Segunda-feira, 03.01.11

Conheça os melhores destinos para visitar em 2011

Veja as escolhas que três especialistas em viagens fizeram, a pedido da CNN, quanto aosmelhores destinos a visitar no ano de 2011.

 

 

Robert Reid, editor de viagens do "Lonely Planet ", Pauline Frommer, criadora dos guias de viagem Pauline Frommer , e Martin Rapp, vice-presidente sénior da Altour , foram os três especialistas escolhidos pela CNN para fazerem a lista de melhores destinos para visitar em 2011.

A eleição incidiu sobre os seguintes locais:

1. Nova Iorque. Destino escolhido como número um, valorizado em 2011 pelo facto de assinalarem os 10 anos da tragédia do 11 de setembro. Os especialistas destacam esta data e recomendam a visita ao National September 11 Memorial , para prestar homenagem a todas as vítimas desse acontecimento que marcou o século. Além disso, a visita ao parque High Line, um espaço verde em pleno caos urbano, é o destaque que justifica a escolha desta cidade norte-americana para esta lista.

2. Nova Zelândia. O que torna este destino mais atrativo em 2011 do que em anos anteriores é a realização em diversas cidades do país do Campeonato Mundial de râguebi. Robert Reid, Pauline Frommer e Martin Rapp dizem ainda que Wellington, a capital da Nova Zelândia, é um local muito interessante de conhecer.

3. Amazónia peruana. Embora a associação óbvia quando se fala em Amazónia seja ao Brasil, a parte da floresta que pertence ao Peru tem muito por onde explorar e surge assim em número três na lista de melhores destinos do próximo ano. Sobretudo depois de 2011 ter sido anunciado como o Ano Internacional das Florestas.

Barcelona lidera escolhas europeias

 

4. Barcelona. Primeiro destino europeu a constar na lista. O destaque em Barcelona vai para a visita à Sagrada Família, a catedral católica iniciada por Antoni Gaudi e ainda por terminar, que chama milhares de turistas, sobretudo depois da visita recente do Papa Bento XVI.

5. Noruega. Este é, segundo Robert Reid, Pauline Frommer e Martin Rapp, um destino para pessoas mais radicais. O trio de especialistas destaca as atividades que aí podem ser feitas, como parapente e bungee jumping. Mas se o viajante prefere uma opção mais calma, sugere-se também o aluguer de um barco e ir passear.

6. Albânia. O destaque maior incide numa visita a Gjirokastra, cujo centro historio é Património Mundial da UNESCO. Paisagens bonitas de praia e boa comida são outros aliciantes motivos para uma visita ao país.

7. Japão. Segundo Robert Reid muitas pessoas pensam que visitar o Japão sai muito caro, mas o editor de viagens do "Lonely Planet" garante que não é mais dispendioso do que passar umas férias em Nova Iorque. E 2011 será uma boa escolha porque o Japão está a ser alvo de uma campanha que visa atrair mais turistas, uma vez que os números de visitas ao país nos últimos anos têm ficado aquém do esperado. Sugestão para a contenção de despesas: ficar hospedado num minshuku, casa típica japonesa, o que sai mais barato que ir para um hotel.

8. Guatemala. É um destino cada vez mais escolhido pelos turistas. Sítios deslumbrantes a preços reduzidos são as razões para que tal aconteça. Uma boa alternativa, de acordo com Robert Reid, Pauline Frommer e Martin Rapp.

9. Bulgária. No ano em que se comemora o 20.º aniversário do fim da União Soviética, o interesse pelos países dessa zona é maior. Na Bulgária a escolha é abrangente, dependendo da altura do ano: no verão, as praias ao longo da costa do Mar Negro. No inverno, esqui nas montanhas.

 

Via Expresso



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Sexta-feira, 29.10.10

Pílula dos cinco dias mais eficaz que a do dia seguinte

 

Especialistas comprovam eficácia redobrada do novo contraceptivo de emergência, que pode ser tomado até cinco dias depois da relação desprotegida

 

contraceptivo dos cinco dias, já conhecido como a pílula da semana seguinte, é mais eficaz do que a tradicional pílula do dia seguinte. A garantia é dada pelo presidente do Grupo para o Estudo da Mulher, sedeado em Madrid, que é igualmente chefe do serviço de ginecologia doHospital Geral da Ciudad Real (Espanha).

Segundo Javier Haya, a razão pela qual esta nova pílula é mais eficaz para proteger as mulheres de uma gravidez prende-se com o facto de esta atrasar a ovulação durante mais tempo, oferecendo "uma taxa de eficácia muito alta com cinco dias de margem", pelo que constitui uma boa "ferramenta para evitar gravidezes não desejadas".

O médico é apoiado por outros especialistas e defende ainda que a criação desta nova pílula pode ajudar a uma queda estrondosa das taxas de aborto nos países desenvolvidos.

 

Via ionline



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Terça-feira, 27.07.10

Como responder aos filhos?

 

Há anos, quando era médica residente em pediatria, um adolescente perguntou-me se já tinha fumado erva. Não era uma pergunta amigável, mas antes uma reacção do tipo "ah, sim, isso é o que tu dizes" às minhas questões, como que a avisar-me.

Nenhum doente me perguntou tal coisa em décadas. Mas, recentemente, dei por mim no meio de várias conversas entre pediatras sobre como os pais devem lidar com as perguntas sobre o assunto.Médicos e pais precisam de uma forma de integrar os seus padrões de honestidade com o que sabemos sobre o abuso de drogas - e com investigações que tornam claro que sabemos hoje mais sobre o assunto.

Em particular, os cientistas compreendem melhor a neurobiologia do cérebro adolescente e os riscos de experimentar drogas e álcool na adolescência. Embora pensássemos que o cérebro era relativamente maduro aos 16/18 anos, na realidade continua a desenvolver-se até aos 25. O que se desenvolve cedo é a área de procura do prazer, o núcleo acumbente. As regiões que auxiliam o raciocínio abstracto, a tomada de decisões e a capacidade de julgamento estão ainda a amadurecer e, logo, com menos inclinação para inibir a procura de prazer. Pelo que as drogas e o álcool podem, de facto, levar a alterações permanentes no cérebro - em particular, dizem especialistas, uma maior propensão para a dependência em adulto. No entanto, dar conselhos a jovens nunca foi fácil, e quando a história dos pais vem à baila, fica ainda mais complicado.

Há uma questão moral para os adultos que se orgulham da honestidade e abertura. Há o medo de que, mesmo se explicarmos cuidadosamente a lição da nossa história, possamos estar a oferecer ao nosso filho uma lição implícita acerca da falta de consequências, uma espécie de parábola de eu fiz isso e estou bem. "O problema vem sempre à baila quando dou conselhos aos pais", diz Sharon Levy, directora do programa de abuso adolescente de substâncias no Children's Hospital Boston. "Eles dizem 'bem, o que lhe devo dizer - ou não?'" A investigação é limitada. Mas há provas que sugerem que quando os pais prestam mais informação e dão melhores conselhos desde cedo, o risco de abuso é menor. E um estudo de 2009 do centro Hazelden para o tratamento da dependência, concluiu que muitos adolescentes apontavam a honestidade dos pais acerca do álcool como influência positiva.

É claro que todos os pais, crianças e todas as situações são diferentes, e não existe uma regra que diz que pais e médicos devem revelar qualquer informação particular sobre o seu consumo de álcool e drogas, passadas ou actuais. Em vez disso, é importante perceber "porque é que perguntas? O que se passa contigo?", diz Janet F. Williams, professora de pediatria no Health Center da Universidade do Texas, e directora do comité para o abuso de substâncias da Academia de Pediatria. "O que nós pensamos que eles querem saber pode não ser aquilo que eles estão a perguntar", afirma. E, tal como sucede com outras conversas, tenha em conta o estado de desenvolvimento da criança; a resposta a uma criança de 12 anos ou a quem tem 22 anos é dada em termos e detalhes diferentes.

Porém, a maioria dos especialistas concorda que quando uma criança faz uma pergunta, o melhor é não mentir. "Diga sem glorificar", aconselha Levy, "e se acha que cometeu um erro, diga isso." Na realidade, uma criança que faz esta pergunta pode ter pensado muito em como e quando puxar do assunto. Trate a questão com respeito, utilize-a para fazer a conversa fluir. Pode não ser uma questão que queira ver levantada mas é uma conversa que, como pai, deve encorajar. (Sites úteis:teens.drugabuse.gov - informação para adolescentes; eteen-safe.org - conselhos sobre como falar com adolescentes.)

Então e o pesadelo familiar de todos os pais: o adolescente zangado que reage à disciplina ou à reprovação virando a conversa com uma acusação sobre as transgressões dos pais? Deborah Simkin, psiquiatra que faz a ligação ao comité Williams da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente, faz a analogia com um alcoólico que resiste ao tratamento tentando trazer à baila os problemas dos outros. "O miúdo está a tentar desviar a atenção da intervenção oportuna por parte dos pais", diz. Em tais casos, a resposta dos pais deve ser clara: "Vamos discutir o que tu fizeste." 

O que queremos fazer como pais é transmitir sabedoria - mesmo que a tenhamos adquirido da maneira mais dura - sem que os filhos tenham de correr riscos. "Conduziu sem cinto de segurança e não morreu num acidente. Isso significa que quer que o seu filho conduza sem cinto?", pergunta Levy. Ou como diz Williams: "Se a forma como a questão é apresentada é 'Isto é arriscado e espero que não tenhas de colocar a mão no lume para descobrir que te podes queimar', eles não têm de tomar o mesmo risco." Por fim, depois de todos os cuidados e ansiedades, é essencial voltar ao lado positivo - "lembre-se sempre de reparar no que há de bom no seu filho", aconselha Williams. 

Afinal de contas, a mensagem mais importante não é sobre os erros que podem fazer descarrilar mas sim sobre o prazer de encontrar o próprio caminho. Diga ao seu filho, nas palavras de Simkin, que "preferiria que te dedicasses a descobrir a tua paixão, descobrir o que queres fazer na vida" - e celebrar esse potencial. E, por isso, diz Williams, "gostaria que tivessem todas as células cerebrais a que têm direito."

 

Via Ionline



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Terça-feira, 13.10.09

Existem 5 sexos?

 

 O caso da atleta Caster Semenya, cuja condição sexual está a ser estudada, relançou a discussão sobre a dicotomia homem/mulher mas, afinal, há quem defenda que os géneros sexuais não são dois mas três, cinco ou até mais.

"Existem várias teorias mas a mais marcante e a que mais se aproxima da realidade prática e clínica é a que contrapõe aos dois géneros clássicos - masculino e feminino - a existência de mais três, o pseudo-hermafroditismo masculino, o pseudo-hermafroditismo feminino e o hermafroditismo verdadeiro, num total de cinco", declarou o urologista Nuno Monteiro Pereira.

O também director da Clínica do Homem e da Mulher, em Lisboa, explicou as diferenças de forma simplificada: "Os pseudo-hermafroditas masculinos têm sempre testículos mas o aspecto do corpo pode não ser masculino e os pseudo-hermafroditas femininos têm sempre ovários, embora o seu corpo possa não parecer feminino. Quanto aos hermafrodistas verdadeiros possuem, em simultâneo, ovários e testículos".

Portanto, "a classificação dos cinco sexos baseia-se, claramente, na presença ou ausência de testículos", ainda que a gónada primordial seja sempre a feminina - "se houver cromossomas Y, ela transforma-se em testículo, se não houver, será sempre ovário", esclareceu.

Ainda segundo Nuno Monteiro Pereira, na evolução das espécies, o sexo feminino foi o primeiro a aparecer, "o masculino só surgiu cerca de meio milhão de anos depois".

Ou seja, "Eva antecedeu Adão e a prova é que, ainda hoje, temos espécies onde só existem seres femininos mas não temos qualquer espécie apenas com seres masculinos", exemplificou.

Em relação à atleta sul-africana que correu nos mundiais de atletismo de Berlim, Nuno Pereira acredita que se trata de uma situação de pseudo-hermafroditismo masculino, possivelmente devido a uma deficiência enzimática.

"Num corpo ambíguo - em que a ausência de um pénis foi o factor decisivo que marcou, à nascença, a classificação como 'menina' e não 'menino' - a presença escondida de testículos interiores justifica a elevada produção de testosterona, factor que permite elevadas performances atléticas", esclareceu.

Segundo o director do mestrado transdisciplinar de Sexologia na Universidade Lusófona, "os hermafroditas verdadeiros são muito raros e têm, quase sempre, um aspecto masculino, embora se lhes desenvolvam as glândulas mamárias na adolescência", sendo geralmente isso que chama a atenção, "pois a pessoa tem pénis e nada levava a desconfiar da sua condição". "Só conheço a existência, descrita, de um caso de hermafroditismo verdadeiro em Portugal, embora talvez haja um segundo, do princípio do século XX, que carece de confirmação", revelou o urologista.

Nuno Monteiro Pereira alertou ainda que, nesta matéria, é mais correcto falar de intersexo - designação que refere a coexistência, no mesmo indivíduo, de elementos anatómicos característicos dos sexos masculino e feminino - do que de ambiguidade sexual, "pois há muitas situações em que a ambiguidade não se verifica".

"É o caso do pseudo-hermafroditismo masculino por insensibilidade androgénica - conhecido por síndrome dos testículos feminizantes - em que não há receptores para a [hormona] dihidrotestosterona, pelo que existe uma mulher com um corpo muito feminino mas com testículos e cromossomas masculinos", exemplificou.

A hipótese dos cinco sexos - avançada no estudo "The Five Sexes (Os Cinco Sexos)", publicado em 1993 na revista The Sciences pela norte-americana Anne Fausto-Sterling, docente de Biologia e Estudos de Género na Universidade de Brown, em Rhode Island - não gera, porém, consenso.

Para o psiquiatra e sexólogo Francisco Allen Gomes, não existem cinco sexos, nem sequer três, outra das hipóteses colocadas.

"Não há três sexos, o terceiro sexo é uma hipótese literária com origem no "Middlesex", do norte-americano Jeffrey Eugenides, que ganhou um prémio de romance, não de investigação", clarificou logo no início da entrevista, referindo-se ao facto de o livro - cuja versão portuguesa, editada em 2004 pela Dom Quixote, mantém o título original - ter sido galardoado com um Prémio Pulitzer na categoria de ficção.

Para o ex-chefe de serviço de Psiquiatria dos Hospitais da Universidade de Coimbra, "não podemos falar num terceiro sexo, porque esse teria de ter características que não tem, nem em quatro, nem em cinco" mas antes em "estados intersexos ou perturbações do desenvolvimento sexual, que têm várias características, diferentes umas das outras, e apresentam uma grande variabilidade de expressão".

O autor de "Paixão, Amor e Sexo" defende que "não se pode dizer com segurança que as manifestações sejam meramente biológicas pois há também um contexto social envolvente", cuja influência pode ser determinante.

"Podemos ter uma pessoa com o cromossoma 46, XX, com uma hiperprodução de testosterona na altura do nascimento e um aspecto feminino virilizado que segue uma via de desenvolvimento masculino e ter outra pessoa exactamente na mesma situação que segue a via de desenvolvimento feminino", afirmou.

"E uma pessoa pode ser XY e ter uma identidade feminina. Por isso é que não é fácil estar a fazer dicotomias. A pessoa é, antes de mais, aquilo que se sente em termos de género", realçou o presidente da assembleia-geral da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica.

Assim, "o que pode ser dito com clareza é que existe um sexo feminino, um sexo masculino e, depois, estados intersexuais com grandes variações e com consequências muito diferentes de pessoa para pessoa".

Francisco Allen Gomes e Nuno Monteiro Pereira concordam, porém, num aspecto - para ambos está excluída a existência de um "sexo nulo".

Para Nuno Pereira, "um chamado 'sexo zero', em rigor, não existe" e para Allen Gomes "o sexo nulo é uma coisa sem cabimento, pois não existem pessoas assexuadas".

O antigo responsável pela consulta de Sexologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra reforçou mesmo: "As pessoas podem não ter actividade sexual mas têm uma identidade sexual. Neste campo, não há pessoas neutras".

Via ionline

 



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