Sexta-feira, 04.03.11
O hóquei no gelo surgiu a partir do shinny - uma forma primitiva do desporto, sem regras
 
 
 
O hóquei no gelo surgiu a partir do shinny - uma forma primitiva do desporto, sem regras
O Madison Square Garden (Nova Iorque) e o Staples Center (Los Angeles) são duas das maiores arenas desportivas dos Estados Unidos. Como é natural, estão prontas para receber vários desportos - do basquetebol ao hóquei no gelo, passando pelo boxe ou pelo lacrosse. A polivalência tem um preço - elevado, por sinal -, mas permite rentabilizar o investimento. Por isso não é surpresa para ninguém que as equipas especializadas demorem apenas duas ou três horas a trocar o gelo pelo piso de madeira.

Mas que tem isto a ver com o primeiro jogo de hóquei no gelo?, deve estar a perguntar nesta altura. Bom, tem tudo a ver. Até 1875 era frequente ver pessoas nas ruas do Canadá, de stick na mão, entretidas com uma forma primitiva de hóquei no gelo. Chamavam-lhe shinny: não tinha regras nem posições e demorou até passar para os ringues (cobertos). Esses espaços estavam reservados a outras actividades - sobretudo a patinagem (artística ou de lazer). No entanto, a resistência à realização de um jogo de hóquei acabou nesse ano, pela mão de James Creighton. Engenheiro, jornalista, advogado (e atleta, é claro), este canadiano foi o responsável pela mudança. Creighton era membro do Victoria Skating Club, em Montreal, onde marcava presença com frequência como jurado de provas de patinagem. E fez valer a sua influência.

As sessões informais de shinny no Victoria Skating Rink tinham começado dois anos antes, em 1873, mas eram restritas - para membros do clube e pouco mais. Havia receios de que os jogos prejudicassem a qualidade do gelo, além de roubarem horas de actividades aos membros que não alinhavam no shinny. A 3 de Março de 1875 foi dado o passo decisivo, num jogo de hóquei no gelo - deixou logo de ser shinny porque passou a ter regras - entre membros do clube. 

Eram nove contra nove (na rua, como não havia limites, chegavam a ser 20 jogadores de cada lado) e a equipa capitaneada por James Creighton ganhou por 2-1. Em vez de uma bola, como era hábito até então, foi utilizado um disco de madeira - "para evitar acidentes com os espectadores", explicou o "Montreal Gazette" na altura. A ideia era evitar que a bola (neste caso o disco) saísse do ringue e fosse atingir o público. Ora quem viu jogos de hóquei no gelo nos últimos anos sabe perfeitamente que o disco também pode acabar nas bancadas (daí as paredes de acrílico).

No final ainda houve tempo para cenas de pancadaria entre jogadores e adeptos. E tudo começou com alguns membros do clube, os tais que não queriam jogos de hóquei no ringue.
 


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Quinta-feira, 04.11.10

Ashley Kirilow fingiu ter cancro

canadiana Ashley Kirilow foi operada com sucesso a um tumor benigno, em 2008. Desde então alterou por completo a sua vida, fez-se passar por vítima de cancro e angariou milhares de dólares.

Em 2008, a canadiana Ashley Kirilow, de 21 anos, deparou-se com um caroço no peito. O médico diagnosticou-lhe um tumor benigno na mama, que poderia ser removido cirugicamente.

Felizmente esta canadiana foi operada com sucesso e pôde retomar a sua vida normal em Toronto, no Canadá.

No entanto, Ashley Kirilow viu na sua situação uma oportunidade de lucro, resolveu contar a toda a gente que estaria a morrer de cancro e criou um esquema de angariação de fundos.

O esquema funcionou, numa primeira fase, através do Facebook. Kirilow criou nesta rede social a sua página, com fotos, onde afirmava ter cancro da mama e deixava a informação de como fazer donativos, à vista de todos.

Simulou efeitos de quimioterapia

 

Ashley rapou o cabelo, depilou as sobrancelhas e passou fome por forma a simular os efeitos que o tratamento de quimioterapria teria no seu corpo. Afirmou a toda a gente que estava sozinha, ou por os pais viciados em droga a terem renegado ou por estes estarem mortos, e que não tinha dinheiro para os tratamentos.

Os donativos foram chegando e o esquema de Kirilow foi ganhando notoriedade.

Em 2009 a jovem canadiana criou a sua instituição de caridade, a "Change for a Cure" (Mudança para a Cura). Esta falsa instituição, que consistia numa página do Facebook, citava-a como exemplo e, tal como a página pessoal, deixava instruções de como fazer as doações não só para o falso tratamento de Ashely Kirilow, como para a falsa insituição de caridade, fundada por Ashley Kirilow.

A "Change for a Cure" organizou vários eventos e concertos destinados a angariar fundos. Um destes eventos conseguiu angariar cerca de 9 mil dólares (cerca de 6 500 euros) e uma instituição de caridade (esta é real) deu-lhe uma viagem à Disneyland, que aparentemente era o último desejo da falsa vítima de cancro às portas da morte.

Polícia soube um mês antes de Ashley ter confessado

 

O esquema funcionou até o pai de Ashley ter descoberto a mentira que a filha vivia. Segundo o jornal "The Star" , o pai (que não é viciado em drogas e, aparentemente, não está morto) fez-lhe um ultimato: ou confessava tudo, ou seria o próprio a contar toda a farsa.

Ashley não confessou e em julho Jamie Counsell, que já tinha ajudado na organização dos eventos para ajudar Kirilow, escreveu no seu blog que "fomos contactados por familiares de Ashley Kirilow . Disseram-nos que Ashley nunca teve cancro. Ela levou-nos a acreditar que sofria desse mal para começar esta caridade".

A polícia foi alertada para o facto, mas não abriu nenhuma investigação. Só a 6 de agosto foi conhecida a verdade, quando a jovem, agora com 23 anos, se entregou à polícia e contou tudo, no mesmo dia em que o "The Star" fez capa sobre o assunto.

Ashley admitiu ter fingido cancro somente para angariar cinco mil dólares para caridade. Às autoridades a jovem disse que a sua fraude se ficava pelos quatro mil dólares (2850 euros), mas o valor das queixas das vítimas rondam os 60 mil dólares (cerca de 43 mil euros).

Quando se entregou à polícia, Ashley desculpou-se com o fato de ser bipolar, mostrando ao "The Star" as receitas do médico para a sua condição, e culpou a sua infância problemática, altura em que os seus pais se divorciaram e houve uma longa disputa pela custódia de Ashley e os seus três irmãos.

Agora irá enfrentar um total de sete acusações de fraude, sendo que se for considerada culpada pelo delito menos grave enfrenta uma pena de cadeia de dois anos e pela pena mais séria 14 anos de prisão.

 

Via Expresso



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Segunda-feira, 08.02.10

Sexo no restaurante

 

Já alguma vez lhe passou pela cabeça fazer sexo na casa-de-banho de um restaurante? Ficou constrangido com medo de ser apanhado? Pois é, agora é possível dar largas à sua imaginação durante um jantar romântico e sem ter de levar com olhares castradores. O único problema é que terá de viajar para Toronto, no Canadá, e fazer uma reserva noMildred’s Temple Kitchen, um restaurante que está a oferecer esta possibilidade no dia de S. Valentim.

Donna Dooher, uma das proprietárias do restaurante, garantiu ao diário Toronto Star que sempre teve alguns “enrolanços”. Mas, explica que está “a levar isto a um nível superior por ser o fim-de-semana de S. Valentim”.

Caso tenha ficado entusiasmado com a ideia, há pormenores que deve ficar a saber: as luzes das casas-de-banho acendem-se quando estão ocupadas, os clientes devem levar preservativos e um empregado vai andar a limpar o lugar, com relativa frequência, durante o fim-de-semana.

 

Via Ionline

 



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