Quinta-feira, 04.11.10

Ashley Kirilow fingiu ter cancro

canadiana Ashley Kirilow foi operada com sucesso a um tumor benigno, em 2008. Desde então alterou por completo a sua vida, fez-se passar por vítima de cancro e angariou milhares de dólares.

Em 2008, a canadiana Ashley Kirilow, de 21 anos, deparou-se com um caroço no peito. O médico diagnosticou-lhe um tumor benigno na mama, que poderia ser removido cirugicamente.

Felizmente esta canadiana foi operada com sucesso e pôde retomar a sua vida normal em Toronto, no Canadá.

No entanto, Ashley Kirilow viu na sua situação uma oportunidade de lucro, resolveu contar a toda a gente que estaria a morrer de cancro e criou um esquema de angariação de fundos.

O esquema funcionou, numa primeira fase, através do Facebook. Kirilow criou nesta rede social a sua página, com fotos, onde afirmava ter cancro da mama e deixava a informação de como fazer donativos, à vista de todos.

Simulou efeitos de quimioterapia

 

Ashley rapou o cabelo, depilou as sobrancelhas e passou fome por forma a simular os efeitos que o tratamento de quimioterapria teria no seu corpo. Afirmou a toda a gente que estava sozinha, ou por os pais viciados em droga a terem renegado ou por estes estarem mortos, e que não tinha dinheiro para os tratamentos.

Os donativos foram chegando e o esquema de Kirilow foi ganhando notoriedade.

Em 2009 a jovem canadiana criou a sua instituição de caridade, a "Change for a Cure" (Mudança para a Cura). Esta falsa instituição, que consistia numa página do Facebook, citava-a como exemplo e, tal como a página pessoal, deixava instruções de como fazer as doações não só para o falso tratamento de Ashely Kirilow, como para a falsa insituição de caridade, fundada por Ashley Kirilow.

A "Change for a Cure" organizou vários eventos e concertos destinados a angariar fundos. Um destes eventos conseguiu angariar cerca de 9 mil dólares (cerca de 6 500 euros) e uma instituição de caridade (esta é real) deu-lhe uma viagem à Disneyland, que aparentemente era o último desejo da falsa vítima de cancro às portas da morte.

Polícia soube um mês antes de Ashley ter confessado

 

O esquema funcionou até o pai de Ashley ter descoberto a mentira que a filha vivia. Segundo o jornal "The Star" , o pai (que não é viciado em drogas e, aparentemente, não está morto) fez-lhe um ultimato: ou confessava tudo, ou seria o próprio a contar toda a farsa.

Ashley não confessou e em julho Jamie Counsell, que já tinha ajudado na organização dos eventos para ajudar Kirilow, escreveu no seu blog que "fomos contactados por familiares de Ashley Kirilow . Disseram-nos que Ashley nunca teve cancro. Ela levou-nos a acreditar que sofria desse mal para começar esta caridade".

A polícia foi alertada para o facto, mas não abriu nenhuma investigação. Só a 6 de agosto foi conhecida a verdade, quando a jovem, agora com 23 anos, se entregou à polícia e contou tudo, no mesmo dia em que o "The Star" fez capa sobre o assunto.

Ashley admitiu ter fingido cancro somente para angariar cinco mil dólares para caridade. Às autoridades a jovem disse que a sua fraude se ficava pelos quatro mil dólares (2850 euros), mas o valor das queixas das vítimas rondam os 60 mil dólares (cerca de 43 mil euros).

Quando se entregou à polícia, Ashley desculpou-se com o fato de ser bipolar, mostrando ao "The Star" as receitas do médico para a sua condição, e culpou a sua infância problemática, altura em que os seus pais se divorciaram e houve uma longa disputa pela custódia de Ashley e os seus três irmãos.

Agora irá enfrentar um total de sete acusações de fraude, sendo que se for considerada culpada pelo delito menos grave enfrenta uma pena de cadeia de dois anos e pela pena mais séria 14 anos de prisão.

 

Via Expresso



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Quarta-feira, 20.10.10

Enfermeira diagnostica cancro através do Facebook

 

O Facebook é, sem dúvida, uma das maiores redes sociais do mundo, com milhões de utilizadores em todo o mundo, e já foi responsável por várias histórias curiosas que se tornaram notícia.

Desta vez, o "Daily Mail " publicou a história de Grace, uma menina de dois anos a quem foi diagnosticado um cancro raro através de uma fotografia publicada no perfil da mãe.

Nicola Sharp é enfermeira pediátrica há 20 anos. Enquanto visitava as fotografias da sua amiga Michele Freeman no Facebook detetou algo estranho numa delas, em que Michelle aparecia com Grace, a sua filha de dois anos.

É que a menina tinha o olho direito com um reflexo vermelho, mas o outro estava branco. "Normalmente os olhos ganham um tom avermelhado nas fotografias, mas quando o olho está branco, pode significar que algo está errado", explicou a enfermeira ao jornal. Nicola alertou de imediato a amiga, para que Grace fizesse exames médicos.

Diagnóstico confirmou cancro na retina

 

Acabou por se descobrir que a criança tinha um retinoblastoma, um cancro na retina, bastante raro. Dois tumores estavam alojados no olho esquerdo, do qual Grace já tinha perdido totalmente a visão.

A cegueira não tinha sido detetada uma vez que a criança tem apenas dois anos, e se não fosse o alerta de Nicola, provavelmente a doença não teria sido diagnosticada a tempo.

A mãe, Michelle, afirmou em declarações ao "Daily Mail", que acredita que Nicola terá salvo a vida da sua filha. "Não há dúvidas para mim de que Nicola salvou a vida a Grace. Não havia quaisquer indícios de que Grace tinha um problema nos olhos e nunca teríamos sabido sem a ajuda de Nicola."

A menina de dois anos tem agora que viajar de Heywood, onde habita, para Birmingham, de quatro em quatro semanas, para fazer um tratamento com laser. Terá sempre de fazer exames para monitorizar o seu estado de saúde, mas deverá sobreviver.

Este tipo de cancro apenas afeta crianças mais pequenas, adianta a notícia do jornal britânico, e quando diagnosticado cedo, como aconteceu com Grace, há uma grande probabilidade de cura.

 

Via Expresso



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Terça-feira, 01.06.10

Descoberta vacina que pode prevenir o cancro de mama

 

Cientistas norte-americanos podem ter descoberto uma vacina com capacidade de prevenção do cancro da mama
A equipa que realizou o estudo publicado no jornal britânico “Nature Medicine” baseou-se em ratos com tendência genética para o desenvolvimento de cancro. Aplicaram a vacina com a proteína “a-lactoalbumina” numa metade da amostra, deixando a restante sem qualquer vacinação. Os cientistas concluiram que o grupo de ratos que foi vacinado não desenvolveu qualquer tipo de cancro, ao contrário da metade não vacinada.
“Acreditamos que esta vacina uma dia venha a ser utilizada para prevenir o cancro da mama em mulheres adultas da mesma maneira que as vacinas venham prevenir muitas doenças da juventude”, prevê Vincent Tuohy, do Instituto de Investigação Clínica de Cleveland. ,
“Se funcionar em humanos, da mesma forma que funciona em ratinhos, esta é uma oportunidade monumental. Poderíamos eliminar o cancro da mama”, reforça o investigador. 
Calcula-se, no entanto, que sejam necessários ainda alguns anos até que a vacina esteja preparada para ser utilizada em humanos. 
Este facto poderá ajudar cerca de 45 500 mulheres por ano que sofrem esta doença.

 

Via ionline



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Sábado, 27.03.10

Sexo oral e saude

 

A prática do sexo oral pode aumentar o risco de tumores na boca e na faringe. Investigadores acreditam que o aumento da prática de sexo oral, aliado ao vírus do papiloma humano (HPV), está na base do crescimento dos casos de tumores orofaríngeos, sobretudo. 
O artigo dos investigadores, publicado na revista British Medical Journal, diz que um tipo de carcinoma – o mais comum na cabeça e no pescoço – está relacionado com o HPV e apontam o sexo oral como o meio mais provável de contágio.
Os números dizem que há uma diminuição dos tumores na zona da cabeça e pescoço, com a excepção dos causados pelos carcinomas de células escamosas cujo “nível cresceu de modo importante, especialmente no mundo desenvolvido,” afirmam os investigadores.
Entre 1966 e 2006, este tipo de tumores aumentou 20% nos Estados Unidos e no Reino Unidos55% de 1989 a 2006.
Segundo os investigadores, este tipo de tumor pode ser considerado diferenciado por ser mais fácil de diagnosticar – pela relação com o HPV – e tem maior probabilidades de sobrevivência do que os tumores não relacionados com o HPV.
Todos os anos há 640 mil novos casos deste tipo de cancro.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 22:53 | link do post | comentar

Sexta-feira, 09.10.09

Samuel Aparício desvenda  genoma do cancro de mama

 

 O título do comunicado sobre a descoberta anuncia: "Livro secreto de um cancro da mama lido pela primeira vez". Possivelmente, esta será a forma mais simples e correcta de explicar o que a equipa liderada pelo cientista português  conseguiu fazer.


A equipa do BC Cancer Agency, no Canadá, recorreu às mais recentes tecnologias de sequenciação para tentar perceber qual a evolução genómica de um cancro da mama. Mais do que isso, a leitura do livro do cancro da mama fez com que se percebesse que nem todas as células de um tumor tem as mesmas mutações (ou erros), ou seja, o tumor primário é heterogéneo. Uma conclusão importante para a definição de terapias mais eficazes, no futuro.

A equipa liderada por Samuel Aparício, investigador que durante muitos anos trabalhou no Reino Unido, onde participou no projecto de descodificação do genoma do peixe-balão, seguiu uma mulher com cancro da mama metastático, confrontando as mutações detectadas na fase mais avançada da doença com os "erros" nos genes do tumor primário (diagnosticada nove anos antes). O artigo publicado hoje na Nature refere que foram encontradas 32 mutações nas células do tumor, das quais apenas 11 estavam na fase primária da doença. Dos erros "comuns" às duas fases, apenas cinco estavam em todas as células do cancro e seis apresentavam-se com frequências bastante menores (entre um e 13 por cento). Um total de 19 mutações detectadas na fase mais adiantada não estava no tumor inicial e duas delas não foi possível estudar por questões técnicas.

Constatou-se uma considerável evolução nas células do tumor mas os cientistas sublinham a revelação sobre a heterogeneidade do cancro. Não que se trate de uma hipótese que nunca tenha sido colocada mas porque, "pela primeira vez, encontramos a heterogeneidade no genoma porque só agora é possível descodificá-lo", nota Samuel Aparício. O investigador realça ainda o facto de as estratégias terapêuticas actuais encararem "o cancro como uma entidade homogénea". Mas, afinal, como podemos usar este conhecimento? Poderá ter implicações no desenho de futuras estratégias terapêuticas. Porém, falta saber mais dados, é preciso saber qual a função destes erros, ou seja, estudar muitos tumores.

Aproveitando a nova geração de tecnologia de sequenciação - que foi capaz de tornar acessível em apenas poucas semanas e a baixo custo um conhecimento que há pouco tempo demorava anos, centenas de pessoas e muitas máquinas -, a equipa de Samuel Aparício vai estudar outros subtipos de cancro da mama, num projecto que envolve já mais de 250 doentes. O cientista português colabora ainda em trabalhos idênticos em cancro do ovário e linfomas.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 07:54 | link do post | comentar

Quarta-feira, 20.05.09

Roupa associada ao cancro de pele

 

Cerca de mil daqueles dez mil novos casos anuais são de melanoma, o tipo de cancro de pele mais perigoso e mortal, estima a associação.

 

Os números são similares aos de países da Europa Ocidental como Espanha, França ou Itália, para as pessoas de pele branca, mas indicam uma «incidência discretamente maior» de melanoma nas mulheres jovens, disse à Lusa o secretário-geral da associação.

 

«Há um aumento do número de casos no tronco e membros superiores das mulheres, consequência provável do tipo de tecido e design dos têxteis», disse Osvaldo Correia.

 

A moda das camisolas ou vestidos de alças, decotados ou curtos, está assim a aumentar o risco de cancro em zonas de corpo antes protegidas da exposição solar excessiva.

 

«Observa-se ainda uma redução progressiva do número de casos de melanomas nas pernas nas mulheres jovens com relação provável com o uso quase generalizado de calças desde há cerca de três décadas», apontou aquele responsável.

 

Os casos de cancros da pele têm aumentado na maioria dos países e isso relaciona-se, segundo Osvaldo Correia, com a «exagerada e inadequada» exposição ao sol e, mais recentemente, aos solários.

 

«A pele é frequentemente sujeita a choques térmicos, por vezes traduzidos em queimaduras solares, e durante várias horas», acrescentou.

 

Outra razão para o aumento da doença é a exposição solar em demasia fora do período habitual do Verão, quando a pele não está preparada para receber doses de ultravioleta intensas, como acontece em férias de Natal, Carnaval ou Páscoa, que cada vez mais pessoas passam em climas tropicais.

 

A exposição ao sol, segundo os especialistas, deve ser lenta e progressiva, começando por períodos de 15 a 20 minutos, e evitando sempre os horários críticos, em particular entre as 12 e as 16 horas.

 

Osvaldo Correia lembrou que a acumulação progressiva de exageros de exposição, ao longo da vida, e sobretudo em idades jovens, traduz-se no aparecimento de maior números de sinais de risco (nevos atípicos) e aumenta a possibilidade de cancro da pele, incluindo melanoma.

 

O médico recusa que os exageros na exposição solar resultem da ignorância: «Hoje não se pode falar de falta de informação sobre os cuidados a ter com o sol ou os solários. Tem a ver com comportamentos culturais e o exemplo dos mais velhos».

 

No Verão de 2008, inquéritos realizados em Portugal a cerca de mil pessoas à entrada das praias revelaram que 16 por cento dos inquiridos já tinham sofrido queimaduras solares nesse ano e que 68 por cento já se tinham 'queimado ao sol' no passado.

 

«Verificámos que 53 por cento das crianças com menos de 11 anos, 64 por cento dos 11 aos 15 anos e 74 por cento dos 16 aos 24 anos já tinham tido queimadura solar ao longo da vida», contou Osvaldo Correia.

 

O dermatologista considera que estes relatos fazem adivinhar um aumento da incidência do cancro de pele nos próximos anos.

 

Segundo o mesmo inquérito, só 35 por cento usava chapéu na praia, essencial para proteger o couro cabeludo, a cara e as orelhas.

 

Relativamente ao uso do protector solar, apesar de 82 por cento dizer que o colocava na praia, apenas 50 por cento já o tinha posto em casa.

 

A maioria dos protectores demora cerca de meia hora a começar a ser eficaz e deve ser renovado sempre que há contacto com a água ou se a pessoa transpirar.

 

Mas o ideal é usar uma t-shirt de tecido não poroso, de preferência larga.

 

«Para malhas mais finas ou porosas deve dar-se preferência às cores mais escuras que, apesar de se tornarem mais quentes, não permitem a passagem dos ultravioleta de forma tão intensa», aconselhou o especialista.

 

Via Sol



publicado por olhar para o mundo às 07:41 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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