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Um olhar sobre o Mundo

Porque há muito para ver... e claro, muito para contar

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Um olhar sobre o Mundo

13
Set10

Telepatia. O cérebro pode transmitir pensamentos

olhar para o mundo

Telepatia, o cérebro pode enviar mensagens

 

Uma equipa de cientistas conseguiu traduzir sinais cerebrais em palavras. O método, testado com sucesso na Universidade de Utah, consiste na ligação de uma grelha de microeléctrodos à superfície cerebral de um voluntário, utilizando um software especial para traduzir os sinais emitidos pelo cérebro em palavras. 

Foi pedido ao paciente, epiléptico crónico e que já tinha aplicado eléctrodos comuns para tratamento, que lesse repetidamente dez palavras consideradas úteis para uma pessoa paralisada: sim, não, quente, frio, fome, sede, olá, adeus, mais e menos. Cada sessão durou uma hora, durante quatro dias, com cada um dos termos repetidos entre 31 e 96 vezes. Com o software, os cientistas tentaram descobrir qual dos sinais cerebrais representava cada palavra. Ao examinar os dez padrões em seguimento, a precisão era de 28% a 48%, mas comparando padrões distintos, como "sim" e "não", a precisão subia para 76% a 90%. 

Embora a tecnologia consiga provar o conceito do projecto, é ainda insuficiente para traduzir com precisão os pensamentos. Ainda assim, o bioengenheiro que lidera a equipa, Bradley Greger, acredita que "em dois ou três anos seja de uso comum entre doentes paralisados". Até agora o sistema foi testado apenas num voluntário, mas os cientistas acreditam que será importantíssimo na melhoria das condições de vida de pacientes com esclerose lateral amiotrófica avançada, paralisia cerebral adquirida ou síndrome do encarceramento - onde todos os movimentos do corpo se perdem, excepto os dos olhos, mas todas as faculdades mentais se mantêm. Sara Pereira

 

Via ionline

13
Mar10

Protecção a mais afecta o cérebro das crianças

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Protecção a mais afecta cérebro das crianças

 

Os pais excessivamente protectores não limitam apenas a liberdade dos filhos. As consequências do excesso de zelo do pai podem ser o desenvolvimento do cérebro em áreas associadas à doença mental. Segundo um estudo realizado pela Universidade de Gunma, no Japão, as crianças que têm pais demasiado protectores - ou, no outro extremo, negligentes - são mais susceptíveis a desenvolver perturbação psiquiátricas associadas a deficiências no córtex pré-frontal. As mães não têm a mesma influência negativa. 


Os investigadores estudaram os cérebros de 50 pessoas na casa dos 20 anos e pediram-lhes que preenchessem um questionário sobre a relação que cada uma teve com o pai até à adolescência. Os resultados mostram que aqueles que tiveram pais demasiado protectores apresentavam menos massa cinzenta numa área particular do córtex pré-frontal que aqueles que viveram relações equilibradas. Um pai negligente está na origem de irregularidades como as que se verificam nos casos de esquizofrenia e de outras doenças mentais. Segundo os investigadores da universidade japonesa, a razão é a libertação excessiva da hormona cortisol - quer por negligência quer por demasiada atenção - e uma produção reduzida de dopamina.

Para Anthony Harris, director da Unidade de Perturbações Clínicas no Hospital Westmead, em Sydney, na Austrália, o estudo é importante para elucidar as pessoas sobre o efeito do comportamento dos pais, a longo prazo, na vida das crianças. Sara Sanz Pinto

 

Via Ionline

15
Nov09

Descubra o sexo do cérebro

olhar para o mundo

 O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa. 


PESQUISA 
O cérebro do homem pode ser feminino
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. 

Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra. 

A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais. 

Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir. 

 

Faça o teste
 
 Reprodução
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas. 



Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro. 


Clique aqui e faça o teste
 
Via Deonde

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