Domingo, 26.02.12
E quando bate a preguiça sexual


Ninguém consegue ser um vulcão em erupção na cama o tempo todo. Da mesma maneira que acordamos indispostos para trabalhar ou até mesmo para sair de casa para conhecer alguém especial, podemos sentir o mesmo na hora de fazer sexo. A falta de vontade de mudar de posição ou de caprichar nas preliminares são alguns indícios da chamada de preguiça sexual.

 

A primeira coisa a se observa nesse cenário é que esse comportamento se manifesta de maneira diferente em homens e mulheres.

E sabe de quem é a culpa? Dos hormônios! A Dra. Arlete Gavranic, psicóloga, terapeuta sexual e coordenadora da pós-graduação em terapia do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), explica melhor essa relação:

 

"O homem é sempre muito ativo parasexualidade por conta da testosterona, um hormônio de ação. Já a mulher oscila de acordo com o ciclo de progesterona e estrogêneo", adianta. "Na primeira fase do ciclo ela está mais disponível para o sexo e na segunda fase a progesterona faz com que a mulher fique mais afetuosa e busque mais o carinho do parceiro", completa.

 

E conforme as obrigações do dia a dia vão aumentando, os pensamentos voltados para o sexo ficam cada vez mais escassos. No caso da mulher, que nas últimas três décadas assumiu jornada tripla de trabalho, esse comportamento se torna mais evidente. "Ela trabalha fora, cuida da casa e filhos e ainda precisa vivenciar sua sexualidade. E nem sempre conta com a ajuda do parceiro para cuidar dos serviços domésticos e dos filhos. Então quando ela chega na cama quer apenas um carinho, um abraço aconchegante, e para muitos homens isso serve como rejeição, preguiça do ponto de vista sexual", comenta a especialista.

 

É importante lembrar também que homens e mulheres veem a sexualidade de maneira diferente. Os homens são mais genitalizados, voltados para o corpo. Tanto é que a fantasia sexual de muitos deles é fazer um ménage a trois. Já a mulher é mais romântica e sonha em fazer amor numa praia, por exemplo. "Os estímulos sociais são outro item que serve como diferencial. Enquanto os homens gostam de ver filminhos e trocar piadinhas de sacanagem, as mulheres não são educadas para pensar, visualizar em sexo. A mulher tem a mente sensualizada, se contenta em ver a foto de um ator com o corpo escultural", diz a terapeuta.

 

Preliminares sempre!


A partir do momento em que a falta de vontade de faze sexo se tornar constante, o nome dado a isso não é preguiça. Entre os motivos que levam a mulher a fugir de sexo estão problemas no relacionamento, mágoas, falta de carinho ou de capricho nas preliminares por parte do parceiro ou até mesmo dificuldade de lubrificação ou de atingir o orgasmo. "Em outros casos, a mulher deixa de investir na relação por conta de problemas no trabalho, com os filhos ou outro problema que envolva sua vida fora da cama. É a chamada fase morna da relação", comenta Dra. Arlete.

 

Neste momento, o homem precisa colocar em prática o dom da compreensão e tentar entender que, dependendo do grau e da quantidade de problemas pelos quais a parceira passa, às vezes fica difícil se entregar sem medidas, como se nada estivesse acontecendo. "Ao mesmo tempo, os problemas não podem ser sempre empecilho para não cuidar da sexualidade e intimidade. A mulher tem muita dificuldade em ‘se desligar’, mas em certos momentos ela precisa apertar o botão ‘off’ e, literalmente, fechar a porta do quarto para viver sua intimidade com o marido. Caso contrário ela estará sempre cansada e indisposta para colocar em prática seus desejos sexuais".

 

Quantas vezes por semana?


Quando a preguiça se instala no parceiro, a mulher precisa analisar com calma a periodicidade dessa situação. O homem costuma estar sempre disposto a fazer sexo, a menos que esteja passando por um momento de estresse. "Se isso acontece com frequência, pode ser sinal de que o parceiro está focando seu desejo em outro lugar ou pessoa. Sabemos que o índice de mulheres que traem ainda é grande, mas ainda é menor do que o masculino", diz Dra. Arlete.

 

Não é possível mensurar a frequência com que a preguiça sexual bate à porta do quarto, tudo depende do relacionamento do casal naquele determinado momento. A psicóloga comenta que, em tempos harmoniosos, há casais que fazem sexo 2, 3 vezes por semana. E em momentos de forte preocupação ou crise chega, a ter uma relação em 10, 15 dias.


"A libido é a energia da vida. Se o casal encontra tempo para vivenciar sua sexualidade, seja dentro de casa ou durante uma viagem, abre portas para que esse desejo aflore, equilibre a relação". E dá algumas dicas: "Permita-se mudar de vem em quando. Use uma lingerie nova, faça um curso de dança, compre um gel com sabor, experimente uma posição que não seja ‘papai e mamãe’, Sair as rotina também ajuda a espantar o desinteresse sexual."

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:48 | link do post | comentar

Sexta-feira, 21.05.10

 

Falta de sexo é o mal delas?
Está mal-humorada e sem vontade de se divertir? Dói-lhe a cabeça e ainda invejacorpotonificado da sua vizinha, achando-a feia?! Então minha cara, o seu problema é falta de sexo.

 

 

Todos já sabemos que o sexo faz bem à saúde e à mente. Mas quer saber exactamente a que é que o sexo faz mesmo bem? Então leia e comece a praticar.

Quilos a mais? Troque as dietas por prazer!

Fazer sexo regularmente tonifica todos os músculos do corpo e queima as calorias em excesso acumuladas que vai ingerindo diariamente. Fique mais "boa" do que a sua vizinha.

Qual depressão, qual quê? Durma sobre o assunto

O acto sexual liberta endorfinas no organismo e na corrente sanguínea, produzindo uma sensação de euforia e bem estar.

Além disso, o sexo é o tranquilizante mais poderoso de todos. Chega a ser dez vezes mais eficaz do que todos os outros calmantes juntos.

Aspirinas para o lixo

Alivie as dores de cabeça com sexo. Fazer amor acaba com as dores de cabeça porque alivia a tensão que aperta os vasos sanguíneos no cérebro. Por isso, aspirinas para o lixo!

Sexo puxa sexo

É quase como quem faz desporto regularmente. Quanto mais fazemos mais queremos fazer. Um corpo sexualmente activo, produz maior quantidade de feromonas, para o caso, uma espécie de perfume natural, que em contacto com o sexo oposto deixa-o totalmente excitado.

Anti-histamínico natural

O sexo é um autêntico anti-histamínico natural, pois está provado que alivia a asma e a febre do feno.

Esqueça os problemas de pele

Sabia que se fizer sexo se reduzem as probabilidades de sofrer de dermatites, manchas ou erupções cutâneas? É que o suor produzido durante o acto sexual limpa os poros da pele, tornando-a muito mais saudável e igualmente muito mais lisa e macia.

Quer cabelo mais brilhante e saudável? Faça sexo

Testes científicos descobriram que quando as mulheres fazem sexo produzem o dobro de estrogénio, o que torna os seus cabelos muito mais brilhantes e saudáveis.

Convencida?

Consegui convencê-la? Ou prefere continuar com a sua falta de humor, borbulhas, cabelo sem brilho, ataques de asma, depressão e a olhar de lado para a sua vizinha jeitosa de lado, em vez de a fitar com um sorriso na cara?

 

Ana Areal

 

Via A vida de Saltos Altos



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar

Terça-feira, 22.09.09

Falta de sexo nem sempre dá dinheiro.. viva a nossa justiça

 

3 casos, 3 sentenças diferentes... bolas a nossa justiça é um must!

 

 O sexo no casamento é um direito reconhecido na lei. Mas se alguém perder essa capacidade, por exemplo num acidente, deve o outro conjuge ser indemnizado? Nem no Supremo o assunto é pacífico. Três casos tiveram interpretações diferentes

No espaço de dez dias, dois acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) em sentido oposto. Um, com data de 17 de Setembro, explícita que não há direito a indemnização se o cônjuge perder a capacidade sexual. Outro, pouco mais de uma semana antes, reconhece o direito à indemnização pela perda da capacidade sexual do cônjuge. Em comum, a situação que originou a incapacidade sexual, um acidente de viação, do qual a vítima não teve culpa.

 

No caso mais recente, a decisão passou com o voto de vencido de dois dos magistrados. Em causa estava um pedido de indemnização feito por uma mulher, em virtude da impotência sexual do marido, decorrente de ferimentos sofridos num acidente de viação.

Embora reconheçam a extensão dos danos na vida do casal, e se compadeçam com o seu sofrimento, os conselheiros justificam a decisão com base na letra da lei, que só reconhece o direito a indemnização do cônjuge no caso de morte. Se um dos juízes que protestou a decisão se limitou a invocar aspectos formais, o segundo chega até a comparar a ausência de sexo à "paraplegia ou outra enfermidade que limita a autonomia de vida".

Nove dias antes, no entanto, outros conselheiros do STJ deram resposta positiva ao marido de uma mulher, de 47 anos, casada há 25, que ficou física e emocionalmente impedida de concretizar o chamado "débito conjugal" - direito e dever de manter relações sexuais com o cônjuge.

O marido, de 49 anos, pediu uma indemnização ao culpado pelo acidente, argumentando que a vida marital do casal foi irremediavelmente afectada, nomeadamente a nível sexual. O STJ ordenou à seguradora do culpado pelo acidente o pagamento de 25 mil euros de indemnização. A decisão tem por base o argumento de que "o casamento é um estado de comunhão diária entre duas pessoas". "Sabe-se como a actividade sexual, para além de constituir a manifestação, por excelência, do amor, também influência directamente o estado psíquico das pessoas", justifica o acórdão.

O STJ já se tinha pronunciado recentemente num caso de natureza semelhante. Em acórdão com data de 5 de Maio, os juízes-conselheiros decidiram atribuir a uma mulher, de 33 anos, uma indemnização de 50 mil euros, como compensação pela impotência do marido, causada também por um acidente de viação, do qual não teve culpa.

Na decisão, pesou o facto de, além dos direitos sexuais concedidos pelo casamento, o casal não poder ter filhos pelo método tradicional, uma vez que a impotência do marido é total e irreversível.


Via JN

 

 



publicado por olhar para o mundo às 15:21 | link do post | comentar

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