Quinta-feira, 16.12.10

Casa Ovo

 

Dai Haifei acabou de se licenciar em Pequim e, como não tem dinheiro para uma renda, instalou a sua casa-ovo numa rua da cidade chinesa

 

É uma casa sem renda, mas também sem casa-de-banho e sem cozinha. Na opinião de alguns nem sequer será considerada uma casa, mas para Dai Haifeiarquitecto chinês de 24 anos, serve-lhe bem o propósito.

Sob o argumento de que não tem dinheiro suficiente para pagar a renda de um apartamento, o recém-licenciado usou os seus conhecimentos para construir uma casa em forma de ovo, coberta de sacos de areia com relva e um painel solar.

A sua família emprestou-lhe 960 dólares para o empreendimento e o arquitecto usou grande parte do dinheiro para comprar bambu, o elemento principal da estrutura da casa, bem como materias à prova de água para o forro e o painel solar, que lhe garante luz à noite.

A experiência ainda durou algumas semanas, mas no passado dia 1 de Dezembro, as autoridades de Pequim anunciaram que a licença de Haifei para ter a casa-ovo montada na rua vai ser revogada ainda este mês, devido a "construção não autorizada".

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 08.10.10

Libertem o Nobel da Paz

 

Era o favorito ao prémio Nobel da Paz deste ano e as suspeitas confirmaram-se. Contra as ameaças da China - que garantiu que cortaria todas as relações comerciais e diplomáticas com a Academia do Nobel caso atribuísse o prémio ao dissidente chinês, Liu Xiaobo tornou-se, esta manhã, no novo Prémio Nobel da Paz.

O crítico literário estava indicado pela defesa da democracia e dos direitos humanos na China. O activista político está actualmente preso e, também por isso, era o favorito de muitos entusiastas.

Nascido em 1955, em Changchun, Jilin, o professor universitário  licenciado em Literatura envolve-se desde cedo no trabalho de vários grupos activistas, como os Repórteres Sem Fronteiras, e em manifestações políticas pacíficas, sendo a mais famosa os protestos de 1989 na Praça de Tiananmen.

Liu tem sido, acima de tudo, um ferrenho crítico do Partido Comunista da China e alcançou fama com ao Manifesto que o levou de imediato para trás das grades: a Carta08, um documento de apoio aos direitos humanos e às reformas democráticas na China, contra a repressão do regime, que recebeu milhares de assinaturas pelo mundo fora.

Tal como a Academia do Nobel, que com a atribuição deste prémio a Xiaobo vem pressionar o regime comunista chinês a libertar o activista, também o Congresso dos EUA tem apoiado a libertação de Liu. Investigadores internacionais e activistas dos direitos humanos escreveram uma carta aberta a chamar a atenção para a figura de Xiaobo, ainda que não tenham conseguido convencer os chineses de que o professor foi preso pelo regime.

Minutos antes do anúncio do Nobel da Paz 2010, o presidente do comité Nobel veio adiantar que o vencedor deste ano teria um nome fácil de pronunciar e seria uma escolha unânime. "Temos de tentar captar o que está a acontecer no mundo, identificar o que é que queremos encorajar e penso que fomos capazes de atingir esse objectivo [com o prémio deste ano]", disse ainda Thorbjoem Jagland.

Xiaobo junta-se a uma lista longa de Nobel da Paz, entre eles o do ano passado, Barack Obama, que levou a bastante criticismo.

Este ano, o dissidente chinês competia com nomes como Bill Clinton, Bono Vox, a afegã Sima Samar, o primeiro-ministro do Zimbabué, Morgan Tsvangirai, e até o Tribunal Especial para a Serra Leoa e... a internet, pelo seu papel na ligação dos manifestantes pós-presidenciais no Irão e da oposição do país ao resto do mundo.

Depois do anúncio, Jagland respondeu a perguntas dos jornalistas e admitiu a possibilidade de Xiaobo não ter conhecimento de que é o novo Nobel da Paz durante os próximos tempos, já que na prisão vive impedido de estar a par da actualidade.

 

Via Ionline



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Terça-feira, 10.08.10

Jovens portugueses escolhem a China para o seu futuro

 

Rendidos ao bacalhau, ao azeite e ao raiar do Sol português, milhares de chineses foram-se instalando no país a partir da década de 80. Hoje são cerca de 20 mil. Acreditavam em Portugal como terra de oportunidades e traziam na bagagem "negócios da China". Mas agora o número estagnou. A crise fez cair a imigração chinesa em Portugal. "Há cada vez menos chineses a procurar Portugal para viver", comentava o presidente da comunidade chinesa, Y Ping Chow, há cerca de três meses. Mas mais do que estagnar, assiste-se hoje a uma mudança de paradigma. A terra de oportunidades agora é do outro lado da Grande Muralha.

Nas margens do rio amarelo, a realidade é outra. Alguns especialistas dizem que a crise mundial até foi uma bênção para a China, que conseguiu, em 2008, reduzir a taxa de crescimento de 11,7% para 10,6%, valor mais aconselhado pelos economistas. Em 2010, com 86% dos licenciados no mercado de trabalho, a China destronou o Japão e assume-se como a segunda grande potência mundial. O país de arroz, carvão, cereais, algodão, chumbo, zinco, ferro e magnésio foi o que mais cresceu nos últimos 25 anos, e cativa cada vez mais os jovens portugueses. 

"Duas semanas depois de aqui chegar, apercebi-me logo que ia cá ficar por muito tempo", contou ao i, por telefone, a jovem Rita Marta, que vive em Xangai há quatro. Joaquim Moreira de Lemos, cônsul de Portugal em Xangai, explica que "é crescente o número de jovens que descobrem a cidade e manifestam interesse em ficar". Em 2006, o consulado recebeu as primeiras 20 inscrições e, no final do ano, havia quase uma centena. "O número tem vindo a crescer a um ritmo de 30 pessoas por ano", acrescenta. 

Rita e o namorado, João, são apenas dois dos cerca de 250 portugueses que vivem na cidade mais populosa da China. O ritmo de crescimento é semelhante ao da capital, Pequim, onde em 2009 havia quase 300 portugueses inscritos no consulado. São números que não dão toda a ideia da dimensão da comunidade portuguesa na China, já que o i apenas teve acesso às estatísticas dos "portugueses inscritos na secção consular" de Xangai e Pequim. 

João e Rita conheceram-se em Xangai, trabalham no sector de vinhos, vivem juntos, mas têm projectos diferentes. Antes de 2006, data em que chegou à China, João já passara por Espanha, França, Brasil e Moçambique. Cansado de saltar de um lado para o outro, o algarvio tinha decidido que "fosse para onde fosse, queria estabilizar por um tempo". China foi a resposta certa: "É o novo centro do mundo, um país em explosão, onde as oportunidades acontecem diariamente", descreve. Aos 25 anos, começou por estagiar na Câmara do Comércio da União Europeia em Xangai, mas a grande experiência foi na "maior importadora de vinhos da China, a ASC". Depois de dois anos achou que o seu projecto "tinha potencial" e decidiu, em conjunto com um colega italiano, criar uma empresa de comércio de vinhos. "Importamos vinhos italianos para a China. Mas tenho outros projectos que envolvem também vinhos portugueses." João está também a sondar as oportunidades noutros mercados emergentes, como o Brasil. Mas tem uma certeza: "Não vou sair da China nos próximos dois anos." Apesar do entendimento perfeito do casal, rendido aos encantos da metrópole, Rita não ambiciona criar o próprio negócio nem alinhar no do namorado. 

A jovem de Lamego começou por trabalhar numa empresa que importava vinhos portugueses, através do programa INOV Contacto. No final do estágio, que naquela altura era de nove meses, recebeu um convite para continuar. Enquanto reflectia sobre a proposta, Rita viajou um mês e meio para o deserto asiático e passou um mês em Portugal. "Depois voltei. Sabia que ia voltar. Xangai é mais dinâmica que Nova Iorque, tem eventos diferentes todos os dias e o comércio de vinhos está em grande crescimento aqui." Aceitou a proposta, mas seis meses depois decidiu mudar de emprego para "poder progredir no sector". Ao ler uma entrevista com director-geral da gigante espanhola Torres, a jovem portuguesa resolveu de imediato contactá-lo. O resto foi simples: "Enviei-lhe um email, disse aquilo que achava da empresa, as minhas ideias e uma hora depois obtive resposta. Encontramo-nos no dia seguinte e fui contratada para gerente da marca de vinhos portugueses." Rita assumiu também um dos novos projectos da empresa: a Vinoteca Torres em Xangai. Hoje é responsável pela "gestão das contas de prestígio". Trabalho a que dedica seis dias por semana, "nunca menos do que oito, nove horas diárias". Sobre o vinho espanhol tem a melhor opinião. E, apesar de não se considerar uma especialista em vinhos, a jovem de Lamego acredita que o dinamismo e a ambição dos chineses levará o vinho fabricado no país ao topo do mundo nos próximos cinco anos.

Jovens empreendedores Os portugueses que chegam a Xangai têm, na sua maioria, menos de 40 anos, "trabalham em quadros de empresas multinacionais ou por conta própria", informa Joaquim Lemos. Trabalhar por conta própria é também uma das novas aventuras dos jovens na China. Desde o final de Junho, 88 mil licenciados criaram as suas próprias empresas, segundo o ministro conselheiro, Shaogang Zhang. João Gago em Xangai e Nuno Baptista em Pequim aderiram à tendência. 

Portugal - Espanha - Tailândia e Pequim. Este foi o percurso seguido por Nuno Baptista desde que aos 18 anos deixou Lisboa. E, com apenas 23 anos, fundou o "The Ultimate Favour Club". A empresa, na área da educação, oferece cursos de Inglês para chineses e conta com cerca de 40 colaboradores - americanos, ingleses e chineses - e 200 alunos. "Pequim é o melhor sítio do mundo para trabalhar", confessa. Nuno concluiu a licenciatura em Comunicação e Imagem e tem como objectivo expandir o ensino de inglês e, futuramente, de português e espanhol, a todos os distritos de Pequim. Com apenas 23 anos, nunca sentiu que a idade representava uma "barreira nos negócios". Contudo, sempre que lhe perguntam idade, mente e responde 27 ou 30. "Digo isso para me proteger e passar uma imagem de maior profissionalismo e experiência. Aqui joga-se muito com a aparência." Apesar de considerar Pequim "uma cidade moderna mas com demasiadas tradições", o regresso a Portugal não faz parte dos planos. "Portugal só para férias. Gosto muito do Alentejo e da região do Algarve, mas para trabalhar não creio."

Quem parece partilhar da mesma ideia é Isabel Castro. Tem 31 anos e mudou-se para Macau em 2001. Desde o início de Julho que dirige o jornal "Ponto Final". O i não conseguiu obter junto do consulado em Macau o número exacto de emigrantes portugueses lá sedeados. "São perto de 100 mil, mas alguns são chineses que ainda antes da transferência da administração obtiveram a nacionalidade portuguesa, bem como macaenses." Porém, Isabel conta ao i que, quando chegou, apenas dois anos depois da transferência do território de Portugal para a China, "ninguém queria ir para Macau, com receio da administração chinesa". Mas a vaga de emigração lusa voltou entre 2002 e 2003. Especialmente encabeçada por jovens das áreas de advocacia, jornalismo, arquitectura e engenharia. "Na minha redacção somos cinco portugueses e posso afirmar com toda a certeza que, dez anos depois de Portugal ter deixado Macau, o território continua a ser um destino de vida dos portugueses."

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 19.05.10

Swingers na China

 

Na China 22 pessoas estão a ser julgadas por praticarem sexo em grupo e swing - troca de casais. 14 homensoito mulheres são acusados de fazerem sexo em grupo em residênciasprivadas e hotéis. Os encontros eram combinados previamente na Internet através de um chat gerido por o professor universitário de 53 anos, Ma Yaohai, que também está envolvido na acusação.

O professor foi o único que se declarou inocente, no mês passado quando foi a julgamento, com mais 21 pessoas, no sul da cidade de Nanjing e foi o principal acusado por organizar encontros de grupo. Esta é a primeira vez que alguém é constituido arguido perante uma lei criada 1997, num caso mediático, que tem reunido a atenção dos chineses com “pormenores excitantes”, define a agência de notícias “Associated Press”.

 

Yaohai invocou a liberdade sexual e protestou contra a intervenção do Estado na vida privada dos cidadãos chineses. "Não fiz mal a ninguém e não obriguei ninguém a participar em nada. Não sei de que me acusam", afirmou o professor.

 

Yaohai está sujeito a uma pena de cinco anos, no entanto, sublinha a importância das actividades sexuais em grupo: “O casamento é como a água: temos que bebê-la. O ‘swing’ é como um copo de vinho: Só bebemos se gostarmos. Senão gostarmos, não temos que bebê-lo”.

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 29.01.10

IPADF Chinês, ser antes de ser!

 

Steve Jobs apresentou o seu iPad há apenas dois dias, mas já existe um produto com aspecto muito semelhante no mercado chinês. É comercializado há seis meses pelo fabricante Shenzhen Great Loong Brother Industrial Co., que acusa a Apple de ter copiado o seu P88.

"Não entendemos. Porque é que eles [Apple] faz a mesma coisa que nós?", disse à AFP um funcionário da empresa, acrescentando que o P88 foi lançado numa feira de electrónica em Berlim (Internationale Funkausstellung).

Ainda assim, o modelo chinês é mais pesado, espesso e tem um ecrã maior do que o iPad. Embora tenha mais memória do que a "Jesus Tablet" da Apple, a bateria tem uma duração de apenas uma hora e meia, bem menos do que as 10 horas do iPad.

O blogue Shanzhai.com , especializado na crítica das cópias chinesas, ironiza a situação e "admira-se" com a capacidade dos fabricantes chineses em copiar um produto antes mesmo que ela exista.

Via Ionline



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Quarta-feira, 27.01.10

Chinesa tentou fazer sexo com o ladrão

 

Pensando ser seu marido, mulher se jogou sobre o bandido.
Mas ela notou que o cabelo estava diferente e acendeu as luzes.

 

Uma chinesa confundiu um ladrão com seu marido e tentou fazer sexo com o homem que havia invadido no dia 13 de janeiro sua casa em Changsha, na província de Hunan, segundo reportagem do jornal "China Daily". 


A mulher identificada apenas como Qiu disse que levou um susto, quando descobriu que o homem com quem quase manteve relações sexuais era um bandido, e não seu marido. 

Qiu disse à polícia que estava dormindo, quando ouviu alguém entrar no seu quarto. Pensando que o ladrão fosse seu marido, a mulher se jogou sobre o homem na tentativa de fazer sexo com ele. 

Nesse instante, o invasor a empurrou e começou a abraçá-la. No entanto Qiu percebeu que o cabelo estava muito grande para ser o do seu marido. Ela acendeu as luzes e descobriu que estava com um estranho em sua cama. 

Após ouvir os gritos da mulher, o marido de Qiu, que estava na casa de um vizinho, correu para dentro de sua casa e dominou o ladrão.

 

Via G1

 



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Terça-feira, 12.01.10

Faltam mulheres na China

 

 Não, não é um prenúncio do aumento do número de divórcios. O governo chinês apresentou hoje um estudo da Academia Chinesa de Ciências Sociais que alerta para que mais de 24 milhões de chineses em idade reprodutiva possam não ter mulher dentro de dez anos.

desequilíbrio de género entre recém-nascidos é considerado um grave problema demográfico no país que tem mais de 1,3 mil milhões de pessoas.

De acordo com o estudo, o aborto de bebés do sexo feminino é apontado como um dos principais responsáveis pela preocupante conclusão, na sequência de uma política rígida de planeamento familiar e das rigorosas tradições de uma manifesta preferência das famílias pelo sexo masculino. Segundo os investigadores, os abortos de bebés do sexo feminino são "extremamente comuns", sobretudo nas regiões rurais e desde que, nos anos 80, começaram a realizar-se ecografias nesses locais.

Na China, os mas recentes estudos indicam que por cada 100 raparigas nascem 119 rapazes o que faz com que, nas regiões mais pobres do país, existam homens que ficam solteiros toda a vida.

Via ionline



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