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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

16
Nov10

O estado da educação sexual em Portugal

olhar para o mundo

Uma em cada dez crianças que nasce nos Açores é filha de pais adolescentes, uma média que contribui para que Portugal ocupe o segundo lugar de gravidez na adolescência na Europa.

 

Para inverter este quadro, a câmara de Angra do Heroísmo, na Terceira, promoveu hoje uma acção de sensibilização sobre gravidez na adolescência, que reuniu cerca de meia centena de alunos do ensino secundário.

Na sessão, Irene Pires, enfermeira reformada do Hospital de Angra do Heroísmo, considerou "preocupante" o quadro de gravidezes precoces no arquipélago, que representam 10,2 por cento do total de crianças que nascem nos Açores, salientando que o número tende a aumentar.

"Cada vez mais [os jovens] têm experiências sexuais mais cedo e, por isso, também gravidezes indesejadas", afirmou, defendendo que "a gravidez na adolescência é um problema social que envolve os adolescentes, a família e a própria sociedade".

Para a antiga técnica de saúde, os jovens deviam requerer consultas de planeamento familiar nos centros de saúde da zona onde residem, recordando que "ainda são gratuitas", "tal como a pílula e os preservativos".

Irene Pires salientou que os jovens têm informação suficiente à sua disposição, mas "negligenciam os riscos", frisando, porém, que os pais são os "grandes responsáveis", porque "pensam que os adolescentes sabem tudo, mas não sabem".

"O sexo ainda é tabu em muitos casos e muitos pais também não têm conhecimento para falar nisso", acrescentou.

Nesta acção de sensibilização, a oradora convidada falou sobre as causas da gravidez na adolescência, os perigos, a prevenção e o papel dos pais na adolescência, alertando para a importância de um acompanhamento médico durante toda a gravidez, sobretudo na adolescência.

 

Via Público

25
Set10

O que é o coito interrompido?

olhar para o mundo

 

os jovens e o sexo

Um estudo internacional divulgado por ocasião do Dia Mundial da Contracepção, que se celebra no domingo, revela que «quase um terço dos jovens acredita que retirar o pénis antes da ejaculação é eficaz [para evitar uma gravidez], quando na realidade é altamente falível».

 

O estudo «Contracepção: Afinal, de quem é a responsabilidade» refere que mais de 80 por cento dos jovens reconhecem a sua responsabilidade em usar um contraceptivo quando fazem sexo, mas 44 por cento dão mais importância à higiene pessoal (incluindo duche, depilação e aplicação de perfume) do que à contracepção quando se preparam para um encontro em que poderão ter relações sexuais.

O estudo multinacional, que abrangeu 25 países de quatro regiões do mundo e mais de 5000 jovens com idades entre os 15 e os 24 anos, concluiu que 45 por cento dos jovens sexualmente activos abrangidos pelo estudo já tiveram relações sem usar contraceptivos, um «aumento considerável de 25 por cento» em relação aos resultados de idêntico estudo realizado em 2009.

Apenas metade (51 por cento) dos jovens considerou estar muito bem informado sobre as opções da contracepção. A razão mais apontada para a não utilização de contracepção é «não ter um método disponível no momento».

Contudo, as situações variam de região para a região. Na Tailândia, por exemplo, mais de um terço dos jovens que admitiram ter praticado relações sexuais desprotegidas com um novo parceiro disseram que a razão principal pela qual

o que é o coito interrompido?

não usaram um contraceptivo é que «não é fixe».

 

No Reino Unido e na Noruega, onde os contraceptivos estão acessíveis a todos, um quinto dos jovens admitiu ter praticado relações sexuais desprotegidas com um novo parceiro porque «tinha bebido álcool e esqueceu-se».

Na Rússia, mais de metade dos inquiridos acredita que o «método do coito interrompido» é fiável e no Peru um quinto pensa que a prática de relações sexuais durante o período menstrual é uma forma eficaz de contracepção.

Na Turquia, mais de um terço dos jovens acredita que tomar um duche ou banho depois de praticar relações sexuais é uma forma eficaz de prevenir uma gravidez.

O estudo, apoiado por uma coligação de 10 organizações internacionais ligadas à saúde sexual, surge numa altura em que o número de gravidezes não planeadas constitui uma grande preocupação global, particularmente entre jovens.

Cerca de um terço dos 205 milhões de gravidezes que se verificam anualmente são não planeadas, sendo as taxas mais elevadas observadas entre jovens dos 15 aos 24 anos.

 

Via TVI 24

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