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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

08
Jun10

Demasiado sexy

olhar para o mundo

Despedida por ser sexy

 

Ser sexy, com curvas bem evidentes, pode prejudicar a carreira. Que o diga Debrahlee Lorenzana, funcionária do Citibank de Manhattan que foi despedida por ser demasiadosensual(Veja o vídeo)

 

Foi na passada semana que a imprensa americana noticiou  que Debrahlee Lorenzana, gestora de negócios do citibank de Manhattan, terá sido despedida por ser demasiado atraente e por ser foco de distracção para os colegas e chefes.

Debrahlee foi admitida em setembro de 2008 e desde dessa altura que, alegadamente, tem sido alvo de comentários impróprios e ousados por alguns colegas de trabalho.

A empresa diz que os motivos do despedimento se prendem com o facto de Debrahlee usar roupas de executiva muito justas, tornando as suas curvas, já de si evidentes, ainda mais notadas.

O advogado de Debrahlee Lorenzana afirma que a ex-funcionária não tem culpa de ter um corpo atraente e mesmo que vestisse uma burca, não deixaria de ser vistosa e sensual.

É verdade. A vida de Saltos Altos por vezes tem destas coisas: tanto podemos ser acusadas por não estarmos cuidadas, como mais depressa somos despedidas por nos cuidarmos em demasia. Neste caso concreto, a avaliar pelas notícias, Debrahlee Lorenzana foi realmente vítima de uma injustiça, pois vestia-se totalmente de acordo com as regras da profissão que tinha e da empresa. O único "pecado" parece ter sido o facto de ser realmente "demasiado" sexy. Se não estão convencidos, percam uns minutos a visitar os links no final do texto e vejam mais entrevistas em vídeo e fotos da ex-gestora de negócios e tirem as vossas conclusões.

 

Entrevista a Debrahlee Lorenzana (em inglês)

 

Sugestões para usar a roupa mais apropriada ao seu emprego e local de trabalho

Comece por avaliar se a empresa onde trabalha é formal ou informal;

Tenha em conta o cargo que ocupa dentro da empresa;

Perceba se trabalha maioritariamente com homens;

Tenha atenção à necessidade de mobilidade durante o dia de trabalho: está muito tempo sentada? Ou, pelo contrário, trabalha de pé e/ou anda de um lado para o outro?

Pense se faz algum esforço físico dentro da empresa, como, por exemplo, carregar ao mesmo tempo o computador portátil, livros, pastas, etc, ou ainda ter de levar a sua cadeira até à sala de reuniões;

Pense também no tipo de meio de transporte que utiliza para chegar até à empresa;

Não deixe de ponderar os horários de entrada e saída;

O certo:


Tendo em conta todos estes aspectos pode começar por avaliar se a roupa que veste no emprego é a mais apropriada ou não.

Deve procurar transmitir uma boa impressão dentro da empresa com uma imagem cuidadasegura. Essa boa impressão consegue-se sobretudo se estiver com uma imagem respeitável para não se tornar vulgar. Tenha atenção se a roupa é confortáve e lhe permite flexibilidade suficiente para o que faz.

O errado:


O que não deve fazer em caso nenhum é usar roupas transparentes, demasiado justas ou blusas muito curtascom a barriga à mostra. Também deve evitar ter o sutiã à vista ou calças de cintura descaída que deixem visível parte da sua roupa íntima, por mais pequena que seja.

Os acessórios devem ser discretos. A maquilhagem pouco carregada e o perfume não muito intenso, para não desagradar ninguém que trabalhe consigo.

A regra de ouro:


O importante é que as pessoas com quem interage profissionalmente se foquem na sua capacidade de trabalho e não na sua silheuta. O apresentar-se bem é uma consequência de ser competente e não uma causa.

 

Via A Vida de Saltos altos

26
Fev10

Fim dos Scorpions: doloroso e definitivo

olhar para o mundo

Fim dos Scorpions

 

 Os Scorpions preparam-se para pôr fim a 40 anos de carreira com um álbum e uma longa digressão, mas sabem que a despedida vai ser dolorosa e insuportável, disse o guitarrista Matthias Jabs à agência Lusa.

A banda rock-metal alemã anunciou em janeiro que iria acabar, mas a razão não teve a ver com conflitos ou desentendimentos entre os músicos.

"Em vez de nos dizerem daqui a dez anos que estamos velhos, é melhor acabar agora com classe e estilo. Ainda estamos saudáveis, em boa forma e a parecer mais novos do que somos", sublinhou Matthias Jabs, 54 anos, 32 dos quais passados nos Scorpions.

Podem já não ter o mesmo fulgor de há décadas, podem alimentar ódios de estimação, mas as baladas rock e os temas mais pesados têm um público fiel que atravessa várias gerações. "São três gerações: os que estão connosco desde o primeiro dia, os seus filhos e agora miúdos de 12 anos, 14 anos, que nos vêm no Youtube, que conhecem músicas muito mais velhas do que eles", constatou.

A decisão de terminar foi tomada já quando os Scorpions tinham concluído o álbum "Sting in the tail", a editar em março.

"O manager ouviu o álbum, achou que estava ótimo e sugeriu-nos que devíamos pensar em terminar a nossa longa carreira, com uma longa digressão, que nos levasse a todos os sitios onde tocámos antes", recorda o músico.

A banda aceitou a sugestão e embarcará em março numa digressão mundial que percorrerá grande parte dos países onde tocou em 40 anos de carreira.

Matthias Jabs garante que os Scorpions estarão em Portugal no final deste ano ou no verão de 2011, regressando a um público que o tem acolhido sempre com simpatia - "os fãs portugueses são muito sensíveis".

A partir de março, serão cerca de três anos na estrada em despedidas sucessivas junto de diferentes públicos.

"Para ser franco, anunciamos já o fim para que as pessoas não venham depois dizer que perderam um concerto. Não vamos fazer como os Kiss que acabam e depois voltam à estrada. Quando acabármos, acabamos mesmo", avisa o guitarrista.

A decisão está tomada, mas Matthias Jabs admite que "vai ser muito difícil, vai ser terrível".

"O último dos últimos concertos, que ainda não sabemos onde será, provavelmente vai ser insuportável, muito triste", antecipa.

Sobre o novo álbum, o músico diz que é possivelmente o melhor que já fizeram, é um disco para celebrar, que não esquece as baladas rock, como a que encerra o alinhamento, ao melhor estilo dos Scorpions.

"Chama-se `The best is yet to come´, e agora que vamos acabar até ganha outro sentido, não é?", pergunta Matthias Jabs.

Quando tudo terminar, o quinteto liderado por Klaus Meine ficará com um currículo com mais de cem milhões de discos vendidos em todo o mundo, uma discografia que inclui, por exemplo, um álbum acústico gravado em Lisboa, e muitas recordações.

"Eu lembro-me do dia em que ensaiei para entrar na banda, do primeiro concerto, das pessoas que conhecemos, de todas as religiões e raças. Foi uma vida fantástica e muito rica. A memória mais forte será, afinal de tudo, o último concerto de todos", adianta.

Depois disso, Matthias Jabs sabe o que vai fazer.

"Depois do último concerto, onde quer que seja, não vou apanhar o avião para ir para as Bahamas. Não quero andar de avião, quero evitar os aeroportos, deixem-me em paz. Vou passar a andar de carro e vou continuar a fazer música, nem que seja a tocar guitarra em casa", garantiu.

Via Ionline

 

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