Sábado, 15.01.11

Estudos sobre o leite materno

 

Quase dez anos depois de a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter declarado que a amamentação em exclusivo até aos seis meses beneficia os bebés, um estudo publicado no British Medical Journal vem dizer o contrário. O grupo de investigadores reconhece os benefícios do leite materno, mas defende que este deve ser completado com outros alimentos.

 

No estudo, a que o PÚBLICO teve acesso, investigadores do Reino Unido, conduzidos por Mary Fewtrell, do Instituto de Saúde Infantil da University College London, fizeram uma revisão da evidência científica que suporta as actuais orientações sobre aleitamento e consideraram que é altura de ponderar os pressupostos. De acordo com as conclusões do grupo, apesar dos benefícios da amamentação, o facto de o bebé só mamar durante seis meses pode não ser do seu pleno interesse no que diz respeito, por exemplo, a introduzir outro tipo de alimentos ou a desenvolver algumas patologias e alergias.

Em 2002, a OMS estabeleceu recomendações mundiais no sentido de os bebés serem exclusivamente alimentados com leite materno durante os seis primeiros meses de vida, podendo a amamentação prolongar-se como complemento até aos dois anos. Muitos países ocidentais não seguiram estas recomendações mas, em 2003, o Reino Unido, de onde são os autores do estudo, adoptou as guidelines da OMS, à semelhança de Portugal. Contudo, Fewtrell e os colegas defendem que a amamentação exclusiva deve ser sim recomendada nos países menos desenvolvidos, onde o acesso a água potável e a alimentos seguros é limitado, representando um risco superior para o bebé de morte ou doença.

A situação portuguesa

Em Portugal, nos últimos anos, a tendência tem sido a de incentivar o aleitamento materno exclusivo. O próprio Plano Nacional de Saúde 2004-2010, que agora termina, definia um período de duração do aleitamento materno como meta prioritária. Também a Direcção-Geral da Saúde (DGS) refere que, “de acordo com as estatísticas disponíveis, à data da alta hospitalar a larga maioria das puérperas e seus recém-nascidos terão como plano alimentar esperado o aleitamento materno exclusivo, o que permite falar numa taxa de 90 por cento de iniciação”. No entanto, a DGS reconhece que “a elevada taxa de aleitamento materno exclusivo à alta parece ter um acentuado declínio logo no primeiro mês de vida para ser inferior a 50 por cento aos três/quatro meses”.

Contactada pelo PÚBLICO, a secretária da mesa do Colégio de Especialidade de Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia da Ordem dos Enfermeiros, Teresa Félix, ressalvou que não conhece o estudo por completo, mas lembra que um único documento não é suficiente para alterar toda a prática que tem sido desenvolvida. Para as mães que estão neste momento a amamentar ou para as futuras mães, refere que “o mais importante é manter a amamentação mesmo que se introduza outro alimento”. De todas as formas, Teresa Félix lembra que “o leite materno é fundamental em termos nutricionais e um alimento que é impossível igualar. É um alimento vivo que muda ao longo do dia e que responde às necessidades do bebé”, pelo que é importante que a mãe tente continuar a extrair o leite mesmo quando regressa ao trabalho.

Também a presidente da Associação Portuguesa dos Nutricionistas, em reacção ao estudo, defende que “é muito difícil deixar de ter por base uma recomendação que vem da OMS”. Sobre o facto de introduzir alimentos mais cedo, Alexandra Bento entende que é necessária mais evidência científica, mas também recorda que “a OMS faz recomendações globais e universais que se aplicam a todos os países” – em referência ao facto de a realidade dos países em desenvolvimento poder estar a influenciar as recomendações, já que nos países desenvolvidos até pela entrada da mulher no mundo do trabalho a amamentação exclusiva é abandonada mais cedo. A nutricionista explica, no entanto, que “o mais importante é impulsionar o aleitamento materno independentemente da altura em que se introduzem alimentos” e pugnar por “uma alimentação diversificada” para toda a família.

Alimentos e não complementos

Sobre os países europeus, os investigadores também salientam que a recomendação da OMS lhes suscita algumas dúvidas, mas sublinham que são a favor da amamentação exclusiva até aos quatro meses e que defendem que deve ser prolongada depois deste período, desde que associada a outros alimentos. E reforçam a palavra alimentos, dizendo que não estão a defender outro tipo de suplementos ou complementos disponibilizados pela indústria do sector. Três dos investigadores fazem mesmo uma declaração de interesses no estudo onde dizem que nos últimos três anos fizeram trabalhos de consultoria ou receberam fundos para trabalhos de empresas ligadas a suplementos alimentares e alimentos para crianças.De acordo com os cientistas, a documentação que suporta a decisão da OMS é anterior a 2000 e diz que os bebés que durante os primeiros seis meses só mamaram tiveram menos infecções e problemas associados ao crescimento. Conclusões que Fewtrell coloca em causa, dizendo que quando o bebé só recebe leite materno apresenta mais riscos de anemia, de doença celíaca, e de alguns tipos de alergia, nomeadamente alimentar. Na Suécia, por exemplo, o adiar da introdução de alimentos sólidos, como glúten, coincidiu com o aumento de casos de doença celíaca e baixou quando a amamentação exclusiva passou a ser recomendada só até aos quatro meses, dizem os cientistas.

Os investigadores temem, ainda, que o uso prolongado do aleitamento exclusivo reduza a janela de oportunidade de introdução de novos sabores da dieta da criança, nomeadamente a adaptação a vegetais – o que pode aumentar o risco de uma dieta desadequada que conduza à obesidade. O grupo recomenda, por isso, ao Reino Unido que reveja as suas orientações sobre esta temática, com base na informação científica que foi produzida ao longo dos últimos dez anos. Mary Fewtrell acredita, contudo, que os efeitos para os bebés no Reino Unido tenham sido residuais, já que a amamentação em exclusivo até esta idade é muito pouco comum no país (um por cento, segundo dados de 2005).

 

Via Público



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Sexta-feira, 05.11.10

Cientistas mais perto de perceber a resistência natural ao VIH

 

O que faz com que em cada mil pessoas infectadas pelo VIH, três a quatro nunca venham a ter sida, mesmo sem tratamento? A chave do mistério pode ser uma pequena proteína do sistema imunitário humano.

 

A maioria das pessoas infectadas pelo vírus da sida, se não for devidamente tratada, desenvolve sida. Mas sabe-se há quase duas décadas que em cerca de um caso em 300, isso não acontece. Mesmo sem tratamento, o sistema imunitário desses “controladores do VIH”(em inglês, HIV controllers) consegue de alguma maneira vencer o vírus, controlando espontaneamente a sua replicação descontrolada nas células do seu corpo.

O que é que distingue os “controladores” da generalidade dos outros seropositivos – dos HIV progressors, cuja infecção pelo VIH leva inexoravelmente, na ausência de medicamentos, à sida declarada? Um artigo hoje publicado no site da revista Science levanta uma ponta do véu , fornecendo talvez um elemento essencial para se conseguir um dia imunizar todos os seres humanos contra a sida.

Reunidos no projecto International HIV Controller Study e liderados por Florencia Pereyra, do Instituto Ragon, nos EUA, mais de 300 cientistas, a trabalhar em mais de 200 instituições no mundo (entre as quais o Hospital de Santa Maria em Lisboa e o Hospital de São João no Porto) compararam os genomas de quase 1000 “controladores” com os de 2600 pessoas sem resistência natural face ao VIH. Estavam à procura de pequenas variações genéticas susceptíveis de explicar a desigualdade dos dois grupos perante a sida.

Para isso, analisaram um milhão de pontos no genoma de cada um e descobriram cerca de 300 locais cujas diferenças pareciam estar estatisticamente associadas à capacidade de controlo do VIH pelo organismo. Todas essas variações encontram-se no cromossoma humano 6, em regiões responsáveis pelo fabrico de proteínas do chamado sistema HLA, fundamental para a luta do organismo contra as doenças. 

A seguir, graças a um processo desenvolvido por dois dos autores, foi possível concluir que as variações em causa afectam cinco componentes de base (ou aminoácidos) de uma proteína chamada HLA-B, essencial à eliminação pelo sistema imuntário das células infectadas por vírus.

Mas precisamente, a HLA-B agarra-se aos fragmentos de proteínas virais presentes nas células infectadas, leva-os até a membrana celular, e deixa-os ali “espetados”, bem visíveis do exterior da célula, como pequenas bandeiras. Assim marcadas, as células infectadas podem ser reconhecidas e atacadas pelas células “assassinas” do sistema imunitário. De facto, todas as variações agora identificadas influem sobre a eficácia com que a HLA-B se liga ao VIH.

“O VIH vai lentamente revelando os seus segredos e este é mais um deles”, diz em comunicado Bruce Walker, do Ragon Institute, co-autor dos resultados. “O facto de sabermos como é gerada uma resposta imunitária eficaz contra o VIH é um passo importante no sentido de conseguirmos induzir essa resposta com uma vacina. Ainda temos um longo caminho pela frente até conseguirmos traduzir este resultado num tratamento para os doentes infectados e numa vacina para impedir a infecção, mas acabámos de dar um importante passo nessa direcção.”

 

Via Ionline



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Sábado, 19.06.10

Os homens e a sintonia mental no sexo

 

"Queríamos descobrir como a experiência subjetiva do desejo sexual em uma pessoa é espelhada pela resposta fisiológica e se existe diferença entre homens e mulheres", afirma a professora de psicologia Meredith Chivers, que participou do estudo.

Os pesquisadores analisaram 134 estudos publicados entre 1969 e 2007, que envolveram mais de 2,5 mil mulheres e 1,9 mil homens e sugerem que "sentimentos de vergonha" poderiam ser uma das causas para a diferença nas mulheres.

Os autores do estudo citam uma série de outras hipóteses para explicar as diferenças. Entre elas, o fato de a anatomia genital feminina ser mais interna, gerando uma resposta ao desejo sexual menos visual.

Outra hipótese levantada pela pesquisa é o "excesso de mensagens culturais negativas relativas aos órgãos genitais femininos e à menstruação, que poderiam se juntar a sentimentos de vergonha ou constrangimento em relação a sensações genitais para as mulheres".

O estudo foi publicado na revista especializada Archives of Sexual Behavior. 
Estímulos 
Os participantes dos estudos foram questionados quanto ao desejo que sentiam durante e depois da exposição a uma série de estímulos sexuais.

A medida subjetiva do desejo foi comparada a respostas fisiológicas como mudanças na ereção, no caso dos homens, e mudanças no fluxo sanguíneo na região genital, no caso das mulheres.

As avaliações subjetivas dos homens combinavam mais com suas medidas fisiológicas em comparação com as mulheres. 
Os pesquisadores canadenses afirmam que, entre os homens, o cérebro e o corpo estavam, quase sempre, de acordo. No entanto, entre as mulheres, foram registradas mais incongruências entre o cérebro e o corpo.

"A compreensão das medidas do desejo é muito importante para avanços práticos e teóricos no estudo da sexualidade humana", avalia Chivers.

"Nossos resultados têm implicações para a avaliação do desejo sexual, a natureza das diferenças de gênero no desejo sexual e modelos de resposta sexual", completa a professora.

 

Via Ultimo segundo



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Domingo, 21.03.10

Os melhores amantes do mundo

 

Se um alemão lhe oferecer flores, pense bem se quer continuar com o romance: é que, segundo uma sondagem do site http://www.onepoll.com/, os alemães são os piores amantes da Europa.

 

O site pediu a mulheres de 20 países para darem a sua pontuação à perícia sexual das várias nações (enfim, presume-se que fosse dos 'nativos' que conheciam por experiência própria...) e os lugares no pódium não se fizeram esperar: a medalha de ouro de piores amantes foi direitinha para os alemães. Causa: cheiram mal. A medalha de prata foi para os ingleses, acusados de serem preguiçosos, e o bronze foi para os suecos, demasiado rápidos a cortar a meta.

 

Ou seja: a moral da história é que, basicamente, para uma mulher o mais  importante nem é que um homem domine todas as posições do kamasutra: essencial mesmo é que seja lavadinho, trabalhador e paciente.  

 

O resto do mundo também não prima pelas artes do amor: os holandeses são muito brutos, os americanos muito dominadores, e os gregos muito sujos. Os escoceses fazem muito barulho, os turcos suam demasiado e os russos são peludos.

 

Mas nem tudo foi um desastre na cama: também há quem saiba o que está a fazer. A medalha de ouro de Melhores Amantes foi para os espanhóis, seguidos pelos brasileiros e pelos italianos: o charme latino, pelos vistos, ainda é o que era, ou então as mulheres andam a ver demasiados filmes com o Antonio Banderas.

 

Conclusão: as mulheres estão mais exigente e já não não aceitam qualquer um na cama. Os homens que comecem a aprender qualquer coisa: ou pelo menos, a tomar banho. Não é pedir muito, pois não?

 

Via Activa



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Quinta-feira, 11.03.10

Homens tem mais tempo de sexo

 

Apesar de as mulheres terem uma esperança média de vida superior, os homens desfrutam do sexodurante mais tempo. A conclusão é de um estudo realizado pela Universidade de Chicago, nos EUA.

De acordo com os resultados, aos 55 anos, um homem tem ainda pela frente mais 15 anos deactividade sexual, enquanto as mulheres apenas terão 11. A diferença poderá estar intimamente relacionada com a esperança média de vida, uma vez que há mais viúvas do que viúvos.
estudo criou mesmo um novo conceito, “esperança de vida sexual” e concluiu que a maior parte das pessoas continuam a ter actividade sexual até aos 70 ou 80 anos. "Os dados mostram ao mundo que as pessoas mais velhas não deixam de fazer sexo só por causa da idade", afirmou Stacy Tessler Lindau, autora da investigação.

O estudo baseia-se em entrevistas a 3 mil adultos norte-americanos entre 25 e 74 anos e outros tantos entre 57 e 86 anos.

Via ionline



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Sexta-feira, 05.03.10

Saber cozinhar aumenta a inteligência

 

Cozinhar fez crescer o cérebro humano pelo menos 20%, durante a evolução do homem, na mesma proporção em que diminuiu o intestino humano. Desde que o Homo erectus deixou de comer os alimentos crus, há 1,8 milhões de anos, a digestão é mais rápida. Em consequência, o intestino foi ficando menor, deixando espaço para que a energia se desenvolvesse noutros órgãos: o cérebro cresceu e a inteligência aumentou. Esta é a conclusão do estudo de vários cientistas de Harvard e Alabama, nos EUA, e de Liverpool no Reino Unido.


De acordo com o estudo, a digestão de alimentos crus é mais lenta. Cozinhar elimina algumas células da comida, permitindo que o estômago faça menos esforço para decompor a comida nos nutrientes de que o nosso corpo precisa. "Libertou-se energia que pôde ser usada para desenvolver a inteligência. Um cérebro maior significa um intestino mais pequeno", revelou Peter Wheeler, professor da Universidade de John Moores, em Liverpool.

Tudo começou com o primata mais antigo conhecido, o australopitecos, que saltou das árvores para a savana africana, introduzindo na sua alimentação animais que lá pastavam. A inclusão da carne, que concentra uma grande quantidade de energia, na dieta dos nossos antepassados e uma eventual queda acidental de um naco no fogo - e consequente conhecimento de que o repasto é delicioso -, foram determinantes na evolução do homem. Resta a pergunta: se nunca tivéssemos cozinhado, seríamos hoje a espécie mais evoluída?

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 05.02.10

Sexo faz bem ao coração

 

O sexo pode ser um bom indicador de saúde, mas não só do relacionamento. Uma pesquisa feita por médicos do New England Research Institutes, garante que as relações sexuais também ajudam a proteger o coração. No levantamento realizado, homens com uma vida sexual menos ativa tinham uma incidência maior de distúrbios como a disfunção erétil, o colesterol alto e hipertensão.

De acordo com a coordenadora do estudo, Susan A. Hall, publicado no American Journal of Cardiology, fazer sexo de duas a três vezes por semana pode ter um efeito protetor para o coração.

Isso porque a atividade é considerada um exercício de intensidade moderada, já que os hormônios liberados após a ejaculação ajudam a equilibrar uma série de funções metabólicas. Para os pesquisadores, homens com mais disposição para o sexo costumam ser menos sedentários e cuidam melhor da saúde.

Via:Nem Lolita nem Balzaquiana



publicado por olhar para o mundo às 19:59 | link do post | comentar

Domingo, 31.01.10

Estudo americano afirma que ter relações sexuais duas vezes por semana ajuda a diminuir a incidência de diabetes e a reduzir a tensão arterial. O estudo, publicado esta semana no "American Journal of Cardiology", garante que o sexo não só faz bem ao relacionamento entre o casal, como também ajuda a proteger o coração. No estudo feito por médicos do New England Research Institute, homens com uma vida sexual menos activa têm uma incidência maior de distúrbios, como a disfunção sexual, o colesterol e a hipertensão.

Segundo a investigadora Susan A. Hall, coordenadora do estudo, fazer sexo de duas a três vezes por semana pode ter um efeito protector para o coração. Para além da prática do sexo poder ser um exercício de intensidade moderada, as hormonas libertadas após a ejaculação, ajudam a equilibrar uma série de funções metabólicas. Segundo os pesquisadores os homens com mais disposição para o sexo costumam ser menos sedentários e cuidarem melhor da saúde.

O estudo demonstra também que homens que fazem sexo em média uma vez por mês têm o dobro dos problemas de saúde daqueles homens que têm relações sexuais mais do que uma vez por semana.

A pesquisa foi realizada em 1165 homens com idade média de 50 anos, sem histórico de doenças do coração, no início do estudo. Os participantes foram acompanhados durante 16 anos.

Via Expresso



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Segunda-feira, 04.01.10

Os homens sabem mais sobre excitação que as mulheres

 

 Ponto para os homens: percebem mais de excitação sexual que as mulheres. Um estudo do departamento de psicologia da Universidade de Queens, em Ontário, Canadá, conclui que a forma como os homens expressam a sua excitação sexual coincide quase sempre com as respostas fisiológicas. 

Num estudo publicado hoje na revista científica "Archives of Sexual Behavior", a equipa de investigação sistematiza as conclusões de 134 estudos sobre sexualidade publicados entre 1969 e 2007. Os estudos envolveram 2500 mulheres e 1900 homens, a quem foi perguntado como se sentiam durante e após diferentes estímulos sexuais. "Quisemos descobrir até que ponto a experiência subjectiva da excitação sexual reflecte as respostas fisiológicas ao nível genital", diz a coordenadora do trabalho, Meredith Chivers. Assim, puderam comparar a informação oral com a variação na erecção no caso dos homens e as mudanças no fluxo sanguíneo genital, no caso das mulheres. Os resultados foram conclusivos: o cérebro e o corpo do homem parecem estar quase sempre de acordo, enquanto nas mulheres a inconsistência é muito mais frequente. 
"Perceber os valores de excitação é um passo em frente para novos estudos teóricos e práticos sobre a sexualidade humana", diz Meredith Chivers. No futuro, as conclusões do trabalho poderão ser utilizadas pela psicologia para estudar melhor a percepção da excitação sexual, mas também para entender, ao nível fisiológico, as diferenças reais entre sexos.

 

Via ionline



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Sexta-feira, 02.10.09

Vacas com nome... dão mais leite

 

 E o IgNobel da Economia vai para a... Islândia. "Demonstrou como é que um banco pequeno depressa se torna num banco grande e vice-versa. E como o fenómeno se aplica a toda a economia." A cerimónia dos prémios menos ortodoxos da ciência aconteceu ontem em Harvard. Dez trabalhos foram reconhecidos com IgNobel da "ciência que faz rir e depois pensar". Por detrás da maioria dos vencedores estão cientistas seniores, com argumentos válidos para temas tão insólitos como "o impacto da relação entre humanos e animais na produção de leite".

Catherine Douglas, 37 anos, IgNobel de Medicina Veterinária: "A nossa investigação descobriu um aumento de 258 litros na produção quando se chama as vacas pelo nome; 609 litros quando são visitadas mais do que é costume e 556 litros quando recebem festinhas ou se fala com elas de forma ternurenta", explica ao i. Miguel Apátiga, 51 anos, leva o IgNobel da Química: transformou tequila em diamantes. Antes já tinha tentado com acetona e etanol. "A bebida mexicana não só se transforma em diamante como tem aplicações mecânicas, ópticas e electrónicas", diz o ajudante Javier Castillo. Daniel Lierbaman, 45 anos, quer dedicar o seu IgNobel da Física a todas as mães, porque descobriu por que razão estas não tombam para a frente quando estão grávidas. "Os hominídeos fêmea desenvolveram mecanismos especiais para estabilizar a coluna durante a gravidez", adianta.

"Na realidade, o nosso trabalho não é divertido." Certo, mas a maioria acredita que rir é uma boa forma de aproximar a ciência das pessoas. Talvez não seja a "melhor", hesita Javier. Mas funciona. A comunidade científica concorda: os prémios são entregues por verdadeiros Nobel.

Via ionline



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