Segunda-feira, 23.01.12
Se o casal só tem prazer no sexo em locais públicos, isso pode indicar algum problema, diz especialista / Hidden/Sxc.hu

 

Psicóloga e terapeuta sexual explica por que alguns casais gostam de fazer sexo em lugares públicos

O ditado popular "o que é proibido é mais gostoso" é utilizado pela maioria dos casais que gostam de inovar a relação sexual, passar por aventuras ou até mesmo acreditam que não conseguem segurar o tesão. Porém, até que ponto fazer sexo em lugares públicos é saudável?

 

Tem quem ache que transar na cama é melhor, por outro lado, outros se sentem excitados por saber que podem ser descobertos a qualquer momento. Segundo a psicóloga e terapeuta sexual Adriana Visioli, muitos consideram o sexo em locais públicos mais prazeroso por conta da adrenalina, pela possibilidade de serem flagrados ou até mesmo correrem risco.

 

"Outro motivo também muito comum nesses casos é pelo momento em que o casal se encontra, quando o desejo sexual e a excitação tomam conta, e pelo impulso acabam tendo relação sexual ali mesmo, seja no carro, no banheiro de uma festa, ou em qualquer outro lugar", explica.

 

A favor

 

O programador Adriano Ribeiro, de 26 anos, revela que já transou na escada de um prédio, ônibus de viagem, piscina, praia, estacionamento de shopping, mas que a sua vontade é de experimentar no vagão do metrô. “Todos os lugares que fiz foi porque tive vontade e no momento não tinha outro lugar”.

 

Entretanto, para a especialista, o perfil psicológico do casal que se submete a fazer sexo podendo ser flagrado por alguém é, geralmente, formado por aqueles que são exibicionistas ou até mesmo que sentem mais prazer com outras pessoas assistindo.

 

A analista de Recursos Humanos Janine Alves, de 24 anos, confirma a afirmação da especialista. “A primeira vez que transei em lugar público foi dentro de um ônibus na volta de um parque de diversões, justamente pela sensação de poder ser descoberta e ouvida”, revela. 

 

Obsessão 

 

Para a advogada Larissa Rodrigues, de 23 anos, a adrenalina e a possibilidade do flagra deixam o sexo mais divertido. 

 

Entretanto, de acordo com a terapeuta é preciso avaliar até que ponto essa vontade influencia o sexo do casal. Se a vontade de fazer sexo só acontecer quando estiverem em local público, isso pode significar que algo deve estar errado. 

 

O comportamento pode se tornar uma obsessão. “Um exemplo é quando começa a ser prejudicial para a vida do casal, pode ser desde socialmente como também no próprio relacionamento, e mesmo assim não conseguem parar com este comportamento sexual", esclarece.

 

 

Contra sexo em locais públicos

 

Mas há quem seja contra. Para a estudante Marília Casari, de 19 anos, sexo deve ser feito somente com privacidade “Ninguém precisa ver o que rola entre ambos. É uma ‘entregação’ do casal, um momento especial. Não vejo sentido algum em fazer em lugares públicos, pois é uma coisa íntima”, defende.

 

Já Juliana Gama, de 23 anos, considera a atitude uma falta de respeito com a população. “Acima de tudo, acredito que a penalidade de atentado ao pudor deveria ser mais rigorosa”.

 

O jovem Gustavo Mendonça engrossa o coro. Ele acredita que transar em público é ‘coisa’ de quem quer aparecer. “A pessoa torna o ato público e tira o momento especial do casal”.

 

Casal 

 

A psicóloga Adriana diz que é primordial para a intimidade de um relacionamento que o casal compartilhe fantasias. Seja em lugares diferentes ou maneiras diferentes. O importante é não se acomodar e não cair na rotina.

 

Porém, é preciso respeitar os desejos do parceiro. Segundo a terapeuta, o que pode ser prazeroso para alguns, pode ser um experiência desconfortável para outros. "É importante compartilhar fantasias entre o casal, mas também é necessário respeitar os limites de cada um", finaliza.

 

Crime 

 

Os casais mais animados, que gostam de ter experiências sexuais em lugares públicos, devem se lembrar que a atitude é crime. O advogado Mauro César Bullara Arjona diz que a pessoa que flagar um casal praticando ato obsceno pode chamar a polícia. "Quem faz sexo em local público pode responder por ato obsceno, artigo 233 do Código Penal, e serem condenados de três meses a um ano".

 

Mauro diz ainda que "a vítima, deve chamar a polícia e, se houver detenção em flagrante, deve acompanhar os policiais a delegacia para também prestar seu depoimento”.

 

“A pessoa poderá responder pelo crime de ato obsceno, mas por se tratar de crime de pequeno potencial ofensivo não será preso e aguardará o julgamento em liberdade, o qual pode não ocorrer caso o Ministério Público faça acordo com os acusados para a aplicação antecipada de pena não privativa de liberdade, ou seja, prisão”, conclui o advogado.

 

Via Band



publicado por olhar para o mundo às 18:38 | link do post | comentar

Quarta-feira, 11.01.12

escola do sexo

 

Uma escola que ensina formas de obter prazer, uma dominadora que traz até Portugal o seu séquito de escravos e luta livre no feminino são as grandes novidades da quinta edição do Eros Porto. Erica Fontes, a mais internacional das atrizes portuguesas, é a cicerone deste evento, que promete voltar a encher de curiosos o Pavilhão Multiusos de Gondomar, de 9 a 12 de fevereiro.


 Como já é tradição por esta altura do ano, o Salão Erótico do Porto regressa para aquecer os dias frios da “capital nortenha”. São mais de 700 espetáculos, em 10 palcos, protagonizados por mais de 80 artistas, incluindo algumas das mais importantes estrelas a nível internacional. Entre elas, Erica Fontes, a atriz portuguesa que tem percorrido os quatro cantos do mundo, será a porta-voz desta edição.

 

“Escola do Sexo” é uma das grandes novidades do Eros Porto 2012. Aqui, os “alunos” poderão aprender alguns dosensinamentos do Kamasutra, saber que posições dão mais prazer ao homem ou à mulher e ver, em primeira mão, exemplos práticos dessas mesmas posições. As aulas serão lecionadas por dois professores e exemplificadas por três casais, seis conceituados atores e atrizes do universo do entretenimento adulto internacional.

 

Os visitantes mais aventureiros poderão dar uma espreitadela ao “Café Fetish”, na Área BDSM. A dominadora Mistress Minerva, pela primeira vez no nosso país, irá recriar o ambiente fetiche do seu estúdio e submeter os seus escravos à tortura do chicote e de outros instrumentos destinados à disciplina. Outra das novidades do Salão Erótico é a luta livre de mulheres protagonizadas pelas bailarinas do Life Strip Club.

 

Entre as atrações da Área Feminina estão consultas de sexologiasessões de tuppersexaulas de dança do varão,massagens eróticas e espetáculos com os strippers nacionais Beatboys. A pensar no público consumidor de filmes eróticos, naAvenida Comercial será possível encontrar os stands das grandes produtoras internacionais, onde realizadores, atores e atrizes estarão disponíveis para conversar com o público, tirar fotografias e dar autógrafos. Estes espaços serão também palco de espetáculos delap dancepole dance striptease, primando pela sensualidade e constante interação com o público.

 

Será ainda possível ver os shows da Área Gay e satisfazer a curiosidade sobre o Swing, num espaço especialmente dedicada a este modo de estar na vida.

 

Sendo o primeiro evento erótico do ano, o Salão Erótico do Porto é um evento que permite a fabricantes, distribuidores e lojistasnacionais apresentarem as grandes novidades de 2012, em termos de serviços e produtos eróticos, a revendedores e ao consumidor final.

 

Segundo Juli Simón, diretor do evento e organizador de festivais eróticos não só em Portugal, como em Espanha e na América Latina, “o objetivo é superar o número de visitas de 2011, não só em termos de espetadores, como de empreendedores que estejam interessados em apostar num setor em franco crescimento a nível nacional”.

 

EROSPORTO – SALÃO ERÓTICO DO PORTO 2012

 DATAS: 9 a 12 fevereiro

HORÁRIOS: Quinta a sábado, das 15h00 às 02h00 | Domingo, das 15h00 às 22h00

LOCAL: Pavilhão Multiusos de Gondomar

PREÇO DOS BILHETES: Geral – 20€ | Estudantes - 15€ (só 5ª feira) | Maiores 65 anos e Pessoas com deficiência - 15€

WEBSITE: www.erosporto.com

FACEBOOK: http://www.facebook.com/#!/pages/Eros-Porto/203012688197

TWITTER: http://twitter.com/#!/SalaoErosPorto

 

Via PTJornal



publicado por olhar para o mundo às 19:16 | link do post | comentar

Terça-feira, 22.02.11

Swing, um excitante segredo partilhado por cada vez mais casais

 

Leonor e Francisco têm um segredo que os «uniu ainda mais»: trocam de casal em festas organizadas pela comunidade swinger, nas quais se faz (muito) sexo, mas também «grandes amizades».

Ela tem 24 anos e ele 28. A viverem juntos há dois anos, chegaram a esta prática «por curiosidade». Começaram por ir ver as festas, onde encontraram «gente bem disposta a divertir-se» e «sem tabus».

Os locais são secretos e só os membros da comunidade os conhecem. Em Lisboa, Porto e Coimbra há meia dúzia de discotecas que só funcionam para a comunidade swinger e apenas abrem as portas para estes encontros, normalmente temáticos.

Estas festas, garantem, têm em comum com todas as outras da noite portuguesa a música, o bar, as luzes. Mas distinguem-se pela existência de um privado onde se pode trocar de parceiro sexual.

A troca não é, contudo, fácil. Todos - os quatro - têm de estar de acordo. Se o homem vê uma mulher que lhe agrada, mas não à sua parceira, nada feito. E é este acordo implícito que, diz quem pratica, garante a «fidelidade» aos princípios do swing.

Se o espaço é semelhante ao das outras discotecas, as pessoas são substancialmente diferentes: «Elas vão mais despidas, os homens com roupas mais explícitas», disse Francisco.

Muito corpo e roupa interior provocante à vista e uma atitude descontraída e «muito sensual» marcam a diferença. Postura que obriga a um cuidado permanente com o corpo e não permite desleixos.

Como explica Leonor, as mulheres normalmente cuidam-se para o Verão: «Nós estamos sempre bem tratadas».

Os homens também têm atitudes proibidas: «É normal ao fim de uns anos de casados, os homens ganharem barriga e desleixarem-se. Aqui não há espaço para isso».

Francisco enumera ainda outra diferença: «Nas outras festas [nãoswingestá toda a gente com vontade de partir a louça, mas não o faz. Nós fazemos o que queremos, porque o queremos».

Os mais novos fazem mais o que querem e com quem querem, pois têm mais opção. «Uma pessoa com 50 anos não tem tanta escolha», adiantou.

E são cada vez mais novos os swingers portugueses: a maior parte dos 3.000 casais registados no site que se apresenta como «o mais activo e em mais rápido crescimento da Península Ibérica»tem entre 22 e 35 anos.

A internet é, aliás, a principal porta de acesso a este mundo e é através dela que, segundo um dos administradores do site, os casais são «certificados».

O objectivo desta «certificação» é garantir, nomeadamente, que os casais são quem dizem que são, o que «é possível, graças ao recurso a webcams e outros instrumentos».

Tudo isto para garantir a «privacidade» por que anseiam osswingers portugueses, que se destacam dos de outras nacionalidades pela discrição.

«Portugal é o país mais interessante para o swing», disse o administrador, que solicitou anonimato.

Este responsável sublinha que os swingers portugueses buscam o bom das festas, mas essencialmente o equilíbrio numa vida stressante.

«Estamos enfiados um dia inteiro no escritório, com grandes responsabilidades, mas durante o tempo que estamos nas festas de swing não pensamos em mais nada».

Leonor e Francisco garantem que não é só o sexo o motor que busca estes casais, mas reconhecem que a maioria troca de parceiro nas festas e é sobre esse tema que comunica na internet:«Fazem-se grandes amigos».

 

Via Sol

 



publicado por olhar para o mundo às 21:43 | link do post | comentar

Quinta-feira, 25.11.10

Rapidinha nos lugares mais estranhos

 

Quem disse que sexo precisa ter hora e lugar marcados? A famosa rapidinha em lugares pra lá de diferentes, e a "pimenta" de ser visto por alguém, traz novas sensações e mais intimidade ao casal. Muita gente prova que a boa transa não precisa ser muito longa, tampouco pede uma cama de motel.

 

Casada há 17 anos, Celina Alves experimentou o sexo em lugares diferentes logo no início do namoro. Antes de viajar ao litoral, a aventura começou logo no elevador. Ela de vestido, e foi só apertar o 13 º andar. Os dois experimentaram o sexo em pé e o medo de serem vistos. Depois disso, a caminho do litoral e no meio da madrugada, ele parou o carro e os amassos começaram. Com a empolgação, o casal transou no capô do carro mesmo, na estrada.

"Acho que mais inusitado mesmo foi no elevador. Também fizemos amor na praia, num pequeno barco abandonado na margem, em um de nossos passeios ao litoral. O cheiro do mar, a lua que brilhava no céu, a brisa e o nosso amor. O clima era super propício! Mas o melhor de todos foi na montanha, porque o visual era incrível lá de cima e não havia a menor possibilidade de aparecer alguém, aí ficamos mais soltos, mais tranqüilos e à vontade. Além dosexo, o gostoso é a sensação de liberdade, de estar ao ar livre e em contato com a natureza. É o gostinho de aventura", conta.

Para a representante comercial, a transa na rua é uma forma de apimentar o relacionamento. Nas primeiras vezes, as ideias vinham do próprio marido, mas com o passar do tempo, a vontade acontecia naturalmente entre os dois. "A gente passou a se conhecer tão bem que se o lugar permitisse, bastava um olhar para o outro. Nada é marcado, a ideia não surge, apenas acontece". Até agora, eles nunca foram flagrados "nem é a nossa intenção, de modo algum", diz Celina. Por isso, eles costumam ter certos cuidados. "Quem gosta de aventuras dificilmente sente medo. Mas não é "qualquer" lugar, "qualquer" praia, "qualquer" montanha que escolhemos", ressalta.

A redatora Mariana*, de 21 anos, transou no banheiro do ônibus, por acaso, em uma viagem ao Rio de Janeiro. "Na volta da viagem conheci um cara muito legal. O ônibus era semi leito e a gente foi conversando sobre relacionamentos - contei que tinha ido ao Rio terminar o namoro -, até que ele me beijou". À noite, durante uma parada, ele teve a ideia de ir atrás dela. "Ele me seguiu e me empurrou para dentro do banheiro. Foi super rápido, coisa de cinco minutos. Confesso que senti medo depois de ter feito, mas essa coisa de não fazer barulho, de ficar quieto e sair de fininho, para ninguém perceber, foi muito legal", confessa.

Mariana* diz que nunca gostou de reprimir os seus desejos e por conta disso gostou da experiência. "Eu sempre fui livre em relação a sexo. A sociedade impõe que a mulher deve ser difícil, se valorizar e não transar no primeiro encontro. Eu prefiro me valorizar de outras maneiras e ser totalmente livre em relação ao sexo e aos relacionamentos", opina.

Mais inusitado ainda foi o que aconteceu com o publicitário Carlos*, de 25 anos, também no banheiro. "Eu tinha ido a uma entrevista de emprego junto com a minha namorada. Quando cheguei fomos avisados que o entrevistador demoraria mais uma hora, por conta de um imprevisto. Ela entrou no banheiro assim que eu fui e disse que eu estava muito tenso, precisava relaxar. E rolou lá mesmo".

Depois do acontecido, Carlos* ficou com receio que alguém percebesse algo. "E realmente aconteceu. Alguém bateu na porta e foi embora. Saiu um de cada vez, para disfarçar, mas mesmo assim um dos candidatos se tocou. Foi uma situação super chata, mas nada disso interferiu no resultado. Até passei na entrevista", diz.

O publicitário Anderson*, de 23 anos, gosta de experimentar lugares novos, para uma transa rápida. "Estacionamento de shopping, corredor, elevador ou a garagem do prédio. A sensação de ser visto é que apimenta. Não é que o sexo fica melhor em si, às vezes é até desconfortável, mas o tesão é muito grande. O perigo sempre gera um misto de medo e excitação e deixa a transa mais excitante", diz.

 

Com a ex-namorada, até rolou ser observado de fato por outros casais, em uma casa de swing. "É um lugar cheio de regras. Nenhum cara chega em uma mulher acompanhada, precisa de permissão. A gente não fez sexo com outras pessoas, só a gente mesmo. Era uma salinha com pequenos furos, mas que você tranca por dentro. Nós curtinhos muito, foi divertido!", finaliza.

*Nomes fictícios

Por Juliana Lopes

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Segunda-feira, 25.10.10

sexo em tempo de crise

Segundo a sexóloga Marta Crawford, em momentos de maiores dificuldades, os casais tendem a praticar menos sexo.

 

Até o sexo sofre com a crise? A resposta é: "sim, sofre". Segundo a sexóloga Marta Crawford, "apesar da pessoa poder viver um momento de descontração que dá energia e bem estar e, além disso, sem custos, a verdade é que em momentos de grande preocupação, principalmente as mulheres rejeitam este tipo de intimidades".

Ou seja, em tempos de crise o desejo também fica em défice e os casais tendem a não o praticar, afirma a sexóloga, que no entanto ressalva que nem todos reagem da mesma maneira.

Marta Crawford explica ainda que a crise e a instabilidade provocada por sucessivas más notícias desencadeia nos homens e nas mulheres reações diferentes. Se elas perdem o desejo sexual, com eles isso pode acontecer, mas com mais frequência os homens têm a capacidade de  "usar o sexo para se sentir bem, ainda que por breves momentos".

No entanto, sublinhou a especialista, "também há muitos homens que vivem muito mal esta ansiedade e que ficam com problemas de disfunção erétil".

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 20:57 | link do post | comentar

Terça-feira, 17.08.10

Sexo selvagem?, há quem goste

 

"Me joga na parede e me chama de lagartixa". Para muitas mulheres, essa frase é mais do que um dizer popular divertido. Significa a preferência por um tipo de sexo que deixa a delicadeza de lado.

 

E se delicia com um pouquinho de ferocidade.

 

Essa pimenta forte, que envolve palavrões, puxão de cabelo e até tapinhas é tempero para as relações até da atriz bonitona Eva Longoria, de 34 anos. "Não tenho nada contra ser amarrada com lenços de seda. Eu gosto de homens que assumem o comando. Há algo muito sexy em ser submissa", disse a atriz, em entrevista recente à revista "Cosmopolitan". E não é só nas relações dela que a pimenta vira refresco.

Para Ana Maria, de 27 anos, o melhor tipo de sexo é o selvagem. "Isso não quer dizer violência, mas um pouco de sacanagem, na medida", diz. Os homens concordam e dizem que não há mulher que resista a uma boa pegada forte. "É claro que varia o dia, às vezes elas estão mais românticas e querem uma transa mais light. Mas a maioria adora um maremoto de prazer", afirma Roberto, 31.

Existe certo pudor quando o assunto é esse tipo de sexo, já que ele é normalmente preferência declarada apenas dos homens. Mas, e quando o contrário acontece - e ele prefere a transa mais leve? "É muito importante que a mulher saiba equilibrar e diferenciar uma coisa da outra. Ela pode variar e ter uma relação calma em um dia e, no outro, pegar mais pesado", sugere a personal sexy trainer Fátima Moura.

Para não assustar o parceiro, é preciso saber que tipo de homem há na cama e abusar do "feeling". "Se o homem for mais conservador, com certeza vai se assustar. Mas se gostar de sexo mais selvagem, ele vai adorar a iniciativa da mulher", diz a profissional.

"Eu adoro sexo selvagem. É muito bom. Gosto de ficar por cima, assim fica mais fácil de ele dar aqueles tapas gostosos e eu fico livre para fazer o que eu quiser", diz Ana Bárbara, 31. "Mas tem que saber fazer, sexo selvagem não quer dizer pancadaria".

Mariana, casada há 7 anos, assume que gosta de sexo selvagem, mas não dispensa o carinho. "Eu gosto de ficar de quatro e receber uns tapinhas. Mas isso é porque eu já estou bem entrosada com o meu parceiro", diz a mulher. Fátima confirma o que Mariana diz. "Quanto mais intimidade, melhor o relacionamento na cama. Tanto o homem quanto a mulher devem conhecer bem um ao outro, em todos os sentidos. Dessa forma, a relação tende a ser cada vez melhor", afirma.

Mas se mesmo assim, não há sintonia quanto à intensidade do sexo, é preciso reflexão. "Existem muitos motivos que levam a isso. Pode ser estresse, excesso ou problemas no trabalho, assim como desgaste no próprio relacionamento, que pode ter caído na rotina", diz Fátima. E como vida íntima e dia-a-dia andam de mãos dadas tanto quanto você e seu amado, é sempre interessante checar como andam as coisas. "Conversa é a base de tudo", indica Fátima.

Para quem gosta do tempero e quer arriscar, a dica então é começar pelo básico e, no desenrolar das coisas, perceber se a ousadia faz parte do show. Aos poucos, é possível ir deixando a transa mais ardente, sem atropelar etapas. Combinar o melhor dos mundos - amor e sexo - exige conhecimento de causa e sentido de oportunidade. É por aí que mora um pouco do que diz a música de Rita Lee, "Amor e Sexo". Na canção, enquanto amor é sinônimo de bossa nova, sexo é de Carnaval! Que tal ensaiar bem e cair no samba?

 

Por Sabrina Passos (MBPress)

 

Via Vila dois

 



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar

Quinta-feira, 15.07.10

O swing é mau para a saúde

 

Casais acima dos 40 anos que são adeptos de «swing», troca de parceiros, podem estar a contribuir para o alastramento de doenças sexualmente transmissíveis na população em geral, indica um estudo realizado por cientistas holandeses.

 

O estudo, publicado na revista científica «Sexually Transmitted Infections» e citado pela BBC Brasil, indica que entre os 9 mil pacientes pesquisados que procuraram consultas em clínicas especializadas em doenças sexualmente transmissíveis na Holanda, 12% eram adeptos de «swing» e tinham uma idade média de 43 anos.

A equipa do Serviço de Saúde Pública de Zuid-Limburg, na Província de Limburg, na Holanda, monitorou pacientes que procuraram tratamento em clínicas de saúde sexual em 2007 e 2008. O estudo colocou adeptos do «swing» entre os grupos com índices mais altos de doenças sexualmente transmissíveis, a par com jovens e homossexuais, que já tinham sido identificados como grupos de alto risco.

Os índices de clamídia e gonorréia, por exemplo, atingiu os 10% no grupo dos heterossexuais, 14% nos homossexuais, 10,4% nos adeptos do «swing» e abaixo de 5% entre prostitutas.

Essas diferenças ficam ainda mais evidentes quando a comparação foi feita dentro de grupos de pacientes mais velhos.

Os adeptos do «swing» responderam por mais de metade (55%) de todos os diagnósticos de doenças sexualmente transmissíveis entre os pacientes com mais de 45 anos. Em comparação, os homossexuais acumularam 31% dos diagnósticos na mesma faixa etária.

«Praticantes de swing diferenciam-se dos heterossexuais não adeptos por terem uma rede ampla de parceiros sexuais, caracterizada por parceiros simultâneos e altos índices de sexo sem protecção», disse a autora principal do estudo, Nicole Dukers-Muijeres.

«O nosso estudo confirma que esse tipo de comportamento arriscado torna essas pessoas mais vulneráveis às doenças sexualmente transmissíveis». «Os adeptos do swing podem tornar-se uma ponte de transmissão para a população como um todo», acrescentou a especialista.

 

Via IOL



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quarta-feira, 19.05.10

Swingers na China

 

Na China 22 pessoas estão a ser julgadas por praticarem sexo em grupo e swing - troca de casais. 14 homensoito mulheres são acusados de fazerem sexo em grupo em residênciasprivadas e hotéis. Os encontros eram combinados previamente na Internet através de um chat gerido por o professor universitário de 53 anos, Ma Yaohai, que também está envolvido na acusação.

O professor foi o único que se declarou inocente, no mês passado quando foi a julgamento, com mais 21 pessoas, no sul da cidade de Nanjing e foi o principal acusado por organizar encontros de grupo. Esta é a primeira vez que alguém é constituido arguido perante uma lei criada 1997, num caso mediático, que tem reunido a atenção dos chineses com “pormenores excitantes”, define a agência de notícias “Associated Press”.

 

Yaohai invocou a liberdade sexual e protestou contra a intervenção do Estado na vida privada dos cidadãos chineses. "Não fiz mal a ninguém e não obriguei ninguém a participar em nada. Não sei de que me acusam", afirmou o professor.

 

Yaohai está sujeito a uma pena de cinco anos, no entanto, sublinha a importância das actividades sexuais em grupo: “O casamento é como a água: temos que bebê-la. O ‘swing’ é como um copo de vinho: Só bebemos se gostarmos. Senão gostarmos, não temos que bebê-lo”.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 23:59 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.02.10

400 pessoas num super beijo

 

O realizador Claude Lelouch juntou 200 casais na praia de Deauville, no noroeste de França, lembrando a cena do filme "Um Homem e uma Mulher".

Aos jornalistas Lelouch disse que ver os beijos e abraços daquelas quatrocentas pessoas num dia de S.Valentim com sol "foi magnífico".
O realizador revelou ainda que poderá usar algumas das imagens captadas no seu próximo filme "Ces amours-là" que deverá estrear este ano.

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 14:12 | link do post | comentar

Segunda-feira, 02.11.09

 Quer ser infiel?, já há um site onde o podem ajudar.....

 

 O site gleeden.com apresenta-se como um “jardim de felicidade” e já são 1500 os portugueses inscritos neste portal dedicado às pessoas casadas que querem ser infiéis, mas de uma forma discreta. 

No site, que ainda não foi lançado oficialmente, os interessados poderão encontrar parceiros disponíveis para uma aventura extraconjugal.
Dos 1500 portugueses já inscritos, 65% são homens e 35% são mulheres. O facto de o site não ser gratuito não parece ser impeditivo para os interessados numa relação fora do casamento. 
Por enquanto, o portal aceita apenas inscrições, cobrando taxas distintas aos utilizadores, com o objectivo de garantir a sua privacidade. Só começará a funcionar em Dezembro.

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 19:37 | link do post | comentar

Sexta-feira, 17.07.09

Cientistas explicam: porque acaba um casamento?

 

Um estudo realizado por uma Universidade Australiana revela o que faz com que um casal fique junto ou se separe, e descobriram que o amor nem sempre é o mais importante. 

A idade de um casal, relacionamentos prévios e fumar são factores que influenciam o final de um casamento. São as conclusões do estudo em que foram analisados cerca de 2500 casais, entre 2001 e 2007. 
O estudo também concluiu que maridos que são nove anos mais velhos do que as respectivas mulheres são duas vezes mais propícios ao divórcio, assim como aqueles que casaram antes do casal completar 25 anos.
As crianças também influenciam o relacionamento: um entre cinco casais (20%) que tiveram crianças antes do casamento - seja de um relacionamento anterior ou do mesmo relacionamento - separam-se, comparados com apenas 9% dos casais sem crianças nascidas antes do casamento. 
Mulheres que desejam crianças muito mais do que os seus parceiros também são mais propensas a situações de divórcio. 
Os indivíduos que estão no segundo ou terceiro casamento têm 90% mais hipóteses de se separarem do que aqueles que estão num primeiro casamento. 
O dinheiro também é importante: 16% dos inquiridos que indicaram serem pobres, ou onde o marido (e não a mulher) estava desempregado,  disseram que se separaram, comparado com apenas 9% dos casais com boa situação financeira. 
Casais nos quais um parceiro fumava e o outro não também eram mais propensos a divórcios.

 

Via ionline

 

Hummmm esta gente não tem mais nada que fazer... algo util por exemplo!



publicado por olhar para o mundo às 07:24 | link do post | comentar

Terça-feira, 23.06.09

Swing

 

 Aquele bangalô do Parque de Campismo de Monsanto não fala. Se falasse, seria a fonte ideal para relatar a primeira aventura de swing do casal SW-Team. É este o nome de guerra de T. (homem, 29 anos) e S. (mulher, 26), casal que pratica "sexo social, entre casais" desde 2006 e que agora publica o livro "Swing - Diário de bordo" (ed. Bertrand). 


Recuamos a 2006 e ao aniversário de S.. Depois de muitas conversas em fóruns na internet, T. resolveu oferecer-lhe uma noite a três com... outro homem. "Convidei o Tob a juntar-se a nós. Ele aproximou-se e ela ajudou-o a tirar o roupão, depois levou a boca ao seu jovem sexo firme e duro", narra T. na página 18 do livro. 

A chegada ao swing não foi a mais habitual para o casal lisboeta. Afinal, os singles masculinos como Tob (homens que se movimentam sozinhos nesta comunidade em busca de prazer) não são muito bem vistos e sofrem "mais recusas dos casais". Mas a "noite de loucos" no ambiente bucólico de Monsanto correu bem e foi o empurrão que faltava para a entrada definitiva no meio.

Os próximos passos foram a primeira ida ao X-Club, local por excelência da comunidade swinger lisboeta; a "partilha de fotos sem rosto" pela net; as primeiras vezes com casais swingers; as grandes festas eróticas e as mais privadas, até na própria casa. No livro, T. descreve tudo com uma escrita muito explícita e várias vezes pornográfica: "Segurou-me o pénis dentro da boca da minha amada enquanto lhe dizia 'bebe o leitinho todo, bebe'. Adorei a experiência." 

Passaram quatro anos e a SW-Team continua a encarar o sexo sem tabus. Tem perfis em vários sites, para conhecer novos casais, e garante que o prazer está em "procurar inovar a cada experiência". Quando olha para trás, T. dá um conselho aos que pensam iniciar-se nesta prática: "Jamais entrem no swing com a ideia de que pode salvar um casamento. Se o casamento não está bem, o swing apenas o vai piorar."

O sexo livre é apenas "uma pequena parte" da vida deste "casal feliz", com dois filhos. T. garante não sentir "qualquer tipo de monotonia ou quebra de confiança na relação". O principal risco de entrar no universo swing é não ter a certeza do passo que se está a dar. "Deve entrar-se no swing com confiança e quando a relação está sólida. Aí, o swing tem o papel fundamental de apimentar a realidade sexual do casal", prossegue T.

O swing foi a forma que a SW-Team encontrou de animar a sua vida sexual e "desfrutar dos diferentes prazeres da vida" sem recorrer à traição: "Não entramos no campo da infidelidade, no qual a maioria das pessoas entra, jogando às escondidas e colocando máscaras de gente séria" (pág. 21).

Mas para um casal dito convencional é difícil imaginar uma situação em que o outro parceiro faz sexo ali ao lado, com outra pessoa. T. diz que a culpa é da sociedade, que é "preconceituosa em relação a escolhas que diferem do que está dentro de certos parâmetros". É principalmente por isso que a SW-Team continua a esconder esta sua faceta sexual da maioria dos amigos não swingers. "Existem duas ou três pessoas fora do meio que sabem mas os riscos são elevados e preferimos salvaguardar-nos."

São poucas as barreiras que o casal swinger não quebrou: as noites de sexo em grupo, os encontros casuais em festas, as férias picantes no Algarve e em Amesterdão. Tudo, afiança T., sem que o ciúme alguma vez se intrometesse na história. "A partir do momento em que colocamos os valores swingers em prática, sentimentos como o ciúme desvanecem."

Isso vale mesmo quando T. percebe que a sua "amada" [expressão que usa, quase sempre, quando se refere a S.] gosta do sexo com outro parceiro. "Se a minha companheira gosta de estar com alguém não implica que já não goste de estar comigo", defende-se. E vai avisando que é bom que S. aproveite cada minuto de sexo, porque "pode ter a certeza" que ele vai fazer o mesmo. "Faço questão de que ela se divirta ao máximo", remata. 

T. frisa que "um swinger é uma pessoa completamente normal". Só que as noções de normalidade também estão inscritas pela sociedade e é natural que surjam perguntas. Um ano depois de entrarem no swing, S. resolveu contar a uma amiga. "Ao princípio a reacção foi quase de choque mas depois de se habituar começou a fazer as perguntas habituais" (pág. 84). Para quem também tem perguntas (ou interesse), o melhor é consultar as páginas dedicadas ao swing na web (ver caixa) e começar por analisar este lema da SW-Team: "O ciúme limita, a conduta swinger liberta."

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 22:40 | link do post | comentar

mais sobre mim
posts recentes

SEXO, PROIBIDO É MAIS GOS...

Escola do Sexo no Porto

Swing, um excitante segre...

Sexo, os lugares mais est...

Sexo em tempo de crise

Sexo selvagem?.. há quem ...

O swing é mau para a saúd...

Swingers na China

200 Casais em super beijo...

QUER SER INFIEL?, JÁ HÁ U...

arquivos

Fevereiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Setembro 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Julho 2014

Junho 2014

Março 2014

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

tags

todas as tags

Related Posts with Thumbnails
blogs SAPO
subscrever feeds
comentários recentes
Moro no Porto gosta de saber se há este tipo de cu...
Olá Boa tarde eu ultimamente não sinto prazer sexu...
Gente me ajudem nao sei oq fazer eu tenho meu mari...
joga na minha conta entaomano
Eu es tou dwsssssssssvzjxjshavsvvdvdvsvwhsjdjdkddd...
Quero fazer uma pergunta referente ao tema e é pro...
fala comigo
Essa papelaria em Queijas da muito jeito chamasse ...
ai mano to nessa como faz???
Gostaria de saber oque fazer quando a criança nega...
Posts mais comentados