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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

Um olhar sobre o Mundo

13
Jan11

Música Portuguesa do dia : Klepht - Por Uma Noite

olhar para o mundo

 

 

Letra

 

Tocas no rosto enquanto o ar não sai
Inspiro sem medo do acto que vem
Envolvo os pés como mãos
Do toque nasce a nossa ilusão

Desenhas os risos de um novo medo
Que o peito demonstra sem qualquer sossego
Faz tempo que a culpa se foi
Ficámos de pensar só depois
Do erro.

Já pouco nos resta fechar os olhos
Escondemos actos sem qualquer receio ou angustia
Que nos prende a vontade de sentir
O corpo com prazer

Rasgas-me a roupa sem qualquer pudor
Enquanto buscas o ar pela boca
Passeias o teu cheiro no meu corpo
Por entre os braços misturo tudo
Após o prazer ficaremos mudos
Sem saber
Se é por uma noite

Grito teu nome sem saber
Como será o amanhã
Foi um sonho real
Por uma noite.

 

 

16
Jul10

Música Portuguesa do dia : Antes e depois - Klepht

olhar para o mundo

 

Letra

 

Antes e depois

 

Quem te apurou?
Como os anos passam por nós
É ver o tempo deixar-nos sós
E esperamos

Que justifiquem ou que nasça pelo menos alguma razão
Ao motivo pelo qual vai cedendo o corpo então
Aos anos

Sinto mais do que preciso
Perco a voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais

Algo melhorou!
Ficámos sábios… pelo menos aos olhos dos outros
Ser responsável compete a poucos
A bem poucos....
Não dependemos, daqui para a frente, de ninguém
Quer dizer… O sexo agora implica quase sempre alguém
E Ainda bem!!!!

Sinto mais do que preciso
Perco voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais

Não choro as partes que estão para trás (2x)

Não concluo
O meu tempo não é uma canção
Que tem quase sempre rima certa, métrica e refrão
E esta... acabou.

 

 

Klepth

 

 

08
Jul09

Musica Portuguesa do dia:Embora doa - Klepht

olhar para o mundo



Letra

 

é a duvida que resta,
que me leva a perguntar...
qual papel será o meu? 
o de quem nada faz?

embora doa, nada fiz para mudar.
embora doa, nada vai mudar.

e revemos nas imagens que não passa de um esboço...
escolhem os senhores da guerra os motivos a seu
gosto...

embora doa, nada fiz para mudar.
embora doa, nada vai mudar.

porque nada surpreende.
já vivemos com o medo.
quem nos chama á razão?
ao som de armas adormeço...

embora doa, não me faz perder o sono.
embora doa...

escorre sangue pelo ombro em directo na tv
explode a carne em mãos de quem nada fez

embora doa, não me sujo desse sangue 
embora doa, há sempre outro canal
embora doa...
embora doa, não me sujo desse sangue
embora doa, há sempre outro canal.

é a duvida que resta que me leva a perguntar...

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