Sexta-feira, 04.03.11
<p>Na Alemanha, a carrinha era apelidada de Bulli</p>

 

O grupo Volkswagen vai ‘ressuscitar’ a sua carrinha ‘pão de forma’, um ícone que foi lançado em 1950 e que rapidamente se tornou o carro favorito dos ‘hippies’ pelo seu estilo único e espaço abundante, anunciou a marca no Salão de Genebra.

 

Na Alemanha, a carrinha era apelidada de Bulli

A Volkswagen, que apelidou o modelo de Bulli - a alcunha com que era conhecida na Alemanha -, apresentou uma versão mais moderna, com seis lugares, alimentada por um motor eléctrico e utilizando um iPad para controlar todo o sistema de entretenimento, controle de temperatura e outras funções. 

O maior fabricante de automóveis europeu refere que o Bulli tem uma autonomia movida a electricidade de 300 quilómetros, o que é bastante, considerando que o recente eléctrico Nissan Leaf tem uma autonomia de 200 quilómetros. O Bulli pode atingir a velocidade de 140 quilómetros por hora. 

A carrinha Volkswagen ‘pão de forma’ foi uma ideia de um importador holandês da marca alemã, Ben Pon, que em 1947 traçou uma espécie de autocarro simples construído sobre as rodas de um Volkswagen ‘carocha’. O primeiro modelo de ‘pão de forma’ foi construído entre 1950 e 1967, seguindo-se outras versões. 

O conceito deste Bulli é ligeiramente mais curto e mais largo que o original ‘pão de forma’, com uma frente menos quadrada, mas tem uma série de originalidades, como um banco para três pessoas na frente e pintura de dois tons. 

No entanto, os mais curiosos terão de esperar porque a Volkswagen não confirmou que este conceito Bulli vá para a linha de produção. 

A Volkswagen chegou ao Salão de Genebra, que decorre até 13 de Março, com mais duas novidades, o renovado Tiguan, que chegará ao mercado no final do Verão, e o Touareg Hybrid, um modelo mais direccionado para o mercado norte-americano. 

Lançado em 2007, o pequeno SUV Tiguan apresenta-se em Genebra com algumas alterações significativas mas não tantas como o seu ‘irmão’ mais velho, o Touareg. A Volkswagen resolveu também lançar duas versões do pequeno SUV: um para utilização na estrada e outro para o ‘off road’. As vendas do novo Tiguan já começaram na Alemanha, mas o resto da Europa, incluindo Portugal, a previsão é Setembro. Já o Touareg Hybrid, mais dirigido para o mercado norte-americano, virá com um motor V6 e um eléctrico com uma potência correspondente a 47 cavalos. No total, traduz-se numa potência de 380 cavalos.

 

Via Público



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Terça-feira, 01.03.11
Novo Ford C-Max

O monovolume compacto da Ford mereceu a preferência da maioria dos 18 jornalistas da especialidade que compõem o coletivo de jurados do Carro do Ano/Troféu Essilor Volante de Cristal e que representam alguns dos mais relevantes órgãos de comunicação social de Portugal. Para esta eleição foram determinantes qualidades como funcionalidade, ergonomia, rigor de construção, comportamento dinâmico e preço competitivo, fatores que o demarcaram dos restantes 20 candidatos, numa das mais concorridas edições deste prestigiado prémio organizado pelas revistas Autosport e Volante. 

Este ano estiveram a concurso 21 gamas de automóveis, um novo recorde de inscrições que demonstra a forte dinâmica de produto da indústria automóvel. Após o período de ensaios dinâmicos, o Júri elegeu os seis finalistas, apurados para o round final de votação: Citroën C3, Dacia Duster, Ford C-Max, Mitsubishi ASX, Nissan Juke e Opel Meriva foram assim as gamas que se distinguiram, numa votação muito equilibrada, dada a qualidade das propostas a concurso. 

Na votação final acabou por ser o Ford C-Max a destacar-se graças a uma gama forte e competitiva e os atributos muito homogéneos, como funcionalidade, habitabilidade, qualidade de construção, comportamento em estrada e preços competitivos. Para esta vitória não terá também sido alheia a vasta oferta de motorizações - económicas e modernas. 



Além do Ford C-Max, o Júri atribuiu ainda prémios para as melhores propostas em cada Classe do Carro do Ano. Os vencedores destas classes foram:

 

Utilitário do Ano - Citroën DS3 
O Citroën DS3 HDI 110 sport chic conquistou a classe de Utilitário do Ano contra Chevrolet Spark 1.2 LT, Citroën C3 1.4 HDI 70 Seduction, Kia Venga 1.4 CRDi EX 77 cv e Suzuki Swift 1.2 5p VVT GLX. 


Familiar do Ano - Skoda Yeti 
O Skoda Yeti 1.6 TDI Experience é o vencedor da classe de Familiar do Ano, impondo-se a modelos como o Hyundai ix35 136 cv, o Kia Sorento 2.0 CRDI, o MINI Countryman Cooper D e o Nissan Juke 1.5 dCi. 


Carrinha do Ano -  BMW 520d Touring
 
O BMW 520d touring superiorizou-se ao SEAT Ibiza ST 1.6 TDI 105 cv na classe da Carrinha do Ano. 


Monovolume do Ano - SEAT Alhambra
 
O SEAT Alhambra 2.0 tdi triunfou na categoria do Monovolume do Ano perante três adversários: Ford Grand C-MAX 1.6 TDCi, Opel Meriva 1.3 CDTI Ecoflex e Volkswagen Sharan 2.0 TDI. 


Executivo do Ano - BMW 520d 
O BMW 520d venceu a classe de Executivo do Ano contra o Volvo S60 D3 Momentum. 


Todo-o-Terreno do Ano - BMW X3 
O BMW X3 2.0d venceu a classe de Todo-o-Terreno do Ano contra o Dacia Duster 4x4 1.5 dCi, o Hyundai ix35 e o Mitsubishi ASX 1.8 Di-D 4x4. 


Desportivo do Ano - Peugeot RCZ 
O Peugeot RCZ 1.6 THP 200 cv venceu a classe de Desportivo do Ano perante rivais de luxo, como o Honda CR-Z, o Renault Mégane RS 2.0T, o Subaru Impreza WRX STI 2.5 e o Volkswagen Scirocco R. 


Volante Verde - Nissan Leaf 
Depois do Toyota Prius ter ganho este galardão em 2010, este ano a escolha recaiu sobre o Nissan Leaf, o automóvel elétrico que também foi eleito Carro do Ano Internacional. 


Personalidade do Ano 
Volkswagen Autoeuropa 
A Volkswagen Autoeuropa é hoje responsável por uma importante quota das exportações nacionais e é também um exemplo em inovação e gestão, sabendo fazer o compromisso entre produtividade e flexibilidade nas negociações laborais. Razões que levaram a Comissão Executiva do Carro do Ano a atribuir o prémio Personalidade do Ano à Volkswagen Autoeuropa.

 

Via Autoguia

 



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Terça-feira, 25.01.11

Um IQ by Aston Martin

 

Parece ser um grande negócio, mas fique a saber que o Cygnet é um Toyota iQ renovado e com muito luxo no interior. Tudo isto por cerca de 37 mil euros, cerca de 25 mil euros a mais que um ordinário iQ.

 

Este Aston Martin tem um motor de 1,33 litros com 97 CV e pode ter caixa manual ou uma CVT, o que permite uma aceleração 0-100 km/h em 11,8s com 116 gr/km de emissões de CO2 e consumos de 4 l/100 km. Nunca existiu um Aston Martin tão barato e económico… nem tão lento…

O Cygnet terá duas edições especiais a celebrar o lançamento, chamadas White and Black. A versão branca terá faixas brancas mate e cromados, a versão preta, as mesmas listas mas em preto mate. As jantes são de 16 polegadas e o estilo do Cygnet é uma óptima evolução em relação ao desenho base do iQ.

O interior é onde a Aston Martin mais trabalhou, com muito trabalho feito à mão (as soleiras das portes têm inscrito “Handcraft in England”) com muita pele, uma consola central muito diferente do iQ, um conjunto de malas específico para o Cygnet (que inclui um saco porta luvas, uma bolsa amovível para as portas, entre outros), sistema de navegação e sistema mãos livres de acesso. A produção do Cygnet começa em Abril, mas a Aston Martin já recebe encomendas.

 

Via Sapo Auto



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Segunda-feira, 10.01.11

Carros de Luxo em Time sharings

 

Clube Overstep põe à disposição dos membros uma frota de sete veículos de luxo, mediante quotas anuais entre 15 mil e 25 mil euros. Angolanos em viagens de negócios já estão entre os principais clientes

Se tem mais de 30 anos, carta de condução há mais de cinco e 15 mil euros na conta bancária, está em condições de aderir ao Clube Overstep e conduzir um Ferrari ou um Aston Martin durante 30 dias ao longo de um ano. O sistema de partilha de carros de luxo foi criado há um ano e meio, pelo grupo MGS Automóveis, e está a gerar interesse crescente em Portugal. Os empresários angolanos em viagens de negócios já estão entre os principais clientes.

O clube nasceu em 2009, com a inauguração do primeiro welcome center, na Lapa, em Lisboa. Em Abril do ano passado, foi aberto um segundo espaço na emblemática Garagem Aurora, na foz do Porto, e a expansão acentuou-se. O negócio havia terminado 2009 com 12 membros e, actualmente, já tem 35 contratos activos.

 

O funcionamento foi inspirado em sistemas semelhantes existentes em Nova Iorque ou Londres, onde bens como carros, barcos, aviões ou helicópteros de luxo são partilhados por membros de clubes. No Overstep, há quotas anuais, semestrais, semanais ou de fim-de-semana, que dão acesso à utilização de uma frota de sete veículos: quatro Ferrari, um Aston Martin, um Porsche e um Bentley. As reservas podem ser feitas pela internet e o clube disponibiliza serviços como entrega e recolha de carros ou motorista.

A maioria dos membros acaba por ter um vinculo anual, que custa 25 mil euros para empresas e 15 mil euros para particulares. Com a adesão ao clube, os membros compram créditos de utilização dos carros e, em função da tabela, utilizam os veículos até esgotar os pontos. Em média, diz António Azevedo, é possível utilizar os automóveis durante 30 dias do ano, fazendo com que o custo médio diário fique em 500 euros, no caso dos particulares.

 

O peso dos angolanos


O director-executivo do Clube, António Azevedo, realça a dificuldade em traçar um perfil dos membros, pois «há de todas as profissões e as idades vão dos 30 aos 60 anos». Contudo, admite alguns pontos de contacto entre todos, além do óbvio poder de compra.«Têm duas coisas em comum: paixão por carros e a noção de que não vale a pena gastar 350 mil euros num automóvel».

Segundo o gestor, o clube tem atraído também o interesse de multinacionais que usam as viaturas de luxo como incentivos aos seus quadros de topo ou como acções de charme junto dos clientes mais importantes.

Nos particulares, há um mercado que está a revelar-se«extremamente interessante» para o clube: os não-residentes. E, neste segmento, o Overstep está sobretudo orientado para os viajantes de negócios com origem em Luanda. «Temos vários membros que vêm de Angola. Para muitos angolanos, Portugal é uma segunda residência e é fácil terem a liquidez que permite tornarem-se membros do clube», revela.

O objectivo do clube para este ano é angariar mais de duas dezenas de clientes e renovar até 60% dos contratos já existentes. Caso se concretize, esta meta significará que a empresa atingirá em 2011 obreak-even (momento a partir da qual o investimento começa a gerar lucros). O grupo MGS investiu dois milhões de euros neste projecto, sobretudo para a aquisição das viaturas.

Segundo António Azevedo, optar pelo Overstep acaba por ser mais rentável do que comprar o veículo. Evitam-se não só os custos de aquisição das viaturas - cujos preços oscilam entre 250 mil e 350 mil euros -, como a sua desvalorização, a manutenção, os seguros e os impostos, despesas que atingem milhares de euros por ano, nestes veículos. O responsável adite até que a conjuntura económica favorece a Overstep, que pode ganhar mercado nas pessoas que deixarem de comprar carros de luxo novos.

 

Via Sol



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Quarta-feira, 29.09.10

Já conhecíamos o Senhor dos anéis. Agora, numa altura em que o Senhor deve andar a vender os anéis, ficámos a conhecer os Senhores das Águas de Portugal. E um estranho fetiche por popós topo de gama. Gastam que se fartam.

Este é um daqueles casos que só veio a público porque tudo o que é em demasia acaba por feder. E a água choca sente-se à distância. Resumindo: foi notícia porque apesar das muitas viaturas que as Águas de Portugal (AdP) já possuía para uso de quadros intermédios e gestores em 2010, e tendo em conta a conjuntura em que nos encontramos, estes senhores continuaram a renovar a frota como se fossem correr o Dakar.


E como água não lhes falta, preferiram gastar dinheiro em equipamento automóvel para enfrentar o deserto em que nos encontramos. Foram 34! Novos veículos topo de gama só este ano. BMW´s, Renault, Citroen, etc. À escolha do freguês que a "besta" do contribuinte paga, mesmo que não tenha dinheiro para trocar a sua própria viatura. São400 o número de automóveis em que os senhores das águas se passeiam. E este valor não inclui veículos de trabalho, piquete etc. Estamos a falar apenas dos veículos para os altos quadros usarem como entenderem. Não será um bocadito para o exagerado? Imoral? Absurdo? Vergonhoso?

 

O Ministério das Finanças e o do Ambiente acharam que sim (depois de ter ser noticiado, obviamente) e ordenaram a suspensão de "imediato, em todo o universo de empresas pertencentes ao Grupo Águas de Portugal, o plano de renovação da frota automóvel", abrindo, no entanto, uma porta para "situações excepcionais de carácter urgente e inadiável, susceptíveis de comprometer a eficácia do desempenho operacional da empresa". (fonte DN, citando a Lusa)

 

Mais hilariante é o gasto em gasolina e na manutenção de viaturas. Atente-se: segundo relatório de 2009 só com o popó do Presidente da AdP foi gasta a módica quantia de 12 734 euros, acrescem 2805 euros em combustível. Juntando os valores gastos pelos 5 vogais, dá um total de 71,5 mil euros. Segundo o Correio da manhã "só um dos vogais teve um gasto em combustível de 7186 euros". Que maravilha. Deve ter sido um grande Dakar. Provavelmente ainda fez uma perninha no Mundial de todo o terreno de Marrocos.

 

A AdP usou, só em 2009, 955 mil euros das garantias estatais de 1,47 milhões. Mostra bem a saúde financeira da Empresa. Mas para além deste tipo de regalias, popós, telemóveis, gasolinas, nunca esquecer que a maioria das chefias das empresas públicas tem um vencimento superior a 4 mil euros/mês. E são tantos os chefes. Milhares.Se virarmos uma empresa pública de pernas para o ar eles caem como os trocos do bolso de um arrumador. E normalmente aumentam órgãos sociais enquanto cortam nos trabalhadores (é ir ver ao relatório).

 

E com tudo isto o Ministro das Finanças ainda tem a lata de dizer no Parlamento que não sabe onde cortar? Olhe Sr. Ministro corte na "mama" instalada em tudo o que é empresa pública. Só aí tem muito que cortar.

Via 100 reféns



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Terça-feira, 15.12.09

Carro, comprar ou alugar?

Comprar um carro é fácil, mas obter o melhor financiamento nem sempre é assim tão simples. A escolha do modelo não é a única questão. Há também que decidir qual é a taxa de juro mais adequada e qual é o melhor prazo de pagamento, no caso de se ter de recorrer ao crédito bancário. Dar ou não entrada é outra decisão que se tem de tomar. 

O crédito automóvel é uma das modalidades mais usadas no mercado português tanto para a compra de veículos novos como usados. Por norma, a taxa de juro varia consoante os anos do carro. Isto significa que, na maioria dos casos, quanto mais novo for o carro, menor será a taxa de juro. 

Contudo, as opções não ficam por aqui: poderá também recorrer a um crédito pessoal - este pode ser usado tanto para a compra de um veículo, como para pagar uma viagem com que tanto sonha, entre muitas outras finalidades. Neste caso, a taxa de juro pode não ser o ponto forte deste financiamento, uma vez que é pouco atractiva na maior parte dos casos. Porém, tem como grande vantagem a elevada taxa de sucesso de aprovação por parte das instituições financeiras. Por outro lado, possibilita prazos mais alargados, o que permite ter uma prestação mensal mais baixa. Uma situação desejável para grande parte das famílias portuguesas, pois ganham um maior fôlego no orçamento familiar. 

Existem outras alternativas no mercado: o leasing, o aluguer de longa duração (ALD) - cada vez menos frequente segundo a associação do sector - e o renting. É, contudo, a primeira que está a ganhar cada vez mais terreno junto dos particulares. Com estas modalidades, nunca é proprietário do veículo, mas se optar pelo leasing tem sempre a opção de compra no final do contrato. 

Regra geral, as prestações no leasing são mais baixas do que as restantes opções de financiamento, uma vez que se beneficia de um valor residual que é saldado no final do contrato (ver tabela). Ao mesmo tempo, fica-se livre do imposto de selo e, no caso do renting, conta-se ainda com outro tipo de serviços, nomeadamente revisões, podendo-se mudar de viatura se assim o desejar. 

Qual é a melhor solução? "Tudo depende do uso que se vai dar ao carro. Quem usar muito tem tendência para optar pelo renting porque conta com uma série de serviços associados, como, por exemplo, revisões incluídas, trocas de pneus ou até mesmo o pagamento de seguros", revela o secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), Hélder Pedro. 

O que é certo é estas alternativas têm vindo a conquistar cada vez mais adeptos. Segundo as contas da Associação Portuguesa de Leasing e de Factoring (ALF), até ao final de Outubro foram adquiridas através de leasing 36 907 viaturas, cujo valor ronda os 783 milhões de euros. Já através do renting foram adquiridas 21 101 viaturas, representando um valor de 409,2 milhões de euros. 

De acordo com o presidente da ALF, Beja Amado, "estes números têm tendência para crescer, principalmente nos particulares, que dão cada vez mais importância aos preços baixos", afirma ao i. 

Simulação Passando da teoria às prática, quem pedir um empréstimo no valor do carro mais vendido até Outubro - o Ford Fiesta 1.25 i titano de cinco portas que custa 15 610 euros - no BCP (o maior banco privado português) terá de pagar 242,37 euros por mês por um crédito automóvel, durante 84 meses e com uma entrada inicial de 100 euros, segundo uma simulação online. O banco cobra uma taxa nominal de 7% e uma taxa anual efectiva global de encargos (TAEG) de 8,7%.

Já a Caixa Geral de Depósitos, o maior banco do país, para o mesmo valor e mesmo período de tempo, cobra uma prestação mensal de 275,95 euros, sem exigir entrada inicial. A taxa de juro aplicada é de 10,7% e a TAEG de 12,83%. 

Recorde-se que o Banco de Portugal já definiu os tectos máximos das taxas de juro a aplicar no crédito pessoal a partir do próximo mês de Janeiro. Os contratos para o crédito automóvel poderão cobrar no máximo 8% quando destinados à locação financeira de veículos novos (um regime segundo o qual o utilizador paga um montante mensal durante o período estabelecido e findo o qual tem a opção de comprar pelo valor restante), e 10,3% para os veículos usados. 

Nos contratos com reserva de propriedade (o usual crédito automóvel) para carros novos, os juros máximos serão de 11% e nos carros usados 16,1%. 

Opções não faltam no mercado mas não nenhuma solução é milagrosa. O desafio é saber escolher o financiamento que mais se adequa ao seu caso.

 

 

Via ionline
 



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