Sábado, 31.10.09

Igreja substitui Halloween por Holywins

 

 

 Para o Vaticano o Halloween é uma festa anticristã. Mas, por cá a Igreja não vai tão longe e prefere manter-se fora da polémica em relação a esta festa importada dos EUA. "É uma celebração profana que não tem nada a ver com a Igreja", defende o secretário da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), Manuel Morujão.

Um artigo publicado no L'Osservatore Romano, jornal oficial do Vaticano, descreve o Dia das Bruxas, como uma festa que "tem um pano de fundo de ocultismo e é absolutamente anticristã". No entanto, também apresenta alternativas: as Holywins - que brinca com as palavras "Santo" e "Vencer" - lançadas pela diocese de Paris para juntar os jovens e crianças na noite de 31 de Outubro.

Estas reuniões da comunidade católica são já comuns em França, Espanha e no Chile. Por cá ainda desconhecidas e até Manuel Morujão revela que não sabia da sua existência.

O Vaticano aponta as Holywins como celebrações que "permitem à comunidade católica dispor de uma alternativa para testemunhar a fé e a esperança cristã diante da morte", segundo pode ler-se no artigo do diário católico. Aqui os jovens são alvo de uma campanha de sensibilização para evitar que se juntem à celebração do Dia das Bruxas.

Apesar da oposição oficial do Vaticano, Manuel Morujão conta que os padres americanos que conheceu sempre se referiram a esta festa como um "um divertimento sem conotação anti-religiosa". E acrescenta que em Portugal é um pouco isso que se passa.

"Por cá parece-me que o Halloween está ligado a brincadeiras inocentes das crianças que se divertem com o misterioso e o lado oculto das bruxas. Tudo sem conotações negativas", avalia o secretário da CEP.

O religioso entende até que por ser uma festa em que o principal objectivo é o divertimento inocente, não há motivos para condenações. Até porque "o divertimento é um valor cristão".

O padre também considera normal a importação destes festejos que têm um maior significado nos Estados Unidos, e chegaram a Portugal muito por culpa do cinema. "Vivemos num mundo da globalização e a cultura um dos elementos que acabam por ser copiados. É uma situação natural", diz Manuel Morujão.

Por cá, a noite de hoje vai ser dominada por bruxas, caveiras, abóboras e festas alusivas à Noite das Bruxas, que antecede o Dia de Todos os Santos.

 

Via DN



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Segunda-feira, 07.09.09

Angelina Jolie Nua

 

 Primeiro foi o beijo na boca numa mulher. Agora aparece como chegou ao mundo. Assim está Jolie em “Gio”  

Depois da imagem do beijo na boca entre Angelina Jolie e Elizabeth Mitchell,  Juliet de "Lost", mais cenas do filme "Gia" apareceram na interpreta.

 Nas fotos publicadas pelo tabloide inglês "The Sun" Angelina aparece nua, no papel de uma modelo que contraiu sida ao usar uma seringa com sangue contaminado, tendo morrido aos 26 anos, em 1986. O filme foi censurado em 1998 e, só agora está a ser exibido.

 

Via DN



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Topless com menos adeptas em portugal

 

 O direito ao tronco nu em locais públicos foi exigido recentemente por mulheres norte-americanas, devidamente despidas. Em Portugal, não há estudos nem polémicas e não há queixas. Mas nas praias há quem note menos adeptas do topless.

Enquanto o nudismo tem enquadramento legal nas praias portuguesas, o tronco nu das mulheres só tem consequências quando há queixas.

A Polícia Marítima (PM) explica que só intervém se existir uma queixa "alegando que a pessoa praticante de topless assume uma atitude de carácter exibicionista perante o queixoso".

 "No entanto, a prática de topless está de tal forma generalizada nas praias que não há registos [recentes] de queixas apresentadas em seu resultado", acrescenta a PM.

Para a socióloga Ana Cristina Santos, o vazio legal é "elucidativo e ilustra a falta de centralidade do tema, que não é considerado problemático".

Mas em alguns países gera controvérsia. No início do mês, a BBC noticiou reacções de feministas à proibição de topless nas praias artificiais de Paris.

O grupo Les Tumultueuses (As tumultuosas) distribuiu panfletos em manifestações com o slogan "Meu corpo, se eu quiser, quando eu quiser, assim como é".

A jornalista Regan Kramer, do grupo Les Chiennes de Garde (Cadelas de Guarda), considera que o topless está "demodé" devido às preocupações com a exposição ao sol, porque a sida foi um "balde de água fria na revolução sexual em geral" e porque a publicidade explora o "porno-chic".

"Fazer topless gradualmente tornou-se numa obrigação e, no fim, a perspectiva feminista passou de festejar uma liberdade recém-adquirida a rejeitar a pressão sem fim de exibir o 'corpo perfeito'", analisa.

O recente inquérito Les femmes et la nudité (as mulheres e a nudez), feito a mil francesas, referia que 31 por cento das mulheres entre os 18 e os 35 diziam-se desconfortáveis ao ver topless na praia e 20 por cento das mulheres com mais de 35 anos eram da mesma opinião.

Um dos autores do estudo lembrava, por outro lado, que as mulheres com mais de 50 anos são de uma geração que "favorece um liberalismo cultural".

Ana Cristina Santos lembra que em Portugal é "muito recente o debate da cidadania sexual, reprodutiva e íntima" mas o topless nunca foi um tema controverso e há uma "naturalização da prática".

Raquel, 35 anos, é filha de pais naturistas e mãe de duas filhas que usam todas as partes do fato de banho. Mas ela é adepta do topless "desde sempre".

Amamentar durante dois anos alterou-lhe o corpo, mas a certeza de que se sente bem fê-la continuar, ao contrário das amigas, que já não o praticam. "Sinto-me bem e se tenho as mamas descaídas, azar", diz, pragmática.

Dois nomes portugueses surgem numa petição do movimento sueco Bara Brost (Peitos à mostra), que tal como o movimento norte-americano Go Topless, defende o direito ao tronco nu feminino em locais públicos, do qual já usufruem os homens.

Uma das signatárias, Cláudia Borralho, 29 anos, explica que o movimento surgiu após a expulsão de uma piscina de duas raparigas que faziam topless.

"Os seios femininos são imediatamente associados à sexualidade. As mulheres que criaram esse movimento sabem que o direito a expor livremente as partes do corpo que os homens expõem são parte da conquista pela igualdade de género. A provocação está nos olhos de quem as observa como provocadoras e isso sim é perverso", argumenta.

Esta professora nota que, "estranhamente, as gerações mais novas têm aderido pouco ao topless" e entre o seu círculo de amigas "contam-se pelos dedos as que o fazem".

"A geração da minha mãe e da minha tia parece bem mais descomplexada no que toca aos limites da nudez e creio que este retrocesso não sucede só em Portugal", acredita.

 

Via DN

 



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Domingo, 19.07.09

Bermeja, a ilha perdida

 

Bermeja é nome de mistério. Durante séculos, a palavra apareceu escrita nos mapas e cartas de navegação do golfo do México junto a uma ilha pequena, estreita e comprida, ao largo de Yucatán. Mas desde há 12 anos ninguém a consegue encontrar.

Uma expedição científica da Universidade Nacional Autónoma do México passou semanas a vasculhar o mar onde, no início do século XVI, foi avistado um rochedo cor de fogo, ao qual puseram o nome de Vermeja (Vermelha).

Os técnicos mexicanos usaram aviões e navios com sondas para fotografar o fundo do mar a uma profundidade de mais de 1500 metros, mas o seu veredicto foi inquietante: não há nenhuma ilha ou vestígios dela nos 223 quilómetros quadrados da área analisada. E não parece ter existido alguma nos últimos de cinco mil e trezentos anos.

O mistério, por si, bastaria para fazer crescer a curiosidade. Mas, para o Governo mexicano, aquela ilha desaparecida tem um valor mais palpável. Bermeja permitiria ao México reclamar a soberania sobre mais 30 milhas (55 quilómetros) de mar e ficar, quase em exclusivo, com os direitos de exploração dos Hoyos de Dona, uma das reservas de petróleo mais importantes do mundo.

Em Junho de 2000, México e EUA assinaram um tratado em que se comprometiam a manter fechada a torneira do ouro negro naquela zona que é alvo de diferendo entre os dois países. Mas essa moratória termina em 2010. Sem a ilha Bermeja, o último posto de fronteira do México são as ilhas de Alacranes, e os Hoyos de Dona, onde estarão 22,5 mil milhões de barris de crude por retirar, ficam sob a bandeira americana.

As teorias da conspiração sobre o desaparecimento da ilha não tardaram a surgir. Há quem diga que os EUA fizeram Bermeja desaparecer da Terra para depois a apagarem do mapa. A seu favor usam o argumento de que a ilha aparece em relatórios da poderosa agência secreta americana (CIA), em pleno século XX.

A expedição científica à ilha desaparecida foi ordenada em Março - 12 anos depois de uma primeira tentativa - pela própria Câmara dos Deputados do México depois de ouvir uma comissão de especialistas dizer que há muitos documentos históricos a provar a sua existência.

Recuando no tempo, Bermeja foi pela primeira vez referida na carta "El Yucatán e islas adyacentes, Islario general de todas las islas del mundo", de Alonso de Santa Cruz, impressa em Madrid, no ano de 1539, quase meio século depois de Cristóvão Colombo ter descoberto a América.

No ano seguinte, Alonso Chaves fez a primeira referência explícita à ilha em Espejo de Navegantes: "Bermeja, ilha ao largo de Yucatán está a 23 graus (de latitute norte). Dista 14 léguas a noroeste do cabo de San Antón e 55 léguas das Alacranes. Dista 118 léguas a nordeste de Villa Rica. É uma ilha pequena que de longe parece vermelha."

Nos séculos seguintes, Bermeja continuou a ser desenhada em mapas franceses, holandeses e ingleses elaborados pelos melhores cartógrafos da época. Mas, a partir de metade de oitocentos, deixam de ser feitas referências directas à sua existência. Curiosamente, foi também nessa altura que se começou a falar na exploração de hidrocarbonetos.

De acordo com o historiador Michel Antochiw Kolpa, em 1844, cartas inglesas falam no afundamento de uma ilha naquela zona. Bermeja teria sido engolida durante um processo geológico que alterou o fundo do mar.

Antes da expedição havia no México quem argumentasse que a ilha foi coberta pelo mar. Não como na célebre história ou mito da Atlântida, arrasada por uma onda gigante, mas pela subida do nível das águas causada pelo aquecimento do planeta.

No entanto, a explicação mais verosímil, segundo os técnicos da Universidade Nacional Autónoma do México, é que a ilha exista realmente, mas as coordenadas 22º 33' de latitude norte e 91º 22' de longitude oeste estejam erradas.

Enquanto dura o mistério, o popular Google Earth mantém sobre o lugar onde deveria estar a ilha um ponto de interrogação e a dúvida: "Ilha perdida?"

 

Via DN



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Quarta-feira, 20.05.09

É um miúdo de seis anos. Foi abandonado no centro de Córdova, uma das principais cidades espanholas, e aparentemente os pais não querem saber nada dele. Passaram duas semanas e ninguém procurou o miúdo, que foi aparentemente abandonado no domicílio familiar, o que preocupa as autoridades da Junta da Andaluzia. O caso chegou à imprensa espanhola, que cita a delegada governamental do Bem-Estar Social de Córdova, Silvia Cañero, garantindo que a criança - cuja identidade não foi divulgada - se encontra em "perfeitas condições de saúde".

É uma situação inédita, de resolução difícil: os pais do rapaz terão fugido de casa, situada na Calle Fernando IV, deixando-o para trás. Não deram qualquer sinal desde então nem nenhum outro familiar, directo ou indirecto, se lembrou até agora de procurar a criança, que deve ser entregue à Comissão de Menores. A partir do momento em que ingressar nesta instituição oficial, será aberto um prazo de três meses durante o qual os pais podem reclamar a criança. Se isso não suceder, o rapaz permanecerá sob a tutela da Comissão de Menores assim que um juiz decretar o "desamparo provisório".

 

O caso foi denunciado às autoridades de Córdova por um vizinho que se apercebeu do insólito abandono da criança.

 

Via DN

 

Sem comentários 



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Segunda-feira, 18.05.09

Obrigar os políticos a entenderem-se e acabar com a desordem nas instituições do Quénia: este era o objectivo do G10, um “consórcio” de grupos de mulheres, quando decidiu fazer greve de sexo. Mas o boicote valeu às activistas um processo em tribunal, apresentado por um homem que se diz prejudicado pela abstinência da mulher.

 

James Kimondo apresentou uma queixa no Supremo Tribunal de Nairobi, alegando que a esposa recusou honrar as suas obrigações conjugais, na sequência do boicote convocado pelo G10. E, como consequência da falta de sexo, Kimondo sofreu de “ansiedade e várias noites de insónia”, conta o “The Times”.

 

“Sofri de angústia mental, stress, dores nas costas e falta de concentração”, argumenta o queixoso, que diz ter tido um casamento feliz até 29 de Abril, dia em que a plataforma de grupos activistas de mulheres convocou sete dias de abstinência sexual, defendendo que os homens não têm tempo para relações carnais enquanto o país se desintegra em problemas políticos e económicos.

No ano passado, o Presidente Mwai Kibaki e o líder da oposição, Raila Odinga, tiveram de formar um governo conjunto, após eleições, em 2007, muito contestadas pela oposição, por alegada fraude a favor do partido do Presidente, e confrontos violentos que causaram 1500 mortos. Mas este governo não funcionou, devido à rivalidade entre políticos, e as mulheres quenianas decidiram agir, apelando à greve de sexo.

 

 

Via DN



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Sexta-feira, 15.05.09

 Directora de um colégio para deficientes de Lisboa foi acusada de cinco crimes de maus tratos pelo Ministério Público. Nas buscas, as autoridades encontraram alunos sozinhos, a quem não era dado banho, amarrados e malnutridos.

Débora, 24 anos, frequentou o Colégio Décroly, em Lisboa, até Julho do ano passado. Sofre de tetraparésia espástica, a entubação é a única forma de se alimentar. Tinha direito a tratamento especial, mas o que a justiça foi encontrar naquele colégio foi precisamente o contrário: Débora passava grande parte dos dias "depositada numa sala". O colégio também não lhe assegurou um direito básico, a higiene, "designadamente banho diário ou higiene oral", diz o Ministério Público (MP) na acusação à directora do colégio, Cristina Parente, imputando-lhe a prática de cinco crimes de maus tratos a pessoa deficiente.

Além de Débora, os crimes atribuídos a Cristina Parente, que não quis prestar qualquer declaração ao DN, dizem ainda respeito a mais quatro deficientes que estavam à guarda do colégio, uma instituição, aliás, vocacionada para o internamento de jovens deficientes. Mas o que a investigação encontrou foi outra realidade.

André esteve no Décroly de 2006 até Julho de 2008, quando foi retirado por iniciativa do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa. Tinha uma deficiência cognitiva profunda e tetraparésia espástica. Deveria passar os dias bem instalado, com acompanhamento de técnicos que com ele pudessem fazer pequenos exercícios.

Mas, segundo a acusação do MP, os dias de André eram passados "deitado num, puff, numa sala de actividades com 24 m2", suportando "o cheiro nauseabundo decorrente das mudanças de fraldas suas e das outras crianças". A falta de assistência a André foi notada numa busca realizada pelas autoridades a 22 de Fevereiro de 2008. André estava no puff, "pálido, muito magro com sinais de subnutrição, sem a higiene pessoal necessária realizada". A falta de assistência foi de tal forma, que o jovem tinha uma crosta negra de ferida numa nádega. Morreu em Outubro de 2008.

André e Débora são duas das cinco pessoas que o DIAP de Lisboa identificou como vítimas de maus tratos. Na já referida busca de 22 de Fevereiro, os polícias filmaram o interior do colégio, captando imagens dos doentes confinados a uma sala, alguns dos quais "com ausência de movimentos, mal posicionados, deitados em colchões ao nível do chão". Outros "eram imobilizados nas cadeiras de rodas com fitas de estores, fitas de tecido de algodão ou collants de lã". E também havia quem usasse fraldas descartáveis como babete.

Todas estas situações são descritas no despacho de acusação a Cristina Parente. Para quem o Ministério Público não poupou críticas, afirmando que as "condições" em que os doentes se encontravam "eram e são causa directa e necessária de incómodos, desconforto, mal-estar, dores, lesões no corpo e sofrimento intoleráveis".

Para o procurador do DIAP, a directora do colégio Décroly "comprometeu a dignidade pessoal e desenvolvimento possível" das "capacidades físicas e psíquicas" dos doentes.

 

Via Diario de Noticias

 

Quando achamos que vivemos num país do primeiro mundo.. descobrimos que afinal, ainda vivemos na idade média..... incrivel



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Quarta-feira, 29.04.09

 

"Em 1988 recebi um herança do meu pai. Podia comprar uma casa, um carro, uma viagem... ou fazer uma cirurgia plástica. Escolhi a última opção e ganhei tudo o resto." Quem fala assim, é uma viciada confessa: Cindy Jackson já fez 47 operações do género. Ontem esteve no Porto, a falar de um vício que especialistas em plásticas, ouvidos pelo DN, não consideram normal.

 

Cindy Jackson, nascida nos EUA, em 1955 (mas com o ar de um trintona), foi uma das oradoras do segundo e último dia do VI Congresso Internacional do Espaço T, subordinado ao tema "O desejo". Com o sonho de " se parecer como Brigitte Bardot", a escritora, cantora e dona de uma gama de produtos cosméticos tem feito cirurgias um pouco por todo o corpo (das pernas aos cabelos, passando por glúteos, seios ou nariz... três vezes). "Há vinte anos, quando comecei, diziam-me que ia ficar horrível passados vinte anos. Continuo na mesma e estarei igual em 2029", afirmou Jackson, apregoando o seu estilo de vida e a "procura da beleza".

 

Mas a verdade é que o caso de Cindy - registado no Livro dos Recordes como a pessoa que fez mais cirurgias plásticas no Mundo - é encarado por Biscaia Fraga e Victor Fernandes, especialistas na matéria, com um misto de surpresa e reprovação. "Ela fez 47 operações? Meu Deus, isso não é normal", reagiu Biscaia Fraga, assegurando que tal caso não tem paralelo em Portugal. "No limite, há estrelas do espectáculo que fizeram cerca de 10."

 

O mesmo número é apontado por Victor Fernandes, também cirurgião plástico. "A atitude dessa senhora é um bocado estranha. Três ou quatro operações, quando muito, é o normal", explica, admitindo conhecer celebridades que também passaram a dezena.

 

Fernandes, assim como António Reis Marques, psiquiatra, recusam falar de "dependência ou viciação" em operações, mas admitem que há pessoas com baixa auto-estima que as procuram em excesso. "Aí terão de encontrar um cirurgião plástico com bom-senso, que lhe explique que elas não são solução" aponta Reis Marques.

 

Biscaia Fraga mostra preocupação com "miúdas de 21 anos", que conhece, "que já vão na terceira operação". "É exagerado", admite. Mas quais são as cirurgias mais solicitadas? Biscaia Fraga responde: "Lipoescultura (extracção de gordura), mamoplastia de crescimento e aumento de glúteos, nas mais jovens, e eliminação de rugas na face e pescoço, nas mais velhas". Cindy Jackson já fez todas. 

 

Via DN

 

Alguém explique a esta senhora que não e assim que se ganha auto estima

 



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Sábado, 18.04.09
Menina terá sido forçada a ter relações sexuais com o jovem de 18 anos com quem casou pela "lei" cigana. PJ realça que denúncia partiu de família da etnia. Quatro pessoas foram presas.
 
O casamento previamente combinado entre duas famílias de etnia cigana foi o mote para o rapto de uma menor de 11 anos, em Santa Maria da Feira, que esteve sequestrada durante três dias na zona de Montemor-o-Velho. A menina encontrava-se à guarda de um casal de acolhimento, de onde foi raptada no Domingo de Páscoa. Até ser resgatada pela Polícia Judiciária (PJ) do Porto, a menina terá mesmo sido violada pelo jovem de 18 anos com quem foi forçada a casar à luz da tradição da comunidade.
O rapto foi imediatamente comunicado às autoridades policiais pelos legais tutores da menina, também eles seus familiares. A Polícia Judiciária destaca a importância da denúncia deste caso, especialmente porque "não é normal" que esta tenha origem em familiares da mesma etnia, que tendem a respeitar a tradição.
Um "sinal de avanço" que aponta para "a alteração de comportamentos" que são prática corrente, ainda hoje, entre os tidos como "mais ortodoxos" destas comunidades, defensores dos casamentos tradicionais, indiciando claramente actos criminais por envolverem menores, destacam as autoridades. Embora o casamento - por vezes já prometido à nascença - das raparigas muito jovens seja ainda usual entre a etnia cigana, de acordo com o frei Francisco Sales Diniz (ver entrevista) este caso surpreende pelo facto de a menina ter apenas 11 anos de idade.
A operação montada pela PJ, e que decorreu sem grandes sobressaltos, culminou com o resgate da menina num acampamento na zona de Montemor-o-Velho e a detenção dos três homens e da mulher que a mantinham cativa. Entre eles, apurou o DN, encontra-se o jovem de 18 anos de idade com quem a menor foi forçada a casar. Ao que foi possível apurar, alguns dos indivíduos detidos seriam mesmo familiares da menina raptada.
Os suspeitos foram todos presentes, ainda ontem, a primeiro interrogatório judicial, em Santa Maria da Feira, tendo a juíza decretado a prisão preventiva de todos os detidos. Os arguidos estão acusados de crimes de rapto, crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual.
De acordo com a directoria do Porto da PJ, um dos indivíduos agora detidos, de 41 anos de idade, já tinha antecedentes criminais, encontrando-se em fuga às autoridades desde Março, altura em que cortou a pulseira electrónica que trazia. Além dos antecedentes criminais, este indivíduo é igualmente suspeito de estar ligado a dois assaltos a multibancos que terão ocorrido na zona de Albergaria-a-Velha em Dezembro passado. Entre os detidos encontra-se ainda outro indivíduo também com antecedentes relacionados com crimes contra o património, adianta a Judiciária.

Depois de resgatada do cativeiro, a menor de 11 anos de idade, de acordo com informações avançadas pela PJ, foi já entregue aos seus legais tutores. 

 

Via DN



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