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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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23
Jan11

Cómo hacer el amor con una mujer virgen

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Cómo hacer el amor con una mujer virgen

 

La primera vez difícilmente se olvida: el primer  beso, el primer novio, la primera relación sexual…hay gente que asegura ni acordarse, pero la verdad es que la gran mayoría sí, aunque hayan pasado los años, por tanto,  vale la pena tratar de hacer que sea una experiencia grata de recordar.

Consejos para ellos: no esperes un orgasmo al hacer el amor con una mujer virgen,  ya que por los nervios y la ansiedad natural de la primera vez ella puede contraer muchos los músculos vaginales y no lubricar bien.

Asegúrate que ella quiere perder su virginidad. Algunas mujeres están dispuestas a hacerlo solo para complacerte. No es justo presionar a una mujer a tener relaciones sexuales contigo.

No la penetres de frente. Bésala, abrázala, acaríciala…los juegos preliminares harán que se relaje y esté preparada para el coito.

Consejos para ellas: te aconsejo que no le ocultes esta información a tu pareja por vergüenza o lo que sea, el saber que eres virgen hará que él tenga más cuidado y respeto hacia tu cuerpo. No todas las mujeres sangran en la primera vez,  pero si te pones muy nerviosa es probable que sí.

¿Estás segura de querer hacerlo con él? ¿Quieres hacerlo por qué lo amas y deseas experimentar el sexo? Ya no estamos en la época de dar “la prueba de amor”, ni tampoco hay una edad ideal para debutar. Una mujer debe hacerlo cuando se sienta lista y punto.

Consejos para ambos: practiquen el sexo seguro. Sí existe el riesgo de embarazo en la primera relación sexual, no se confíen. Utilicen un condón y se sentirán más seguros antes, durante y después. Asimismo, usen suficiente lubricación para que la penetración sea más fácil y le cause a ella menos incomodidad.

 

Via Sexología

02
Jun10

Sexo é mais que um simples coito!

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sexo é mais que coito

 

Crenças erradas e mitos ainda impedem muitos casais de ter uma vida sexual plenamente satisfatória. "Tanto as mulheres como os homens continuam a achar que o coito é a forma mais correcta para se atingir o orgasmo", diz Pedro Nobre, presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica. "Infelizmente, ainda muitos casais limitam a sua vida sexual ao coito." A saúde sexual é um dos temas a debater durante o Congresso Europeu de Sexologia, que começa hoje, no Porto.

É que, apesar de 30% a 45% das mulheres terem problemas sexuais, só uma minoria não é capaz de atingir o orgasmo. "Se excluirmos os casos em que há alguma disfunção, a maior parte das mulheres consegue atingir o orgasmo. Só não consegue em caso de desconhecimento ou inadequada estimulação sexual", refere o psicólogo clínico. A penetração não é, por isso, a melhor forma de a mulher atingir o orgasmo.

"Muitas mulheres não recorrem à estimulação do clitóris e nunca se masturbam. Nem as mulheres conhecem o seu corpo nem os homens, muitas vezes, sabem onde fica o clitóris."

O maior dos problemas nas mulheres, que atinge 20% a 30%, é a ausência de desejo sexual, um problema que é ainda muito reduzido nos homens, mas que tem tendência para aumentar.

"Apenas 5% dos homens referem ter falta de desejo, embora esta esteja muito ligada a outros problemas como a disfunção eréctil." Se o homem não resolver este problema, acaba por ir perdendo o desejo e evitar a relação sexual. O especialista refere, porém, que "este problema tem tendência a aumentar nos homens, sobretudo devido ao estilo de vida, rotinas diárias de trabalho. Os homens admitem mais que têm menos desejo do que gostariam, mas queixam-se sobretudo quando há problemas de ordem funcional.

Numa altura em que as pessoas procuram mais ajuda quando têm problemas sexuais, a resposta no sector público tem vindo a diminuir. "Há um desinvestimento nesta área. Verifica-se sobretudo que nos últimos cinco ou seis anos o número de terapeutas sexuais caiu muito nas consultas públicas", avança.

Se hoje há dez consultas de sexologia, oito delas em hospitais (ver caixa), "há ao todo cerca de 20 a 30 especialistas no País, o que significa que houve uma redução superior a um terço nos últimos anos". Um exemplo é o hospital Júlio de Matos, onde havia 10 a 20 técnicos a dar resposta e hoje dois ou três. "Esta consulta está em risco de desaparecer", lamenta. Outro caso referido por Pedro Nobre é o dos Hospitais Universitários de Coimbra, que passaram a ter três ou quatro quando tinha 10 ou 12 pessoas.

Além do desinvestimento dos hospitais, relacionadas com a sua reorganização, há um problema de distribuição geográfica das consultas. Apesar de haver consulta em Guimarães, as restantes "estão no Porto, Lisboa e Coimbra. E as pessoas procuram. Acontecia- -me receber pessoas do Alentejo e de Trás-os-Montes quando fazia consulta em Coimbra".

 

Via DN

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