zona com 70 mil hectares de território protegido. Mas cuidado, não se esqueça que está num dos últimos refúgios de animais selvagens como o javali, a víbora de Seoane e o Lobo.

 

Onde? Caniçada, São Bento Tel. 253 649 150
Preço: €170/quarto

 

Acordar com o mar aos pés

Família: Na recepção da Herdade do Touril, bem perto da Zambujeira do Mar, há três relógios. Um deles está parado. Esta é uma imagem que o proprietário não se cansa de repetir: “Se algum dos nossos hóspedes perder a noção do tempo, ficamos satisfeitos.” Composta por cinco casas independentes –  com terraço e vista de mar –, na herdade respira-se um ambiente familiar. Às sete da manhã, o pão fresco é deixado na porta, tal como os jornais do dia. Para quem quiser passear, há bicicletas grátis. E muito para descobrir.

 

Onde? Zambujeira do Mar, Odemira
Tel. 282 950 080
Preço: €80 a €200

Algarve desconhecido

Segundas núpcias: Casas típicas, ambiente rural, conforto e modernidade. Podia definir-se assim oMonte da Vilarinha, um turismo de habitação na fronteira do alentejo e Algarve. O complexo alberga três casas, com terraços e alpendres exclusivos – algumas têm cama exterior, para quem quiser adormecer a contar as estrelas do céu alentejano. Três dias por semana, sob marcação, é possível receber massagens, depois de explorar os percursos sinalizados junto à costa e no interior.

 

Onde? Carrapteira, Aljezur
Tel. 919169448
Preço: €120 a €150

Termas, mini- golfe e ténis

Saúde: Para quem parte de Lisboa, as termas de Monte Real ficam a um pequeno passo. O resort, que inclui hotel, spa e complexo termal, foi inaugurado em 2009, aproveitando a fachada palaciana da unidade hoteleira que ali existiu até meados dos anos 90. Conhecidas há várias décadas em toda a Península Ibérica graças à qualidade das suas águas sulfurosas, as termas são um dos programas disponível neste espaço. Os 24 hectares da propriedade incluem ainda dois campos de ténis, mini-golfe, ginásio e percursos pedestres.


Onde? Rua de Leiria, Monte Real
Tel. 244 618 900
Preço: €289/3 dias c/spa

Cai neve no meu país

Desporto: Instalada a 1500 metros de altitude, com vista sobre a Manteigas, a Casa das Penhas Douradas proporciona daquelas imagens que pensamos existir apenas na nossa imaginação: tomar um banho de piscina, enquanto contemplamos a neve. Uma estadia ideal para desportistas de montanha, não fosse esta a única estância de Inverno com pistas de esqui em Portugal. O hotel tem cozinha de autor, com a consultadoria do Chefe Luís Baena, e uma ementa à base de produtos regionais confeccionados de forma muito própria..

 

Onde? Penhas Douradas, Serra da Estrela
Tel. 275 981 045
Preço: €100 a €200 por quarto

 

Via ionline



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Sábado, 20.03.10

Os melhores sítios para ler fora de casa

 

01 Quintal Bioshop 


Num quintal normal, e para quem tem a sorte de o ter, pode haver uma pequena horta, flores e, quem sabe, um espaço para churrascos. No quintal mais famoso do Porto, o Quintal Bioshop, há uma mercearia biológica, uma loja de produtos ecológicos e de cosméticos naturais, workshops e encontros, uma cafetaria bio e ainda uma esplanada com wi-fi. Procure um lugar no meio das árvores e peça uma fatia de bolo de chocolate e romã antes de abrir um livro. 

Rua do Rosário, 177, Porto, 222 010 008. Segunda a sexta das 10h30 às 20h00, sábado das 15h00 às 20h00

02 Espaço Fábulas

O livro a levar bem podia ser "Ali Babá e os Quarenta Ladrões" ou "As Mil e Uma Noites", porque o Fábulas, em Lisboa, tem qualquer coisa de caverna encantada (e até tem uma tosta chamada Sheherezada, com queijo brie e espinafres, uma delícia). Entra-se e o chão é de pedra, as paredes são de pedra, e em cada recanto há uma mesa, uma poltrona ou até uma velha máquina de costura a convidar à conversa ou à leitura. Dirija-se à sala para não fumadores e escolha o sofá por baixo das fotografias da Beatriz Costa - provavelmente o recanto mais confortável de Lisboa. Se quiser até pode ir sem material de leitura, porque livros e imprensa do dia são coisa que não falta por aqui.

Cç. Nova de São Francisco, 14, Lisboa, 213 476 323. Segunda a quarta das 10h00 às 24h00, quinta a sábado das 10h00 à 01h00 e domingo das 11h00 às 19h00.

03 Esplanada do Farol Design Hotel 

Mais perto do mar é impossível. E mais confortável que num dos sofás brancos de Gandia Blasco também. Na On the Rocks, a esplanada do Farol Design Hotel, os livros têm dois sérios concorrentes: a vista e o sol. Mas experimente levar qualquer coisa de acordo com a atmosfera e a bossa nova que passa baixinho ou as caipirinhas que saem do bar: um dos romances de Chico Buarque, por exemplo, ou um Rubem Fonseca. 

Farol Design Hotel, Av. Rei Humberto II de Itália, 7, Cascais, 214 823 490. Das 10h30 à 01h30

04 Maria Vai com as Outras 

Não se podia falar dos melhores sítios para ler sem falar de uma livraria, mas a Maria Vai com as Outras, no Porto, não é uma livraria qualquer. Tem alguns livros para venda, sim, mas também é café, bar, casa de chá, loja de artesanato, galeria e sala de concertos. Entre as suas paredes coloridas a regra é conviver ou aproveitar o ambiente calmo e amigo dos livros, do cinema e da arte (todos os espaços amigos dos livros têm um gato, e a Maria Vai com as Outras tem). 

R. do Almada, 443, Porto, 220 167 379. Todos os dias das 16h30 às 20h30 e das 22h30 às 24h00

05 Jardins do Museu do Traje e da Moda

Há momentos em que parece Sintra, com árvores centenárias impossíveis de abraçar e estátuas e escadarias de pedra que vão dar a lagos com nenúfares. Há momentos em que se estendem pomares e prados e não se percebe se o jardim tem um fim. E há alturas em que parece que estamos dentro da série "Perdidos", com ervas e mato de todos os lados. Os jardins do Museu Nacional do Traje e da Moda, no Lumiar, são uma espécie de segredo de Lisboa, onde não falta sequer uma cascata. Situado na Quinta do Monteiro-Mor e partilhado com o Museu do Teatro, o parque conta com vários bancos à sombra ou ao sol, de madeira ou de pedra, perfeitos para ler um romance histórico ou um clássico como "Os Maias" ou "O Monte dos Vendavais". 

Largo Júlio de Castilho, Lisboa, 217 590 318. Terça das 14h00 às 18h00, quarta a domingo das 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h30). €2 só o jardim, grátis aos domingos até às 14h00

06 Esplanada do Museu Nacional de Arte Antiga 

A esplanada do Museu Nacional de Arte Antiga é uma das candidatas ao título de esplanada mais tranquila de Lisboa, e a sua atmosfera é perfeita não só para ler mas até para escrever. Com o rio de um lado e obras-primas como "As Tentações de Santo Antão" de J. Bosch do outro, o sossego da atmosfera é o ideal para conseguirmos desligar-nos da cidade e perder- -nos num livro. O restaurante funciona em self-service e fora das horas de refeições - as ideais para ler - serve também saladas, crepes e quiches. 

Rua das Janelas Verdes, Lisboa, 213 912 800. Terça das 14h00 às 18h00, quarta a domingo das 10h00 às 18h00
 
Via Ionline



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Segunda-feira, 20.07.09

Como ir de férias sem gastar muito

 

Viajar não tem de custar muito dinheiro. É possível adoptar uma solução de baixo custo para as suas férias. Mas para o conseguir tem de entrar no espírito - e recorrer à internet. Comece nas companhias aéreas de baixo custo, como a easyJet, a Ryanair, a Vueling, a Air Berlin e a Brussels Airlines. Quando chegar a altura de reservar a dormida, use os sítios dos hotéis ou agregadores - como o Booking.com e o Hotels.com - para fazer reservas. Para poupar no resto, só é preciso um pouco de imaginação. A maioria dos museus tem dias gratuitos e a maior parte das igrejas e parques também não se pagam.


É também uma boa altura para aproveitar a crise financeira global: foi ela que impediu que os destinos turísticos ficassem mais caros. Além disso, o euro forte abriu uma oportunidade para os viajantes que querem ir além-mar: Londres e Nova Iorque estão muito acessíveis. Faça já as malas.

01 Madrid

Como chegar: É possível ir e vir para a capital espanhola por menos de 25 euros. Voe pela Ryanair, easyJet ou Vueling.

Transportes: Um bilhete de 3 dias para metro e autocarro custa 11,60 euros (ctm-madrid.es).

Onde ficar: Abacadra B&B (abracadabrabandb.com), perto do palácio real, ou no Hostal Alaska (hostalalaska.com), na Puerta del Sol. O custo diário começa nos 40 euros.

Visitar: Veja de graça o Guernica de Picasso no Museu Rainha Sofia, aos sábados entre as 14h30 e as 21h e aos domingos das 10h às 14h30 (museoreinasofia.es). Não se paga no Museu do Prado entre as 18h e as 20h.

Crianças: Passear no Santiago Barnabéu, o estádio do Real Madrid e a nova casa de Cristiano Ronaldo (realmadrid.com). Visitas guiadas: 10 euros até aos 14 anos e 15 euros para os restantes.

Comer: Procurar os "bocadillos de calamares" (sandes de lulas) perto da Plaza Mayor. 

Não perder: Uma tarde no El Retiro, o Central Park de Madrid, a Este do Museu do Prado.

02 Barcelona

Como chegar: A Ryanair e a Vueling são as principais candidatas. Por menos de 80 euros vai e volta.

Transportes: O Barcelona Card permite andar livremente nos transportes públicos e ainda dá descontos em museus e restaurantes. Um bilhete de dois dias custa 26 euros; pela internet fica em 23,40 euros (barcelonaturisme.com).

Onde ficar: No Bonic, entre as Ramblas e a praia, paga desde 55 euros por noite (bonic-barcelona.com). No The Patio Barcelona, um pouco mais afastado do centro, paga desde 56 euros (thepatiobcn.com).

Visitar: Muitos museus, como o Museu Nacional d?Art de Catalunya e o Museu Etnològic, são gratuitos no primeiro sábado ou domingo de cada mês. Siga a Rota do Modernismo, começando pelo Park Güell (rutadelmodernisme.com). 

Crianças: Subir no funicular até ao parque de atracções de Tibidado. Menores de 90 cm não pagam (tibidabo.es).

Comer: Ir ao Can Paixano, na Barceloneta, comer uma sandes de presunto acompanhada por cava, o espumante local (canpaixano.com).

Não perder: Uma noite divertida numa plaza, começando pela Plaza Reial.

03 Paris

Como chegar: É possível encontrar bilhetes de ida e volta por menos de 100 euros. Comece pela Ryanair, easyJet e Tap.

Transportes: Passear a pé em Paris é um dos maiores prazeres que a cidade oferece. Um bilhete de 3 dias para o "métro" custa 19,60 euros (ratp.info).

Onde ficar: Aprecie a luz nocturna de Montmartre. Fique no Hôtel Bonséjour Montmartre (hotel-bonsejour-montmartre.fr), ou no Eldorado (eldoradohotel.fr). Os preços começam nos 35 euros.

Visitar: Os museus municipais são gratuitos e todos os outros também o são no primeiro domingo de cada mês. Os menores de 26 anos não pagam nos principais museus, como o Louvre e o d'Orsay.

Crianças: Não é preciso ir à Eurodisney: há muitos parques de diversão na Cidade-Luz. Não se esqueça da "barbe à papa" (barba do papá) - o algodão-doce.

Comer: Se estiver bom tempo, o Sena e os jardins convidam a uma baguette em jeito de piquenique, seguido de um crèpe numa esplanada.

Não perder: Na Vélib, passear de bicicleta pode ficar de borla se fizer percursos de menos de meia hora (velib.paris.fr).

04 Berlim

Como chegar: A easyJet, a Germanwings e a Air Berlin voam para Schönefeld, a um pulo de comboio suburbano (S-Bahn) do centro de Berlim. Ida e volta pode ficar por menos de 100 euros.

Transportes: Como a cidade é plana, é simples percorrê-la a pé. Para ir mais longe, opte pelo CityTourCard (citytourcard.com): 48 horas em todos os transportes públicos custam 15,90 euros.

Onde ficar: O Circus Hotel (circus-berlin.de), no Mitte, é a nova coqueluche ecológica e económica. Um quarto de casal fica por 78 euros por noite. Ainda mais barato é o hostel do mesmo grupo: desde 19 euros por pessoa.

Visitar: Berlim é recordista em galerias de arte. É uma oportunidade para conhecer gratuitamente artistas ainda pouco conhecidos (theartofberlin.com). Topographie des Terrors é um museu gratuito ao ar livre localizado nos escombros da sede da Gestapo (topographie.de).

Crianças: Knut é o nome do urso polar que é a mascote do zoológico de Berlim (zoo-berlin.de). As crianças pagam 6 euros, metade dos adultos.

Comer: O "currywurst", uma salsicha cortada apimentada com molho de tomate e caril, é o prato económico nacional. Regue com uma Berliner Weisse, uma cerveja leve local. E não perca a verdadeira bola-de-berlim.

Não perder: O Reichstag, o parlamento alemão renovado por Norman Foster, está aberto ao público para visitas gratuitas (bundestag.de).

05 Amesterdão

Como chegar: O único operador low- -cost para a cidade é a Transavia, mas os preços não são assim tão baixos. Dificilmente pagará menos de 120 euros, a não ser que faça escala noutra cidade europeia.

Transportes: O centro é pequeno e plano, pelo que pode andar a pé. Na cidade das bicicletas, ande de bicicleta. Vá ao MacBike (macbike.nl) ou ao Orangebike (orangebike.nl): três horas custam seis euros e um dia 8,5 euros.

Onde ficar: Para conseguir preços baixos por um quarto bem localizado é preciso esquecer algum conforto: no Quentin (quentinhotels.com) os preços começam nos 45 euros. Para uma solução mais familiar, escolha o The Collector, na zona dos museus, cujos preços começam nos 75 euros (the-collector.nl). 

Visitar: O "Amsterdam Weekly" é um jornal cultural e de espectáculos gratuito em inglês. Procure pelas melhores sugestões da semana.

Crianças: Amstelpark é um íman para os miúdos. O parque situa-se a sul do centro e inclui parque de diversões, quinta de animais, passeios de pónei e muitos jardins de flores. Vá no eléctrico 4.

Comer: Os turistas mais jovens poupam durante o dia nas refeições pré-preparadas que se podem comprar na vasta rede de supermercados Albert Heijn. O mais central é atrás do palácio real.

Não perder: Concertos de música clássica às 12h30 abertos ao público: às segundas-feiras no Boekmanzaal e às quartas--feiras no Concertgebouw (concertgebouw.nl). Também há passeios guiados gratuitos (newamsterdamtours.com).

06 Londres

Como chegar: A easyJet, que voa de Faro, mas não descarte a British Airways e a Tap. Os preços começam nos 45 euros.

Transportes: Um bilhete de três dias nos transportes públicos de Londres nas zonas 1 e 2 (Travelcard) custa 21,50 euros. Se viajar no fim-de-semana ou feriado, pode ser mais barato se optar por bilhetes diários (tfl.gov.uk).

Onde ficar: Dormir em Londres é caro. Perto do centro, escolha o 69TheGrove, em Vauxhall (69thegrove.com). Os preços começam nos 80 euros. Mais afastado está o B&B in Barnes: a 10 quilómetros da casa da rainha, com tarifas a partir dos 40 euros (bandbinbarnes.com).

Visitar: A maioria dos museus é gratuita, incluindo o Tate Modern, Tate Britain, British Museum e o National Gallery.

Crianças: Ir ao planetário do Royal Observatory, no centro do Greenwich Park (tinyurl.com/roplanetarium). Preços a partir de 4,60 euros.

Comer: Muitos pubs propõem buy- -one-get-one-free, em que se paga um prato mas recebe-se dois.

Não perder: Passeios guiados gratuitos (newlondon-tours.com).

07 Nova Iorque

Como chegar: A tarifa de referência de ida e volta é de 500 euros, mas consegue menos se reservar com antecipação.

Transportes: O traçado em rede de Manhattan permite passear a pé sem se perder. Um MetroCard de sete dias para metro e autocarro custa 19 euros (mta.info/metrocard). Uma pechincha.

Onde ficar: Para um ambiente familiar económico, escolha o East Village Bed and Coffee, perto de Tompkins Square: a diária por casal começa nos 82 euros. Reserve com muita antecedência (bedandcoffee.com).

Visitar: Ir ao Central Park não custa um dólar visitar. Apanhe o Staten Island Ferry, barco que parte da ponta sul de Manhattan (Battery Park). Passa ao lado da Estátua da Liberdade e não se paga.

Crianças: As maiores lojas de brinquedos estão aqui. A alguns metros do Rockfeller Center pode construir um urso de peluche no Build-a-Bear Workshop (5th Ave x 46th). A partir de sete euros (buildabear.com).

Comer: Não pode deixar de experimentar um hotdog e um bagel, em qualquer esquina movimentada. Prove o marisco local, que é acessível. Vá ao Fish, na Bleecker Street, 280.

Não perder: Um espectáculo na Broadway. Vá cedo a uma TKTS no próprio dia para descontos de 50% - a da South Street Seaport é a menos concorrida (tdf.org). Se for no Verão, reserve um lugar num Shakespeare in the Park - pode ser que seja agraciado com um nome sonante, como Meryl Streep, Kevin Kline ou Natalie Portman, e, ainda por cima, é gratuito (publictheater.org).

 

Via ionline



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