Segunda-feira, 07.02.11

Fraude com o prilampo mágico

Circula na Web um e-mail que encaminha os internautas para um site onde, a pretexto de donativos para a campanha do Pirilampo Mágico, são pedidos dados relativos ao cartão de crédito. A FENACERCI avisa que se trata de uma fraude.

 

 

FENACERCI , federação que organiza a campanha do Pirilampo Mágico, enviou hoje um comunicado às redações onde alerta para uma tentativa de fraude que anda a ser cometida.

De acordo com a nota, circula na Internet um e-mail que encaminha os internautas para um site onde, a pretexto de donativos para a campanha do Pirilampo Mágico, são pedidos dados relativos ao cartão de crédito.

"Trata de uma situação fraudulenta à qual a FENACERCI é totalmente alheia", diz o comunicado. A FENACERCI lembra os utilizadores que podem ser "vítimas de fraude através do acesso às contas ou captação de outros dados que tenha guardados no seu computador".

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 23:04 | link do post | comentar

Quarta-feira, 05.01.11

A power balance é uma fraude

 

A marca de pulseiras plásticas Power Balance, vendidas com o objectivo de darem mais força e equilíbrio a quem as usa, foi obrigada na Austrália a admitir publicamente que as pulseiras não funcionam e a reembolsar compradores insatisfeitos.

 

Depois de queixas feitas no país de compradores que se sentiram defraudados com a pulseira, a Australian Competition and Consumer Comission, entidade com competências equiparadas em Portugal à Direcção Geral do Consumidor, obrigou a marca a fazer um comunicado no site daquela autoridade a admitir que as pulseiras são publicidade enganosa, que não funcionam. 

“Admitimos que as nossas alegações sobre o artigo não têm base científica e que por isso incorremos numa conduta enganosa”, diz a Power Balance num comunicado.

Todos os compradores que se sentirem defraudados devem enviar à Power Balance Austrália a pulseira verdadeira e pedir o dinheiro de volta, reeembolso que a marca garante até 30 de Junho.

A marca terá também que retirar das suas embalagens a frase “performance technology” e alterá-la nas campanhas publicitárias e o seu site. “A ACCC acredita que esta expressão pode induzir os consumidores em erro, fazendo-os acreditar que a pulseira tem poderes que de facto não tem”, diz no seu site a autoridade australiana, num comunicado assinado pelo seu presidente Graeme Samuel. “Os fornecedores destes artigos têm de certificar-se que não estão a publicitar benefícios que não são comprovados por verificação científica”. 

A entidade reforça a gravidade da situação quando o artigo em causa é vendido nas maiores lojas de desporto e usado por celebridades, situações que ajudam a credibilizar o artigo, acrescenta o comunicado. “Os vendedores que continuarem a vender o artigo têm de ter presente que a ACCC pode também agir contra eles."

Em Espanha, a associação espanhola de defesa do consumidor Facua decidiu avançar em Novembro com um processo por publicidade enganosa e obrigou a Power Balance Espanha a pagar uma multa de cerca de 15 mil euros à Junta da Andaluzia, região onde a empresa se instalou no país.

Mas a Facua não ficou satisfeita e alaga que vai recorrer uma vez que 15 mil euros é quanto a empresa faz em algumas horas com a venda de cerca de 500 unidades. Espanha é, segundo a associação, o país líder em vendas da empresa.

O mesmo aconteceu em Itália. A autoridade que regula o mercado italiano (AGCM) multou em 350 mil euros as empresas que vendem no país as pulseiras Power Balance e outras do género. As empresas Power Balance Italy e Sport Town foram multadas em 300 mil e 50 mil euros respectivamente, depois de uma investigação que prova que não deu como provados os benefícios para o equilíbrio, flexibilidade, resistência física e força que são anunciados na publicidade ao produto. 

Cristiano Ronaldo, a estrela do basquetebol norte-americano Shaquille O’Neal, o corredor de Fórmula 1 Rubens Barichello, ou a actriz portuguesa Alexandra Lencastre são algumas das personagens com exposição mediática que já apareceram com uma Power Balance no pulso.

Ao PÚBLICO, em Novembro, quando surgiu o caso espanhol, o físico de partículas Gaspar Barreira, disse: “Tudo o que se diz sobre a pulseira em termos físicos é um chorrilho de asneiras, são palavras tiradas ao acaso. Não há maneira de fazer sentido”.

Pedro Nunes, bastonário da Ordem dos Médicos acrescentava: “Hoje em dia vivemos numa sociedade em que qualquer um pode burlar os outros. Tudo é aceitável sem qualquer comprovação científica. Os produtos deviam ter uma comprovação da sua eficácia”.

E o psicólogo Américo Baptista falava de um efeito placebo que até poderia justificar o bem-estar que alguns utilizadores dizem sentir com a pulseira: “Quando nós acreditamos, e não é só nas pulseiras, ficamos de facto melhores. É o efeito placebo. Há mecanismos cerebrais que são activados, que desencadeiam a produção de endorfinas, moléculas responsáveis pelo alívio da dor, por exemplo”.

Em Portugal a Direcção Geral do Consumidor disse em Novembro ao PÚBLICO que não tinha sido apresentada nenhuma queixa de consumidores portugueses.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 08:57 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18.11.10

Publicidade enganosa

 

A empresa espanhola que comercializa as pulseiras Power Balance no país, foi multada em 15 mil euros pela Junta de Andaluzia, por “publicidade enganosa”. O objecto que promete melhorar o equilíbrio, força e flexibilidade, foi alvo de queixa pelo grupo de consumidores “Facua , que acusa o produto de “fraudulento, por prometer propriedades milagrosas que não lhe assistem”.
A venda de pulseiras já rendeu mais de 10 milhões de euros à empresa Power Balance Espanha, com mais de 300 mil unidades vendidas no país.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 16.11.10

O Cavaco e a fraude do século

 

Cavaco Silva disse, na apresentação da sua recandidatura, que não vai haver um único cartaz/outdoor seu na próxima campanha.

Cartaz de Cavaco nas próximas eleições presidenciais:

Custou-nos 4 mil milhões....

 

Recebido por mail



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

Quinta-feira, 04.11.10

Ashley Kirilow fingiu ter cancro

canadiana Ashley Kirilow foi operada com sucesso a um tumor benigno, em 2008. Desde então alterou por completo a sua vida, fez-se passar por vítima de cancro e angariou milhares de dólares.

Em 2008, a canadiana Ashley Kirilow, de 21 anos, deparou-se com um caroço no peito. O médico diagnosticou-lhe um tumor benigno na mama, que poderia ser removido cirugicamente.

Felizmente esta canadiana foi operada com sucesso e pôde retomar a sua vida normal em Toronto, no Canadá.

No entanto, Ashley Kirilow viu na sua situação uma oportunidade de lucro, resolveu contar a toda a gente que estaria a morrer de cancro e criou um esquema de angariação de fundos.

O esquema funcionou, numa primeira fase, através do Facebook. Kirilow criou nesta rede social a sua página, com fotos, onde afirmava ter cancro da mama e deixava a informação de como fazer donativos, à vista de todos.

Simulou efeitos de quimioterapia

 

Ashley rapou o cabelo, depilou as sobrancelhas e passou fome por forma a simular os efeitos que o tratamento de quimioterapria teria no seu corpo. Afirmou a toda a gente que estava sozinha, ou por os pais viciados em droga a terem renegado ou por estes estarem mortos, e que não tinha dinheiro para os tratamentos.

Os donativos foram chegando e o esquema de Kirilow foi ganhando notoriedade.

Em 2009 a jovem canadiana criou a sua instituição de caridade, a "Change for a Cure" (Mudança para a Cura). Esta falsa instituição, que consistia numa página do Facebook, citava-a como exemplo e, tal como a página pessoal, deixava instruções de como fazer as doações não só para o falso tratamento de Ashely Kirilow, como para a falsa insituição de caridade, fundada por Ashley Kirilow.

A "Change for a Cure" organizou vários eventos e concertos destinados a angariar fundos. Um destes eventos conseguiu angariar cerca de 9 mil dólares (cerca de 6 500 euros) e uma instituição de caridade (esta é real) deu-lhe uma viagem à Disneyland, que aparentemente era o último desejo da falsa vítima de cancro às portas da morte.

Polícia soube um mês antes de Ashley ter confessado

 

O esquema funcionou até o pai de Ashley ter descoberto a mentira que a filha vivia. Segundo o jornal "The Star" , o pai (que não é viciado em drogas e, aparentemente, não está morto) fez-lhe um ultimato: ou confessava tudo, ou seria o próprio a contar toda a farsa.

Ashley não confessou e em julho Jamie Counsell, que já tinha ajudado na organização dos eventos para ajudar Kirilow, escreveu no seu blog que "fomos contactados por familiares de Ashley Kirilow . Disseram-nos que Ashley nunca teve cancro. Ela levou-nos a acreditar que sofria desse mal para começar esta caridade".

A polícia foi alertada para o facto, mas não abriu nenhuma investigação. Só a 6 de agosto foi conhecida a verdade, quando a jovem, agora com 23 anos, se entregou à polícia e contou tudo, no mesmo dia em que o "The Star" fez capa sobre o assunto.

Ashley admitiu ter fingido cancro somente para angariar cinco mil dólares para caridade. Às autoridades a jovem disse que a sua fraude se ficava pelos quatro mil dólares (2850 euros), mas o valor das queixas das vítimas rondam os 60 mil dólares (cerca de 43 mil euros).

Quando se entregou à polícia, Ashley desculpou-se com o fato de ser bipolar, mostrando ao "The Star" as receitas do médico para a sua condição, e culpou a sua infância problemática, altura em que os seus pais se divorciaram e houve uma longa disputa pela custódia de Ashley e os seus três irmãos.

Agora irá enfrentar um total de sete acusações de fraude, sendo que se for considerada culpada pelo delito menos grave enfrenta uma pena de cadeia de dois anos e pela pena mais séria 14 anos de prisão.

 

Via Expresso



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