Domingo, 26.02.12
E quando bate a preguiça sexual


Ninguém consegue ser um vulcão em erupção na cama o tempo todo. Da mesma maneira que acordamos indispostos para trabalhar ou até mesmo para sair de casa para conhecer alguém especial, podemos sentir o mesmo na hora de fazer sexo. A falta de vontade de mudar de posição ou de caprichar nas preliminares são alguns indícios da chamada de preguiça sexual.

 

A primeira coisa a se observa nesse cenário é que esse comportamento se manifesta de maneira diferente em homens e mulheres.

E sabe de quem é a culpa? Dos hormônios! A Dra. Arlete Gavranic, psicóloga, terapeuta sexual e coordenadora da pós-graduação em terapia do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), explica melhor essa relação:

 

"O homem é sempre muito ativo parasexualidade por conta da testosterona, um hormônio de ação. Já a mulher oscila de acordo com o ciclo de progesterona e estrogêneo", adianta. "Na primeira fase do ciclo ela está mais disponível para o sexo e na segunda fase a progesterona faz com que a mulher fique mais afetuosa e busque mais o carinho do parceiro", completa.

 

E conforme as obrigações do dia a dia vão aumentando, os pensamentos voltados para o sexo ficam cada vez mais escassos. No caso da mulher, que nas últimas três décadas assumiu jornada tripla de trabalho, esse comportamento se torna mais evidente. "Ela trabalha fora, cuida da casa e filhos e ainda precisa vivenciar sua sexualidade. E nem sempre conta com a ajuda do parceiro para cuidar dos serviços domésticos e dos filhos. Então quando ela chega na cama quer apenas um carinho, um abraço aconchegante, e para muitos homens isso serve como rejeição, preguiça do ponto de vista sexual", comenta a especialista.

 

É importante lembrar também que homens e mulheres veem a sexualidade de maneira diferente. Os homens são mais genitalizados, voltados para o corpo. Tanto é que a fantasia sexual de muitos deles é fazer um ménage a trois. Já a mulher é mais romântica e sonha em fazer amor numa praia, por exemplo. "Os estímulos sociais são outro item que serve como diferencial. Enquanto os homens gostam de ver filminhos e trocar piadinhas de sacanagem, as mulheres não são educadas para pensar, visualizar em sexo. A mulher tem a mente sensualizada, se contenta em ver a foto de um ator com o corpo escultural", diz a terapeuta.

 

Preliminares sempre!


A partir do momento em que a falta de vontade de faze sexo se tornar constante, o nome dado a isso não é preguiça. Entre os motivos que levam a mulher a fugir de sexo estão problemas no relacionamento, mágoas, falta de carinho ou de capricho nas preliminares por parte do parceiro ou até mesmo dificuldade de lubrificação ou de atingir o orgasmo. "Em outros casos, a mulher deixa de investir na relação por conta de problemas no trabalho, com os filhos ou outro problema que envolva sua vida fora da cama. É a chamada fase morna da relação", comenta Dra. Arlete.

 

Neste momento, o homem precisa colocar em prática o dom da compreensão e tentar entender que, dependendo do grau e da quantidade de problemas pelos quais a parceira passa, às vezes fica difícil se entregar sem medidas, como se nada estivesse acontecendo. "Ao mesmo tempo, os problemas não podem ser sempre empecilho para não cuidar da sexualidade e intimidade. A mulher tem muita dificuldade em ‘se desligar’, mas em certos momentos ela precisa apertar o botão ‘off’ e, literalmente, fechar a porta do quarto para viver sua intimidade com o marido. Caso contrário ela estará sempre cansada e indisposta para colocar em prática seus desejos sexuais".

 

Quantas vezes por semana?


Quando a preguiça se instala no parceiro, a mulher precisa analisar com calma a periodicidade dessa situação. O homem costuma estar sempre disposto a fazer sexo, a menos que esteja passando por um momento de estresse. "Se isso acontece com frequência, pode ser sinal de que o parceiro está focando seu desejo em outro lugar ou pessoa. Sabemos que o índice de mulheres que traem ainda é grande, mas ainda é menor do que o masculino", diz Dra. Arlete.

 

Não é possível mensurar a frequência com que a preguiça sexual bate à porta do quarto, tudo depende do relacionamento do casal naquele determinado momento. A psicóloga comenta que, em tempos harmoniosos, há casais que fazem sexo 2, 3 vezes por semana. E em momentos de forte preocupação ou crise chega, a ter uma relação em 10, 15 dias.


"A libido é a energia da vida. Se o casal encontra tempo para vivenciar sua sexualidade, seja dentro de casa ou durante uma viagem, abre portas para que esse desejo aflore, equilibre a relação". E dá algumas dicas: "Permita-se mudar de vem em quando. Use uma lingerie nova, faça um curso de dança, compre um gel com sabor, experimente uma posição que não seja ‘papai e mamãe’, Sair as rotina também ajuda a espantar o desinteresse sexual."

 

Via Vila Dois



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Segunda-feira, 02.01.12
Terapia sexual

 

 

A sexualidade faz parte de uma boa qualidade vida, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS). Entretanto, problemas de saúde e muitas vezes fatores ligados às emoções fazem com que muitas mulheres se queixem das disfunções sexuais.

 

Uma pesquisa realizada pelo ProSex (Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo) já confirmou a relação entre depressão e o comprometimento da libido feminina. Metade das mulheres que procuram o instituto sofre de baixo desejo sexual.

 

Além da falta do desejo, o contrário, ou mesmo dores durante as relações, são consideradas disfunções.

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A perda da excitação, representada pela ereção no homem e pela lubrificação na mulher, ou mesmo do orgasmo, isto é, ejaculação precoce ou retardada no homem, e anorgasmia na mulher, também fazem parte desta lista.

 

De acordo com Sylvia Faria Marzano, diretora do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), as queixas mais freqüentes em ambos os sexos nos consultórios envolvem a diminuição do desejo sexual e, em seguida, a falta deorgasmo.

 

Outra questão observada é a discordância entre os casais em relação a freqüência de relações. Na maioria dos casos, os homens querem praticar sexo mais vezes que a mulher. “Mas existem fases da vida dessa parceria, que pode fazer com que essa procura seja invertida”. Neste caso, o melhor método é o aprendizado da assertividade. “É poder contar ao outro seus desejos, anseios e dificuldades, sem medo de magoar ou não ser entendido. Dialogar é o melhor remédio, mas para isso precisamos desfazer crenças errôneas e mudar comportamentos”, esclarece.

 

Este é apenas um dos passos utilizados durante a terapia sexual, que começou em no início da década de 60 com a contribuição dos estudiosos Masters e Johnson. “Eles descreveram a resposta sexual humana”. Depois, nos anos de 1970, houve grande contribuição de Helen Kaplan, no sentido de propor métodos melhores.

 

O tratamento envolve não apenas os conselhos da terapeuta, mas sim um estudo sobre a história de vida de cada um - suas crenças, mitos e o que aprenderam com a família ao longo da vida. “Também levantamos as dificuldades de relacionamento com a parceria, a procura de conflitos intra-psiquicos. Depois disso, o paciente é orientado a fazer tarefas sexuais em sua residência, algumas sozinho e outras com a sua parceria, digo isso pois essa terapia se aplica a hetero ou homossexuais”, explica.

 

A terapia sexual segue linha psicoterapia focal breve que, em geral baseia-se na Terapia Comportamental Cognitiva “ou seja, desfazer crenças e mudança dos comportamentos não apropriados entre os casais”. Segundo Marzano, é comum os profissionais também usarem outras ferramentas como, técnicas psicodramáticas, que muito contribuem na abordagem dos pacientes com queixa sexual.


Ao contrário do que se imagina, a terapia pode ser realizada por solteiros. “Quando houver a participação da parceria, isto é, os dois querem uma melhora do relacionamento conjugal e sexual, mesmo que não sejam casados, pode haver uma maior chance de mudanças. Mas é muito comum o homem com queixa de ejaculação precoce, ou a mulher, com vaginismo, procurarem uma terapia sexual separadamente e beneficiarem-se muito desse tratamento”, completa a terapeuta.

 

Via Vila Dois



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Sexta-feira, 01.04.11
Posições sexuais opinião feminina

 

Antes de começar, vale o recado. Não há certo e errado quando o assunto é sexo.


Não existe melhor ou pior posição sexual, já que todo mundo é diferente, tem gostos diferentes e se atrai, consequentemente, por coisas diferentes. Mas há algumas situações que, no geral, podem sim ser encaradas de outra maneira pelos parceiros, pensando na satisfação da mulher. Não adianta, por exemplo, imitar cena de filme pornô - muita coisa só funciona na ficção mesmo e tentar copiar pode levar à decepção.

 

Outra coisa que pode confundir a cabeça dos homens é quanto ao peso do próprio corpo sobre a mulher. Recado para os moços de plantão: a maioria delas gosta e quer sentir tudo bem de perto, curte o atrito, então nada de se preocupar com isso. Homens precisam cuidar apenas para equilibrar tudo de maneira que não sufoque a parceira, claro.

 

Ser passivo e deixar a mulher realizar todo o serviço sozinha é reclamação de 11 em 10 mulheres quando o assunto são os deslizes deles. "Sexo é para ser feito a dois, né? Quando o homem se acha o dono da situação e vê a mulher como submissa, tende a imaginar que ela vai dar conta do recado sem ele fazer muito esforço. Tem muito homem por aí assim", reclama Soraia, de 37 anos. "É claro que, às vezes, a gente gosta de encarnar uma ‘dominatrix’, mas sempre, fica complicado", completa amiga dela, Maria Elis, de 33.

 

Além disso, a mulher, no geral, gosta do homem que toma iniciativa, puxa, levanta, vira, "domina" mesmo. Quando ele não faz nada disso, algumas mulheres se sentem menos desejadas. "Já pensou se o cara não se mexe, não sugere posições? Aí não é sexo. É outra coisa", alfineta Roberta, de 25. "Eu nem imagino como é transar com alguém que não tem pegada. Mulher adora mesmo essa dominação combinada".

 

Mas pegada não significa ter carteirinha do Cirque Du Soleil. Ser malabarista na cama é pra poucos, nem vale inventar. E como nem todo mundo consegue se contorcer como gostaria, surge mais um deslize dos homens. "Tive um namorado que sempre queria complicar, inventar moda que era fisicamente impossível. A gente perdia o clima quase sempre", lamente Marilda, 29. Nessa hora, outro probleminha comum surge, na opinião das mulheres. "Muitos ficam insistindo em alguma coisa que já mostramos não gostar. Aí desanima e não tem jeito de segurar o tesão". E você, o que colocaria na listinha de reclamações?

 

Via Vila dois



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Quarta-feira, 24.11.10

Como se manifesta o desejo sexual?

 

Homens e mulheres são despertados de formas diferentes para o desejo sexual. No homem, o desejo vem automaticamente por meio de um olhar mais atento sobre a mulher que ele deseja. Na mulher, o desejo vem da necessidade de uma aproximação que a faça se sentir desejada, que a estimule, excite, para sentir segurança nas atividades sexuais. O desejo surge espontaneamente com o envolvimento entre duas pessoas, sendo que estas devem estar em sintonia e ter chances de criar situações agradáveis. 

Prazer é uma emoção e um sentimento que se expressa individualmente; para a mulher, há uma forma particular de sentir e manifestar o prazer. O desejo sexual é como um apetite. Uma experiência que impulsiona qualquer pessoa a buscar ou tornar-se receptiva ao encontro sexual. Contudo, nem sempre essa experiência faz parte da vida de homens e mulheres, pois é comum o interesse por sexo diminuir devido a certos fatores considerados inibidores. 

Alguns problemas orgânicos como anemia, deficiência cardíaca ou hipotiroidismo podem gerar uma baixa no desejo sexual, como também o uso de determinadas medicações: anti-hipertensivos, tranquilizantes, drogas à base de estrogênio (para os homens). Neste aspecto, envolve cerca de 15% das causas do desejo sexual hipoativo. 

Na maioria das vezes, fatores de ordem psicológica são os mais frequentes, tais como: dificuldades no relacionamento com o(a) parceiro(a), ansiedades de desempenho sexual, baixa auto-estima, ressentimentos e mágoas, frustrações profissionais, sentimentos de não realização pessoal, entre outros. Às vezes a diminuição ou mesmo a ausência de desejo pode ser um sintoma de depressão, ou pode estar associada a problemas de adaptação psicológica a alguma doença. 

Outra fonte de inibição diz respeito à dificuldade em concentrar-se nas sensações eróticas durante o ato sexual. A pessoa tende a se perder em pensamentos, divagando em outros assuntos. Assim, a atividade sexual tende a tornar-se sem graça e desagradável, podendo ser evitada; qualquer um perde o interesse por algo que não seja atraente. Isso também ocorre em situações em que o(a) parceiro(a) apresenta pouca habilidade no contato, tanto no sentido emocional quanto fisicamente. Por exemplo: achar que a penetração é a melhor parte do sexo, esquecendo-se de que a exploração das zonas erógenas é um importante ingrediente; ou ainda preocupar-se em ter uma performance exuberante a ponto de transformar o ato sexual em uma videocassetada, ou em um show. 

Seja qual for o fator inibidor, a primeira providência é abrir um espaço para discutir com o(a) parceiro(a) a respeito do problema. O diálogo é fundamental, pois auxiliará na compreensão dos fatores inibidores, além de favorecer a uma maior intimidade. Se não for suficiente, uma terapia sexual poderá ser a solução. 

Eliane Marçal, psicóloga clínica e hipnoterapeuta

 

Via Bonde



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Sábado, 13.11.10

Elas e as posições sexuais

 

Antes de começar, vale o recado. Não há certo e errado quando o assunto é sexo.

 

Não existe melhor ou pior posição sexual, já que todo mundo é diferente, tem gostos diferentes e se atrai, consequentemente, por coisas diferentes. Mas há algumas situações que, no geral, podem sim ser encaradas de outra maneira pelos parceiros, pensando na satisfação da mulher. Não adianta, por exemplo, imitar cena de filme pornô - muita coisa só funciona na ficção mesmo e tentar copiar pode levar à decepção.

 

Outra coisa que pode confundir a cabeça dos homens é quanto ao peso do próprio corpo sobre a mulher. Recado para os moços de plantão: a maioria delas gosta e quer sentir tudo bem de perto, curte o atrito, então nada de se preocupar com isso. Homens precisam cuidar apenas para equilibrar tudo de maneira que não sufoque a parceira, claro.

Ser passivo e deixar a mulher realizar todo o serviço sozinha é reclamação de 11 em 10 mulheres quando o assunto são os deslizes deles. "Sexo é para ser feito a dois, né? Quando o homem se acha o dono da situação e vê a mulher como submissa, tende a imaginar que ela vai dar conta do recado sem ele fazer muito esforço. Tem muito homem por aí assim", reclama Soraia, de 37 anos. "É claro que, às vezes, a gente gosta de encarnar uma ‘dominatrix’, mas sempre, fica complicado", completa amiga dela, Maria Elis, de 33.

Além disso, a mulher, no geral, gosta do homem que toma iniciativa, puxa, levanta, vira, "domina" mesmo. Quando ele não faz nada disso, algumas mulheres se sentem menos desejadas. "Já pensou se o cara não se mexe, não sugere posições? Aí não é sexo. É outra coisa", alfineta Roberta, de 25. "Eu nem imagino como é transar com alguém que não tem pegada. Mulher adora mesmo essa dominação combinada".

 

Mas pegada não significa ter carteirinha do Cirque Du Soleil. Ser malabarista na cama é pra poucos, nem vale inventar. E como nem todo mundo consegue se contorcer como gostaria, surge mais um deslize dos homens. "Tive um namorado que sempre queria complicar, inventar moda que era fisicamente impossível. A gente perdia o clima quase sempre", lamente Marilda, 29. Nessa hora, outro probleminha comum surge, na opinião das mulheres. "Muitos ficam insistindo em alguma coisa que já mostramos não gostar. Aí desanima e não tem jeito de segurar o tesão". E você, o que colocaria na listinha de reclamações?

 

Por Sabrina Passos (MBPress)

 

Via Vila Dois



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Segunda-feira, 30.08.10

O drama da falta de orgasmo

 

O prazer durante uma relação sexual parece óbvio, inerente, certo? Mas para muitas mulheres, a anorgasmia é um pesadelo. E não se trata de aversão ao sexo ou má atuação do parceiro.

 

O problema, na maioria dos casos, está bem longe das partes baixas.

 

A grande vilã que leva à anorgasmia - falta de orgasmo - é a repressão sexual. "Para a maior parte das mulheres, desejar é um verbo complicado de conjugar. E a questão é que tudo parte do desejo: para atingir o orgasmo é preciso imaginar aquilo que leva ao prazer", explica o médico sexologista João Borzino. "O prazer tende a ser algo pejorativo na educação sexual feminina. E o orgasmo começa com a reversão desse valor".

A anorgasmia existe de fato quando a mulher não consegue atingir o prazeroso orgasmo. Nesse quadro geral, existem algumas classificações. Algumas não atingem apenas com a penetração e precisam de estímulo manual ao mesmo tempo. Outras não conseguem se houver penetração e manipulação simultânea e preferem apenas as mãos do amado. O terceiro grupo é formado por mulheres que não conseguem atingir o orgasmo de maneira alguma.

Borzino lembra que toda e qualquer mulher tem a capacidade de atingir o prazer pleno. "Ele é um fenômeno psíquico e emocional e algumas mulheres conseguem ter prazer somente ao imaginar uma relação sexual", garante. "O contato físico é importante, claro, mas não é o meio que decide a ocorrência do orgasmo. A grande responsável é a entrega da mulher à fantasia. A partir do momento em que ela consegue se permitir vivenciar o prazer, ela consegue ter orgasmos".

Mas e quando isso não acontece, qual a solução? "Reeducação sexual, reposicionamento do perfil feminino, diálogo com o parceiro e quebra de tabu para conseguir desejar de uma maneira livre", afirma Borzino.

Ele garante que não há medicamento para isso. "Muitas pessoas acreditam erroneamente que pílulas para disfunção erétil provocam tesão, estimulam a libido e iniciam uma discussão sobre a existência de uma pílula semelhante na versão feminina. As pessoas esquecem que qualquer pílula para este tipo de disfunção é uma medicação para ereção e não atua no desejo do homem.

Remédio não faz ninguém desejar ninguém. Desejo é uma apetência e apetências são instintivas, inibidas ou não, dependendo da educação que a pessoa recebe", afirma. Ele lembra, claro, que algumas mulheres com problemas hormonais podem sofrer com queda de libido, mas trata-se de uma minoria quando o assunto é carência de orgasmos.

A dica de Borzino é a procura de um profissional habilitado para que a mulher se conheça melhor, se respeite mais e se entregue de uma maneira plena. "O mais importante, porém, é o que ela já pode fazer no dia-a-dia: buscar um maior entrosamento com o parceiro não só na cama, mas também, e principalmente, fora dela", sugere. "O sexo começa com o bom dia no café da manhã".

 

É preciso entender então o sexo não como uma obrigação a cumprir, mas algo que tenha que agradar plenamente para que o casamento ou o namoro deem certo. "A mulher, ao se entrosar melhor com o parceiro, se sente confortável para se entregar mais e mostrar o que deseja. E acho que esta é a principal dica: perder a vergonha e falar do que gosta. Sem uma comunicação clara, fica complicado para o homem adivinhar do que as mulheres querem".

 

Via Vila dois



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Sábado, 27.02.10

 Nunca entendi o porque das necessidades sexuais dos homens e das mulheres serem tão diferentes.

Nunca entendi todas essas baboseiras que dizem, entre as quais que a mulher vem de Vénus e os homens de Marte.

E também nunca entendi porque é que os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.

No entanto, uma noite eu e a minha gaja fomos para a cama.
Claro... começamos a acariciarmo-nos, o agarranço do costume, apalpão nos traseiros, etc...

O problema é que já tava eu bem na vertical, quando ela me diz: Oh amor!.. agora não tenho vontade. Por favor abraça-me somente. E a gaja diz-me isto com uma cara de cínica do caraças!... E eu:

QUEEEEEE??????

E então virou-se para mim com aquelas palavras femininas mágicas que todas têm na ponta da língua:

'Vocês são todos iguais!!! Não sabem entender as necessidades sentimentais de uma mulher'.

ORA FOOOOOODAAAAA-SEEEEE!!!
No final de contas, não ia haver nada nessa noite.
Fodido, guardei os óleos afrodisíacos, apaguei as velas, tirei o CD do Alejandro Sanz (nestes momento funciona quase sempre), tomei um duche de água gelada para acalmar a besta, e deitei-me a ver o 'Discovery' bem alto, para a velha da sogra não dormir.
Após alguns tempo, adormeci.....


No dia seguinte fomos às compras ao Corte Inglês;
entrámos numa loja, eu tava a ver relógios enquanto ela experimentava 3 modelos caríssimos da Cartier

Como mulher que é, não conseguia decidir-se por nenhum e então, farto de estar ali, disse-lhe: Leva os 3 amor.
Então disse-me ohando para uns sapatos de 290€, que estava mesmo a precisar de calçado. Eu respondi que me parecia bem.
Fomos de seguida à secção de roupa, de onde saímos com 2 modelos Channel, uma encharpe de plumas Fátima Lopes e mais uma mala Luis Vuiton .

Ela estava tão emocionada.

Eu penso que ela achava que eu tinha enlouquecido, mas lá ia trazendo as compras todas atrás dela.
Penso também que me estava a pôr à prova quando me pediu uma saia curtíssima para jogar ténis... (nem correr sabe... quanto mais jogar ténis)
Entrou em choque quando lhe disse: compra tudo o que quiseres, meu amor.
Eu acho que ela estava quase sexualmente excitada depois de tudo isto.
E virou-se para mim: vem carinho, vem meu doce, meu sol, minha vida (e outras lamechices mágicas de todas as mulheres): Vamos à caixa pagar.
Foi aí que, estando apenas uma pessoa à nossa frente para pagar, lhe disse:


Oh amor!.. agora não tenho vontade de comprar tudo isto...

Bem, a cara dela só visto. Ficou pálida então quando lhe disse. 'Abraça-me somente!'

Ficou como quem ia desmaiar a qualquer momento. Ficou com a parte esquerda do corpo e o tique da sobrencelha direita a vir ao de cima. Balbuciou:
QUEEEEE??????

Respondi-lhe, magoado:
''Vocês são todas iguais!! Não sabem entender as necessidades financeiras de um homem''..

 

Recebido por mail



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Sábado, 26.12.09

Joleen Baughman, Desejo Sexual 24 horas por dia

 

 Uma libido insaciável está a tornar a vida de  "insuportável". Aos 37 anos sofreu um acidente de automóvel, onde danificou um nervo da pélvis que controla o desejo. Agora, dois anos depois, a vontade de ter relações sexuais é permanente e insaciável.

Esta norte-americana, mãe de duas crianças, revela o seu descontentamento. "É insustentável. Por vezes basta o roçar da roupa para ficar excitada", conta a mulher ao jornal Telegrapah. "Consegue ser muito embaraçoso e dificulta-me a capacidade de concentração".

Os sintomas inesperados começaram a fazer-se notar seis meses depois do acidente. Inicialmente Joleen e o marido desfrutaram com prazer do redobrado desejo, mas rapidamente perceberam que, por mais relações sexuais que tivessem, ela nunca ficava saciada. "Estava encantada e achava que finalmente tinha o desempenho sexual que o meu marido sempre quisera", conta Joleen. "Chegávamos a fazer três vezes por noite, mas eu tinha sempre ainda mais vontade a seguir".

Após consultar um médico, foi-lhe diagnosticado síndrome de excitação sexual persistente . Esta "condição rara" é provocada pelos danos de um nervo na pélvis, localizado muito perto da genitália. A explicação médica tranquilizou Joleen Baughman, que considera "extenuante sentir desejo 24 horas por dia". "Fiquei contente por saber que não se tratava de uma questão psicológica", conclui a mulher. "Pensava que era eu que estava ficar maluca".

Via Expresso



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Quarta-feira, 04.11.09

Vibradores 

 

Duas pesquisas realizadas na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, apontam que o uso de vibradores em encontros sexuais é comum entre homens e mulheres e ajuda a melhorar a saúde sexual. Um dos estudos, liderado por Debra Herbenick, foi feitos a partir de questionários com 2,056 mulheres entre 18 e 60 anos. Os pesquisadores descobriram que mais da metade (52.5%) das mulheres já haviam usado um vibrador, e uma em cada quarto mulheres afirmou ter usado no mês anterior à pesquisa.

Mulheres que usam vibradores têm maiores chances de terem feito exames ginecológicos em um ano e também mais chances de terem feito um auto-exame genital. Além disso, mulheres que usam vibradores afirmam sentir mais desejo e ter mais lubrificação e sentir menos dor durante o ato sexual.

Michael Reece e sua equipe fizeram uma pesquisa com 1,047 homens, também com idades entre 18 e 60 anos, e descobriram que 44,8% dos homens já haviam feito uso de vibradores, sozinhos ou com parceiros sexuais. O relatório da pesquisa afirma que homens que usam vibradores têm maiores chances de relatar a participação na promoção de comportamentos mais seguros de saúde sexual, como o auto-exame testicular.

Além disso, homens que relatam o uso recente de vibradores afirmaram sentir maior desejo e ter a função erétil e a satisfação sexual melhores do que aqueles que afirmaram não usar o apetrecho.

Debra Herbenick afirma que o estudo sobre o uso de vibradores por mulheres confirma o que médicos e terapeutas já sabiam por décadas: “O uso de vibradores é comum, ligado a funções sexuais positivas, como o desejo pelo orgasmo, e é raramente associado a efeitos colaterais”.

Reece ainda adiciona que o estudo do uso masculino do vibrador mostra que a utilização é comum entre homens, o que não havia sido documentado anteriormente. “Os dois estudos ajudam a ter um maior entendimento do modo em que consumidores estadunidenses estão procurando produtos que promovem a sua saúde sexual”, afirma o pesquisador.

Via Hsience

 



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Domingo, 01.11.09

 Caricias, a arte do sexo sem penetração

Como sentir-se mais sensual, insinuante e ainda mais excitante, mas não ter relações sexuais com penetração? Você acredita que a resposta para esse enigma sexual é a relação sexual sem penetração?

Muitas pessoas ainda não conhecem que essa outra alternativa pode beneficiar suas vidas sexuais de diversas maneiras. Mesmo que você entre em abstinência, pratique sexo seguro ou queira apimentar as coisas, as trocas sexuais envolvidas são muito bem exploradas.

O sexo sem penetração é utilizado para qualquer tipo de relação que não envolva sexo oral ou tradicional. Tem sido utilizado como uma gratificação sexual pelos defensores do sexo seguro há anos. É ideal também para minimizar a propagação de doenças sexualmente transmissíveis (DST), o risco de gravidez indesejada, embora o método não seja completamente seguro – depende de quanta roupa você estiver usando. Dependendo de quantas camadas de roupa estará entre você e seu amado (a), talvez terá de usar uma camisinha enquanto prática o método.

Amantes de todas as idades e de qualquer tipo de relacionamento estão empenhados em fazer sexo sem penetração por diversas razões:

  • Querem dar um tempo na relação sexual com penetração;
  • Não estão com energia ou desejo de ir até o fim;
  • Querem variar na atividade sexual;
  • Algum dos parceiros está com infecção;
  • Ela está menstruada;
  • Quando usar métodos contraceptivos ou preventivos não é acessível – repetindo, se não usar nenhum método é necessário usar algumas camadas de roupas.

O sexo sem penetração é para qualquer um que procura formas simples de expressar os desejos sexuais e excitação. O melhor de tudo é a elevação da paixão de forma positiva e a melhora no relacionamento.

O casal aprecia a relação sem sexo quando existe foco total no corpo. Com isso, eles aprendem mais a respeito do próprio corpo e as zonas erógenas. O sexo também passa a ser mais lento e prazeroso. Como o sexo penetrativo não é necessariamente uma meta a ser alcançada, casais fazem com prazer aquilo que perderam ao longo do tempo. Para o homem também é um alívio, pois sempre existe a pressão da performance masculina. E para as mulheres também, que estão sempre esperando o orgasmo quando fazem sexo com penetração. Algumas mulheres, de fato, ficam mais orgásticas quando focam nas maneiras de ter um orgasmo sem sexo.

Esse método também ajuda o casal criar mais conexão um com outro, e para quem está começando uma relação pode ser uma boa maneira de criar confiança no parceiro. Para os casais antigos, transar sem chegar nas vias de fato pode ajudar a resgatar momentos do passado, e ajudar na excitação do sexo proibido.

Esses benefícios deixam o casal mais despreocupado, ainda mais nesses tempos que o sexo se tornou algo frenético. Algumas dicas para apimentar o sexo sem penetração é a conversa erótica que pode ser por telefone, SMS etc; contos sensuais; fantasiar-se; massagem erótica; beijo; sexo virtual; strip-tease; brinquedos eróticos; masturbação mútua, entre outros. É só usar a criatividade.

Via Hscience

 



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Terça-feira, 29.09.09

 O amor é um risco, o sexo não

 

Na segunda metade do século xix, a sexualidade era escondida, proibida, recalcada. Ao observar o arco histérico dos pacientes de Charcot, o jovem Freud achou logo que tinha origem num desejo sexual que, por não poder ser satisfeito, se exprimia no corpo. Contudo, era possível falar e escrever de amor sem limites. Existe uma continuidade ideal entre livros como "Anna Karenina", "O Monte dos Vendavais" e filmes como "Love is a Many Splendored Thing" e "Um Homem e Uma Mulher". Hoje em dia são cada menos os romances e os filmes cujo tema é um amor apaixonado. Em compensação, o erotismo e o sexo sem amor estão cada vez mais presentes. Na vida real, há jovens que aos trinta anos já tiveram experiências sexuais que as mães nem teriam imaginado, mas ainda não viveram um grande amor. Não encontraram a pessoa certa, ou ficaram inibidas. É como se houvesse uma inversão do binómio sexualidade-amor. 

A sexualidade começou por ser perigosa (pelo risco de uma maternidade indesejada), pelo que era controlada e reprimida. Actualmente, o maior perigo está em abandonarmo-nos ao amor, pelo sofrimento que ele pode causar, sobretudo quando a sexualidade é livre e a fidelidade deixou de ser considerada uma virtude e um dever essencial. A psicanálise diz-nos que, quando um impulso é reprimido, se manifesta por sintomas de substituição. O arco histérico era o substituto de um desejo sexual proibido.

 

 

E haverá substitutos do amor apaixonado reprimido? No livro "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, que retrata um mundo em que tudo é planeado e não há enamoramento, as necessidades inconscientes eram satisfeitas com uma "injecção de paixão violenta".

 

 

No mundo de hoje, há alguma coisa que corresponda à "injecção de paixão violenta"? Penso que sim: a procura da excitação paroxística da discoteca, a falta de regras das raves, a anulação da pessoa nas festas e orgias e, de forma mais geral, o estado induzido pelas drogas. Depois de dissociado do amor, o sexo torna- -se fácil, enquanto amor se torna difícil e é substituído por estados paroxísticos artificiais. Há mesmo quem preveja, como Attali, o desaparecimento do amor exclusivo. Alguns neuropsicológos procuram fármacos para "acender" e "apagar" o amor. Na minha opinião, são vias que empobrecem a humanidade. O amor é um risco, mas quem não o corre não vive. 

Sociólogo, escritor e jornalista

 

Via ionline



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