Quinta-feira, 10.03.11

Rolls Royce eléctrico

 

Vai ser mostrado ao público no Salão Automóvel de Genebra, de 3 a 13 de março, o Rolls Royce 102EX, ou, se quiserem, Phantom Experimental Electric.

Ainda não há muito para ver nem para dizer, mas apenas que se confirma a aposta da marca de luxo Rolls Royce no segmento dos carros elétricos.

 

A marca acaba de anunciar uma versão do clássico Phantom alimentado por electricidade. Este velho clássico custa €356 mil mas, segundo estimativas avançadas por alguns analistas do sector, o novo RollS Royce elétrico nunca será vendido abaixo dos €1,2 milhões.

Sabe-se também que a apresentação do carro em Genebra é apenas o início de uma tournée mundial que o levará a vários pontos da Europa mas também ao Médio Oriente, à Ásia e à América do Norte.

Nos países onde vai ser mostrado será dada oportunidade aos candidatos a proprietários de experimentarem o novo modelo.

Esta é também uma forma de a Rolls Royce avaliar o potencial apetite por esta nova modalidade em que se adiciona ao luxo a mobilidade elétrica. Ou seja, andar de carro em grande estilo e com a vantagem de não emitir um único grama de dióxido de carbono.

A Rolls Royce nega que já esteja a produzir o Phantom elétrico em série, mas também garante que está a marcar presença neste segmento com um propósito bem claro: ver se há mercado.

Em simultâneo com a apresentação do Phantom elétrico em Genebra, a Rolls Royce lança também o sitewww.electricluxury.com , onde pretende dar início a um debate sobre a oportunidade desta aposta.

Aquele site também irá fornecer atualizações regulares sobre o progresso do carro enquanto estavir em tournée.

 

 

 

 Via Expresso

 



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Quinta-feira, 21.10.10

União Europeia aprova alargamento de licença parental para 20 semanas

 

Parlamento Europeu aprovou hoje em Estrasburgo a proposta de alargamento da licença de maternidade para 20 semanas, apresentada pela eurodeputada portuguesa Edite Estrela, que contempla também uma licença de paternidade obrigatória de duas semanas.

O texto final adotado pelo hemiciclo de Estrasburgo prevê o pagamento quase integral da licença de maternidade alargada, com o pagamento de 100 por cento nas primeiras 16 semanas e de 75 por cento nas derradeiras quatro.

As instituições europeias terão agora de chegar a um acordo para que a nova legislação entre em vigor.

Atualmente, o cenário é muito variado na União Europeia, havendo países onde a duração mínima da licença de maternidade é de 14 semanas.

Comissão Europeia propôs, por seu turno, um aumento para as 18 semanas, tendo hoje aassembleia adotado a proposta de uma licença de 20 semanas, já em vigor em Portugal.

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 30.09.10

Proposta para medida europeia de protecção

 

As comissões da Justiça e dos Direitos da Mulher do Parlamento Europeu (PE) aprovaram hoje, numa votação quase unânime, uma proposta para implementar uma ordem europeia para a protecção das mulheres maltratadas.

O texto reflecte a posição do Parlamento antes das negociações com os Estados membros para avançar com a proposta.

O projecto foi lançado este ano pela presidência espanhola da União Europeia, com o apoio de um grupo de países, mas provocou reticências em alguns países e na Comissão Europeia.

«Hoje deu-se um passo muito importante para ajudar as vítimas de violência de género em toda a Europa», afirmou, depois da votação, uma das proponentes do documento, a espanhola Teresa Jiménez-Becerril, do Partido Popular.

A eurodeputada sublinhou que a intenção do PE é «garantir um instrumento de protecção comunitário às vítimas da violência de género que seja eficaz»e permitir que as «vítimas se sintam protegidas em qualquer canto da Europa, mesmo que em cada país essa decisão siga um processo civil ou penal».

Os diferentes ordenamentos jurídicos dos Estados membros levaram o executivo comunitário e vários países a pôr em causa a viabilidade de uma ordem europeia geral.

Teresa Jiménez-Becerril reconheceu que essa dificuldade lhe deixa algumas «dúvidas» e antecipou que as negociações com o Conselho Europeu serão «difíceis», frisando, porém, que hoje o PE«quis mandar uma mensagem de superação dessas diferenças».

A outra proponente do projecto, a socialista espanhola Carmen Romero, apelou à Comissão Europeia para que se junte ao processo e defendeu que o ideal seria que Bruxelas apresentasse uma proposta que «complete ou aperfeiçoe o mecanismo».

O executivo comunitário, em especial, a comissária da Justiça, Viviane Reding, mostrou-se inicialmente muito crítico da iniciativa da presidência espanhola, acusando-a de ser confusa e de não ter uma base jurídica adequada.

Viviane Reding anunciou a sua intenção de apresentar, no próximo ano, um pacote completo de propostas para melhorar a protecção às vítimas em geral.

No entanto, Carmen Romero considerou que o caso das mulheres maltratadas é «específico» e que, por isso, deve ter um sistema legal próprio.

A ordem comunitária pretende alargar a outro Estado membro as ordens emitidas num país para proteger uma mulher maltratada quando esta se desloque.

Depois da posição de hoje do PE, os Estados membros deverão voltar a abordar o assunto na reunião de ministros da Justiça e do Interior nos dias 07 e 08 de Outubro.

 

Via Sol



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Sábado, 29.05.10

Onde comprar um Ipad

 

Ontem já havia um cliente à porta da loja da Apple em Sydney, Austrália, e em Londres as primeiras pessoas começaram a chegar de madrugada. Tudo para serem os primeiros a comprar o iPad, que chega hoje a seis países europeus, Japão, Canadá e Austrália, depois de alguns atrasos e muita expectativa. 

Mas para os fãs portugueses da Apple, a espera continuará a ser incerta. Não há data confirmada de lançamento em Portugal, apenas rumores de que chegará depois do Verão ou só no Natal. Também se falou de um acordo com a Vodafone, mas tudo ficou no limbo dos rumores. Na Europa, os felizardos são Espanha, França, Itália, Alemanha, Suíça e Reino Unido. 

Conclusão: quem quiser comprar hoje um iPad terá de apanhar um avião para ir buscá-lo. E nem sequer vale a pena pedir àquele amigo que está nos Estados Unidos para mandar um pelo correio; na maioria das lojas o tablet continua esgotado e com listas de espera. Das duas uma: ou é sintoma de um sucesso acima de todas as expectativas, ou a Apple encurtou propositadamente os stocks para dar esta sensação de loucura. 

Tendo em conta a proximidade, Espanha parece o mercado mais lógico para ir buscar um exemplar do novo tablet, até por ser o país europeu onde o iPad será mais barato. Madrid é a solução mais em conta, cerca de 80 euros por bilhete de avião, e também a mais rápida, com um voo de uma hora. Em Espanha não há Apple Stores, por isso escolha uma loja entre as que estão autorizadas, como Fnac, El Corte Inglés, K-Tuin, Benotac, Ademac, MediaMarkt ou Icon Planet. A versão mais barata é Wi-Fi de 16 gigas e custa 479 euros (a de 32 gigas custa 579 euros e a de 64 gigas custa 679). Se a sua escolha for 3G, então 16 gigas ficam por 579 euros, acrescentando sempre 100 euros às versões seguintes.

No entanto, não poderá aceder às tarifas especiais de dados lançadas pela Vodafone, Movistar e Orange, e ainda que todo o software pré-carregado estará em espanhol. 

London calling
Se preferir dar um salto ao Reino Unido, o melhor será esperar uns dias, porque já não encontra bilhetes de avião abaixo dos 140 euros para Londres. Ou então, optar por ir para Birmingham ou Bristol, que custarão algo como 80 a 90 euros. Todas as 27 lojas oficiais da Apple estão abertas uma hora mais cedo, a partir das oito da manhã. E ainda será possível pôr as mãos no tablet "messiânico", como tem sido chamado, em 139 lojas da Currys, Dixons, Thur e PC World. Os preços variam entre 429 libras (503 euros) para a versão Wi-Fi mais básica e 699 libras (820 euros) para a melhor versão 3G. Vale a pena? Só se for para ver ao vivo o caos que um lançamento da Apple normalmente produz em terras de Sua Majestade. 

Valor
A chegada do iPad à Europa acontece dois dias depois de a Apple se ter tornado na maior empresa tecnológica de Wall Street, com uma valorização bolsista de 181 mil milhões de euros, destronando a arqui-rival Microsoft (178,6 mil milhões de euros). Um feito histórico: há dez anos, a Microsoft valia 35 vezes mais que a Apple.



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Segunda-feira, 19.04.10

Por fim em casa

 

Via Henricartoon



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Quinta-feira, 25.03.10

1 em cada 5 portugueses sofre de perturbações mentais

 

Os números apanharam de "surpresa" o próprio coordenador nacional para a saúde mental, Caldas de AlmeidaPortugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população e aproxima-se perigosamente do campeão mundial Estados Unidos. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida. Para um grande mal, poucos remédios: 67% dos doentes graves estão sozinhos com o seu problema e nunca tiveram qualquer tratamento.

As conclusões são do primeiro estudo nacional sobre saúde mental, liderado por Caldas de Almeida, da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa. O psiquiatra e também coordenador nacional para esta área explica a falta de tratamento por dois factores: "O estigma social que leva as pessoas a terem vergonha de procurar um médico e ao mesmo tempo a ausência de serviços especializados próximos, que cria dificuldades de acesso." Esta ausência de acompanhamento terapêutico contrasta com o elevado consumo de anti-depressivos e ansiolíticos. Como se explica a contradição? "Provavelmente temos pessoas que não precisam a tomar estes medicamentos e os que realmente precisam a não tomar nada", adianta.

Do total de portugueses com perturbações mentais, 6% apresentam quadros graves - nesta categoria os especialistas colocam a doença bipolar, as que levam a perda de capacidades e as que resultaram em tentativas de suicídio. Os médicos de família, nos centros de saúde, são o recurso mais comum. Nas doenças graves, acompanham quase metade dos doentes (47%), enquanto que os serviços especializados de saúde mental ficam pelos 39%. Isto apesar de Caldas de Almeida sublinhar que para estes pacientes isso não chega, "seguramente vão precisar de cuidados especializados". Também a grande maioria das patologias de gravidade moderada estão sem qualquer tratamento (65%) e as ligeiras que estão por acompanhar chegam aos 82%.

As perturbações mais comuns são as da ansiedade, com 16,5%, que em 3,2% dos casos assume proporções graves. "As pessoas costumam pensar que a depressão é que é grave, mas esquecem-se da ansiedade. Muitas vezes tem consequências também de grande gravidade", refere o coordenador do estudo. Neste conjunto, o mais comum são as fobias a situações específicas, com 8,6%, seguidas da perturbação obsessivo-compulsiva (4,4%). As depressões atingem 8% do total e, dentro destas, os bipolares representam 1%. Para uma segunda fase ficam as doenças psicóticas, como as esquizofrenias. Por terem uma dimensão menor, os casos não foram apanhados neste levantamento. Nas perturbações do controlo dos impulsos, 1,8% dos doentes têm explosões interminentes. O comportamento irado de alguns portugueses ao volante é o exemplo para a manifestação desta perturbação. Caldas de Almeida sublinha ainda que a hiperactividade/défice de atenção, normalmente associada às crianças, tem também expressão nos adultos: representa 0,4% das perturbações do controlo dos impulsos.

O estudo português integra um projecto liderado pela Universidade de Harvard e pelaOrganização Mundial de Saúde, que reúne 30 países. Estes são ainda os dados preliminares e, de acordo com os investigadores, muita da informação recolhida tem ainda de ser analisada. Um dos grandes objectivos é traçar o diagnóstico para depois adaptar os serviços de saúde às necessidades destes doentes. Os dados já recolhidos permitem perceber que a diferença entre Portugal e os restantes estados europeus é abissal. Aos 23% de prevalência nacional, Espanha contrapõe 9,2%,Itália 8,2% e a Bélgica 12%. Próximo do diagnóstico português apenas está a Ucrânia, com 20,5%. "É um padrão atípico", admite Caldas de Almeida. No caso das doenças graves, Portugal supera os 6%, enquanto que os outros países do Sul se ficam por 1%.

Para explicar a complexidade deste levantamento (feito em parceria com o centro de sondagens daUniversidade Católica), Miguel Xavier, outro dos responsáveis pelo estudo, divulgou alguns números: 3849 entrevistados com mais de 18 anos, 150 entrevistadores, duas horas médias para cada entrevista e algumas a chegarem às quatro horas, seis anos desde o arranque do projecto. Pedro Magalhães, da Católica, refere que "foi o maior e mais complexo estudo" daquele centro.

 

Via ionline



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Segunda-feira, 11.01.10

Capote alentejano

 

 Os longos e quentes capotes alentejanos são por esta altura do ano muito procurados para fazer face às baixas temperaturas, mas nem todos se podem proteger da “cabeça aos pés” envergando este traje.

A única fábrica de capotes no sul do país localiza-se na freguesia de Santa Eulália, no concelho deElvas. É ali que centenas de capotes começam a ser confeccionados logo no Verão para que nesta altura do ano possam ser vendidos em todo o território nacional, noutros países da Europa e na América.

José Alpedrinha começou a fazer capotes quando tinha apenas 18 anos de idade. Aprendeu com o pai que era alfaiate e dirige a empresa alentejana que já assinala cinquenta anos de actividade na feitura destes agasalhos.

Na época alta de produção fazem entre quinze a vinte capotes por dia. Neste Inverno, a fábrica de José Alpedrinha já confeccionou mais de 700 capotes.

“Já chegámos a ter aqui na empresa setenta trabalhadores. Agora são só sete”, conta à agência Lusa José Alpedrinha, ao mesmo tempo que acrescenta que “o negócio vai bem e não tem sentido a crise”.

Cada capote representa quatro horas de trabalho, só na parte da costura, e o preço não está acessível a todas as bolsas: “os capotes variam entre os 200 e os 300 euros, sendo mais caros os que têm gola de raposa”, justifica.

“O capote vende-se no Alentejo desde o início do século passado. Antigamente era vestido por agricultores e trabalhadores rurais. O capote cinzento escuro era para os senhores das terras - os latifundiários, os castanhos eram típicos dos habitantes do Redondo e Reguengos de Monsaraz e o verde, que é uma cor recente, foi feito a pensar nas senhoras espanholas e nos caçadores”, explicou José Alpedrinha.

Outrora a matéria-prima, o burel, provinha das indústrias de lanifícios da Beira Baixa. “Agora isso acabou. O burel já só é feito em Castanheira de Pêra, única fábrica em Portugal”, conta.

capote alentejano foi deixando as verdejantes planícies alentejanas e instalou-se no guarda-roupa das grandes cidades da Europa e metrópoles mundiais “há capotes feitos por mim em Paris, Londres e até na América, principalmente no Canadá onde faz mais frio”.

Apesar do sucesso do capote alentejano, José Alpedrinha recusa vulgarizar o uso desta peça de vestuário, “gostava que se conservasse selectivo. Não concordo que seja generalizado e que cause impacto pela sua popularidade”.

José Alpedrinha orgulha-se de já ter vestido o capote alentejano a diversas individualidades. “O doutor Mário Soares, Jorge Sampaio, José Saramago, entre muitos outros”.

Orlando Redondeiro tem uma loja em Estremoz (Évora) onde vende este tipo de artigos. O frio rigoroso do passado mês de Dezembro levou à ruptura do stock de capotes que tinha para venda.

“Em poucos dias vendi cerca de cinquenta capotes. Este é um artigo que tem tido muita procura nos últimos anos. Os clientes são da zona de Lisboa e há também muitos espanhóis que vestem os capotes verdes para as montadas que realizam no país vizinho”, diz com satisfação Orlando, que também veste o capote desde os sete anos de idade.

Via ionline



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Quarta-feira, 16.09.09

 

 

image0022Existem coisas, que o ser humano faz, que me deixam sem qualquer outra alternativa se não gritar de indignação, com toda a força dos meus pulmões.

Se eu acho a tourada um espectáculo bárbaro, onde os touros não pediram para ali estar e no entanto, o seu sofrimento é o ponto alto de um espectáculo de massas, imaginem o que eu sinto quando vejo estas imagens num documentário e mais tarde num e-mail que me foi enviado.

Sempre tive em conta que os países nórdicos eram países civilizados e muito racionais. Que evoluíram do Vikings e se tornaram nas civilizações mais pacíficas e organizadas do planeta, mas quando me identificam este local como sendo a Dinamarca, tenho logo que pensar, que algo vai muito podre naquele reino.

image0011Numa determinada altura do ano, o mar,  numa pequena aldeia piscatória na Dinamarca,  mais precisamente na Ilha Faroé, fica vermelho. No entanto não é devido a efeitos especiais, ou a qualquer outro fenómeno climatérico estranho e sem explicação. Deve-se à crueldade com que os seres humanos (supostamente seres racionais e civilizados) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos Golfinhos Calderon, também conhecidos comoGrampus Griseus e Golfinho-de-Risso.  

image0033Isto acontece ano após ano e participam deste massacre, maioritariamente,  jovens homens. Por quê? Porque supostamente, através deste acto irracional, os mancebos demonstram que  atingiram a idade adulta e que não podem mais ser considerados crianças.

 

 

 

A verdade é que todos participam deste triste espectáculo: os que image0066vão lá para assistir; os que vão para matar; os que organizam; os que incitam; nós que nada fazemos para terminar com este bárbaro costume.

O golfinho Calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, aproxima-se do homem, com o exclusivo objectivo de interagir e brincar. Os golfinhos são uma espécie que mesmo em liberdade, tal como os animais domesticados, gostam de brincar e travar amizade com os humanos.  

image01010Mas o que mais me repugna é a forma lenta e cruel com que ele são mortos. A forma como o fazem, não os mata instantaneamente. Estes cetáceos são cortados diversas vezes, com ganchos grossos. Segundo parece, o som que os golfinhos lançam no ar, nesse momento é estridente e, confiando em relatos de pessoas que já observaram tal barbárie, assemelha-se muito ao choro de um recém-nascido. 

image0077O processo repete-se as vezes necessárias e, durante todo esse tempo de tentativas, o golfinho sofre e não existe qualquer tipo de compaixão. Este dócil ser, sangra, lentamente, e sofre com as dores provocadas pelas feridas enormes, até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue.  

No fim da matança, os  Heróis, passam, finalmente, a ser adultos. image0099Homens racionais e prontos para as adversidades do dia a dia, uma vez que a sua maturidade, ficou, inequivocamente comprovada, através desta exaustiva demonstração.

Creio que já existe demasiada violência no Mundo, para que seja necessário continuar a compactuar com este espectáculo triste e deplorável.

Está na hora de fazermos algo, a mais não seja, denunciando este filme de terror a todos aqueles que ainda não tenham conhecimento.

Talvez assim, seja possível criar uma onda de indignação que comova o governo Dinamarquês e o demova de continuar a tolerar image0055este genocídio (sim utilizei a palavra genocídio para a morte de uma espécie animal, porque para mim, todos os que habitam o planeta merecem ser tratados de igual forma: todos merecem respeito, todos merecem viver em paz)

 

 

 

 

 

 

Nota: caso queiram saber as características científicas deste lindo animal, aquiestão:

Nome Cientifico: Grampus griseus

Características: É relativamente fácil identificar golfinhos de Risso no mar, em particular quando são mais velhos. Parece que foram "atacados pela artilharia"., com cicatrizes corporais extensivas causadas pelos dentes de outros golfinhos de Risso e, em menor escala, por confrontações com lulas.

A sua cabeça é arredondada e não possui bico. Este golfinho pode medir entre 3,60 a 4m de comprimento.

O corpo tem tendência  a clarear com a idade, se bem que haja grandes variantes entre indivíduos: os adultos podem ser quase tão brancos como golfinhos-brancos ou tão escuros como baleias-piloto.

À distância, a barbatana dorsal alta pode induzir momentaneamente à confusão com orcas fêmeas ou jovens ou roazes-corvineiros.

O golfinho de Risso tem um sulco frontal no centro da testa, correndo do espiráculo ao "lábio" superior; é visível de perto e é peculiar a esta espécie.

Por vezes vêem-se golfinhos de Risso agrupados com outras espécies de golfinhos e com baleias-piloto.

Barbatana Caudal

Cabeça de Animal Velho

Comportamento: Sabe-se que os animais jovens saltam; os animais mais velhos têm tendência para dar meio-salto, batendo depois com o lado da cabeça na superfície.

Por vezes eleva bem a cabeça para "espiar", ficando as barbatanas peitorais expostas.

Pode dar "batimentos caudais e peitorais" e faz surf nas vagas.

É raro "acompanhar à proa", mas pode nadar ao lado de um navio ou no seu rasto.

É típico mergulhar durante 1 a 2 minutos, depois sobe e respira uma dúzia de vezes com intervalos entre 15 e 20 segundos; pode ficar debaixo de água até 30 minutos.

Barbatana caudal pode aparecer acima da superfície quando mergulha.

Às vezes nada "saltitando".

Pode emergir para respirar num ângulo de 45º.

Quando caçam, os grupos estendem-se por vezes numa longa linha. Alguns são grupos muito tímidos, mas outros deixam-se aproximar.

Distribuição: Bastante abundante, a distribuição é ampla. Prefere as águas profundas do largo, mas pode ser visto perto da costa em volta de ilhas oceânicas e onde haja uma estreita plataforma continental.

Na Grã-Bretanha e Irlanda, maioria dos registos dentro dos 8 km costeiros. Nos EUA, encontrado sobretudo perto do extremo da plataforma.

Presente durante todo o ano na maior parte da área, apesar de poder haver um movimento sazonal costa/largo em algumas áreas.

Encontrado por vezes em regiões mais frias durante os meses de Verão.

Alimentação: cefalópodes, por vezes peixes.

http://www.golfinhos.net/pt/portal/especies/familia-dos-golfinhos/golfinho-de-risso.html

 

Via 30 Dias para

 



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