Quinta-feira, 03.03.11

Orgasmos múltiplos

Ter um orgasmo durante a relação sexual ainda passa longe da vida de muitas mulheres, quem diria orgasmos múltiplos. O orgasmo feminino, definido pelo ápice de prazer e pela contração vaginal, é por si só mais complexo que o do homem, não tem um padrão, pode ocorrer um único e intenso, vários menores ou as duas situações juntas.

 

Segundo a urologista e terapeuta sexual Sylvia Faria Marzano, os orgasmos múltiplos são continuações dos picos de prazer com a manutenção da excitação, sem a necessidade de intervalos entre um orgasmo e outro.

Os orgasmos múltiplos não ocorrem nos homens, já que após a ejaculação ocorre neles o chamado período refratário, fenômeno fisiológico que dá o relaxamento necessário para que eles possam reiniciar a atividade sexual.

Apesar dos avançados estudos científicos, ainda não há nenhuma tese ou pesquisa que explique se há alguma predisposição biológica ou emocional da mulher para os orgasmos múltiplos. Aflorada de diversas maneiras, essa sensação varia de mulher para mulher.

“Não existe um só tipo de orgasmo feminino. Cada mulher tem o seu próprio orgasmo. Ela aprende com a idade e com a experiência a vivenciar cada vez mais intensamente o prazer. Algumas mulheres nem conseguem saber se têm orgasmo pelo mito de que deveriam ‘ver estrelas’, ‘ouvir sinos’ ou coisa parecida. São raras as mulheres que têm orgasmos múltiplos, isso faz parte de um aprendizado”, garante a especialista.

As mulheres que têm a sensação de orgasmo múltiplo não necessariamente têm mais prazer que as mulheres que têm um único orgasmo. Não há padrões. Intimidade, respeito, carinho, tesão, diálogo, autoconhecimento e principalmente muita vontade formam a receita para a mulher “chegar lá”.

Independente da resposta sexual, o que não é recomendado é a simulação do orgasmo. Essa prática em longo prazo trará desconforto emocional, além de atrapalhar o relacionamento, pois o diálogo com o parceiro sobre o que te satisfaz sexualmente, ou então, o que a impede de alcançar o orgasmo, é fundamental para uma vida sexual plena. Não espere que ele adivinhe tudo. É preciso dar dicas de como sente maior prazer.

 

Via Vila dois



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Terça-feira, 17.08.10

Sexo selvagem?, há quem goste

 

"Me joga na parede e me chama de lagartixa". Para muitas mulheres, essa frase é mais do que um dizer popular divertido. Significa a preferência por um tipo de sexo que deixa a delicadeza de lado.

 

E se delicia com um pouquinho de ferocidade.

 

Essa pimenta forte, que envolve palavrões, puxão de cabelo e até tapinhas é tempero para as relações até da atriz bonitona Eva Longoria, de 34 anos. "Não tenho nada contra ser amarrada com lenços de seda. Eu gosto de homens que assumem o comando. Há algo muito sexy em ser submissa", disse a atriz, em entrevista recente à revista "Cosmopolitan". E não é só nas relações dela que a pimenta vira refresco.

Para Ana Maria, de 27 anos, o melhor tipo de sexo é o selvagem. "Isso não quer dizer violência, mas um pouco de sacanagem, na medida", diz. Os homens concordam e dizem que não há mulher que resista a uma boa pegada forte. "É claro que varia o dia, às vezes elas estão mais românticas e querem uma transa mais light. Mas a maioria adora um maremoto de prazer", afirma Roberto, 31.

Existe certo pudor quando o assunto é esse tipo de sexo, já que ele é normalmente preferência declarada apenas dos homens. Mas, e quando o contrário acontece - e ele prefere a transa mais leve? "É muito importante que a mulher saiba equilibrar e diferenciar uma coisa da outra. Ela pode variar e ter uma relação calma em um dia e, no outro, pegar mais pesado", sugere a personal sexy trainer Fátima Moura.

Para não assustar o parceiro, é preciso saber que tipo de homem há na cama e abusar do "feeling". "Se o homem for mais conservador, com certeza vai se assustar. Mas se gostar de sexo mais selvagem, ele vai adorar a iniciativa da mulher", diz a profissional.

"Eu adoro sexo selvagem. É muito bom. Gosto de ficar por cima, assim fica mais fácil de ele dar aqueles tapas gostosos e eu fico livre para fazer o que eu quiser", diz Ana Bárbara, 31. "Mas tem que saber fazer, sexo selvagem não quer dizer pancadaria".

Mariana, casada há 7 anos, assume que gosta de sexo selvagem, mas não dispensa o carinho. "Eu gosto de ficar de quatro e receber uns tapinhas. Mas isso é porque eu já estou bem entrosada com o meu parceiro", diz a mulher. Fátima confirma o que Mariana diz. "Quanto mais intimidade, melhor o relacionamento na cama. Tanto o homem quanto a mulher devem conhecer bem um ao outro, em todos os sentidos. Dessa forma, a relação tende a ser cada vez melhor", afirma.

Mas se mesmo assim, não há sintonia quanto à intensidade do sexo, é preciso reflexão. "Existem muitos motivos que levam a isso. Pode ser estresse, excesso ou problemas no trabalho, assim como desgaste no próprio relacionamento, que pode ter caído na rotina", diz Fátima. E como vida íntima e dia-a-dia andam de mãos dadas tanto quanto você e seu amado, é sempre interessante checar como andam as coisas. "Conversa é a base de tudo", indica Fátima.

Para quem gosta do tempero e quer arriscar, a dica então é começar pelo básico e, no desenrolar das coisas, perceber se a ousadia faz parte do show. Aos poucos, é possível ir deixando a transa mais ardente, sem atropelar etapas. Combinar o melhor dos mundos - amor e sexo - exige conhecimento de causa e sentido de oportunidade. É por aí que mora um pouco do que diz a música de Rita Lee, "Amor e Sexo". Na canção, enquanto amor é sinônimo de bossa nova, sexo é de Carnaval! Que tal ensaiar bem e cair no samba?

 

Por Sabrina Passos (MBPress)

 

Via Vila dois

 



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Terça-feira, 01.06.10

O vinho tinto excita as mulheres

 

O interesse das mulheres pelo vinho cresceu significativamente nos últimos anos. Sobretudo pelo tinto. São elas que pede a lista de vinhos nos restaurantes e quando não o fazem não é porque não queiram, mas sim porque parece melhor ser ele a pedir.


Em casa a situação é idêntica. São elas que escolhem os vinhos para a garrafeira ou escolhem o vinho que vão servir aos convidados.Quem se ponha a observar num restaurante, rapidamente percebe que num jantar só de mulheres é quase obrigatório as garrafas de vinho tinto estarem presentes na mesa, bem como a euforia e a satisfação ao bebê-lo. Amigos com quem falei e que estão na área da restauração foram peremptórios: as mulheres são de tal forma potenciais clientes na escolha dos vinhos que podem muito bem vir a ultrapassar os homens no hábito de consumo desta bebida nos restaurantes.


Só podia ter sexo à mistura


Comecei a interrogar-me sobre o porquê das mulheres gostarem tanto de  vinho tinto. Eu própria aprecio vinho tinto e sou bastante selectiva no que toca as escolhas. Decidi, por isso, fazer uma pesquisa sobre do assunto e, claro está, descobri que, além de fazer bem ao coração (que não é novidade), também abre o apetite sexual às mulheres. Tinha de estar relacionado com sexo...
Italianas cobaias


A propósito do consumo de vinho pelas mulheres, a Universidade de Florença fez um estudo com 798 italianas com idades compreendidas entre os 18 e 50 anos.


Os pesquisadores dividiram as mulheres em três categorias, de acordo com o hábito diário de consumo de vinho: as mulheres que bebem regularmente de um a dois copos de vinho; as que não consomem vinho; e as que bebem mais de dois copos de vinho por dia. Além disso, as voluntárias também responderam a questionários com 19 perguntas sobre sexualidade, com o objetivo de medir o FSFI (Female Sexual Function Index), uma medida usada noutros estudos científicos.


O grupo de mulheres que apresentou os maiores índices de desejo sexual, de acordo com as respostas dos questionários, foi aquele onde as mulheres consumiam um a dois copos de vinho por dia.


Os estudiosos destacam, no entanto, que a pesquisa precisa de ser encarada com cautela, não só devido à dimensão reduzida da amostra, mas também pela falta de dados provenientes de exames laboratoriais. Talvez por isso, o estudo apenas sugere uma correlação entre o consumo de vinho tinto e a libido feminina.


Outra ressalva feita pelos pesquisadores refere-se a questões como a excitação, satisfação e orgasmo. Ou seja, o vinho pode até fazê-la querer mais, no entanto, isso não significa um orgasmo garantido.


Dois copos e chega


O consumo moderado de vinho tinto pode aumentar a libido sexual feminina. E por que é que eu sublinhei o moderado? Porque se beber demasiado ou, inclusive, se ficar embriagada, pode dar-se precisamente o inverso da situação: simplesmente pode não conseguir ter relações sexuais.

 

Portanto, já sabe: Beba dois copos por dia, que dá saúde e alegria, além de um grande prazer sexual.

 

Via a Vida de saltos altos



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Quarta-feira, 12.05.10

Mulhgeres excitam-se mais que os homens

 

Um estudo inédito sobre a sexualidade feito em Portugal, no Sexlab da Universidade de Aveiro, vem contrariar décadas de convicções instaladas. Afinal, a pornografia surte mais efeito nas mulheres do que nos homens.

Este estudo, levado a cabo com 60 voluntários nacionais, concluiu que o pensamento e as emoções positivas são determinantes para o prazer sexual. As variáveis psicológicas são determinantes nas relações sexuais, sobretudo para as mulheres. E elas, perante a observação de filmes com conteúdos sexuais exp'lícitos, ficam mais excitadas e têm mais prazer do que os homens.

Já ao nível da observação fisológica - erecção masculina e vasocongestão vaginal feminina -, as diferenças entre géneros não foram tão substanciais. A chave está na cabeça.

 

Via expresso



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Segunda-feira, 04.01.10

Os homens sabem mais sobre excitação que as mulheres

 

 Ponto para os homens: percebem mais de excitação sexual que as mulheres. Um estudo do departamento de psicologia da Universidade de Queens, em Ontário, Canadá, conclui que a forma como os homens expressam a sua excitação sexual coincide quase sempre com as respostas fisiológicas. 

Num estudo publicado hoje na revista científica "Archives of Sexual Behavior", a equipa de investigação sistematiza as conclusões de 134 estudos sobre sexualidade publicados entre 1969 e 2007. Os estudos envolveram 2500 mulheres e 1900 homens, a quem foi perguntado como se sentiam durante e após diferentes estímulos sexuais. "Quisemos descobrir até que ponto a experiência subjectiva da excitação sexual reflecte as respostas fisiológicas ao nível genital", diz a coordenadora do trabalho, Meredith Chivers. Assim, puderam comparar a informação oral com a variação na erecção no caso dos homens e as mudanças no fluxo sanguíneo genital, no caso das mulheres. Os resultados foram conclusivos: o cérebro e o corpo do homem parecem estar quase sempre de acordo, enquanto nas mulheres a inconsistência é muito mais frequente. 
"Perceber os valores de excitação é um passo em frente para novos estudos teóricos e práticos sobre a sexualidade humana", diz Meredith Chivers. No futuro, as conclusões do trabalho poderão ser utilizadas pela psicologia para estudar melhor a percepção da excitação sexual, mas também para entender, ao nível fisiológico, as diferenças reais entre sexos.

 

Via ionline



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Segunda-feira, 30.11.09

O sexo lésbico excita todas as mulheres

 

Um estudo realizado por uma professora do departamento de psicologia da Queen's University, noCanadá, revela que existe uma distância entre o que as mulheres sentem e o que dizem sentir

Segundo a investigadora Meredith Chivers, as cenas de sexo lésbico são as que causam maior excitação física entre as mulheres heterossexuais. Contudo, aparecem em segundo lugar na lista de respostas sobre as imagens que consideram mais excitantes. Acontece o mesmo em relação ao sexo entre dois homens: é o terceiro tipo de imagem que mais as excita, apesar de aparecer em quinto lugar na lista de respostas sobre imagens mais excitantes.
sexo entre animais não é poupado. “O que descobri foi que as mulheres ficaram fisicamente excitadas (com o visionamento de um filme de sexo entre macacos), mas não declararam sentir-se dessa forma”, afirmou Meredith Chivers numa entrevista à revista brasileira Época.
Para realizar este estudo, a investigadora fez testes a 47 mulheres. O teste consistia no visionamente de filmes com conteúdos sexuais e eróticos, enquanto os seus órgãos genitais eram controlados por sensores capazes de medir a lubrificação feminina.

 

Via ionline



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