Quinta-feira, 23.12.10

Depilação à brasleira

 

O centro de estética em Nova Iorque de Janea Padilha e das suas seis irmãs - todas com nomes começados por J - chega a ter 600 clientes por dia. Nos dois pisos do prédio de Manhattan onde funciona o salão "J. Sisters" trabalham 85 pessoas "de todas as partes do mundo", diz-nos Janea por telefone. A brasileira de 55 anos proclama-se inventora da depilação à brasileira, que exportou para os Estados Unidos com o nome "brazilian wax".

Este estilo de depilação consiste em arrancar todos os pêlos da púbis ou deixar apenas uma discreta penugem, como um bigode à Hitler. "Há quem queira tirar tudo, há quem queira ficar com alguns, as clientes é que escolhem", explica-nos Janea.

A brasileira diz ter tido a ideia nos anos 80 numa praia na sua terra natal, Linhares, no estado de Espírito Santo. "Uma mulher se sentou na minha frente com um biquíni bem pequenino e quando jogou a bunda para trás, vi que ela estava toda cabeluda", conta. "Quando cheguei a casa, vi que também estava e experimentei tirar todos os pêlos." Mais tarde, começou a fazer o mesmo às clientes do salão de beleza da tia, onde trabalhava com as suas irmãs (Judicéia, Jussara, Juraci, Joceli, Joyce e Jonice).

Em 1984, as sete irmãs decidiram emigrar para os Estados Unidos. "Já tínhamos uma clientela muito grande no Brasil, mas queríamos aventura", diz Janea. Durante três anos, trabalharem em vários centros de estética em Nova Iorque, até inaugurarem o seu próprio salão na West 57th Street, em Manhattan. No início, o "J. Sisters" era mais procurado como cabeleireiro e manicure, mas tornou-se um êxito graças à depilação à moda brasileira. "Demorou um ano até conseguir convencer a primeira cliente a fazer a ''brazilian wax''", conta Janea. "Duas horas depois, ela voltou com seis meninas. Uma delas trabalhava na revista ''Elle'' e escreveu três páginas sobre isso. A partir daí, todo o mundo ficou sabendo."

Quando Carrie e Samantha, personagens de "Sexo e a Cidade", experimentaram a depilação à brasileira num episódio da terceira temporada da série, em 2000, o salão de Janea tornou-se ainda mais concorrido. As próprias actrizes são habitués da cera das depiladoras brasileiras (a única coisa que conseguiram patentear) e as suas fotografias estão na parede com uma dedicatória. Para deitar-se na mesma marquesa que Uma Thurman, Cameron Diaz ou Carolyn Bessette-Kennedy (que ali esteve três dias antes de morrer) terá de pagar 57 euros - 75 dólares, o preço da depilação à brasileira.

É caro, mas inclui também uma espécie de consulta de aconselhamento que a brasileira está habituada a dar a famosas como Naomi Campbell ou Vanessa Williams. Esta última escreveu até o prefácio do livro de auto-ajuda "Brazilian Sexy: Secrets to Living a Gorgeous and Confident Life", lançado por Janea nos Estados Unidos em Abril deste ano. Além de dicas de beleza, o livro dá conselhos para "tornar a sua vida mais simples".

E não pense que o salão é só para mulheres, aliás a "sunga wax", depilação masculina, tem cada vez mais fãs. "Temos tido muitos clientes homens e não são gay. Vêem as namoradas limpinhas quando passam a mão no bumbum e também querem."

 

Via ionline



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Quarta-feira, 28.04.10

Mulheres que não se depilam

 

Há escolhas que nem os famosos são capazes de tornar apetecíveis. Vejam-se os pelos das pernas. Pouco importa que a celebridade ostente a penugem mais pálida e discreta que se possa imaginar, como aconteceu uma vez a Alicia Silverstone na inauguração de uma loja ou a Celine Dion num concerto em Tóquio. As câmaras fazem zoom e a internet imortaliza o momento.

Na passadeira vermelha, se uma mulher tem pelos nas pernas ou nos sovacos, assume-se que é um passo em falso, uma falha na gestão do tempo. Ora ultimamente não deixou de ser assim. Em Janeiro, nos Globos de Ouro, Mo'Nique, que venceu com o seu retrato de uma mãe pavorosa em "Precious", levantou o vestido comprido e mostrou as pernas com pelos abundantes.

A coisa não se ficou por ali. O "New York Daily News" coroou-a "actriz menos superficial de sempre". Em sites como o TMZ.com, as pessoas publicaram comentários como "tenho de ir VOMITAR [...] Nojento é dizer pouco". Parecia que uma exclamação de repulsa se espalhara pelo país, destinada a chamar a avisar todas as adolescentes de que ter pelos nas pernas não é mesmo permitido.

A confusão aumentou quando ficou claro que Mo'Nique não se esquecera de depilar as pernas. Não: ela nunca as depila. Tentou fazê-lo uma vez, fartou-se de sangrar e decidiu que os pensos rápidos não eram para ela.

Mo'Nique não foi a única a andar com pelos na passadeira vermelha nesta temporada de prémios. Amanda Palmer, que antes cantava no duo de punk-cabaret Dresden Dolls, esteve presente nos Globos de Ouro com o noivo, Neil Gaiman, cujo romance "Coraline" foi transformado em filme de animação. Palmer, com um vestido transparente à anos 20, ergueu um braço e mostrou ao mundo os pelos que tinha por baixo. Mais tarde escreveu uma mensagem no Twitter: "Espero que, entre mim e Mo'Nique, possamos mudar o padrão cultural de beleza e depilação deste ano."

Numa entrevista telefónica, Palmer, que também não depila as pernas, diz: "As pessoas imaginam que estamos a tomar uma posição na matéria, mas eu não estou."

Sim, admite, gosta de lembrar às suas fãs mais jovens que são livres de escolher. Segundo Palmer, as mulheres por vezes falam com ela acerca do tema dos pelos corporais e dizem-lhe que não são particularmente adeptas da depilação. Porém, "não querem lidar com os olhares de censura e optam pelo caminho da não resistência", acrescenta.

Alguns grupos de mulheres têm deliberadamente remado contra a corrente. Mo'Nique chamou às suas pernas au naturel "uma cena de mulher negra", referindo-se a algumas mulheres americanas de origem africana que não se depilavam. Danielle C. Belton, criadora do blacksnob.com, um blogue de política e cultura, afirma que, em miúda, os seus pais, nascidos no Sul, não a deixavam depilar as pernas. A resposta deles, por volta de 1992: "Isso é coisa de brancos."

Belton, que tem 32 anos, argumenta que Mo'Nique - que nunca se depilou durante todos os anos que tem sido comediante, apresentadora de talk shows e de um reality show - tem sido alvo de mais críticas agora que a sua base de fãs aumentou. "Há coisas que só passam a ser uma questão popular quando saem da esfera doméstica", diz Belton.

A fotografia de Lee Friedlander, de 1979, de Madonna com as pernas abertas, que apareceu na "Playboy" em 1985 - e não havia sinal de que tivesse usado lâminas ultimamente fosse onde fosse - atraiu aplausos, e não apupos, dos leitores. E para que não pensemos que os pelos corporais não andam a vender bem, uma cópia do referido nu foi vendida o ano passado por 28 mil euros.

Por vezes uma mulher desiste de se depilar apenas temporariamente. Na estreia do filme de 1999 "Notting Hill", Julia Roberts fez virar as cabeças - ou melhor, os seus sovacos, com meses de liberdade, fizeram--no. Por vezes um amante acha isso atraente. Mo'Nique disse que o marido gosta das suas pernas.

Para Palmer, a cantora, o que há a fazer é não nos importarmos com o que os outros pensam (mais fácil de dizer que de fazer). Ainda assim, diz às fãs mais jovens que confundem não se depilarem com autenticidade: "Sabem o que é mesmo fixe? Levantarem-se todas as manhãs, decidirem o que vos apetece e fazerem-no."

 

Via ionline



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Quarta-feira, 10.02.10

 A depilação está na moda

 

"Já experimentei vários desenhos, mas o que mais gosto e que faço sempre é o coelho da Playboy." Aos 30 anos, Carolina (nome fictício), advogada, é uma das clientes em que Cezar Van Louicci aplica a sua arte no que toca a depilação artística. Se está a pensar em desenhos feitos com os próprios pêlos, acertou. Pode pedir corações, setas a apontar (não vá o/a companheiro/a perder-se) e até coelhinhos da Playboy. Mas nem sempre foi assim.


"Quando cheguei a Portugal apercebi-me que as mulheres só depilavam as virilhas de forma normal e que a depilação mais cavada, como se fazia no Brasil, era só para bailarinas, strippers ou mesmo prostitutas." Cezar nasceu no Rio de Janeiro há 47 anos. Vive em Portugal há 18. Numa voz baixa e pausada, conta a sua paixão pela estética e as diferenças que encontrou. Um país de mulheres conservadoras que não se atreviam a grandes inovações púbicas. Hoje em dia o cenário é bem diferente e nunca se sabe que surpresas escondem as saias de uma mulher.

Quando Cezar propôs a Carolina que fizesse um desenho, ela disse que não: "Senti-me constrangida. Mas depois decidi experimentar e agora estou tão habituada que não consigo ter uma depilação sem ser artística." O processo é simples: a cera contorna os pêlos com a forma desejada e depois é só arrancar. 

O facto de Cezar ser do sexo oposto, não a incomoda: "A primeira vez foi estranho, mas ele é tão profissional que eu até me esqueço que ele é um homem."

Em pouco tempo, a depilação brasileira (depilação total deixando apenas uma linha ou um pequeno triângulo de pêlos na púbis) tornou-se uma prática comum. Algumas pessoas até preferem tirar tudo: "Aumenta o prazer sexual", afirma uma relações públicas de 29 anos, que prefere não se identificar. A primeira vez foi há três anos "por iniciativa própria". A esteticista, habituada às lides, não estranhou e cumpriu. A RP "já nem se imagina de outra forma": "É mais confortável e a sensibilidade é maior."

Arte púbica

 Cezar é um verdadeiro artista e estudioso do pêlo. Além de ter um laboratório (com microscópio e tudo) onde estuda as pilosidades e formas de atrasar o seu crescimento, faz os desenhos nas suas clientes sem a ajuda de moldes. Mesmo se as senhoras lhe pedirem uma bola de futebol: "Na altura do europeu e mundial pedem-me bolas, números de jogadores e a bandeira de Portugal." Verde, vermelho, amarelo, rosa-choque, bordeaux (que segundo Cezar, com uma lingerie preta fica "muito bem"), verde ou azul - há cores e tintas (específicas para a zona genital) para os gostos mais extravagantes. 

Mas nem só de pêlos vive a púbis. Existe todo um mundo de fantasia por trás de uma saia travada ou de um tailleur mais conservador. "Aplico pedras brilhantes, lacinhos, correntes fininhas e faço pinturas artísticas", explica Cezar. "Este tipo de arte é muito procurada pelas noivas, para a noite de núpcias, como surpresa para o noivo." O resultado pode ir desde uma borboleta brilhante, a uma composição de lacinhos, rendas e brilhantes, a evocar cabarets.

Cezar garante que a cola dura vários dias, para grande alegria das clientes mais arrojadas. A maioria, no entanto, diz não à bonecada e escolhe a depilação total. "Desde mães a avós de família", confessa Cezar com um sorriso.

Nos homens

"Tive um cliente que ficava com uma erecção do início ao fim da depilação", conta Helena Venceslau, de 43 anos e esteticista há 15. "Ele nem sabia que ficava assim. Na primeira vez só pedia desculpa e ficava com o braço em cima da cara, envergonhado." 

Já Francisco, um gestor de 36 anos, e adepto da depilação total, confessa que chegou a ter medo que lhe acontecesse o mesmo, mas depois de experimentar a dor na pele "a excitação é última coisa que passa pela cabeça". "Costumo dizer que vai doer muito mais do que eles pensam", explica Helena, que faz questão de se sentar com os clientes para lhes explicar detalhadamente o processo. 90% da clientela é masculina e se muitos optam pela depilação total - zona genital e anal - outros querem ver-se livres apenas dos pêlos do peito e abdómen. 

Francisco começou a depilar-se há três anos por causa de uma operação ao joelho: "Tirei os pêlos das pernas e gostei de ver. Mais tarde experimentei no corpo todo, zona genital também, e já não me consigo imaginar com pêlos." A namorada aprovou; ele sente-se muito melhor. "Para além de ser mais confortável e estético, a nível sexual também é melhor. As sensações são totalmente diferentes."

Ricardo, um biólogo de 34 anos, começou por depilar o peito, a pedido da namorada. Mais tarde experimentou as pernas, já que é adepto de BTT, e finalmente rendeu-se aos encantos da depilação total. "Faço por uma questão de higiene, bem estar e estética. É muito mais agradável não ter pêlos." 

Para Helena, a depilação "não é arrancar o pêlos e já está". "É preciso olhar para o corpo do homem e deixá-lo proporcional." A depilação é uma arte que pode ir até onde a imaginação quiser: "Um cliente já me pediu para fazer a primeira letra do nome da mulher, na zona genital, porque era o aniversário de casamento. Achei romântico." E apesar da maioria pedir para tirar tudo - incluindo um cliente de 73 anos naturista ferrenho - há também quem peça "quadrados, rectângulos, triângulos ou o chamado bigode de Hitler". Consegue imaginar?

Numa espécie de estudo sociológico do comportamento masculino, Helena já chegou a algumas conclusões, baseadas na sua experiência e nos mais de 300 clientes que atende de segunda a sábado. "Os homens entre os 35 e os 45 são os que mais se depilam. Quando se separam ou arranjam uma namorada nova, é a primeira coisa que fazem." Há quem a deixe a chorar de alegria, com agradecimentos pela melhoria da vida sexual livre de pêlos, ou pela própria mudança do estilo de vida: "Ajudei um cliente que era tão peludo que não ia à praia há anos, por vergonha. Disse-me que lhe devolvi a vontade de viver." Helena limpa as lágrimas e pede desculpa por ser uma chorona.

Via IOnline

 



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Quinta-feira, 14.05.09

Tomates depilados

 

Estava eu a ver TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada para fazer, pois no outro dia é segunda-feira,quando a minha esposa se deitou ao meu lado e começou a brincar com minhas ‘partes’.

 

Após alguns minutos ela teve a seguinte ideia:

 

- Por que é que não me deixas depilar os teus ‘ovinhos’, pois assim eu poderia fazer ‘outras coisas’ com eles. Aquela frase foi igual a um sino na minha cabeça. Por alguns segundos imaginei o que seriam ‘outras coisas’. Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu a imaginar as ‘outras coisas’, não tive argumentos para negar e concordei.

 

Ela pediu-me que me pusesse nu enquanto ia buscar os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei a ver TV, porém a minha imaginação vagueava pelas novas sensações que sentiria e só despertei quando ouvi o beep do microondas.

 

Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei estranhos aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de ‘dona da situação’ que deixaria qualquer médico urologista sentir-se um principiante.

 

Fiquei tranquilo e autorizei o restante processo. Pediu-me para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e libertasse o aceso à zona do tomatal.

 

Pegou nos meus ovinhos como quem pega em duas bolinhas de porcelana e começou a espalhar a cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa! O Sr. ‘tolas’ já estava todo ‘pimpão’ como quem diz: ‘Sou o próximo da fila!’

 

Pelo início, imaginei quais seriam as ‘outras coisas’ que aí viriam.


Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou-os no plástico com tanto cuidado que eu achei que ia levá-los de viagem.

 

Tentei imaginar onde é que ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet?

 

Porém, alguns segundos depois ela esticou o ’saquinho’ para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro ‘ A PUUUUTA QUEEEE TE PARIUUUUUUU’, quase gritado letra por letra.

 

Olhei para o plástico para ver se a pele do meu tin-tin não tinha vindo agarrada. Ela disse-me que ainda restavam alguns pelinhos, e que precisava repetir o processo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!

 

Segurei o Sr. Esquerdo e o Sr. Direito nas minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazónica em extinção, e fui para a banheira. Sentia o coração bater nas ‘pendurezas’.

 

Abri o chuveiro e foi a primeira vez na minha vida que molhei a salada antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nestes momentos de dor qualquer homem se torna num bebezinho: faz merda atrás de merda.

 

Peguei no meu gel pós barba com camomila ‘que acalma a pele’, besuntei as mãos e passei nos ‘tomates’.

 

Foi como se tivesse passado molho de piri-piri. Sentei-me no bidé na posição de ‘lavagem checa’ e deixei a água acalmar os ditos. Peguei na toalha de rosto e abanei os ‘ditos’ como quem abana um pugilista após o 10° round.

 

Olhei para meu ‘júnior’, coitado, tão alegrezinho uns minutos atrás, e agora estava tão pequeno que mais parecia o irmão gémeo de meu umbigo.

 

Nesse momento a minha esposa bate à porta da casa de banho e perguntou-me se eu estava bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual a uma gralha. Saí da casa de banho e voltei para o quarto. Ela argumentava que os pentelhos tinham saído pelas raízes, que demorariam a voltar a crescer. Pela espessura da pele do meu tin-tin, aqui não vai nascer nem sequer uma penugem, disse-lhe.

 

Ela pediu-me para ver como estavam. Eu disse-lhe para olhar mas com meio metro de intervalo e sem tocar em nada, acrescentando que se lhe der para rir ainda vai levar PORRADA!!

 

Vesti a t-shirt e fui dormir, sem cuecas. Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.

 

No outro dia de manhã, arranjei-me para ir trabalhar. Os ‘ovos’ estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca d’antes soprados.

 

Tentei vestir as boxers, mas nada feito. Procurei algumas mais macias e nada. Vesti as calças mais largas que tenho e fui trabalhar sem nada por baixo.

 

Entrei na minha secção com uma andar igual ao de um cowboy cagado.


Disse bom dia a todos, mas sem os olhar nos olhos, e passei o dia inteiro trabalhando de pé, com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.

 

Resultado, certas coisas só devem ser feitas pelas mulheres. Não adianta nada tentar misturar os universos masculino e feminino.

 

Via O meu infinito particular



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