Terça-feira, 01.02.11

 

sexo, chocolate ou dinheiro

 

Entre sexo e chocolate... as mulheres preferem sexo. A conclusão é de um estudo norte-americano, que revelou ainda que o sexo feminino está cada vez mais preocupado com a sua aparência.


Foram dadas duas opções às mulheres inquiridas: sexo todas as semanas durante cinco anos ou chocolate grátis todas as semanas durante o mesmo período. 73% preferiu sexo e apenas 27% optou pelo chocolate. Uma diferença considerável, mas que se acentua ainda mais quando em vez de sexo a opção é dinheiro. 

Entre ter uma quantia fixa de mil dólares (cerca de 725 euros) em dinheiro ou chocolate grátis todas as semanas, 91% das mulheres optou pelo dinheiro e apenas 9% pelo chocolate, de acordo com o estudo realizado pela Saatchi Wellness, publicado na revista «Advertising Age».

Deste estudo podem retirar-se pistas sobre que presentes oferecer (ou não) no Dia de São Valentim. Mas é também um sinal para a indústria dos produtos de beleza, uma vez que, de acordo com o estudo, as mulheres preferem gastar parte desse dinheiro extra em cuidados de beleza.

Mulher preocupa-se mais com a aparência

A Saatchi Wellness acredita que o seu estudo, que acompanhou durante um ano mil mulheres nos Estados Unidos, anuncia a existência de uma mulher mais preocupada consigo própria. Uma das conclusões é que as mulheres estão cansadas de poupar em coisas relacionadas com a sua aparência.

A investigação revela que 36% das mulheres considera a sua aparência uma grande prioridade, contra apenas 15% que diz que a aparência não é uma prioridade. Além disso, 40% das mulheres admite que tem mais cuidados com a pele. Um número muito superior aos 16% de um inquérito semelhante realizado em 2009. 

A percentagem de mulheres que afirmou estar a comprar mais produtos anti-envelhecimento também mais do que quadruplicou, passando de 5% em 2009 para 22% em 2010. 

Também os cabeleireiros parecem ter o negócio facilitado. Em 2009, 31% das mulheres disse que deixou de pintar o cabelo no cabeleireiro e passou a fazê-lo em casa. Em 2010, esta percentagem diminuiu para 13%.

A preocupação da mulher com a aparência tem, de acordo com o estudo, vindo a subir substancialmente. Talvez por isso acabe por ficar para trás... o chocolate.

 

Via TVI



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Segunda-feira, 10.01.11

Carros de Luxo em Time sharings

 

Clube Overstep põe à disposição dos membros uma frota de sete veículos de luxo, mediante quotas anuais entre 15 mil e 25 mil euros. Angolanos em viagens de negócios já estão entre os principais clientes

Se tem mais de 30 anos, carta de condução há mais de cinco e 15 mil euros na conta bancária, está em condições de aderir ao Clube Overstep e conduzir um Ferrari ou um Aston Martin durante 30 dias ao longo de um ano. O sistema de partilha de carros de luxo foi criado há um ano e meio, pelo grupo MGS Automóveis, e está a gerar interesse crescente em Portugal. Os empresários angolanos em viagens de negócios já estão entre os principais clientes.

O clube nasceu em 2009, com a inauguração do primeiro welcome center, na Lapa, em Lisboa. Em Abril do ano passado, foi aberto um segundo espaço na emblemática Garagem Aurora, na foz do Porto, e a expansão acentuou-se. O negócio havia terminado 2009 com 12 membros e, actualmente, já tem 35 contratos activos.

 

O funcionamento foi inspirado em sistemas semelhantes existentes em Nova Iorque ou Londres, onde bens como carros, barcos, aviões ou helicópteros de luxo são partilhados por membros de clubes. No Overstep, há quotas anuais, semestrais, semanais ou de fim-de-semana, que dão acesso à utilização de uma frota de sete veículos: quatro Ferrari, um Aston Martin, um Porsche e um Bentley. As reservas podem ser feitas pela internet e o clube disponibiliza serviços como entrega e recolha de carros ou motorista.

A maioria dos membros acaba por ter um vinculo anual, que custa 25 mil euros para empresas e 15 mil euros para particulares. Com a adesão ao clube, os membros compram créditos de utilização dos carros e, em função da tabela, utilizam os veículos até esgotar os pontos. Em média, diz António Azevedo, é possível utilizar os automóveis durante 30 dias do ano, fazendo com que o custo médio diário fique em 500 euros, no caso dos particulares.

 

O peso dos angolanos


O director-executivo do Clube, António Azevedo, realça a dificuldade em traçar um perfil dos membros, pois «há de todas as profissões e as idades vão dos 30 aos 60 anos». Contudo, admite alguns pontos de contacto entre todos, além do óbvio poder de compra.«Têm duas coisas em comum: paixão por carros e a noção de que não vale a pena gastar 350 mil euros num automóvel».

Segundo o gestor, o clube tem atraído também o interesse de multinacionais que usam as viaturas de luxo como incentivos aos seus quadros de topo ou como acções de charme junto dos clientes mais importantes.

Nos particulares, há um mercado que está a revelar-se«extremamente interessante» para o clube: os não-residentes. E, neste segmento, o Overstep está sobretudo orientado para os viajantes de negócios com origem em Luanda. «Temos vários membros que vêm de Angola. Para muitos angolanos, Portugal é uma segunda residência e é fácil terem a liquidez que permite tornarem-se membros do clube», revela.

O objectivo do clube para este ano é angariar mais de duas dezenas de clientes e renovar até 60% dos contratos já existentes. Caso se concretize, esta meta significará que a empresa atingirá em 2011 obreak-even (momento a partir da qual o investimento começa a gerar lucros). O grupo MGS investiu dois milhões de euros neste projecto, sobretudo para a aquisição das viaturas.

Segundo António Azevedo, optar pelo Overstep acaba por ser mais rentável do que comprar o veículo. Evitam-se não só os custos de aquisição das viaturas - cujos preços oscilam entre 250 mil e 350 mil euros -, como a sua desvalorização, a manutenção, os seguros e os impostos, despesas que atingem milhares de euros por ano, nestes veículos. O responsável adite até que a conjuntura económica favorece a Overstep, que pode ganhar mercado nas pessoas que deixarem de comprar carros de luxo novos.

 

Via Sol



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Terça-feira, 16.11.10

O Cavaco e a fraude do século

 

Cavaco Silva disse, na apresentação da sua recandidatura, que não vai haver um único cartaz/outdoor seu na próxima campanha.

Cartaz de Cavaco nas próximas eleições presidenciais:

Custou-nos 4 mil milhões....

 

Recebido por mail



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Terça-feira, 02.11.10

 

 

Como poupar

 

 

Poupar um euro por dia ou reduzir despesas diárias - como eliminar algumas refeições fora de casa - são alguns dos truques usados pelos consumidores quando a época é de cortes, pois há gastos desnecessários que somados podem fazem toda a diferença ao fim do mês. 

Pode parecer uma tarefa simples, mas nem sempre é fácil de executar, já que o orçamento familiar dos portugueses é cada vez mais apertado e dá pouca folga para pôr algum dinheiro de parte. Tanto que todos os anos se assinala o Dia Mundial da Poupança - dia 31 de Outubro -, que tem como objectivo lembrar os consumidores para a necessidade de guardar algum dinheiro extra para cobrir eventualidades. 

"A poupança deve ser vista como uma despesa que tem de ser paga logo no início do mês, dentro do princípio de pague a si próprio primeiro", refere ao i Susana Albuquerque, da Associação de Instituições de Crédito Especializado (Asfac). E, na realidade, a oferta de produtos do tipo "pague a si próprio primeiro" no mercado é variada, mas a rentabilidade oferecida é pequena, o que torna a escolha complicada. 

Mas, apesar das dificuldades, a opinião é unânime junto de vários responsáveis: é cada vez mais imperativo poupar e, acima de tudo, equilibrar as contas mensais. Elaborar um orçamento familiar poderá dar uma boa ajuda neste campo, já que fica a saber concretamente quanto dinheiro pode gastar e, ao mesmo tempo, quanto é que sobra para que consiga poupar. 

"Em primeiro lugar, deve-se poupar para um almofada financeira, a usar em situações inesperadas, e depois para atingir objectivos de médio ou longo prazo, como são exemplo a compra de um equipamento para o lar, de uma viagem, de um automóvel, etc.", diz Susana Albuquerque. Opinião partilhada pela Associação de Defesa do Consumidor (Deco), que defende que "se há lição que os portugueses devem aprender no actual cenário de crise económica, é a importância de criar uma base sólida de poupança como forma de acautelar dias difíceis. O desemprego e a incerteza geraram receios e alguma contenção, quer nas famílias, quer nas empresas". 

Evitar entrar em ruptura financeira deverá ser uma preocupação que domine o nosso dia-a-dia. Para isso, o ideal é que as famílias portuguesas vivam abaixo dos seus rendimentos. Aliás, esta é uma das máximas que já é aplicada pelos homens mais ricos do Mundo. "Não é aquilo que ganhamos que determina que as nossas finanças são melhores, mas aquilo que gastamos e poupamos", salienta Susana Albuquerque, acrescentando ainda que "tão importante quanto automatizar a poupança para que ela seja concretizada, é definirmos objectivos para a mesma, para a tornar ainda mais motivante".

Aposta

Para aproveitar a ocasião, os bancos multiplicaram-se em iniciativas, com a maioria das instituições financeiras a lançarem produtos específicos para este dia. 

O BCP lançou, na última sexta-feira, o depósito a prazo "Poupa Mais". A remuneração é atribuída de acordo com o saldo apurado a 31 de Dezembro, ou seja, quanto mais o cliente poupar até ao final do ano, maior será a taxa atribuída às suas poupanças. O prazo é de 90 ou 180 dias, não renovável, e exige um montante mínimo de investimento de 2 mil euros. 

O Santander Totta apostou na campanha "Soluções Integradas" que inclui um conjunto de soluções de poupança com remunerações de 4%. É o caso do "Depósito Triunfador" e do "SuperPoupança Ídolos", em que este último apresenta liquidez permanente e sem penalização de juros, com taxa garantida durante um ano e pagamento mensal de juros. 

Também o BPI tem uma oferta variada neste campo. Exemplo disso, são os Depósitos Especiais (entre um e oito anos), com capitalização automática dos juros, que beneficiam de uma fiscalidade mais favorável a partir do 5o ano (adiamento e redução da tributação de rendimentos). 

Já o Banif apresentou o "Depósito a Prazo Dia Mundial da Poupança". Um depósito a três anos que é valido até ao dia 2 de Novembro. O montante mínimo de constituição é de 500 euros e apresenta taxas crescentes até 5%.

Presença neste mercado tem também o Montepio, que comemorou o dia da poupança com o lançamento do "Montepio SuperPoupança". Trata-se de um depósito a prazo a 4 anos, com um mínimo de constituição de 5 mil euros e com taxas de juro crescentes e pagamento anual de juros.

 

Como Poupar

 

Depósitos a prazo

Capital garantido  Os depósitos a prazo foram perdendo cada vez mais terreno face a outros produtos alternativos de poupança. A fraca rentabilidade poderá justificar este comportamento. Mesmo assim, há produtos que apresentam rendimentos interessantes, com os juros a rondar os 4%. Na maioria dos casos, estes valores são praticados no final da aplicação. A explicação é simples: conseguem atrair  capitais e, ao mesmo tempo, fidelizar os clientes. A verdade é que, em Julho, as instituições financeiras captaram junto das famílias portuguesas 8,286 mil milhões de euros em novos depósitos, um aumento de 31% face ao mês anterior, ou seja, cresceram ao maior ritmo de sempre desde que o Banco de Portugal começou a compilar os dados, em 2003.

 

Fundos

Risco moderado Fundos imobiliários podem ser uma alternativa. Apresentam um rendimento potencial superior às taxas de curto prazo (Euribor) e é possível investir em imóveis com pequenos montantes. Por exemplo, 500 euros. Mas nem tudo são vantagens, pois não apresentam garantia de rendimento nem de capital. Os fundos de obrigações são outra opção para quem está a pensar em investir a médio e a longo prazo. Neste caso, beneficia de uma carteira de investimentos com alguma diversificação, o montante mínimo de investimento é reduzido e pode beneficiar com as taxas de longo prazo e os ganhos cambiais. No entanto, conte com algum risco (baixo a médio-baixo), não há garantia de rendimento e arrisca-se a  perder em caso de subida das taxas de juro de longo prazo.

 

Certificados do Tesouro

Investimentos a 10 anos Este produto foi lançado pelo Estado no mês de Julho e tem vindo a atrair cada vez mais investidores. Trata-se de uma aplicação de dívida pública mais vocacionada para o aforro de médio e longo prazo. Aliás, este produto de poupança não é compensador para períodos inferiores a 5 anos, para este caso há depósitos mais rentáveis. As taxas de juro aplicadas têm vindo, no entanto, a cair. Em Setembro os juros atingiram 5,15%, um valor inferior em relação a Agosto, altura em que atingiu 5,35%. O montante mínimo de subscrição é mil euros e o máximo é um milhão de euros. Permite resgate antecipado – total ou parcial – nas datas anuais de pagamento de juros. Caso ocorra fora dessas datas, perde direito a remuneração no período entre último pagamento de juros e o resgate.

 

Certificados de aforro

Taxas pouco atractivas Foram o produto de eleição dos portugueses a nível de poupança durante muitos anos, mas têm vindo a perder adeptos devido às fracas taxas de remuneração oferecidas. Quem subscrever este produto no próximo mês vai ser remunerado com uma taxa de 1,109%, valor superior ao de Outubro que era de 0,996%. A rentabilidade dos certificados de aforro depende, em larga medida, da Euribor a três meses, que tem estado em alta ao longo das últimas semanas. A verdade é que a actual taxa de remuneração de base é reduzida e há depósitos a prazo com taxas superiores. Convém não esquecer que o dinheiro não está disponível nos primeiros três meses. O montante mínimo exigido para investir é de 100 euros , já o máximo é 250 mil euros. Ganha prémios de permanência.

 

Plano Poupança Reforma (PPR)

Benefícios fiscais reduzidos Além de garantirem um complemento para uma reforma mais confortável, permitem deduzir o investimento no IRS. Este produto vai, no entanto. perder boa parte do seu interesse em 2011, com as alterações introduzidas pelo Orçamento do Estado. De acordo com a proposta, os PPR passam a ter um benefício máximo de 100 euros, mas, dependendo do escalão de rendimento, pode até ser inferior. Segundo a “Proteste”, quem já tem dinheiro em PPR deverá manter este investimento, para evitar penalizações pelo resgate antecipado, pois este ano ainda está garantido o benefício máximo, mas depois deverá avaliar se compensa. Deve também ter em conta as comissões, superiores a produtos financeiros semelhantes, nomeadamente na subscrição e entregas.

 

Acções

Risco elevado Investir em bolsa poderá representar um bom negócio, com elevado potencial de valorização, mas nem tudo são vantagens: o risco é elevado, não há garantia de rendimento, nem de capital. Para quem está a pensar em investir nos mercados bolsistas há sempre umas regras que deve seguir. Os 
especialistas aconselham os potenciais interessados a fazer este investimento a longo prazo (pelo menos cinco anos), para ultrapassar as flutuações regulares do mercado e para quem tem um pé-de-meia maior, de 20 mil euros ou mais. Deve também dividir para reinar: Ao escolher títulos de diferentes países e sectores, consegue reduzir as flutuações do seu investimento. Tenha em conta o intermediário financeiro que escolhe, saiba que uma escolha acertada pode representar uma poupança de centenas de euros.

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 10.09.10

 

 Homens ricos dão mais prazer no sexo

 

 

Afinal, parece que o dinheiro atrai mesmo as mulheres...

Se pensava que a história dos diamantes serem os nossos melhores amigos já era...bem, a Ciência provou o contrário

Amor e uma cabana não parecem ser a prioridade actual das mulheres. Se dinheiro é símbolo de prestígio, segurança e estatuto, o cérebro e a libido femininas seguem-lhe o rasto e parecem sentir-se rendidas a um homem 'endinheirado'. A conclusão não saiu da nossa cabeça. Dois cientistas, da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha, decidiram averiguar qual é o real peso da fortuna pessoal de um homem quando o assunto é atrair mulheres.

Para alcançar esse objectivo, recorreram a uma base de pesquisa chinesa, que reúne informações relativas a mais de cinco mil pessoas. Destas, e de entre as 1534 mulheres comprometidas que responderam ao questionário, apenas 121 admitiram ter orgasmos sempre que têm relações, 408 confessaram que os tinham com frequência, 726 limitaram-se a comentar 'às vezes' e 243 encontram-se no grupo daquelas que raramente atingem o clímax.

Quando foram averiguar as causas, Thomas Pollet e Daniel Nettles concluíram que as mulheres que mais orgasmos tinham eram aquelas que mantinha relações com homens mais 'abastados'. Isto explicar-se-ia porque, a nível evolutivo, o dinheiro e a ascensão profissional seriam sinal de que eram machos de 'qualidade superior' o que agiria inconscientemente a nível do prazer feminino.

Dá que pensar, não dá?

 

 

Via Activa



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Sábado, 05.06.10

No desespero há quem venda os filhos bebes

 

Abandonada pelo marido e sem dinheiro, uma mãe boliviana de 30 anos vendeu a filha recém-nascida por mil pesos bolivianos, o equivalente a 117 euros.

Depois de ser presa pela polícia da cidade boliviana de Cochabamba, a mulher justificou a venda por não ter condições financeiras de criar a filha.

Segundo a notícia avançada pela BBC, a compradora também terá sido presa: uma mulher de 35 anos que não pode ter filhos.

 

Via ionline



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Quinta-feira, 04.03.10

Veja o seu seguro, pode poupar muito.

 

 Quem tem seguros de vida associados ao empréstimo da casa anteriores a Setembro passado - momento em que a actualização dos prémios do seguro em função do valor da dívida passou a ser automática - será informado por escrito da opção de alterar as condições do contrato. Isto significa que, quem opte por actualizar o prémio do seguro ao montante em dívida, poderá poupar até 60% no valor do seguro ao final do empréstimo. A explicação é simples, e parte do princípio de que, à medida que a dívida diminui, não se justifica continuar a pagar um seguro de vida tão elevado, que funciona apenas como garantia em caso de incumprimento. Pago o empréstimo na totalidade, o excedente é sempre devolvido e, em caso de morte, entregue aos herdeiros legais. A questão é que não precisa de ser gasto.


A medida partiu do Instituto de Seguros de Portugal (IPS), que acredita que é preciso informar melhor os consumidores sobre esta opção, que é praticamente automática nos créditos à habitação desde Setembro 2009, salvo quando existe uma decisão em contrário. 

Depois de vários pedidos de esclarecimento jurídico sobre como é que clientes com seguros de vida com prémios sem actualização poderiam beneficiar desta opção, o regulador responde agora com uma circular enviada às seguradoras: "Devem informar por escrito os respectivos tomadores de seguros, ou os segurados, das condições de um contrato de seguro de vida com conteúdo mínimo." A informação deverá portanto começar a chegar por carta, a qualquer momento, num procedimento que deve ser comunicado ao IPS em 30 dias. A recomendação é que a informação seja prestada até à data da renovação anual ou aniversário do contrato de seguro de vida, com indicação do valor do novo prémio mensal e uma simulação da evolução das prestações.

Apesar de não ser obrigatório, a contratação de um seguro de vida é usual nos empréstimos à habitação pois diminui os riscos de incumprimento em caso de morte ou invalidez. O Decreto-lei publicado a 11 de Setembro de 2009 em Diário da República, define um "conteúdo mínimo", que seja coerente com a evolução da dívida, e que assegure que os consumidores de não estão a pagar mais do que o valor "legítimo" para o interesse das seguradoras. Esta opção passou a ser automática, embora possam ser propostos outros tipos de contratos. O ISP admite, contudo, não ter conhecimento de queixas de consumidores contra seguradoras que não estejam a cumprir a legislação em vigor, tratando-se esta medida apenas de uma recomendação de boas práticas para com os consumidores.

Poupança real Os ganhos podem ser substanciais. Numa simulação feita pela Caixa Seguros para o i, o valor total dos prémios pagos num empréstimo de 100 mil euros a 30 anos baixa em 62,1%.

Numa situação de actualização à medida que a dívida diminui, a mensalidade do seguro do vida cai de 10,26 euros no primeiro ano do contrato para 5,12 no último ano - sendo que o prémio mensal mais elevado é cobrado nos 21º e 22º anos, com uma prestação de 19,39 euros. Já na modalidade sem actualização face ao montante já pago, o prémio mensal começa nos 10,26 euros e termina com uma prestação de 106,36 euros - a mais cara. 

Segundo a Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (DECO), as queixas relacionadas com seguros de vida têm vindo a aumentar. Em 2009, a DECO fez a mediação jurídica de 476 casos de seguros de vida associados a créditos à habitação, embora não seja possível determinar se as queixas decorreram da nova legislação. Ao todo, os seguros de vida justificaram 1374 mediações. As seguradoras não integram a lista de entidades com mais queixas, liderada por telecomunicações, banca e vendas agressivas. Ainda assim, Fidelidade Mundial, Tranquilidade e AXA são as seguradoras com mais queixas.

 

Via ionline



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Terça-feira, 15.12.09

Carro, comprar ou alugar?

Comprar um carro é fácil, mas obter o melhor financiamento nem sempre é assim tão simples. A escolha do modelo não é a única questão. Há também que decidir qual é a taxa de juro mais adequada e qual é o melhor prazo de pagamento, no caso de se ter de recorrer ao crédito bancário. Dar ou não entrada é outra decisão que se tem de tomar. 

O crédito automóvel é uma das modalidades mais usadas no mercado português tanto para a compra de veículos novos como usados. Por norma, a taxa de juro varia consoante os anos do carro. Isto significa que, na maioria dos casos, quanto mais novo for o carro, menor será a taxa de juro. 

Contudo, as opções não ficam por aqui: poderá também recorrer a um crédito pessoal - este pode ser usado tanto para a compra de um veículo, como para pagar uma viagem com que tanto sonha, entre muitas outras finalidades. Neste caso, a taxa de juro pode não ser o ponto forte deste financiamento, uma vez que é pouco atractiva na maior parte dos casos. Porém, tem como grande vantagem a elevada taxa de sucesso de aprovação por parte das instituições financeiras. Por outro lado, possibilita prazos mais alargados, o que permite ter uma prestação mensal mais baixa. Uma situação desejável para grande parte das famílias portuguesas, pois ganham um maior fôlego no orçamento familiar. 

Existem outras alternativas no mercado: o leasing, o aluguer de longa duração (ALD) - cada vez menos frequente segundo a associação do sector - e o renting. É, contudo, a primeira que está a ganhar cada vez mais terreno junto dos particulares. Com estas modalidades, nunca é proprietário do veículo, mas se optar pelo leasing tem sempre a opção de compra no final do contrato. 

Regra geral, as prestações no leasing são mais baixas do que as restantes opções de financiamento, uma vez que se beneficia de um valor residual que é saldado no final do contrato (ver tabela). Ao mesmo tempo, fica-se livre do imposto de selo e, no caso do renting, conta-se ainda com outro tipo de serviços, nomeadamente revisões, podendo-se mudar de viatura se assim o desejar. 

Qual é a melhor solução? "Tudo depende do uso que se vai dar ao carro. Quem usar muito tem tendência para optar pelo renting porque conta com uma série de serviços associados, como, por exemplo, revisões incluídas, trocas de pneus ou até mesmo o pagamento de seguros", revela o secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), Hélder Pedro. 

O que é certo é estas alternativas têm vindo a conquistar cada vez mais adeptos. Segundo as contas da Associação Portuguesa de Leasing e de Factoring (ALF), até ao final de Outubro foram adquiridas através de leasing 36 907 viaturas, cujo valor ronda os 783 milhões de euros. Já através do renting foram adquiridas 21 101 viaturas, representando um valor de 409,2 milhões de euros. 

De acordo com o presidente da ALF, Beja Amado, "estes números têm tendência para crescer, principalmente nos particulares, que dão cada vez mais importância aos preços baixos", afirma ao i. 

Simulação Passando da teoria às prática, quem pedir um empréstimo no valor do carro mais vendido até Outubro - o Ford Fiesta 1.25 i titano de cinco portas que custa 15 610 euros - no BCP (o maior banco privado português) terá de pagar 242,37 euros por mês por um crédito automóvel, durante 84 meses e com uma entrada inicial de 100 euros, segundo uma simulação online. O banco cobra uma taxa nominal de 7% e uma taxa anual efectiva global de encargos (TAEG) de 8,7%.

Já a Caixa Geral de Depósitos, o maior banco do país, para o mesmo valor e mesmo período de tempo, cobra uma prestação mensal de 275,95 euros, sem exigir entrada inicial. A taxa de juro aplicada é de 10,7% e a TAEG de 12,83%. 

Recorde-se que o Banco de Portugal já definiu os tectos máximos das taxas de juro a aplicar no crédito pessoal a partir do próximo mês de Janeiro. Os contratos para o crédito automóvel poderão cobrar no máximo 8% quando destinados à locação financeira de veículos novos (um regime segundo o qual o utilizador paga um montante mensal durante o período estabelecido e findo o qual tem a opção de comprar pelo valor restante), e 10,3% para os veículos usados. 

Nos contratos com reserva de propriedade (o usual crédito automóvel) para carros novos, os juros máximos serão de 11% e nos carros usados 16,1%. 

Opções não faltam no mercado mas não nenhuma solução é milagrosa. O desafio é saber escolher o financiamento que mais se adequa ao seu caso.

 

 

Via ionline
 



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Sexta-feira, 04.09.09

Encontrou 100000 euros e entregou-os ao dono

 

O gerente de uma loja nos arredores de Lille, no norte de França, encontrou uma caixa de metal com 100 mil euros no caixote de lixo da empresa.

Yvon Wonterghem conseguiu localizar os donos do dinheiro, um casal de idosos, e devolveu o dinheiro.

O gerente da loja afirmou que encontrou essa caixa quando inspeccionava o contentor do lixo, que muitas vezes é utilizado pelos moradores da rua.

"Os maços estavam minuciosamente organizados com pequenos bilhetes a indicar o total. Foi fácil contar, havia 100 mil euros", referiu o responsável, acrescentando ainda que, na mesma caixa estava um envelope com nome e endereço do casal de idosos.

 

Via ionline

 

É caso para dizer:Ainda há esperança para o mundo



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Quinta-feira, 06.08.09

/ milhões e meio não chegarão para sermos felizes?

 

 

Quanto dinheiro será necessário para alguém ser feliz?, será que sete milhões e meio não será suficiente?, esta gente para além de ganaciosa só pode estar maluca... digo eu!

 

"É mais um episódio da disputa. Um casal de ex-namorados de Barcelos não se entende sobre a partilha de 15 milhões de euros ganhos no Euromilhões. O prémio está congelado no banco desde 2008. Mas na sexta-feira Luís Ribeiro, um estudante de 25 anos, apresentou através do seu advogado um requerimento no tribunal judicial daquela cidade para saber onde param 100 mil euros do bolo milionário.


Quando é suposto que ninguém (nem Luís nem a ex-namorada, Cristina Simões, de 22 anos) toque no prémio até que em julgamento se decida quanto cabe a quem, o advogado de Luís, Vasco Cardoso, diz que 100 mil euros terão sido transferidos de uma conta da Caixa de Crédito Agrícola para um plano poupança investimento duma seguradora do grupo. E quer saber por que razão o banco não informou que esse plano existia de forma a também ele ser abrangido pela ordem de congelamento emitida pelo tribunal. 

A história começa em Janeiro de 2007. Luís, estudante de Ciências Económicas, e Cristina, aluna da Escola Superior de Saúde, namoravam havia cerca de três anos. Para o sorteio de 19 de Janeiro fizeram uma pequena aposta: seis euros. Ele terá contribuído com quatro, ela com dois. Quando os números começaram a sair (primeiro o 27, depois o cinco, o 13, o 33, o 42) ficaram "excêntricos", para usar a expressão da publicidade dos Jogos da Santa Casa. Dois e quatro, foram os números das "estrelas".

Cristina Simões não tem falado aos jornalistas num caso que se tornou rapidamente mediático. Ao contrário de Luís. E o que Luís conta é isto: levantaram o cheque em Lisboa e depositaram-no numa conta conjunta de que foram titulares também os pais da jovem. Mas, meses depois, ele viu-se impossibilitado de aceder ao prémio. O namoro acabou, começou a disputa. "Ela nem um cêntimo me queria dar", contou em Abril, depois de falhada uma tentativa de acordo em tribunal. Nos últimos meses, Luís tentou aceder aos extractos das contas conjuntas onde o prémio tinha sido depositado. "Quando finalmente consegui, havia registo de uma saída de 100 mil euros." 

"Até a minha conta à ordem, pessoal, foi congelada porque tinha feito [antes da ordem do tribunal] uma transferência para lá de sete mil euros [do prémio]. Se a minha conta foi congelada, este plano poupança também devia ter sido." Vasco Cardoso diz que se esse dinheiro foi gasto, quem o fez "incorre num crime de desobediência qualificada". E espera agora resposta do tribunal. Ontem, a Caixa Agrícola recusou comentar mais este episódio - "sigilo bancário", alegou. E o advogado de Cristina esteve incontactável."

 

Via Publico



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