Terça-feira, 07.12.10

Natal em tempo de crise

 

A família Matos começou a dar presentes só aos solteiros da família há cinco ou seis anos. "Não é nada contra o casamento. Mas o Natal é para eles, para os mais novos", explica Amílcar, o patriarca, acrescentando: "E assim sempre se poupa muito dinheiro. O Natal tornou-se uma época deconsumismo." 

Uma das forma de gastar menos dinheiro no Natal, e continuar a manter as tradições familiares, é optar por dar presentes até uma certa idade: nesta época o significado das ofertas é maior para as crianças do que para os adultos; estabelecer uma idade-limite evita que se troquem vários presentes de baixo valor que muitas vezes nem representam o espírito de Natal.

Desta maneira, este ano a família Matos não vai gastar mais nem menos do que em anos anteriores. Ao contrário da maioria dos portugueses, que prevêem gastar 575 euros em compras de Natal este ano - valor que reflecte uma descida de 6% em relação a 2009, de acordo com um estudo da consultoraDeloitte apresentado em Novembro. As medidas de austeridade adoptadas pelo governo e asdificuldades financeiras parecem ter sido o motivo para o orçamento de Natal diminuir em 2010. Apesar disso, a redução do orçamento familiar nacional é bastante inferior à média de outros países europeus também afectados por restrições orçamentais, nomeadamente a Grécia e a Irlanda. De acordo com o "Xmas Survey 2010", a diminuição das despesas com as festas natalícias é de 21% na Grécia e de 11% na Irlanda.

Margarida Lopes, 25 anos, há vários Natais que oferece saquinhos com biscoitos aos amigos. "Como sempre, haverá bolos feitos por mim para todos. Mas a lista de presentes de Natal vai ser mais curta: mais presentes partilhados e todos eles mais baratos", explica ao i

Procurar alternativas para reduzir a despesa em época de crise - e apesar do subsídio de Natal - parece ser imperativo. Na hora de comprar, é essencial já ter cumprido uma das tarefas mais importantes: organizar a lista de pessoas a quem comprar presente. Depois de saber a quem vai oferecer presente de Natal, é importante definir um preço máximo por cada prenda: estabeleça preços razoáveis e procure combinar com os outros membros da família valores-limite para que ninguém os ultrapasse.

Uma forma mais económica de fazer a festa é planear o acontecimento: com maior antecedência, é possível pensar em alternativas de presentes feitos em casa. Se souber costurar e fazer malha, pode oferecer camisolas, toalhas, colchas. Agendas e calendários são outra alternativa para quem tenha jeito para os trabalhos manuais.

VENDER PARA COMPRAR A sua lista de Natal parece não ter fim? Opte por dar lembranças - a preços mais baixos - em detrimento de presentes muito caros (e guarde-os para os aniversários). Se os seus filhos já forem crescidos, decerto há brinquedos que pode tentar vender online ou a amigos e familiares: com a venda dos presentes mais antigos vai conseguir poupar para os deste ano. 

Outra alternativa é o "familiar secreto", um sorteio com papelinhos em que cada membro da família tira um e oferece um presente apenas a essa pessoa. Se não tiver mesmo orçamento para este Natal, não desespere: troque prendas por promessas. Ofereça-se como babysitter enquanto os seus tios ou amigos vão ao cinema ou então encarregue-se de ir ao supermercado durante um mês para os seus pais ficarem livres da ida às compras. Se estas dicas não chegam para diminuir o suficiente os gastos deste ano, seja mais precavido em 2011. Depois deste Natal compre um mealheiro em saldos (as promoções começam imediatamente a seguir ao dia de Natal) e comece a poupar já para o Natal do próximo ano.

 

Via Ionline



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Terça-feira, 15.12.09

Carro, comprar ou alugar?

Comprar um carro é fácil, mas obter o melhor financiamento nem sempre é assim tão simples. A escolha do modelo não é a única questão. Há também que decidir qual é a taxa de juro mais adequada e qual é o melhor prazo de pagamento, no caso de se ter de recorrer ao crédito bancário. Dar ou não entrada é outra decisão que se tem de tomar. 

O crédito automóvel é uma das modalidades mais usadas no mercado português tanto para a compra de veículos novos como usados. Por norma, a taxa de juro varia consoante os anos do carro. Isto significa que, na maioria dos casos, quanto mais novo for o carro, menor será a taxa de juro. 

Contudo, as opções não ficam por aqui: poderá também recorrer a um crédito pessoal - este pode ser usado tanto para a compra de um veículo, como para pagar uma viagem com que tanto sonha, entre muitas outras finalidades. Neste caso, a taxa de juro pode não ser o ponto forte deste financiamento, uma vez que é pouco atractiva na maior parte dos casos. Porém, tem como grande vantagem a elevada taxa de sucesso de aprovação por parte das instituições financeiras. Por outro lado, possibilita prazos mais alargados, o que permite ter uma prestação mensal mais baixa. Uma situação desejável para grande parte das famílias portuguesas, pois ganham um maior fôlego no orçamento familiar. 

Existem outras alternativas no mercado: o leasing, o aluguer de longa duração (ALD) - cada vez menos frequente segundo a associação do sector - e o renting. É, contudo, a primeira que está a ganhar cada vez mais terreno junto dos particulares. Com estas modalidades, nunca é proprietário do veículo, mas se optar pelo leasing tem sempre a opção de compra no final do contrato. 

Regra geral, as prestações no leasing são mais baixas do que as restantes opções de financiamento, uma vez que se beneficia de um valor residual que é saldado no final do contrato (ver tabela). Ao mesmo tempo, fica-se livre do imposto de selo e, no caso do renting, conta-se ainda com outro tipo de serviços, nomeadamente revisões, podendo-se mudar de viatura se assim o desejar. 

Qual é a melhor solução? "Tudo depende do uso que se vai dar ao carro. Quem usar muito tem tendência para optar pelo renting porque conta com uma série de serviços associados, como, por exemplo, revisões incluídas, trocas de pneus ou até mesmo o pagamento de seguros", revela o secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), Hélder Pedro. 

O que é certo é estas alternativas têm vindo a conquistar cada vez mais adeptos. Segundo as contas da Associação Portuguesa de Leasing e de Factoring (ALF), até ao final de Outubro foram adquiridas através de leasing 36 907 viaturas, cujo valor ronda os 783 milhões de euros. Já através do renting foram adquiridas 21 101 viaturas, representando um valor de 409,2 milhões de euros. 

De acordo com o presidente da ALF, Beja Amado, "estes números têm tendência para crescer, principalmente nos particulares, que dão cada vez mais importância aos preços baixos", afirma ao i. 

Simulação Passando da teoria às prática, quem pedir um empréstimo no valor do carro mais vendido até Outubro - o Ford Fiesta 1.25 i titano de cinco portas que custa 15 610 euros - no BCP (o maior banco privado português) terá de pagar 242,37 euros por mês por um crédito automóvel, durante 84 meses e com uma entrada inicial de 100 euros, segundo uma simulação online. O banco cobra uma taxa nominal de 7% e uma taxa anual efectiva global de encargos (TAEG) de 8,7%.

Já a Caixa Geral de Depósitos, o maior banco do país, para o mesmo valor e mesmo período de tempo, cobra uma prestação mensal de 275,95 euros, sem exigir entrada inicial. A taxa de juro aplicada é de 10,7% e a TAEG de 12,83%. 

Recorde-se que o Banco de Portugal já definiu os tectos máximos das taxas de juro a aplicar no crédito pessoal a partir do próximo mês de Janeiro. Os contratos para o crédito automóvel poderão cobrar no máximo 8% quando destinados à locação financeira de veículos novos (um regime segundo o qual o utilizador paga um montante mensal durante o período estabelecido e findo o qual tem a opção de comprar pelo valor restante), e 10,3% para os veículos usados. 

Nos contratos com reserva de propriedade (o usual crédito automóvel) para carros novos, os juros máximos serão de 11% e nos carros usados 16,1%. 

Opções não faltam no mercado mas não nenhuma solução é milagrosa. O desafio é saber escolher o financiamento que mais se adequa ao seu caso.

 

 

Via ionline
 



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Segunda-feira, 20.07.09

Como ir de férias sem gastar muito

 

Viajar não tem de custar muito dinheiro. É possível adoptar uma solução de baixo custo para as suas férias. Mas para o conseguir tem de entrar no espírito - e recorrer à internet. Comece nas companhias aéreas de baixo custo, como a easyJet, a Ryanair, a Vueling, a Air Berlin e a Brussels Airlines. Quando chegar a altura de reservar a dormida, use os sítios dos hotéis ou agregadores - como o Booking.com e o Hotels.com - para fazer reservas. Para poupar no resto, só é preciso um pouco de imaginação. A maioria dos museus tem dias gratuitos e a maior parte das igrejas e parques também não se pagam.


É também uma boa altura para aproveitar a crise financeira global: foi ela que impediu que os destinos turísticos ficassem mais caros. Além disso, o euro forte abriu uma oportunidade para os viajantes que querem ir além-mar: Londres e Nova Iorque estão muito acessíveis. Faça já as malas.

01 Madrid

Como chegar: É possível ir e vir para a capital espanhola por menos de 25 euros. Voe pela Ryanair, easyJet ou Vueling.

Transportes: Um bilhete de 3 dias para metro e autocarro custa 11,60 euros (ctm-madrid.es).

Onde ficar: Abacadra B&B (abracadabrabandb.com), perto do palácio real, ou no Hostal Alaska (hostalalaska.com), na Puerta del Sol. O custo diário começa nos 40 euros.

Visitar: Veja de graça o Guernica de Picasso no Museu Rainha Sofia, aos sábados entre as 14h30 e as 21h e aos domingos das 10h às 14h30 (museoreinasofia.es). Não se paga no Museu do Prado entre as 18h e as 20h.

Crianças: Passear no Santiago Barnabéu, o estádio do Real Madrid e a nova casa de Cristiano Ronaldo (realmadrid.com). Visitas guiadas: 10 euros até aos 14 anos e 15 euros para os restantes.

Comer: Procurar os "bocadillos de calamares" (sandes de lulas) perto da Plaza Mayor. 

Não perder: Uma tarde no El Retiro, o Central Park de Madrid, a Este do Museu do Prado.

02 Barcelona

Como chegar: A Ryanair e a Vueling são as principais candidatas. Por menos de 80 euros vai e volta.

Transportes: O Barcelona Card permite andar livremente nos transportes públicos e ainda dá descontos em museus e restaurantes. Um bilhete de dois dias custa 26 euros; pela internet fica em 23,40 euros (barcelonaturisme.com).

Onde ficar: No Bonic, entre as Ramblas e a praia, paga desde 55 euros por noite (bonic-barcelona.com). No The Patio Barcelona, um pouco mais afastado do centro, paga desde 56 euros (thepatiobcn.com).

Visitar: Muitos museus, como o Museu Nacional d?Art de Catalunya e o Museu Etnològic, são gratuitos no primeiro sábado ou domingo de cada mês. Siga a Rota do Modernismo, começando pelo Park Güell (rutadelmodernisme.com). 

Crianças: Subir no funicular até ao parque de atracções de Tibidado. Menores de 90 cm não pagam (tibidabo.es).

Comer: Ir ao Can Paixano, na Barceloneta, comer uma sandes de presunto acompanhada por cava, o espumante local (canpaixano.com).

Não perder: Uma noite divertida numa plaza, começando pela Plaza Reial.

03 Paris

Como chegar: É possível encontrar bilhetes de ida e volta por menos de 100 euros. Comece pela Ryanair, easyJet e Tap.

Transportes: Passear a pé em Paris é um dos maiores prazeres que a cidade oferece. Um bilhete de 3 dias para o "métro" custa 19,60 euros (ratp.info).

Onde ficar: Aprecie a luz nocturna de Montmartre. Fique no Hôtel Bonséjour Montmartre (hotel-bonsejour-montmartre.fr), ou no Eldorado (eldoradohotel.fr). Os preços começam nos 35 euros.

Visitar: Os museus municipais são gratuitos e todos os outros também o são no primeiro domingo de cada mês. Os menores de 26 anos não pagam nos principais museus, como o Louvre e o d'Orsay.

Crianças: Não é preciso ir à Eurodisney: há muitos parques de diversão na Cidade-Luz. Não se esqueça da "barbe à papa" (barba do papá) - o algodão-doce.

Comer: Se estiver bom tempo, o Sena e os jardins convidam a uma baguette em jeito de piquenique, seguido de um crèpe numa esplanada.

Não perder: Na Vélib, passear de bicicleta pode ficar de borla se fizer percursos de menos de meia hora (velib.paris.fr).

04 Berlim

Como chegar: A easyJet, a Germanwings e a Air Berlin voam para Schönefeld, a um pulo de comboio suburbano (S-Bahn) do centro de Berlim. Ida e volta pode ficar por menos de 100 euros.

Transportes: Como a cidade é plana, é simples percorrê-la a pé. Para ir mais longe, opte pelo CityTourCard (citytourcard.com): 48 horas em todos os transportes públicos custam 15,90 euros.

Onde ficar: O Circus Hotel (circus-berlin.de), no Mitte, é a nova coqueluche ecológica e económica. Um quarto de casal fica por 78 euros por noite. Ainda mais barato é o hostel do mesmo grupo: desde 19 euros por pessoa.

Visitar: Berlim é recordista em galerias de arte. É uma oportunidade para conhecer gratuitamente artistas ainda pouco conhecidos (theartofberlin.com). Topographie des Terrors é um museu gratuito ao ar livre localizado nos escombros da sede da Gestapo (topographie.de).

Crianças: Knut é o nome do urso polar que é a mascote do zoológico de Berlim (zoo-berlin.de). As crianças pagam 6 euros, metade dos adultos.

Comer: O "currywurst", uma salsicha cortada apimentada com molho de tomate e caril, é o prato económico nacional. Regue com uma Berliner Weisse, uma cerveja leve local. E não perca a verdadeira bola-de-berlim.

Não perder: O Reichstag, o parlamento alemão renovado por Norman Foster, está aberto ao público para visitas gratuitas (bundestag.de).

05 Amesterdão

Como chegar: O único operador low- -cost para a cidade é a Transavia, mas os preços não são assim tão baixos. Dificilmente pagará menos de 120 euros, a não ser que faça escala noutra cidade europeia.

Transportes: O centro é pequeno e plano, pelo que pode andar a pé. Na cidade das bicicletas, ande de bicicleta. Vá ao MacBike (macbike.nl) ou ao Orangebike (orangebike.nl): três horas custam seis euros e um dia 8,5 euros.

Onde ficar: Para conseguir preços baixos por um quarto bem localizado é preciso esquecer algum conforto: no Quentin (quentinhotels.com) os preços começam nos 45 euros. Para uma solução mais familiar, escolha o The Collector, na zona dos museus, cujos preços começam nos 75 euros (the-collector.nl). 

Visitar: O "Amsterdam Weekly" é um jornal cultural e de espectáculos gratuito em inglês. Procure pelas melhores sugestões da semana.

Crianças: Amstelpark é um íman para os miúdos. O parque situa-se a sul do centro e inclui parque de diversões, quinta de animais, passeios de pónei e muitos jardins de flores. Vá no eléctrico 4.

Comer: Os turistas mais jovens poupam durante o dia nas refeições pré-preparadas que se podem comprar na vasta rede de supermercados Albert Heijn. O mais central é atrás do palácio real.

Não perder: Concertos de música clássica às 12h30 abertos ao público: às segundas-feiras no Boekmanzaal e às quartas--feiras no Concertgebouw (concertgebouw.nl). Também há passeios guiados gratuitos (newamsterdamtours.com).

06 Londres

Como chegar: A easyJet, que voa de Faro, mas não descarte a British Airways e a Tap. Os preços começam nos 45 euros.

Transportes: Um bilhete de três dias nos transportes públicos de Londres nas zonas 1 e 2 (Travelcard) custa 21,50 euros. Se viajar no fim-de-semana ou feriado, pode ser mais barato se optar por bilhetes diários (tfl.gov.uk).

Onde ficar: Dormir em Londres é caro. Perto do centro, escolha o 69TheGrove, em Vauxhall (69thegrove.com). Os preços começam nos 80 euros. Mais afastado está o B&B in Barnes: a 10 quilómetros da casa da rainha, com tarifas a partir dos 40 euros (bandbinbarnes.com).

Visitar: A maioria dos museus é gratuita, incluindo o Tate Modern, Tate Britain, British Museum e o National Gallery.

Crianças: Ir ao planetário do Royal Observatory, no centro do Greenwich Park (tinyurl.com/roplanetarium). Preços a partir de 4,60 euros.

Comer: Muitos pubs propõem buy- -one-get-one-free, em que se paga um prato mas recebe-se dois.

Não perder: Passeios guiados gratuitos (newlondon-tours.com).

07 Nova Iorque

Como chegar: A tarifa de referência de ida e volta é de 500 euros, mas consegue menos se reservar com antecipação.

Transportes: O traçado em rede de Manhattan permite passear a pé sem se perder. Um MetroCard de sete dias para metro e autocarro custa 19 euros (mta.info/metrocard). Uma pechincha.

Onde ficar: Para um ambiente familiar económico, escolha o East Village Bed and Coffee, perto de Tompkins Square: a diária por casal começa nos 82 euros. Reserve com muita antecedência (bedandcoffee.com).

Visitar: Ir ao Central Park não custa um dólar visitar. Apanhe o Staten Island Ferry, barco que parte da ponta sul de Manhattan (Battery Park). Passa ao lado da Estátua da Liberdade e não se paga.

Crianças: As maiores lojas de brinquedos estão aqui. A alguns metros do Rockfeller Center pode construir um urso de peluche no Build-a-Bear Workshop (5th Ave x 46th). A partir de sete euros (buildabear.com).

Comer: Não pode deixar de experimentar um hotdog e um bagel, em qualquer esquina movimentada. Prove o marisco local, que é acessível. Vá ao Fish, na Bleecker Street, 280.

Não perder: Um espectáculo na Broadway. Vá cedo a uma TKTS no próprio dia para descontos de 50% - a da South Street Seaport é a menos concorrida (tdf.org). Se for no Verão, reserve um lugar num Shakespeare in the Park - pode ser que seja agraciado com um nome sonante, como Meryl Streep, Kevin Kline ou Natalie Portman, e, ainda por cima, é gratuito (publictheater.org).

 

Via ionline



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