Domingo, 14.11.10

As raparigas e a primeira vez

 

Os rapazes têm mais relações sexuais do que as raparigas, mas elas  protegem-se menos do que eles nos primeiros atos. Uma investigação desenvolvida na Universidade do Arizona mostra que as raparigas pensam menos nos preservativos na hora da primeira relação sexual. Dentro dos vários grupos étnicos, os afro-americanos foram os que se revelaram menos cautelosos.

 

O estudo mostra também que, em relação à década de 70, os jovens iniciam a sua vida sexual mais tarde, mas alerta para a descida da idade com contraem doenças sexualmente transmissíveis.

 

Os resultados desta pesquisa foram apresentados na Reunião Anual de Saúde Pública Americana e revelaram ainda que se registou um aumento de jovens entre 15 e 19 anos que sofrem de doenças sexualmente transmissíveis.

 

A grande conclusão é que os jovens recebem educação sexual acabam por adotar um comportamento mais cauteloso do que aqueles que nunca receberam informação adequada sobre o tema.

 

Via Expresso



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Terça-feira, 07.09.10

O Zomm encontra o seu telemóvel

 

Se tiver perdido o seu telemóvel, o Zomm alerta-o.

O pequeno aparelho, lançado esta segunda-feira, foi anunciado como “a primeira trela invisível para o seu telemóvel” e funciona através de Bluetooth.

O Zomm lança um alerta sonoro e vibra se deixar o telemóvel a mais de 30 metros. Esse alerta pode também avisá-lo se tem chamadas ou mensagens escritas (SMS).
Henry Penix, co-fundador da empresa homónima que lançou o Zomm, explica que “os telemóveis têm tanta informação pessoal e comunicações internas de empresas que para a maioria das pessoas perder o telemóvel é um verdadeiro pesadelo”.
O Zomm permite ainda atender chamadas durante a condução e tem um alarme de pânico que, além de ruidoso para demover um possível atacante, acede ao número de emergência, programável conforme a região, carregando simplesmente num botão
O Zomm vai estar à venda nas lojas Best Buy nos Estados Unidos e custa pouco mais de 62 euros.

 

 

Via ionline



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Sábado, 26.06.10

Agora, é mais um escândalo político-sexual. A candidata a Governadora do Estado norte-americano nega tudo. “Nunca aconteceu. Nunca. Em 13 anos de casamento, sempre fui fiel ao meu marido”.

Reage com acutilância: “Há três meses, eu era a Nikki quem? Mas agora que vou à frente nas sondagens, já estou rodeada de lixo. É o lado repugnante da política. Estão a procurar protagonismo à minha custa”. Nikki Haley foi, entretanto, uma das vencedoras da primeira volta das eleições, na passada terça-feira.

Ora tudo começou quando Will Folks, ex-conselheiro político do Governador demissionário, divulgou que manteve uma relação extraconjugal com Haley “há alguns anos”, através do seu blogue. Para fundamentar a revelação, Folks disponibilizou uma lista de alegadas 700 chamadas telefónicas trocadas entre ambos.

Nikki Haley nega tudo. “Foram contactos estritamente profissionais”, disse.

A trama complicou-se mais ainda quando, na véspera do último debate eleitoral, Larry Marchant, conhecido membro do “lobby” do Estado, decidiu também tornar pública uma “relação física” de uma única noite com a candidata a Governadora.

Nikki Haley nega tudo, uma vez mais. “Os consultores políticos trabalham para quem lhes paga”, disse.

Contando com o apoio do Tea Party de Sarah Palin, na noite eleitoral, Halley ficou a um ponto percentual de evitar a segunda volta, que acontece no final do mês. Reuniu 49% dos votos.

Ironia (ou talvez não), Will Folks e Nikki Haley eram fortes aliados políticos de Mark Sanford, que chorou na televisão nacional ao confessar o adultério.

Caso nenhum dos casos de adultério venha a comprovar-se, Nikki Haley será uma Governadora, de 38 anos, filha de imigrantes indianos, que foram para os EUA à procura do sonho americano.

Na realidade, a candidata chama-se Nimrata Randhawa, nome difícil para vingar numa campanha da Carolina do Sul, onde a campanha política é já agressiva quanto baste por si só.

Colaborou com a mãe numa cadeia de lojas de roupa até envolver-se na política, desde há seis anos. Pelo caminho, casou com um metodista norte-americano, Michael Haley, com quem teve dois filhos, Rena e Nalin.

E agora?

 

Via Jornal de Noticias



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Terça-feira, 30.03.10

 

Metade dos americanos aceitava presidente gay, a outra metade imigrava?

 

 

Metade da população americana diz que apoiaria de bom grado um presidente gay, embora fosse ligeiramente mais a favor de um juiz do Tribunal do Supremo gay, ou um secretário de estado, dizem os resultados de um novo inquérito. A investigação foi encomendada pela revista Vanity Fair e pelo programa 60 minutos, e chegou-se à conclusão que as diferenças entre liberais e conservadores estão cada vez mais profundas. A questão da homossexualidade tem estado em voga nos Estados Unidos, após o Pentágono ter emitido novas regras que dificultam a quitação doserviço militar aos homossexuais. O movimento para revogar a lei, que está em vigor desde 1993,e  tem sido atacado por alguns grupos de direita que dizem que gays no exército podem comprometer a eficácia das unidades operacionais.

 

Via ionline



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Sexta-feira, 26.03.10

sexting

 

No Iowa, Jorge Canal faz parte do registo de criminosos sexuais porque, aos 18 anos, foi condenado por distribuir material obsceno depois de ter enviado, por telemóvel, uma fotografia do seu pénis a uma amiga de 14 anos a pedido dela.

Na Florida, Phillip Alpert, então com 18 anos, foi acusado de distribuir pornografia infantil e colocado no registo de criminosos sexuais porque, depois de uma discussão, enviou por e-mail uma fotografia da sua namorada nua de 16 anos para dezenas de pessoas, incluindo os pais dela.

Na maior parte dos estados, os adolescentes que enviam ou recebem fotografias sexualmente explícitas por telemóvel ou computador - prática conhecida como "sexting" - arriscavam, até agora, ser acusados de posse de pornografia infantil e passarem a constar no registo de criminosos sexuais durante décadas.

Porém, existe o consenso crescente entre advogados e legisladores que as leis da pornografia infantil são um instrumento demasiado inflexível para lidar com uma cibercultura adolescente em que todos os tipos de imagens sexuais circulam em sites como o MySpace ou o Facebook.

No ano passado, Nebrasca, Utah e Vermont alteraram as suas leis de modo a reduzir a punição aos adolescentes que tomem parte em tais actividades e, este ano, segundo o National Council of State Legislatures, outros 14 estados estão a considerar uma legislação que trate os jovens que praticam o sexting de maneira diferente em relação aos pornógrafos e predadores sexuais adultos.

Já este mês, um tribunal federal de apelo reconheceu pela primeira vez, em relação a um caso de sexting, que o promotor de justiça foi longe de mais na sua tentativa de impor padrões morais adultos. O parecer bloqueou a acção de um promotor de justiça que ameaçava acusar de pornografia infantil raparigas por aparecerem escassamente vestidas em fotografias enviadas para os telemóveis de colegas.

"Existe muita confusão sobre como regular telemóveis, sexo e adolescentes de 16 anos", diz Amy Adler, professora de direito na Universidade de Nova Iorque. "Estamos num momento de viragem cultural, não só por causa da tecnologia mas também pelo que está a acontecer em termos da representação da sexualidade adolescente, como podemos ver na série 'Gossip Girl'".

Há o risco real de que fotografias sexualmente explícitas, destinadas a serem partilhadas apenas com um amigo ou parceiro, acabem por ser colocadas na Internet e nas mãos de predadores sexuais.

No ano passado, uma rapariga de 14 anos de New Jersey foi detida e acusada de posse e distribuição de pornografia infantil depois de colocar dezenas de fotografias sexualmente explícitas onde figurava no MySpace.

O mesmo aconteceu com o caso de Canal, julgado no ano passado pelo Supremo Tribunal do Iowa. Canal tinha 18 anos quando enviou a fotografia do seu pénis erecto a uma colega de 14 anos, juntamente com outra foto do seu rosto, com o texto "amo-te" escrito na mensagem. A rapariga, identificada apenas pelas suas iniciais, pensava ter apagado a imagem mas os pais encontraram-na e passaram-na à polícia.

Tais casos, dizem os advogados, não cabem nos contornos das leis de pornografia infantil.

"A lei da pornografia infantil destina-se a proteger as crianças dos pedófilos", afirma Adler. "Embora o sexting seja insensato, não é, na realidade, o que o Supremo Tribunal tinha em mente quando delineou a lei da pornografia infantil. Não faz sentido que, em muitas das situações de sexting, o pornógrafo e a vítima sejam a mesma pessoa."

Numa medida prática, os jovens raramente são, se chegam a ser, detidos ao abrigo da lei da pornografia infantil pela prática do sexting.

Alguns dos 14 estados estão a considerar a criação de legislação que torne o sexting num delito menor, enquanto outros pensam vir a tratar o assunto como o fazem com outros delitos juvenis, como faltar à escola ou fugir de casa.

"Muitas jurisdições estão a criar um delito separado para estas situações", revela Mary Leary, professora de direito na Universidade Católica. "Estão a transferir os casos para o tribunal de família ou juvenil. Quanto mais escolhas estiverem disponíveis ao promotor de justiça, incluindo desviar o caso do sistema juvenil de justiça, melhor."

Ela e muitos outros acreditam que algumas punições criminais deviam ficar-se pelos livros de direito. Há ainda quem seja a favor da descriminalização.

"Na generalidade, isto devia ser uma questão de educação", afirma Witold Walczak, director jurídico da União das Liberdades Civis Americanas da Pensilvânia. "Ninguém contesta que o sexting pode ter consequências muito más, e nenhum pai quer ver o seus filhos a enviar imagens de nus. Mas se existem milhares de miúdos que o fazem, vamos criminalizá-los a todos?"

Uma sondagem recente concluiu que cerca de um em cada cinco adolescentes confessou já ter praticado sexting. Outra sondagem concluiu que quase metade dos rapazes em liceus mistos já viram uma fotografia de uma colega nua.

Existem dois cenários básicos. Num deles, um adolescente partilha uma fotografia de nu, geralmente com o parceiro romântico. No outro cenário, o parceiro ou, mais frequentemente, o ex-parceiro, distribui a imagem.

A nova lei no Nebrasca faz a distinção: não sancionando os jovens com menos de 18 anos que enviam a sua própria fotografia para um destinatário que dê o seu consentimento e que tenha, pelo menos, 15 anos. Por outro lado, um adolescente que passe a fotografia aos amigos pode enfrentar a acusação de pornografia infantil e cinco anos de prisão.

O caso de Tunkhannock, Pensilvânia, que produziu a decisão de dia 17, ilustra quão complicados podem ser estes casos. As fotografias foram descobertas pelas autoridades escolares, que confiscaram os telemóveis dos alunos e entregaram-nos ao promotor de justiça.

Walczak, o advogado das raparigas, planeia interpor um processo em separado acusando a escola de, ao procurar material nos telemóveis confiscados, ter violado a privacidade dos alunos.

O promotor de justiça disse aos pais dos alunos envolvidos - quer os que constavam das imagens quer os que tinham as imagens nos telemóveis - que os seus filhos poderiam ser acusados de pornografia infantil a não ser que participassem num programa pós-escolar.

O programa, dividido por sexo, envolvia testes de droga aleatórios, liberdade condicional e aulas em que as raparigas iriam "adquirir o conhecimento do que significa ser uma rapariga na sociedade actual", onde, entre outras coisas, teriam de escrever composições sobre como o que fizeram estava errado.

Apenas três, entre mais de uma dezena de famílias, recusou juntar-se ao programa - as de duas raparigas, de 12 e 13 anos, que foram fotografadas de soutien numa festa, e de uma terceira rapariga fotografada quando saía do duche com uma toalha enrolada por baixo dos seios. Os pais dizem que as fotos não são pornográficas, uma questão que nenhum tribunal considerou ainda. E não existe qualquer prova de que alguma das três raparigas tenha apoiado ou motivado a circulação das fotografias.

Os pais foram a tribunal, alegando que a acusação iria retaliar devido à recusa em juntarem-se ao programa.

"Necessitamos de leis que lidem com o sexting de uma forma mais holística, baseando-se nos factos de cada situação em particular", considera Weins, que escreveu um artigo sobre o assunto. "E não é assim que deviam funcionar as leis da pornografia infantil."

 

Via ionline



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Terça-feira, 09.02.10

 

A cerveja faz bem aos ossosSegundo um estudo norte-americano publicado pela revista especializada "Journal of the Science of Food and Agriculture", a cerveja é uma fonte importante de silício, componente da dieta que contribui para melhorar a densidade óssea.

O estudo do Departamento de Ciência dos Alimentos da Universidade da Califórnia analisou cem marcas de cervejas comerciais e verificou que elas tinham uma quantidade de silício entre 6,4 miligramas por litro e 56,5 miligramas por litro.

Mas atenção: alguns nutricionistas advertem que os possíveis benefícios da cerveja podem ser cancelados pelo consumo excessivo de álcool, já que a ingestão de mais de duas doses de álcool por dia aumenta o risco de fractura dos ossos.

Segundo os cientistas da Universidade da Califórnia, o silício é encontrado no grão da cevada utilizado para a fabricação do malte da cerveja e também no lúpulo. O estudo indicou que as cervejas com as maiores quantidades de silício são as cervejas de fermentação a temperaturas mais altas claras e as com baixa fermentação ou fermentação a frio. As cervejas escuras e as feitas com trigo têm uma menor quantidade de silício.

Por outro lado, é de salientar que o estudo foi coordenado por Charles Bamforth, professor de ciências da cerveja na Universidade da Califórnia, num posto académico patrocinado pela fabricante de cervejas Anheuser-Busch.

Via Expresso



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Segunda-feira, 20.07.09

Pornografia, Com ou sem preservativo?

 

Na guerra dos preservativos, é agora o juiz quem tem a última palavra. Depois de mais uma actriz americana ter descoberto, no mês passado, estar infectada com o VIH, a indústria pornográfica e as autoridades sanitárias estão de novo em guerra. O motivo: usar ou não usar preservativo durante a rodagem de filmes pornográficos. 


Na sexta-feira, a AIDS Healthcare Foundation (AHF) apresentou queixa no Tribunal Superior de Los Angeles, na Califórnia, que terá agora de tomar uma decisão. A organização pede que seja tornado "obrigatório" o uso de preservativos durante a rodagem de cenas de "sexo duro". 

Em Porn Valley (em português Vale da Pornografia, alcunha do Vale de São Fernando devido à grande concentração de empresas XXX), as últimas semanas trazem à memória os acontecimentos de 2004. Nesse ano, o actor Darren James regressava da rodagem de um filme no Brasil e, imediatamente, entrava numa outra película, já nos EUA. Semanas depois, descobriu estar infectado. Pelo caminho, espalhou o vírus por quatro actrizes. A série de contágios forçou o encerramento da produção durante quatro semanas. O resultado foram milhões de dólares em prejuízos e o pânico semeado na indústria.

O terreno estava perfeito para a entrada em cena das associações religiosas e conservadoras. Estas organizações encheram os ecrãs das televisões e as páginas dos jornais a exigir o fim da indústria. Outras, menos radicais, reclamaram a imposição do uso do preservativo e lançaram a dúvida. É mesmo melhor ao natural? 

A resposta imediata das empresas foi: não. A maioria começou a produzir filmes em que os actores usavam preservativo. Mas, à medida que a memória dos acontecimentos se ia desvanecendo, os preservativos também iam desaparecendo dos cenários. Hoje, cinco anos depois, poucos filmes são feitos nestas condições em Porn Valley. 

A Wicked Pictures é actualmente a única casa que o faz. Fez a opção em 2004 e não se arrepende, apesar de reconhecer o impacto nas vendas. O presidente da empresa, Steve Orenstein, admitiu numa entrevista: "Quando fizemos a mudança, as vendas foram definitivamente afectadas, especialmente na Europa. Hoje, ainda tenho a certeza de que existe um efeito, mas já não é tão significativo."

Agora, a AHF argumenta dizendo que 3800 pessoas foram infectadas com gonorreia, herpes, clamídia e sífilis nos últimos cinco anos. Darren James, o actor que propagou o vírus, diz que 22 actores foram infectados nesse período de tempo. Apesar destes dados, o Departamento de Saúde de Los Angeles diz em comunicado que "continua a apoiar a legislação do estado". 

Na Califórnia, os actores são obrigados a fazer um teste ao VIH todos os meses. Durante esses 30 dias, as actrizes podem ter um parceiro por dia e os homens dois. Esta situação estimula a reclamação da AHF. "Estamos na capital do porno e não há qualquer intenção de tornar os sets de rodagem mais seguros", garante o presidente da organização, Michael Weinstein. "Não queremos censurar nada, apenas garantir que os trabalhadores estão seguros."

A indústria pornográfica tem agora de encontrar uma solução para estes problemas. Enquanto uns defendem testes mais regulares, outros apoiam a obrigatoriedade do preservativo. Esta última medida só têm de ultrapassar um obstáculo: o consumidor.

 

Via ionline



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Domingo, 19.07.09

Nua ou em topless?

 

 "Quer nua ou em topless?", é a primeira pergunta que Wendy Racquet faz aos seus clientes quando efectua limpezas ao domicílio. A norte-americana é empregada doméstica e criou a "Naughty Housemaids", onde faz serviço de limpezas sem roupa.

A norte-americana, com dois filhos, é empregada doméstica há três anos e confessa sempre ter sido "um pouco exibicionista". Os seus clientes é que parecem não se queixar. É que Wendy executa as limpezas com luvas, mas sem peças de roupa no seu corpo.

A empregada doméstica não se importa que os clientes olhem para si enquanto trabalha, desde que não lhe toquem. Wendy é contratada por homens, mas também por casais e mulheres. "Acho que é por ser novidade", afirma ao canal de televisão Fox.

Wendy começa as tarefas pela cozinha, mas o pedido favorito dos clientes é a limpeza da banheira. A empregada cobra os seus serviços por metro quadrado e, antes da crise financeira, limpava seis casas por dia.

Clique aqui para ver a reportagem da Fox News com Wendy Racquet

Via expresso

 

 



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