Quinta-feira, 27.01.11

Candidatos aos oscares

 

Foram hoje anunciadas as nomeações para os Óscares de 2010 e “O Discurso do Rei”, de Tom Hooper, e “Indomável”, dos irmãos Coen, partem à cabeça, respectivamente com doze e dez nomeações.

 

“Cisne Negro”, “Último Round”, “A Origem”, “Os Miúdos Estão Bem”, “O Discurso do Rei”, “127 Horas”, “A Rede Social”, “Toy Story 3”, “Indomável” e “Despojos de Inverno” são os dez candidatos à estatueta de Melhor Filme de 2010, segundo os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.

As cinco indigitadas para Melhor Actriz são Annette Bening (por “Os Miúdos Estão Bem”), Nicole Kidman (“Rabbit Hole”), Jennifer Lawrence (“Despojos de Inverno”), Natalie Portman (“Cisne Negro”) e Michelle Williams (“Blue Valentine – Só Tu e Eu”).

Para Melhor Actor, os cinco nomeados são Javier Bardem (por “Biutiful”), Jeff Bridges (“Indomável”), Jesse Eisenberg (“A Rede Social”), Colin Firth (“O Discurso do Rei”) e James Franco (“127 Horas”).

Na corrida de Melhor Realizador estão nomeados Darren Aronofsky (“Cisne Negro”), David O. Russell (“Último Round”), Tom Hooper (“O Discurso do Rei”), David Fincher (“A Rede Social”) e os irmãos Joel e Ethan Coen (“Indomável”).

“O Discurso do Rei”, que ficcionaliza a história verdadeira da ascensão ao poder do rei Jorge VI de Inglaterra e chega às salas portuguesas no próximo dia 10 de Fevereiro, recebeu um total de doze nomeações, entre as quais ainda Melhor Actor Secundário para Geoffrey Rush, Melhor Actriz Secundária para Helena Bonham Carter, e ainda Melhor Realização e Melhor Argumento Original.

“Indomável”, “remake” do “western” de Henry Hathaway “A Velha Raposa” com estreia marcada entre nós para 17 de Fevereiro, foi citado para dez prémios, entre os quais Melhor Realização e Melhor Argumento Adaptado.

Seguem-se na lista dos nomeados, ex-aequo com oito nomeações cada, “A Rede Social”, de David Fincher (actualmente em sala), e “A Origem”, de Christopher Nolan. O primeiro recebeu quatro das suas referências em categorias artísticas (Filme, Realização, Argumento Original e Actor); o segundo foi nomeado maioritariamente para categorias técnicas, com excepção de duas artísticas, Filme e Argumento Original.

Seguem-se “Último Round”, de David O. Russell (sete nomeações, incluindo três nas categorias de representação secundárias: Christian Bale, Amy Adams e Melissa Leo; estreia a 10 de Fevereiro), “127 Horas” de Danny Boyle (seis nomeações; estreia a 24 de Fevereiro); ex-aequo com cinco nomeações cada, “Cisne Negro”, de Darren Aronofsky (estreia a 3 de Fevereiro), e “Toy Story 3” de Lee Unkrich; e, ex-aequo com quatro nomeações, “Despojos de Inverno”, de Debra Granik (estreia a 24 de Fevereiro) e “Os Miúdos Estão Bem”, de Lisa Cholodenko.

Na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, os cinco nomeados são “Biutiful”, do mexicano Alejandro González Iñárritu (estreia na próxima quinta-feira); “Canino”, do grego Yorgos Lanthimos; “Fora da Lei”, do franco-argelino Rachid Bouchareb (actualmente em sala); “Havenen”, da dinamarquesa Susanne Bier; e “Incendies”, do canadiano Denis Villeneuve.

Os cinco documentários de longa-metragem nomeados, por seu lado, são “Exit Through the Gift Shop”, de Banksy, “Gasland”, de Josh Fox, “Inside Job – A Verdade da Crise”, de Charles Ferguson (actualmente em sala), “Restrepo”, de Tim Hetherington e Sebastian Junger, e “Waste Land”, de Lucy Walker. 

A cerimónia de entrega dos Óscares terá lugar em Los Angeles, a 27 de Fevereiro próximo.

Lista completa das momeações:
Melhor Filme: "Black Swan," "The Fighter," "Inception," "The Kids Are All Right," "The King's Speech," "127 Hours," "The Social Network," "Toy Story 3," "True Grit," "Winter's Bone".
Melhor Actor: Javier Bardem, por "Biutiful", Jeff Bridges, por "True Grit", Jesse Eisenberg, por "The Social Network", Colin Firth, por "The King's Speech", James Franco, por "127 Hours".
Melhor Actriz: Annette Bening, por "The Kids Are All Right", Nicole Kidman, por "Rabbit Hole", Jennifer Lawrence, por "Winter's Bone", Natalie Portman, por "Black Swan", Michelle Williams, por "Blue Valentine. 
Melhor Actor Secundário: Christian Bale, por "The Fighter", John Hawkes, por "Winter's Bone", Jeremy Renner, por "The Town", Mark Ruffalo, por "The Kids Are All Right", Geoffrey Rush, por "The King's Speech".
Melhor Actriz Secundária: Amy Adams, por "The Fighter", Helena Bonham Carter, por "The King's Speech", Melissa Leo, por "The Fighter", Hailee Steinfeld, por "True Grit", Jacki Weaver, por "Animal Kingdom".
Melhor Realizador: Darren Aronofsky, "Black Swan", David O. Russell, "The Fighter", Tom Hooper, "The King's Speech", David Fincher, "The Social Network", Joel Coen and Ethan Coen, "True Grit".
Melhor Filme em Língua Estrangeira: "Biutiful" Mexico, "Dogtooth" Grécia; "In a Better World" Dinamarca; "Incendies" Canada, "Outside the Law (Hors-la-loi)" Algéria.
Melhor Argumento Adaptado: Danny Boyle and Simon Beaufoy, em "127 Hours", Aaron Sorkin, em "The Social Network", Michael Arndt, John Lasseter, Andrew Stanton e Lee Unkrich, em "Toy Story 3", Joel Coen e Ethan Coen, em "True Grit", Debra Granik e Anne Rosellini, em "Winter's Bone"
Melhor Argumento Original: Mike Leigh, em "Another Year", Scott Silver, Paul Tamasy, Eric Johnson e Keith Dorrington, em "The Fighter", Christopher Nolan, em "Inception", Lisa Cholodenko e Stuart Blumberg, em "The Kids Are All Right", David Seidler, em "The King's Speech".
Melhor Filme de Animação: "How to Train Your Dragon", "The Illusionist", "Toy Story 3".
Melhor Direcção de Arte: "Alice in Wonderland", "Harry Potter and the Deathly Hallows Part 1", "Inception", "The King's Speech", "True Grit".
Melhor Fotografia: "Black Swan", "Inception", "The King's Speech", "The Social Network", "True Grit".
Melhor Mistura de Som: "Inception", "The King's Speech", "Salt", "The Social Network", "True Grit".
Melhor Edição de Som: "Inception", "Toy Story 3", "Tron: Legacy", "True Grit", "Unstoppable".
Melhor Banda Sonora: "How to Train Your Dragon" de John Powell, "Inception" de Hans Zimmer, "The King's Speech" de Alexandre Desplat, "127 Hours" de A.R. Rahman, "The Social Network" de Trent Reznor e Atticus Ross.
Melhor Canção Original: "Coming Home" de "Country Strong," por Tom Douglas, Troy Verges e Hillary Lindsey, "I See the Light" de "Tangled," por Alan Menken e Glenn Slater, "If I Rise" de "127 Hours", por A.R. Rahman, Dido e Rollo Armstrong, "We Belong Together" de "Toy Story 3", por Randy Newman.
Melhor Guarda-Roupa: "Alice in Wonderland", "I Am Love", "The King's Speech", "The Tempest", "True Grit".
Melhor Documentário: "Exit through the Gift Shop", "Gasland", "Inside Job", "Restrepo", "Waste Land".
Melhor Documentário (curta-metragem): "Killing in the Name", "Poster Girl", "Strangers No More", "Sun Come Up", "The Warriors of Qiugang".
Melhor Edição: "Black Swan", "The Fighter", "The King's Speech", "127 Hours", "The Social Network".
Melhor Maquilhagem: "Barney's Version", "The Way Back", "The Wolfman".
Melhor Curta-metragem de Animação: "Day and Night", "The Gruffalo", "Let's Pollute", "The Lost Thing", "Madagascar, carnet de voyage (Madagascar, a Journey Diary)".
Melhor Curta-metragem: "The Confession", "The Crush", "God of Love", "Na Wewe", "Wish 143".
Melhores Efeitos Especiais: "Alice in Wonderland", "Harry Potter and the Deathly Hallows Part 1", "Hereafter", "Inception", "Iron Man 2".

 

Via Público



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Terça-feira, 25.01.11

Belas, sedutoras e vilãs, eis as Bond Girls. Os Saltos Altos não podiam deixar de recordar as mulheres que, por tantos momentos no grande ecrã, arrebataram o coração de 007.Pensar no charmoso, inteligente, atraente e poderoso James Bond, é também pensar nas belas atrizes que contracenaram com 007: asBond Girls.

Elas, nos seus mais diversos papéis (o espião apanhou de interesseiras, a vítimas, passando por aliadas de equipa e vilãs), são e sempre foram as personagens chave dos filmes de Bond. São as mulheres que marcaram de uma forma ou de outra as missões de James Bond.

As atrizes escolhidas eram normalmente as mais belas e as mais cobiçadas do momento, ou até mesmo as que estavam em ascensão no cinema.

E por todas elas terem ficado na história do famoso agente 007 é que eu decidi dedicar-lhes este post. Recordar as belas Bond Girls nos seus respetivos filmes, com alguns dos seus diálogos mais famosos com James é verdadeiramente extraordinário, por isso me deu tanto gosto fazer a seleção das imagens e informação contidas na fotogaleria.

Sinta o mesmo visitando as Bond... Bond Girls.

 

 

Via A Vida de Saltos Altos



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Quarta-feira, 12.01.11

Salão erótico do porto

 

Os visitantes do Salão Erótico do Porto vão poder assistir à gravação de filmes para adultos "e, até, participar como figurantes", anunciou hoje a organização do evento, que decorre entre 3 e 6 de fevereiro, no pavilhão Multiusos de Gondomar. Para o efeito, o Salão Erótico do Porto abrirá o designado "Estúdio X", onde o cineasta Carlos Resa recriará todos os detalhes de um set de filmagens de uma fita de sexo explícito.

"Aquilo vai ter atores que fazem habitualmente filmes pornográficos e vai ser lançada uma campanha junto das universidades para se ver se alguém também quer fazer parte", explicou à Agência Lusa o relações públicas do evento, Francisco Freixinho.

Público pode participar

 

Do público em geral, quem quiser pode assistir ao vivo à gravação de um filme, "sem perder qualquer detalhe ou ângulo, e até participar como figurante", adiantou.

Este ano em 4ª edição, o Salão Erótico do Porto contará com sete áreas temáticas, sete palcos, mais de 80 artistas, centenas de espetáculos e dezenas de expositores "que apresentarão todo o tipo de artigos essenciais para um mais excitante dia de São Valentim" - Dia dos Namorados. "Vai ter mais palcos, animação mais constante, artistas que nunca cá vieram", sintetiza Francisco Freixinho.

No evento colaborarão estrelas porno portuguesas como Ana Monte-Real, Ângelo Ferro, Erica Fontes e Sylvie Castro e estrangeiras como Ginger Hell (Rússia), Ana Rock (Espanha), Romina (Brasil), Rafa Garcia (Cuba) e Rob Diesel (Suécia), assim como Claudia Claire, artista checa que tem desenvolvido a sua carreira em território espanhol.

Muita oferta para os visitantes

 

Os visitantes poderão participar em aulas de sedução, consultar uma sexóloga, relaxar com uma massagem tântrica, ousar conhecer o mundo swinger ou visitar a área fetiche.

"É uma edição que promete fazer esquecer qualquer crise", ironiza Francisco Freixinho, acrescentando que as pessoas "precisam deste tipo de situações para esquecer um bocado as coisas que já aí estão e as que aí vêm".

A organização estima que o certame seja visitado por 15 mil pessoas e, caso se repita o sucedido no festival similar de Lisboa, confirmar-se-á que "há cada vez mais mulheres a visitar os salões", conclui o relações pública do Salão Erótico do Porto.

 

Via Expresso



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Sábado, 27.11.10

Bruce lee

 

Bruce Lee é como Elvis Presley: não é preciso ter vivido no tempo dele para saber quem é ou o que fez. Atravessa gerações sem T-shirt, de braços em posição de combate e abdominais definidos. Se hoje fosse vivo, o mestre das artes marciais completaria 70 anos e com certeza, continuaria a dar que falar. 

Lee Jun Fan, Sai Feng, Lee Siu Long ou Li Xiao Long, ou, simplesmente, Bruce Lee, nasceu em São Francisco, na Califórnia. O quarto filho de cinco irmãos regressou para Hong Kong com apenas 3 meses, onde passou a infância e a adolescência. 

As artes marciais fizeram desde logo parte da sua vida. Aprendeu várias modalidades como o Tai Chie, mais tarde, o Wing Chun. Em 1959 Lee envolveu-se num combate mítico com um filho dasTríades - uma temida organização criminosa. Foi aí que, Lee Hoi Chuen, o pai de Bruce, decidiu que o filho devia mudar de ambiente e rumar aos Estados Unidos.

Em 61 entrou na Universidade de Washington onde se formaria em filosofia. Durante a vida académica conheceu a mulher com quem se viria a casar e ter dois filhos, Linda Emery. 

Fundou uma modalidade e uma escola de artes marciais mas foi na televisão e no cinema que Lee ganhou visibilidade além-fronteiras. Tudo começou entre 1966 e 1967 quando interpretou "Kato", parceiro de um herói na série televisiva "O Besouro Verde". 

Foi em 1971, com "O Dragão Chinês" de Raymond Chow, que alcançou o sucesso no continente asiático. O mesmo aconteceu com a sequela "A Fúria do Dragão", que ultrapassou recordes de bilheteira do filme anterior. No ano seguinte saiu "O Voo do Dragão", fita escrita, dirigida e protagonizada por Lee. Neste filme o lutador fica frente a frente a Chuck Norris, num combate que ficou para a história.

"Operação Dragão" (1973) foi o último filme de Bruce que alargou a sua fama à Europa e aos Estados Unidos. O actor morreu pouco depois da estreia. Bruce Lee, 33 anos, terá sido vítima de um edema cerebral, apesar de nunca terem ficado esclarecidas as causas da sua morte. Um dos seus filhos, Brandon Lee teve um destino igualmente trágico. Com 28 anos o actor morreu em plena rodagem do filme "O Corvo", alvejado por um arma que estava carregada por engano.

Do famoso lutador fizeram-se documentários, entrevistas e escreveram-se livros. Bruce acreditava que a luta era uma forma do homem se entender e expressar através do corpo.

Se o lutador é amplamente conhecido pelos talentos físicos, poucos devem saber que também tinha um lado intelectual. Além de ser licenciado em filosofia, também estudou teatro e psicologia.


Possível filmografia que Bruce Lee não fez:

O Momento da Verdade (1984)

Na verdade o papel de Mr. Miyagi foi feito para Bruce Lee. Ele é o mestre ideal para dar os melhores ensinamentos. Desde apanhar moscas com pauzinhos a limpar vidros de carros com movimentos circulares. Sem esquecer: "Esfrega para a direita, esfrega para a esquerda"

Clube de Combate (1999)

Quem viu este filme sabe que Brad Pitt fica estupidamente fantástico entre gotas de suor e manchas de sangue. Mas o Bruce teria estado à altura do desafio. Num filme em que é necessário andar metade do tempo sem T-shirt, ele seria a primeiríssima escolha. Conhecido pelos seus abdominais de ferro, faria frente a qualquer Pitt.

O Tigre e o Dragão (2000)

Pontapés, golpes e saltos que desafiam a gravidade são para Bruce. Era só ensiná-lo a manusear objectos cortantes e tomaria o lugar de Chow Yun-fat enquanto um chinês pisca o olho.

O Último Samurai (2003)

Antes de tudo temos de admitir: o Tom Cruise não tem altura nem estofo para entrar na pele de um Samurai – não desprezando as aptidões de interpretação do senhor que nem são nada más. Quem, melhor que Bruce Lee poderia interpretar um homem em busca do seu herói interior? Uma história de luta, acção e honra de guerreiro, com certeza que teria contado com o grande Lee.

Million Dollar Baby – Sonhos Vencidos (2004)

Não fosse o Bruce ter morrido em tão tenra idade, teria tomado o papel de Eastwood neste filme. Tinha todos os requisitos: o mestre das artes marciais tem ar de durão mas, lá fundo, é um coração mole.

 

Via Ionline



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Domingo, 25.04.10

Lindsay Lohan vai ser

 

Regressamos a 1974, ano em que Linda Lovelace se tornou uma das mulheres mais famosas (e repudiadas) do mundo pela sua garganta abençoada. Um clítoris abaixo da epiglote não é para qualquer uma. Para nenhuma, aliás, já que a localização do ponto g de Lovelace foi fruto da invenção de Gerard Damiano. Nascia, assim, o polémico “Garganta Funda”. Na altura, nos EUA, Nixon ignorou os 60milhões de lucro que o filme gerou – ainda hoje é um dos filmes mais rentáveis da história do cinema - e deu início a uma caça às bruxas, no que a pornografia ou erotismo tocasse. Imperava o conservadorismo e o sexo (embora todos o praticassem e comprassem), tinha carimbo de “tabu”.
Mudam-se os tempos… e “Garganta Funda” volta a fazer história, desta vez numa versão biopic que conta a história da protagonista de 1974. “Inferno”, que começa a ser rodado este Verão, terá como actriz principal a não menos polémica Lindsay Lohan, de 23 anos, e será apresentado ao público na próxima edição do Festival de Cannes.
A escolha da menina- que-afinal-já-não-o-é não foi aleatória. Nos anos verdes do Clube Disney a ruiva de sardas encantou meio mundo com papéis em tudo adoráveis. Entretanto cresceu e transformou-se no típico produto Hollywodiano. Foi – diversas vezes – manchete pelos motivos errados e a sua presença (nem que fosse numa festa infantil) passou a ser imediatamente associada e uma coisa e uma coisa só: sarilhos. A fama valeu-lhe o proveito e agora, depois de aparições desastrosas em produções menos felizes, Lohan recebe, em bandeja de prata, a oportunidade de regressar à ribalta. De Lindsay para Linda de Lohan para Lovelace.

 

Via ionline



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Quarta-feira, 31.03.10

O 4G está a chegar

 

Descarregar o "Estado de Guerra" para o telemóvel em dois segundos, ver três canais em alta definição ao mesmo tempo ou participar numa conferência de vídeo em tempo real com a máxima qualidade. Estas são algumas das coisas que vai poder fazer quando a quarta geração (4G) chegar aos telemóveis e às placas de banda larga para portáteis, em 2011. 

"É a fibra no móvel", simplificava ontem Alfredo Baptista, administrador da PT, durante aquela que foi a primeira demonstração pública de 4G em Portugal. Feita pela operadora móvel do grupo, TMN, a demonstração será seguida de testes-pi-loto em Portugal e no Brasil já nos próximos meses. Tudo está a ser feito com apoio de sete parceiros-chave - Cisco, Alcatel-Lucent, Nokia Siemens Networks, Motorola, Ericsson, Huawei e ZTE. São os maiores players do mercado e vão permitir à TMN ser uma das primeiras empresas no mundo a avançar. 

O 4G está a ser desenvolvido desde 2004 e, na verdade, chama-se LTE (que significa Long-Term Evolution), uma evolução natural do 3G. "O LTE tem a particularidade de ser um standard já estabilizado, que será adaptado por todos", explicou Alfredo Baptista, adiantando que se trata de "um salto qualitativo". Por ser em tecnologia IP (protocolo internet) e não na tradicional TDM, será verdadeiramente possível a tão falada convergência fixo-móvel. 

Além disso, a adopção mundial vai acabar com as diferenças de tecnologia móvel entre as várias zonas do globo - GSM na Europa, CDMA na América, W-CDMA no Japão. Porque tem uma arquitectura diferente, é possível adaptar o hardware existente nas redes das operadoras e pô-lo a funcionar em 4G, bastando modificar o software. Antes, o hardware de segunda geração só funcionava com software de segunda geração e o mesmo para o 3G. Resultado: as operadoras não terão de fazer migrações complicadas e disruptivas do serviço para passar a oferecer velocidades estonteantes.

Não é um exagero. Em Portugal, já há ofertas de 100 megas nas ligações fixas, mas a média ronda os oito a dez megas. Com a LTE, estamos a falar de 100 megas no telemóvel ou portátil: muito mais que os actuais 7,2 megas da 3,5G. E não se ficará por aqui. "O débito vai evoluir para 300 megas e depois para um giga", adiantou Alfredo Baptista. Com base na nova infra-estrutura e capacidade da rede, as operadoras vão poder oferecer muito mais serviços. Os clientes da PT que têm MEO, por exemplo, poderão aceder a tudo no portátil ou telemóvel tal e qual fariam se estivessem em casa. Com a mesma qualidade e rapidez. 

Por outro lado, a latência será muito mais baixa (o tempo de trânsito da informação). Isto é particularmente importante para jogar videojogos online, já que quem tiver as conexões de resposta mais rápida ganhará vantagem. Além disso, a arquitectura diferente permite que o débito que chega às estações-base não dependa da largura de banda. 

O que falta

A tecnologia já está madura, mas ainda não estão reunidas todas as condições necessárias. É preciso que haja cada vez mais telemóveis e placas de banda larga para o LTE. Depois, falta que a Anacom lance o leilão para atribuir o espectro - a LTE funciona nas frequências 2,6 GHz e 800/900 MHz. Estas últimas, o chamado dividendo digital, ficarão livres quando a televisão analógica for desligada, em 2012. 

Os preços não deverão ser muito diferentes dos já praticados. A massa crítica vai permitir preços razoáveis, até porque haverá lugar a maior integração de serviços e pacotes. Na primeira oferta comercial de LTE, lançada pela sueca Teliasonera em Dezembro de 2009, os clientes pagam 60 euros por 30 megas (embora a oferta vá até aos 80).

 

Via ionline



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Domingo, 22.11.09

 

Nos bastidores da pornografia, Viagra e gel....

 

9h30 da manhã. Pelos caminhos da Serra de Sintra, perdidos entre o nevoeiro que naquela sexta-feira cobriu praticamente toda a encosta, conseguimos finalmente encontrar a moradia. O portão está entreaberto, mas por pouco tempo. "Temos de ser discretos", avisa-nos um elemento da produção que nos aguardava, apesar de não haver praticamente vizinhança e da estrada estar deserta. Cá fora, no parque de estacionamento, vislumbramos alguns elementos da equipa, que preparam o pequeno-almoço na cozinha. Livrámo-nos do primeiro mito: não é com torradas, tostas-mistas e café que os actores garantem a performance, mas graças aos famosos comprimidos azuis e gel de potência masculina, cujas embalagens convivem harmoniosamente na banca da cozinha entre sacos de compras, paletes de leite e detergentes da loiça. O dia está a começar e adivinha-se longo. "Rápido, temos uma agenda a cumprir", grita o realizador Max Cortez. "Onde andam as mulheres?"


A esta hora, Carla Cox e Daria Glower, duas celebridades porno da República Checa, ainda estão no andar de cima. Dão os últimos retoques na maquilhagem, uma na casa de banho, outra no quarto. Facilmente se percebe que estamos numa casa habitualmente desabitada. As paredes estão despidas, os móveis também, e no chão acumulam-se peças de roupa e sapatos - de saltos vertiginosos, claro. Embora ali o sexo seja sobretudo um negócio, três das seis suites da casa estão ocupadas por outros tantos actores (três mulheres e três homens), divididos por casais. Essa parte da casa, no entanto, não é permitida fotografar: "é a nossa vida privada", dizem. 

Cá em baixo, na sala onde vão decorrer as filmagens, as duas actrizes checas são aguardadas pelo realizador, um produtor e dois assistentes, que vão deitando o olho ao plano de trabalhos. O cenário da produção é uma moradia de luxo em Sintra, arrendada à semana por mais de mil euros. Tem piscina, campo de vólei e uma vista privilegiada sobre a serra. É ali que a equipa vive durante o tempo de rodagem daquele que será um dos primeiros filmes pornográficos não amadores feito em Portugal. Durante o dia, o ritmo de trabalho é alucinante: ao todo, a película inclui 35 cenas, feitas em dez dias. À noite, o merecido descanso: enquanto uns se divertem a jogar cartas Uno, outros vêem televisão - e há quem se distraia com uma revista cor-de-rosa ou com um livro. 

Entre cenas O frio da rua contrasta com o ar abafado que se respira na sala do piso térreo da casa, onde é filmada a primeira cena do dia. Que o diga Carla Cox e a sua compatriota Daria Glower, expostas ao calor dos dois projectores que incidem directamente sobre elas. Sempre que o realizador corta a cena, as duas apressam-se a sair do set e a sacar de lenços de papel para limpar o suor e engolir uma bebida energética de cor azul. Mais tarde, os lenços seriam utilizados para eliminar os vestígios deixados por Marcel, o protagonista da primeira cena com as duas mulheres. 

Não há qualquer guião ou diálogo. A velha fórmula retro-porno do canalizador que visita a senhora em apuros domésticos já só entra no imaginário dos tempos da revista "Gina" e da era pré-internet. Hoje, explica Max Cortez, "as cenas são feitas para a internet. E não passa disso, de uma cena de sexo. Acho que o filme com principio meio e fim, com argumento, teve o seu momento. Actualmente, não faz sentido fazer uma aproximação ao cinema convencional, nem é viável". É por isso que o realizador recusa chamar 'cinema' a um filme porno. "Porno é porno, nada mais." 

Antes da cena começar, Max dá breves indicações às duas actrizes. Nada que ambas não dispensassem: Carla tem 25 anos e mais de cinquenta filmes no currículo, Daria é mais velha e experiente: 28 anos e quase 100 películas. São elas que abrem o plano e fazem uma espécie de introdução, enquanto Marcel aguarda num canto a sua entrada em cena. Só o fará quando o realizador ordenar, mas até lá convém manter a "postura".

Enquanto isso, sentados numa mesa fora do enquadramento, o produtor e dois assistentes vão trabalhando ao computador. Trocam mails, vêem cenas gravadas nos dias anteriores, actualizam páginas da net, praticamente indiferentes ao que se desenrola a menos de cinco metros de distância. Apesar do calor da cena e da banda sonora de gemidos que a acompanha, facilmente se percebe que se trata de encenação. "É tudo fingido", explica o produtor Carlos Ferreira. "Quando o realizador manda cortar, fica tudo quieto, como se nada fosse." Mas sempre que a luz vermelha da câmara está acesa, Carla e Daria fazem permanentes investidas de sedução à objectiva, orientadas pelos sinais do realizador para mudarem de posição. A entrada em cena de Marcel não carece de qualquer tipo de introdução ou diálogo: pura e simplesmente aparece. Primeiro vestido, três minutos depois apenas de gravata agarrada ao pescoço. 

A cena é olhada de perto pelos outros actores que se vão acotovelando à porta da sala e trocando segredos. Há quem tenha acabado de saltar da cama, olheiras imponentes nos olhos e fato de treino vestido. Um dos actores, Steve, olha-nos de soslaio na cozinha e confessa-se "cansado". Está ali enfiado há cinco dias, a viver uma espécie de Big Brother pornográfico. Pouco depois daquela curta conversa, preparar-se-ia para filmar mais uma cena - e perceberíamos finalmente o que ele queria dizer com o sentir-se "cansado". Nada que não se resolvesse. 

Quando a cena do trio chega finalmente ao fim, passa-se à fase das fotografias. O DVD, explica Carlos Ferreira, "inclui imagens de cada um dos shots". Daí que seja necessário recuperar as posições filmadas. "Ou então estamos sempre a interromper", atalha Max Cortez. Não foi o caso: a cena foi feita ao primeiro take e sem cortes. O momento alto, comenta um dos assistentes de realização, é o "cum shot". Ou seja, quando o actor atinge o clímax. E é aqui que a rodagem de um filme pornográfico assume contornos surreais: à ordem para cortar, segue-se a intervenção imediata do fotógrafo de serviço, que desata a disparar flashadas sobre o trio. Depois, encenam cada uma das posições para a fotografia, entre os risos delas e a evidente dificuldade e inibição do actor em dar seguimento ao trabalho.

Filme interactivo Em menos de um mês, parte desta equipa veio a Portugal duas vezes. Primeiro para o Salão Erótico de Lisboa, agora para realizarem esta produção portuguesa, que de português tem apenas a empresa que a patrocina. A Hotgold é a proprietária do primeiro canal nacional para adultos (disponível para assinatura mensal numa das operadoras de televisão por cabo). O facto de o elenco ser todo estrangeiro - duas mulheres e dois homens da República Checa, um alemão, um espanhol e uma colombiana - tem a ver com questões orçamentais. "Fica mais barato", garante o produtor português, Carlos Ferreira. Além disso, "é bastante mais complicado contratar actrizes portuguesas".

A equipa técnica incluiu, no entanto, dois elementos portugueses, responsáveis pela filmagem. "Temos uma equipa portuguesa, que está aqui a fazer uma espécie de estágio para as nossas produções futuras." O resultado dos dez dias em Sintra será um filme "interactivo" que chega às sex-shops em Janeiro de 2010. Interactivo? "Sim, será possível escolher os intervenientes e os cenários".



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Quinta-feira, 10.09.09

a verdade mais forte é que continuamos a encher o planeta de garrafas de plastico

 

milhões de garrafas que poluiem os rios e as terras e fazem mal á saude

2 milhões de garrafas de plastico são deitadas fora cada 5 minutos

60 mil sacos de plastico são descartados cada 5 segundos

 

 

alem de que faz mal á carteira - 1 garrafa custa  €1.50 que é muito mais que um garrafão

a agua ao ser armazenada em garrafas de plastico acaba por ser contaminada por elementos toxicos como o BPA que podem produzir cancro

 

em 2004 a produção de garrafas de plastico nos EUA foi de 28,000,000,000

(1 só ano)

como comparação 26.000.000.000 de litros de petroleo são o equivalente a 17.000.000 barris que daria para abastecer 100.000 carros por ano

 

o tempo do transporte, carregamento, entrega, compra, até à utilização produz toxinas cancerigenas

garrafas de plastico poluiem o ambiente na produção, embalagem, tranporte e eliminação

 

 

sei que é pratico mas ... vamos tomar consciência e pensar antes, durante e depois da necessidade de consumir agua engarrafada e das garrafinhas consumidas e largadas em qualquer lugar

o mesmo se passa com os sacos de plastico que continuam a ser, levianamente, utilizados e abandonados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ajudem o Planeta que é a nossa casa e divulguem a mensagem

 

 

Provoco a quem responde a desafios, dando a possibilidade de mostrar quem realmente são e o que fazem aqui

 

copiem o post ou escrevam um novo abanando a consciência dos que, ainda, consomem e eliminam plastico sem pensar no que estão a fazer

Quem se atreve???

 

Via Infiel 

 

 

 



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Domingo, 17.05.09

 Filmes gay

 

"Se há um cinéfilo em cada um de nós, pode ser que também haja um cinéfilo dentro do armário em cada um de nós. Hoje arranca o 6.o Ciclo de Cinema LGBT, promovido pela Rede Ex Aequo - associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes - que propõe três dias (15, 16 e 17) de cinema à margem. Antes das projecções, ficam as sugestões de dez filmes gay obrigatórios para minorias informadas ou maiorias curiosas.


Fogo, de Deepa Mehta Duas mulheres indianas com casamentos infelizes tornam-se amigas - e dessa amizade nasce uma relação homossexual. Foi o primeiro filme indiano gay e gerou uma série de protestos. Bárbara Pires, presidente da Rede Ex Aequo, destaca em "Fogo" a "sexualidade numa cultura com regras sociais e religiosas muito severas".

A Minha mãe gosta de mulheres, de Inés París Três irmãs descobrem que a mãe voltou a apaixonar-se. Convidadas para conhecer o seu novo amor, ficam em choque ao saber que o namorado é afinal uma mulher mais nova. Bárbara escolheu o filme pelo tema: "Coming out após a meia-idade e reacção de amigos e familiares."

Assunto de Meninas, de Léa Pool Mary, Tori e Pauline partilham um dormitório num colégio interno. Juntas vão enfrentar dúvidas quanto à orientação sexual. "Amor na adolescência de duas raparigas vivido num ambiente repressivo, o que tem consequências trágicas", comenta a presidente da Ex Aequo.

Milk, de Gus Van Sant Biografia do activista dos direitos homossexuais Harvey Milk. Realizado por Gus Van Sant, valeu a Sean Penn o segundo Óscar da carreira. Retrato fiel de "um período de repressão e de tentativa de supressão de direitos gay", acrescenta Bárbara Pires. 

Tempestade de Verão, de Marco Kreuzpaintner Dois jovens num campo de férias preparam--se para uma prova de remo. Entre dúvidas sobre o seu grau da sua amizade, chega uma equipa de remo gay e a confusão instala-se na cabeça dos protagonistas. Escolhido pela "história de coming out na adolescência".

O segredo de Brockeback Mountain, de Ang Lee Polémico drama vencedor de três Óscares, conta a história de dois cowboys apaixonados. Bárbara Pires assinala "as consequências da homofobia e da repressão social que cria vidas duplas, não vividas na plenitude".

A minha vida em cor-de-rosa, de Alain Berliner Uma tragicomédia sobre Ludovic, uma criança do sexo masculino que acredita ter nascido no corpo errado. Destacada pela "reacção dos pais e pelo ambiente social".

Transamerica, de Duncan Tucker Um road movie de pai e filho, mas onde o pai é transsexual. Obrigatória pela forma como são mostradas "as discriminações e restrições vividas pelos transexuais no seu processo de reatribuição de sexo", aponta Bárbara Pires.

Os rapazes não choram, de Kimberly Peirce Filme que valeu um óscar a Hillary Swank e onde "a homofobia e a transfobia se confudem", assinala Bárbara.

But I'm a Cheerleader, de Jamie Babbit Comédia que satiriza estereótipos e indecisões de adolescência. "As reacções dos pais e as tentativas de cura ou conversão à heterossexualidade tornam este filme essencial", do ponto de vista da presidente da Ex Aequo."

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 22:05 | link do post | comentar

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