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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

21
Mar11

Idade não impõe limite para o prazer

olhar para o mundo

a idade não impõe limite para o prazer

 

 

A mente é a responsável pela ausência ou presença do prazer sexual. E este depende das emoções de cada pessoa. 

O idoso também gosta de sexo. Negar por quê? O idoso pode e dever ter suas fantasias sexuais. Idade não impõe limite para sentir prazer. 

A sexualidade se faz presente enquanto existir vida. É evidente que se modifica com o decorrer do tempo. 

A pressão social moralista e preconceituosa impõe como verdade que o velho não precisa de sexo. A mulher, então, sofre mais preconceitos ainda. 

Podemos dizer que as limitações físicas, tais como queda hormonal ou falta de ereção, apenas modificam a vida sexual, mas não acabam com ela. Sexo é vida. A libido existe no indivíduo desde que nasce até a morte. 

 

Alguns fatores físicos modificam o desempenho sexual do idoso, tais como: 

Na mulher: ressecamento vaginal (pode ser tratado com reposição hormonal ou com cremes apropriados); 

No homem: ereção menos duradoura e o tempo para outras ereções é também maior. Mas nada impede o prazer total. 

A idade não impõe limite para sentir prazer. Tanto homens quanto mulheres apresentam um estado emocional mais saudável quando estão envolvidos em relacionamentos íntimos e afetivos. O envelhecimento não depende da idade cronológica do indivíduo. 

É importante que as pessoas com mais idade saibam que todo ser humano tem direito de usufruir da própria sexualidade. Esta pode e deve ser vivenciada em todas as etapas da vida. 

Este tema é pouco tratado apesar de ser tão importante. É cheio de concepções falsas, temores, crendices, mitos e angústias que não podem persistir nos dias de hoje. 

Marilandes Ribeiro Braga, psicóloga e terapeuta sexual, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana (Rondonópolis - MT)

 

Via Bonde

01
Dez10

Sexo, A melhor idade para a vida sexual feminina

olhar para o mundo

É aos 40 que a mulher atinge a plenitude sexual

 

A insegurança em relação ao próprio corpo e o desejo constante de mudanças é comum em mulheres de todas as idades. Mas qual é a influência desta preocupação quando o assunto é a vida sexual?
Para as mulheres que tem mais de 40 anos, nenhuma. Na verdade, elas se preocupam, mas este detalhe fica de lado e elas consideram que seu desempenho sexual está melhor nesta fase da vida. Estas informações foram divulgadas, depois de uma pesquisa encomendada pela revista Top Sante. O estudo realizado com mais de duas mil mulheres com idade acima dos 40 mostra que, embora 80% demonstrem menos confiança em relação a seus corpos, mais de 60% prefere o atual desempenho sexual do que o que tinha aos 20 anos de idade.
O resultado é surpreendente? Calma, elas explicam. Para a maioria das entrevistadas, o fato de não cuidar mais dos filhos e de cada um ter sua própria vida, gera um sentimento de liberdade que possibilita experimentar novas experiências. Para o editor da Revista Top Sante, "A aventura sexual verdadeira começa quando as mulheres já têm maturidade suficiente para desfrutar do próprio corpo e certamente isto acontece aos 40".

 

Via ParanáONLINE

 

07
Mai10

Avó quer casar com o neto e ter um filho dele

olhar para o mundo

Avó de 76 anos namora com o neto e quer um filho dele

 

A americana do estado de Indiana nunca escondeu o seu amor pelo neto biológico, desde que o conheceu quando tinha 46 anos, explica o site brasileiro g1.com.

Phil é filho de Lynette Bailey, que foi deixada para adopção quando Pearl tinha apenas 18 anos. Quando a idosa soube da morte da filha, procurou o neto, com quem começou uma bizarra relação.

«Não estou interessada no que as pessoas pensam. Estou apaixonada pelo Phil e ele por mim. Em breve, abraçaremos o nosso filho e tenho a certeza que Phil será um excelente pai», contou Pearl Carter à revista New Idea.

O casal ir cerca de 40 mil euros numa inseminação artificial e contará com a ajuda de uma barriga de aluguer. Pearl conta ainda que tem uma vida sexual bem activa com o neto.

«Amo a Pearl. Sempre fui atraído por mulheres mais velhas e acho-a maravilhosa», afirma o jovem de 26 anos.

 

Via Sol

12
Jun09

Tem a certeza do seu sexo?

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Sabe o sexo do seu cérebro?

As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres.

Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.

Via Ionline

19
Mar09

Velhos aos 27 anos!

olhar para o mundo

As conclusões do estudo da Universidade da Virgínia foram publicadas no jornal científico Neurobiology of Aging, citado pela BBC, e permitem planear novas estratégias para evitar a perda das capacidades intelectuais.

A solução é agir cada vez mais cedo, uma vez que se sabe agora que o pico da performance cerebral acontece logo aos 22 anos, e que aos 27 já se nota o início do declínio intelectual.

Especificamente, é aos 27 anos que os indivíduos começam a ter menos capacidade de visualizar espaços e menor velocidade de raciocínio.

Não é nenhuma tendência dramática, note-se, mas significa que a 'ginástica mental' deve ser praticada cada vez mais cedo para manter o cérebro ao melhor nível por muitos anos.

O estudo, dirigido pelo neurologista Timothy Salthouse, contou com 2 mil voluntários entre os 18 e os 60 anos, que foram testados com puzzles, exercícios de memória e outros desafios.

Em nove dos 12 testes realizados, os melhores resultados foram alcançados pelas pessoas de 22 anos. A partir dos 27, os resultados começaram a piorar, sobretudo nos puzzles.

Nos exercícios de memorização, foi só aos 37 que se notou um declínio das performances.

Já nos testes de vocabulário e de cultura geral, o saber continua a aumentar até aos 60 anos.

Segundo vários cientistas citados pela BBC, o estudo ajuda os especialistas do combate a doenças como o Alzheimer a detectar sintomas muito mais cedo e a delinear estratégias para evitar ou retardar os efeitos de várias patologias.

SOL com agências

 

Via Sol

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